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- Sesc Ver-o-Peso promove oficina cultural para crianças
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 15 de ago. de 2025 Sesc Ver-o-Peso promove oficina cultural para crianças A oficina cultural é gratuita voltada para o público infantil que estimula a criatividade e o universo lúdico Imagem: divulgação. Por Deborah Cabra — Belém(Pará), Amazônia. 15/08/2025 O Centro de Cultura e Turismo Sesc Ver-o-Peso realiza, neste domingo (17), das 09h às 12h, uma oficina cultural gratuita voltada para o público infantil que estimula a criatividade e o universo lúdico. O artista @cleber_cajun apresenta a oficina “Brincadeiras Gráficas”. A atividade é destinada a crianças de 02 a 10 anos, acompanhadas de um adulto e tem capacidade para 10 duplas. A proposta envolve técnicas de desenho e impressão artesanal, promovendo a livre expressão e o uso de materiais diversos em um ambiente lúdico e acolhedor. Anúncio Cleber Cajun é um artista multifacetado que atua principalmente como artista visual, ilustrador, palhaço, brincante e arte-educador. Ele é reconhecido por sua atuação no cenário cultural paraense, contribuindo com iniciativas que envolvem teatro, ilustração e atividades lúdicas voltadas para diferentes públicos, especialmente crianças. Serviço: Local: Centro de Cultura e Turismo Sesc Ver-o-Peso (Boulevard Castilhos França, 522/523 - Campina) Programação gratuita Informações: (91) 98486-1498 e @sesc_pa Fonte: Sesc no Pará #Dança Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Cinema Indígena é tema no IV Festival Internacional do Filme Etnográfico
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 21 de out. de 2022 Márcia Lima Cinema Indígena é tema no IV Festival Internacional do Filme Etnográfico #Cinema Imagem: divulgação. Com participações de renome dentro do movimento em ascensão dos povos originários como Ailton Krenak, filósofo e escritor, Takumã Kuikuro , Vincent Carelli , Ailton Krenak, Jopramre Gavião Parkatejê , Renato Athias e Marquinho Ka’apor , o IV Festival Internacional do Filme Etnográfico teve sua abertura nessa quinta-feira (20/10), no Cine Líbero Luxardo Centur (@cineliberoluxardo). Esta é a quarta edição do Festival que traz como novidade um momento reservado só para discussão sobre o crescimento do cinema indigena. “ A gente viu a produção do cinema indigena crescer muito no Brasil, nos últimos 10, 15 anos e isso é uma coisa maravilhosa. Então a gente decidiu criar um prêmio específico para curtas, médias e longas metragens para cineastas indígenas”, esclarece Alessandro Campos, um dos Coordenadores do festival. O IV Festival Internacional do Filme Etnográfico é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual - Visagem, do programa de pós-graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Pará e era realizado a cada dois anos. Este ano, o Festival se torna Internacional e passa a ser anual. “A nossa preocupação não é premiar o cinema documental, mas trazer a público filmes que sendo realizados com outras técnicas possam mostrar o cotidiano dos povos de maneira antropológica. Ai entra o cinema indígena, que é feito pelos próprios protagonistas”, conta. Para o convidado especial desta edição, o filósofo e escritor indígena Ailton Krenak, “Além de uma longa jornada de demarcação dos territórios indígenas, começou há 10, 15 anos uma jornada de demarcação da tela. Conjugando a demarcação da terra, que é uma histórica reivindicação dos povos originários, que parece que não tem fim, com essa expansão do imaginário e a instituição de outras narrativas para além daquela narrativa colonial sobre nós e sobre os nossos territórios e os nossos corpos”, explica o escritor. Ele também chama a atenção para “que em apenas um década e meia o cinema indigena tenha alcançado essa expressão que nos coloca no mundo das artes visuais com documentários, ficção, filmes de animação, mas principalmente com o registro de imagem identitário, quando alguém vê um filme com idealizadores indígenas, uma marca identitária está ali escrita no olhar indigena”, comemora Ailton Krenak. Serviço : O IV Festival Internacional do Filme Etnográfico. As mostras de filme estão divididas entre o Cine Líbero Luxardo, no Centur e a Casa das Artes, em Nazaré. A programação vai até o dia 26 de outubro. Confira a programação pelo site www.festivaldopara.com.br ou pelo Instagram @festivaletnograficodopara. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Circular traz ações culturais, históricas e ambientais
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 3 de dez. de 2022 Luciana Medeiros Circular traz ações culturais, históricas e ambientais #Circular Imagem: Cláudio Ferreira / Divulgação. A 43ª edição do Circular Campina Cidade investe na educação patrimonial e ambiental, além de oferecer opções culturais, gastronômicas, turísticas, neste primeiro domingo de dezembro, dia 4, das 8h às 20h, nos bairros da Cidade Velha, Campina e Reduto. No último Circular Campina Cidade Velha neste ano, 26 espaços abrem suas portas num circuito que passa pelos três bairros mais antigos de Belém. O Espaço Cultural do Banco da Amazônia está de volta à edição e abrirá suas portas para a realização da oficina "Elétricos – Instrumentos Sonoros”, no horário de 09h às 11h, ministrada Rafael Naufel, cuja exposição "Esculturas Sonoras" foi selecionada no Edital de Pautas do Espaço Cultural. Todo material é fornecido pela oficina e as inscrições podem ser feitas de forma gratuita pelo site https://ninhocultural.com.br/esculturassonoras . Além da exposição e da oficina, o Banco da Amazônia também receberá no calçadão, em frente a instituição, na Av. Pres. Vargas, o show do TRIPA – o Trio Paraense, formado pelos músicos Luiz Pardal (violino), Paulinho Assunção (percussão) e Jacinto Kahwage (teclados), a partir das 11h30. O projeto também volta a investir, neste domingo, 4, na conscientização do destino e monetização do lixo, mas desta vez, além do Ecoponto da Praça do Carmo, na Cidade Velha, haverá um outro Ecoponto instalado no bairro da Campina, próximo ao Banco da Amazônia, na Av. Presidente Vargas, apto a receber materiais reutilizáveis, trocando-os pela Moeda Verde Circular digital, que já pode ser utilizada em vários espaços da circulação (Amazônia Artesanal, Confraria do Fraga, Espaço Valmir Bispo, Prana Tropical, Hortinha do Reduto e Casa do Fauno). Na Praça do Carmo, na Cidade Velha, além do Ecoponto que receberá materiais recicláveis, também haverá show na Praça do Carmo, às 18h, com Alan Carvalho e Ronaldo Silva. Roteiros para adultos e crianças: Na Cidade Velha, entre outras programações, será realizado o “Circuitinho Circular - Pequenos passos: A Rua é a história”, para crianças de 5 a 10 anos. Iniciativa inédita de educação patrimonial, a ideia é promover a percepção e reflexão das crianças quanto à importância de preservar e valorizar os bens históricos, memória e as manifestações culturais que nos cercam por meio de uma caminhada. A pequena caminhada tem concentração às 9h, na Praça Frei Caetano Brandão, com saída às 9h30, pela rua Siqueira Mendes. Ao longo do trajeto serão feitas paradas com intervenções teatrais, onde os condutores da ação, com coordenação da pedagoga Luci Azevedo, trarão informações históricas de prédios, casarões e igrejas existentes ao longo do percurso, que finaliza no Fórum Landi com atividades lúdicas de desenho e pintura. A ação contará com intérprete de LIBRAS para atender o público infantil de forma democrática e inclusiva. É necessária a inscrição, com envio do nome das crianças, idade e autorização dos pais para a captação de imagens, para o e-mail: circularcampina01@gmail.com . Confiram a programação a seguir e para mais informações: @circularcampinacidadevelha. Texto: Luciana Medeiros (Assessoria de comunicação) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Dona Onete canta "Quatro Contas", uma viagem musical pelas encantarias do Pará
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 12 de mar. de 2025 Fernando Assunção Dona Onete canta "Quatro Contas", uma viagem musical pelas encantarias do Pará O resultado é uma obra que junta sonoridades do carimbó, percussão forte e coros gravados dentro do terreiro Casa de Mina Eira de Bárbara Soeira, em Outeiro, Belém Imagem: Tereza Maciel / Divulgação. No alto dos seus 85 anos, Dona Onete segue cumprindo seu propósito: levar o Pará para o mundo. Em seu novo single , "Quatro Contas" , a compositora e cantora nos guia por um mergulho nas encantarias amazônicas, reverenciando as protetoras espirituais que a acompanham desde menina. Em "Quatro Contas", Dona Onete canta sobre fé, sobre proteção e sobre resistência. A vermelha é Mariana, a amarela é Jarina, a branca é Jurema e a verde é Herondina – entidades que a acompanham em sua jornada e que ecoam nas vozes e nos tambores da faixa. Anúncio "Essa música carrega a essência do nosso povo, do nosso jeito caboclo de acreditar e se proteger. O paraense tem fé em muitas coisas, vive e sobrevive com suas crenças e sua conexão com a natureza. Basta ir ao Ver-o-Peso para sentir essa energia e ver como as crendices fazem parte do nosso dia a dia", diz Dona Onete. A música foi sendo gestada ao longo dos anos, nas vivências e nas histórias que Dona Onete guarda em sua bagagem. O resultado é uma obra que junta sonoridades do carimbó, percussão forte e coros gravados dentro do terreiro Casa de Mina Eira de Bárbara Soeira, em Outeiro, Belém. Serviço : Ouça “ Quatro Contas ”. Acompanhe a artista e seu trabalho em @donaonete #Amazônia Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Nova sala de cinema Cine Alexandrino Moreira será inaugurada nesta terça-feira (27) em Belém
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de abr. de 2026 Nova sala de cinema Cine Alexandrino Moreira será inaugurada nesta terça-feira (27) em Belém O novo cinema foi reformado e modernizado a partir do auditório homônimo com recursos da Lei Paulo Gustavo, contando agora com estrutura projetada sob padrões modernos de acessibilidade, tecnologia e capacidade para receber 70 pessoa Imagem: d ivulgação. Por Agência Pará — Belém(Pará),Amazônia. 27/04/2026 - 07h00 Fundação Cultural do Pará (FCP) inaugura , na próxima segunda-feira (27) , a partir das 19h , o Cine Alexandrino Moreira , localizado na Casa das Artes, em Belém. No evento, restrito a convidados, haverá a exibição do curta-metragem “Cabana” da cineasta Adriana de Faria. O espaço inicia a operação pública na próxima quarta-feira (29), como uma das sedes oficiais do Festival Pan-Amazônico de Cinema, fórum de debates e circulação da produção cinematográfica dos nove países que compõem a Pan-Amazônia, mais informações no site do evento . Anúncio O novo cinema foi reformado e modernizado a partir do auditório homônimo com recursos da Lei Paulo Gustavo, contando agora com estrutura projetada sob padrões modernos de acessibilidade, tecnologia e capacidade para receber 70 pessoas. Saiba mais informações AQUI . Para a diretora da Casa das Artes, Lana Machado, a entrega do cinema e da biblioteca consolida a unidade como um polo estratégico para a qualificação artística no Pará. “O Cine Alexandrino Moreira e a Biblioteca Vicente Salles se integram às ações da Casa das Artes para o fomento da arte cinematográfica e da pesquisa acadêmica. Com a modernização, a Casa passa a cumprir seus objetivos institucionais de difusão da linguagem audiovisual, promoção do cineclubismo e formação de plateia, fortalecendo a Casa como referência na pesquisa e produção em arte integrada”. Serviço : Café Fotográfico recebe Ale Ruaro Dia: Segunda-feira (27/04) às 19h Local: Auditório Eneida de Moraes (Museu da Imagem e do Som/Palacete Faciola Av. Nazaré, 138. Nazaré) #Fotografia Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Banda americana Female President lança novo single “Enflamed In Effigy”
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 16 de jan. de 2024 Collapse Agency Banda americana Female President lança novo single “Enflamed In Effigy” As letras vieram em camadas, todas inspiradas em acontecimentos atuais e tragédias mundiais. # Internacional Imagem: divulgação. Female President está escrevendo e gravando seu segundo EP ‘The Healing Ritual’ . A cura é um processo difícil e caótico, muitas vezes é preciso dor e desconforto para criar motivação para a mudança. Muitas vezes, quando você trabalha para melhorar sua vida ou suas circunstâncias, você se vê cercado por estranhos e fora de sua zona de conforto. O Ritual de Cura explora a montanha-russa da dor à paz. “Enflamed In Effigy” foi uma gravação lenta, construída em etapas desde 2020. O riff, o andamento e a melodia chegaram a Dréa em 2020, sintonizando como um sinal de rádio distante, estalando a estática com riffs poderosos rompendo. As letras vieram em camadas, todas inspiradas em acontecimentos atuais e tragédias mundiais. Anúncio Um trio familiar americano inspirado nas primeiras raízes do rock n roll; riffs simplistas que groove e dinâmicas que chegam a um nível febril. Começando durante a pandemia como uma forma de lidar com turnês canceladas e locais fechados, Female President escreve músicas com uma coragem honesta e uma vibração emocional que você pode curtir e agitar. Combinando seus estilos únicos de tocar e amor genuíno pela música, Female President é uma banda de rock moderna e enérgica com um som próprio. Serviço: Ouça “ Enflamed In Effigy ". Instagram @femalepresidentband Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Joyce Ikeda lança livro o "Poesia Subversiva" sobre libertação feminina
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 17 de set. de 2022 Aline Paes Teixeira Joyce Ikeda lança livro o "Poesia Subversiva" sobre libertação feminina #Literatura Imagem: divulgação A liberdade feminina de sentir e se expressar através da sexualidade e das emoções é o ponto chave do primeiro livro de Joyce Ikeda, Poesia Subversiva: em textos e ilustrações. Provocativo e instigante, o livro traz poemas que geram identificação e reflexão, pois muitos pontos abordados fazem parte da vivência das mulheres, sejam elas cis ou trans. O livro reúne textos produzidos durante alguns anos e reflete muito do processo de encontro da autora com o feminismo. "Minha busca pela teoria feminista iniciou-se em 2016, durante o curso de doutoramento, movida por minhas angústias de ser ou estar deslocada do lugar tradicionalmente reservado, permitido e imposto para nós mulheres... Entre as diferentes tarefas de ser mulher, mãe, esposa, pesquisadora e trabalhadora, aos 32 anos entrei em colapso", relata no prefácio do livro. Joyce Ikeda é pesquisadora, educadora, poetisa e artista. Joyce é Doutora em Políticas Públicas, Mestre em Dinâmicas Territoriais e Sociedade na Amazônia e iniciou em maio deste ano, o Estágio Pós-Doutoral no Programa de Pós-Graduação em Direito, da Universidade Federal do Pará (PPGD/UFPA), na área de Direitos Humanos. Apesar de o feminismo e a condição de mulher nunca ter sido "objeto" de suas pesquisas acadêmicas, toda sua trajetória contribui com o olhar que traz através da poesia. O livro é um grito e um convite à libertação feminina. "Hoje sou consciente de que para habitar um corpo de mulher, de modo saudável, é indispensável conhecer e praticar o feminismo. É somente a partir da consciência das múltiplas opressões que nos cerceiam que podemos nos libertar, nos proteger e enfrentar as situações diárias de constrangimentos sociais a que estamos expostas", afirma. Os textos de Joyce são fruto também dos ensinamentos de Silvia Federici, Angela Davis, Naomi Wolf, Sueli Carneiro, Eve Ensler, Judith Butler, Verônica Gago, Simone de Beauvoir e Bell Hooks, como cita no livro. Para enriquecer o livro, as ilustrações de Ana Laura Figueiró se somam a alguns poemas. E conta também com apresentação de Gabriela Gerônimo O livro Poesia Subversiva: em textos e ilustrações, foi publicado pela Editora Dialética, no selo Dialética Literária e está disponível nas versões impressa e digital, à venda no site da editora e nos principais marketplaces. O lançamento oficial ocorrerá neste sábado, 17 de setembro, no espaço Rebuw Club (Rua Bernal do Couto, 571. Umarizal), a partir das 17h, com uma programação de mini feira empreendedora, roda de conversa sobre sexualidade feminina, recital de poesia, sessão de autógrafo e muito mais. Para acompanhar os poemas de Joyce Ikeda: @fragmentada.arte. E para conhecer mais sobre a autora acesse www.joyceikeda.com Texto: Aline Paes Teixeira (Assessoria de Comunicação) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Em “Caçada Selvagem – Desejo”, autor fala sobre segredos, traições e disputas sobrenaturais mortais
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 4 de mai. de 2026 Em “Caçada Selvagem – Desejo”, autor fala sobre segredos, traições e disputas sobrenaturais mortais Caçada Selvagem – Desejos é um convite para atravessar a escuridão de Church Hill e descobrir que, ali, sobreviver pode significar se tornar aquilo que se teme Imagem: d ivulgação. Por LC Agência — Belém(Pará),Amazônia. 01/05/2026 - 07h00 Para Heather Vanderwaal, a mudança para a casa da tia Penny, na pacata e cinzenta Church Hill, após a trágica morte de seu pai e a internação da mãe por overdose parecia um recomeço necessário. No entanto, ao cruzar o caminho do enigmático Gaye McCool e encontrar um diário antigo, ela percebe que a cidade é um tabuleiro de xadrez entre linhagens ancestrais de caçadores e “anomalias” sobrenaturais. Este é o ponto de partida de Caçada Selvagem – Desejo , livro do jovem escritor mineiro João Souza , de apenas 16 anos. Na obra, publicada pela Flyve Editora , que transita entre a romantasia e o suspense psicológico, o autor apresenta uma narrativa de atmosfera densa, com personagens moralmente ambíguos e perigos sobrenaturais. Anúncio Ao mergulhar no enredo, o leitor conhece a dualidade de Gaye, jovem que resiste à própria natureza de lobisomem por medo de perder a humanidade e mora em um refúgio para os Alfas, gangue que segue regras rígidas de isolamento, lealdade e proteção aos humanos para garantir a própria sobrevivência. No entanto, esse equilíbrio é ameaçado pela presença de lobisomens nômades, que transformam a violência em espetáculo e enxergam no local um campo de caça, onde o instinto selvagem prevalece sobre qualquer código de honra. Na obra, João Souza também aborda temas como luto, amadurecimento precoce, relações familiares fragmentadas, desejo, culpa e as zonas cinzentas entre justiça e vingança, questionando até que ponto escolhas feitas por amor podem gerar consequências irreversíveis. Caçada Selvagem – Desejos é um convite para atravessar a escuridão de Church Hill e descobrir que, ali, sobreviver pode significar se tornar aquilo que se teme. Serviço : Livro ”Caçada selvagem – desejo” de @joaosouuzza_ Onde encontrar: Flyve | Amazon # Livro Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Festival de Teatro do Tapajós abre inscrições para oficinas gratuitas
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 2 de fev. de 2023 Natashia Santana Festival de Teatro do Tapajós abre inscrições para oficinas gratuitas #Festival Imagem: divulgação. A primeira edição do Festival de Teatro do Tapajós pretende fomentar o teatro amazônico com oportunidade de mostrar o fazer cênico de forma competitiva, além de endossar o aprendizado na introdução teatral, com a formação de novos atores, diretores e produtores culturais. Com essa perspectiva, o FesTeatro terá uma programação paralela com oficinas e palestras durante os dias do evento – 7 a 16 de fevereiro, das 14h às 18h, no Teatro Vitória em Santarém no Pará. Um dos objetivos do Festival é reforçar a formação de um público ativo e crítico no município de Santarém e região, e principalmente trazer espetáculos que ofereçam novas dramaturgias, no contexto experimental e contemporâneo. “Nós queremos fomentar as artes cênicas no município e nas cidades do entorno, incentivando o estudo do teatro, sua prática, história, dramaturgia e teoria, e divulgando a importância social, educativa e cultural do fazer teatral”, disse Elder Aguiar, coordenador do evento. Segundo ele, as oficinas serão prioritariamente de iniciação teatral ou de introdução ao tema e foram pensadas para que novos artistas e a comunidade consiga entender alguns aspectos do métier teatral. Na programação terá oficinas direcionadas para atores, diretores, público de modo geral, além de professores e alunos das escolas municipais. “Serão mini cursos totalmente gratuitos, com certificado e carga horária de 4 horas. Entre os temas tem elaboração de projetos, novas tecnologias na cênica, oficinas de dramaturgia, oficina de imagem na cena e empreendedorismo cultural. Todos palestrantes têm bagagem cênica e qualificação para compartilhar conhecimentos”, enfatizou Elder. Serviço : As vagas para cada oficina são limitadas. Os interessados em se inscrever devem escolher o tema e acessar o link . Para outras informações acesse o site https://festeatrotapajos.com.br/ ou siga o instagram @grupoolhodagua_ Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- A fusão da música africana e a brasilidade da guitarrada no Festival Outros Nativos
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 14 de nov. de 2025 A fusão da música africana e a brasilidade da guitarrada no Festival Outros Nativos A força criativa da Amazônia em diálogo com a musicalidade do mundo Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 14/11/2025 O Festival Outros Nativos 2025 (@outrosnativos) celebra a força criativa da Amazônia em diálogo com a musicalidade do mundo. Até 16 de novembro , o evento se espalha em espaços, como Midas Amazon Studio, Associação Sociocultural Outros Nativos (Ason), O Espaço Cultural Mairi e Teatro Estação Gasômetro que receberá @OsDinâmicos_banda, @GreggKofiBrown e @AkinSoul, nos dias 15 e 16 de novembro, a partir das 20h e entrada gratuita. Plataforma de expressão artística e valorização da diversidade cultural, com foco nos artistas e na potência criativa das periferias de Belém, na Amazônia, o festival foi criado em 2019, com objetivo de dar visibilidade aos talentos locais, promovendo a formação cidadã e criando um espaço de encontro e formação entre artistas e as comunidades dos bairros populares, como a Sacramenta. Anúncio Festival Outros Nativos 2025 – Programação Sintetizada Período: Até 16 de novembro de 2025 Locais: Teatro Gasômetro, Midas Amazon Studio, Ason (Associação Sociocultural Outros Nativos) e Espaço Cultural Mairi – Belém (PA) Entrada gratuita Dia 14/11 (sexta) Oficinas de Produção Musical com Gregg Kofi Brown, Jacinto Kahuage e Luiz Pardal Midas Amazon Studio 15/11 (sábado) Teatro Gasômetro – Parque da Residência 17h - Repescagem e Mostra Alternativa Pará 20h às 20h50 - Show especial de Os Dinâmicos – Baile da Guitarrada 21h00 às 21h50 - Gregg Kofi Brown 22h00 às 22h50 - Akin Soul farão apresentações reduzidas nos dias 15 e 16 de novembro no Festival. 16 de novembro (domingo) Teatro Gasômetro – Parque da Residência 17h - Final Mostra Alternativa Pará 21h00 às 21h50 - Akin Soul 22h00 às 22h50 - Gregg Kofi Brown #Festival Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- A história do cinema às margens de Hollywood é tema de minicurso
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 12 de set. de 2024 Debb Cabral A história do cinema às margens de Hollywood é tema de minicurso As inscrições são gratuitas e haverá emissão de certificado de carga horária aos participantes #Inscrições Imagem: divulgação. A exposição “Cinema em Cartaz(es)” (@cinemaemcartazes) do jornalista, curador, crítico de cinema e cineclubista, Adolfo Gomes , promoverá mais uma ação formativa. “História do Cinema: às margens de Hollywood” , será realizada na Kamara Kó Galeria , no sábado 21/09 , das 10h às 12h30 . As inscrições são gratuitas e o interessado deve apenas enviar para o email paracinemaemcartazes@gmail.com informando que deseja participar. Haverá emissão de certificado de carga horária aos participantes. Desde a invenção do cinema, e também depois da ascensão e hegemonia de Hollywood, os filmes produzidos ao redor do mundo lutam contra a invisibilidade. Suas estratégias principais são a invenção, a representatividade e a paixão pelo audiovisual. Esta pequena introdução à História do Cinema, sob a perspectiva das filmografias periféricas, pretende celebrar a potência e o caráter transgressivo dos cineastas e produtores que criam à margem da indústria de Hollywood. Anúncio O minicurso teórico de cinema tem como público-alvo estudantes e interessados no cinema brasileiro, críticos de cinema e professores de audiovisual, além de cinéfilos de uma maneira geral. SERVIÇO : História do Cinema: às margens de Hollywood, com @AdolfoGomes1973 Data: Sábado (21/09) das 10h às 12h30 Local: @KamaraKóGaleria (Travessa Frutuoso Guimarães, no 611, Campina) Inscrições gratuitas : cinemaemcartazes@gmail.com Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Festival Amazônia FiDOC lança documentário “A Pajé” e realiza ações na Ilha do Marajó
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 8 de set. de 2022 Dominik Giusti Festival Amazônia FiDOC lança documentário “A Pajé” e realiza ações na Ilha do Marajó #Documentário Trecho do documentário "A Pajé" - Imagem: divulgação. Hushahu Yawanawa , liderança da Terra Indígena do Rio Gregório, no Acre, Amazônia brasileira, fez um movimento inédito em seu território: um retiro de 12 meses para se tornar uma pajé, em 2005, aos 25 anos de idade. Durante o período, ela recebeu informações dos espíritos sagrados e os ensinamentos dos pajés anciões. As dietas sagradas e as medicinas da floresta antes eram de usos exclusivos dos homens, mas Hushahu e sua irmã Putani, romperam a tradição e fizeram a preparação que incluiu dietas, banhos e o uso de medicinas da floresta. A história se transformou no documentário “A Pajé”, realizado pelas diretoras Letícia Ottomani, Nelma Salomão e Helena Alba, que foi lançado em streaming gratuito em celebração à Amazônia nesta última segunda-feira (05/09), pelo do Amazônia FiDOC - Festival Pan-Amazônico de Cinema (@amazoniadoc) - que este ano chega à 8a edição e compõe a mobilização nacional pelo projeto Amazônia em Pé. O filme poderá ser acessado via plataforma AmazôniaFlix (@amazoniaflix.com.br) onde estão reunidos diversos títulos relacionados ao bioma. O documentário foi exibido em 2021 na plataforma, por um curto período, e desta vez será disponibilizado para acesso permanente e sem custos. De acordo com Zienhe Castro, diretora geral do Amazônia FiDOC, o lançamento do título convoca os espectadores para compreender questões que perpassam o debate social no Brasil. “Como um fórum de discussão sobre a Amazônia, neste ano o festival reafirma sua função com ‘A Pajé', trazendo num só filme assuntos como direitos dos povos originários, gênero e território”, afirma Zienhe. O filme discute estas questões na Aldeia Mutum, cenário do ritual feito pelas irmãs Yawanawa. Hushahu se tornou a primeira pajé mulher do seu povo e, a partir daí, saiu em direção ao mundo compartilhando sabedorias com outros povos. O objetivo deste trabalho é expor o que levou Hushahu a decidir passar pelos desafios antes só encarados pelos homens, poder evidenciar as transformações que aconteceram na aldeia e na vida das mulheres após o surgimento desta primeira pajé. Festival AmazôniaFIDOC no Marajó Pela primeira vez na Ilha do Marajó, o Festival Amazônia FIDOC se junta à Associação de Remanescente de Quilombos de Bairro Alto (ARQBA), em Salvaterra, e à Associação dos Moradores do Bairro Pacoval (AMPAC), em Soure, para realização de duas vivências audiovisuais junto às comunidades. Serão ofertadas oficinas de educação audiovisual e cada comunidade realizará seu próprio curta-metragem. Também serão feitas exibições de filmes em um cinema de rua. “Firmamos parcerias para articulação e envolvimento de toda a comunidade nas atividades. O território do Marajó é muito importante para reafirmar nossa identidade ancestral. É importante levar essas ações que podem contribuir com o protagonismo dos jovens desses territórios, que ainda têm pouco acesso aos projetos culturais. Acreditamos que é nosso compromisso potencializar essas ações pelo interior do estado”, comenta Zienhe Castro. Serviço : Festival Pan-Amazônico de Cinema - Amazônia(Fi)Doc Lançamento do filme “A Pajé” / Disponível na plataforma AmazôniaFLIX - Acesso gratuito Vivências audiovisuais - Ilha do Marajó 20 a 25 - Salvaterra - Comunidade Quilombola Bairro Alto 26 a 30 - Soure - Comunidade do Pacoval Ação gratuita Inscrições gratuitas de filmes para mostras competitivas até o dia 10 de setembro via plataforma FilmFreeway. Acesse: https://filmfreeway.com/AmazoniaFiDoc Confira regulamento completo no site www.amazoniadoc.com.br Informações: ZFilmes: contato@zfilmes.com.br Texto : Dominik Giusti (Assessoria de imprensa) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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