top of page

Encontre aqui sua pesquisa

2197 resultados encontrados com uma busca vazia

  • CONEXÃO LATINO-AMAZÔNICA: Peruana Rossy War lança música em homenagem a Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de jun. de 2023 Sonia Ferro CONEXÃO LATINO-AMAZÔNICA: Peruana Rossy War lança música em homenagem a Belém Considerada a rainha da Tecnocumbia e uma das grandes referências da música paraense, Rossy War tem inúmeras músicas que são sucesso na Amazônia brasileira #Música Nessa última sexta-feira (23/06) a cantora peruana Rossy War lançou a música "Amor que Sentí" em parceria com os músicos paraenses Félix Robatto e Bruno Benite z, autores da composição. O single/clipe gravado no Pará e no Peru, reforça a conexão da Amazônia Latina e é uma homenagem a capital do Estado: Belém. Anúncio Considerada a rainha da Tecnocumbia e uma das grandes referências da música paraense, Rossy War tem inúmeras músicas que são sucesso na Amazônia brasileira como "Tonto", "Nunca Pensé Llorar" e "Amor Prohibido". "Rossy War é uma das grandes influências da música amazônica e me sinto muito orgulhoso de apresentar o Pará para essa artista tão original e de ter uma canção composta por mim e pelo Bruno, gravada por ela que fala da cidade que tanto me inspira. Sou um grande fã e essa parceria é um sonho realizado", conta Félix. Serviço: Lançamento do single/clipe "Amor que Sentí" de Rossy War feat Félix Robatto e Bruno Benitez. Disponível nas Plataformas de música e Youtube Rossy War. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Paulo Roberto Ferreira lança seu 5° Livro "Roubaram Meu Libertango"

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de mar. de 2023 Estante Cultural Paulo Roberto Ferreira lança seu 5° Livro "Roubaram Meu Libertango" #Crônica Imagem: divulgação. Nesta quinta-feira (30/03) o jornalista e escritor, Paulo Roberto Ferreira (@paulotirio) irá lançar em Belém o seu quinto livro intitulado " Roubaram Meu Libertango " pela editora Paka-Tatu (@editorapakatatu). É um livro de crônicas. São 31 crônicas, publicadas desde 2014. Primeiro no jornal impresso “O Estado do Tapajós”, em Santarém (depois em sua versão no site Oestadonet); no jornal “Resistência”; no site “Estante Cultural ( www.estantecultural.info )” e em sua página no Facebook. Sobre o processo de criação e pesquisa do livro, o autor conta que Primeiro foi convidado pelo jornalista Miguel Oliveira, do jornal “O Estado do Tapajós”, a escrever semanalmente, fazendo essa com regularidade durante três anos. "Isto é importante porque me obrigava a produzir com regularidade e estar sintonizado com os temas da semana ou com as questões que ocupavam o noticiário nacional ou regional. No 'Estante Cultural' comecei a colaborar pouco antes do período da pandemia", afirma Paulo Roberto. Depoimento de Nélio Palheta - Imagem: divulgação. Segundo Paulo, o objetivo de selecionar algumas crônicas e publicá-las em livro foi para mostrar um pouco da sua vivência como repórter, sua opinião como jornalista, memórias como cidadão e também para falar de acontecimentos, peculiaridades e as formas de vida na Amazônia, ainda tão desconhecida do resto do País e do mundo. "O foco do meu trabalho é mostrar que existe vida pulsante aqui na Amazônia. E que apesar da visão colonialista de quem vive fora da nossa região, que não é só floresta, como afirma a professora e escritora Vânia Torres ( “À Sombra da Floresta” ). Aqui temos várias formas de resistência, luta e um modo próprio de viver que, infelizmente, muitos teimam em ignorar", ressalta o autor. "Um livro é sempre uma oportunidade de reflexão para o leitor, mas também uma possibilidade de viajar com o escritor, de sonhar, de se identificar ou de reagir ao conteúdo do texto", finaliza Paulo. Sobre o Autor : Natural de Belém, jornalista profissional e escritor. Mestre em Ciências da Educação (Universidade de Évora); especialista em Planejamento do Desenvolvimento Regional (NAEA/UFPA). Trabalhou como repórter, redator e editor de jornais e revistas, com passagem pela imprensa alternativa (“Bandeira 3” e “Resistência”). Foi repórter, apresentador e diretor de TV. É autor dos livros “A censura no Pará – A mordaça a partir de 1964” ; “Encurralados na Ponte – o massacre dos garimpeiros de Serra Pelada” ; “O apagador de florestas” ; “Mosaico Amazônico” ; e coautor de “O homem que tentou domar o Amazonas” . Serviço : O lançamento do livro será no dia 30/03, a partir das 17 horas, na livraria da Editora Paka-Tatu, que fica na rua Bernal do Couto, 785, no Umarizal, próximo do mercado de Santa Luzia, em Belém. LEIA MAIS Quando o jornalista vira Cronista - Micro crônica sobre o novo livro de Paulo Roberto Ferreira Vânia Torres Costa lança o livro "À sombra da floresta: a Amazônia no jornalismo de televisão" Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • “O Grande Circo em Miniatura” leva oficinas e teatro em miniatura no Bairro do Guamá

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 4 de nov. de 2022 Ariela Motizuki “O Grande Circo em Miniatura” leva oficinas e teatro em miniatura no Bairro do Guamá #Teatro Imagem: divulgaão. Trabalhar a linguagem do teatro em miniatura e expandir o conhecimento e valorização do teatro de animação no bairro do Guamá, é o que move os multi artistas do projeto “O grande circo em miniatura: teatro-caixa-circo” . Em forma de teatro de caixa, e bebendo na fonte do teatro em miniatura, o projeto vai levar às ruas do bairro as histórias de um circo e seus cinco personagens, além de ofertar a jovens oficinas de teatro de bonecos com bolsas como incentivo à participação. O espetáculo é uma idealização do Espaço Cultural Casinha de Brincantes , espaço voltado para apresentações e produções artísticas no bairro do Guamá. O projeto invade as ruas do bairro do Guamá mostrando a vida de uma palhaça em busca do seu nariz vermelho e um místico que aprisiona uma criatura capaz de realizar desejos. A dinâmica das apresentações é nas ruas, e quem passa no local é abordado pelos artistas que convidam a conhecer o universo dentro da caixa, onde a magia acontece. As narrativas estão relacionadas com histórias e referências íntimas de criação dos manipuladores. Lucas Serejo, ator e um dos idealizadores do projeto, explica que entre as referências ele pensou em algo que tocasse em sentimentos profundos das pessoas. “Fiz uma mistura se baseando no Circo itinerante, que com muitas atrações possui, entre elas, a Tenda Mística, esse lugar de previsões e de certo conhecimento. Procurei referências outras, como a lenda do Diabo da garrafa, que realiza a riqueza e prosperidade”, conta Lucas. Todo o processo de construção cenográfica foi feito a mão e tendo o papel como matéria prima base. Foram cinco semanas de criação intensa da equipe de artistas-manipuladores e da coordenação técnica, o trabalho foi orientado pelo Prof. Mestre Aníbal Pacha, que é referência no trabalho com o Teatro de Caixas em Belém, e contou com a coordenação técnica da cenógrafa Mônica Torres. Para Alana Lima, diretora, atriz e uma das idealizadoras do projeto, a intervenção é a realização de um sonho antigo. “Em 2018 me encantei pela linguagem depois de assistir vários espetáculos de teatro lambe-lambe. E descobri em Belém o Coletivo de Animadores de caixas, puxado pelos professores Aníbal Pacha e Edson Fernando, da UFPA. Uni esse desejo de trabalhar com a caixa ao sonho de trazer o circo pro bairro do Guamá. Sou palhaça de rua, mas não sou circense, e lá no fundo há um desejo de pertencer a magia do circo”, explica a idealizadora. A intervenção de Teatro de Caixa faz parte do projeto homônimo selecionado pelo Prêmio FCP de incentivo à arte e à cultura 2022 e propõe quatro intervenções em diferentes pontos do bairro do Guamá, onde residem os artistas idealizadores Alana Lima (@alanalima.arte) e Lucas Serejo (@serejiin). Programação O grande circo em miniatura – intervenções de teatro de caixa Dia 04/11 (sexta-feira) 10h – Rua Barão de Igarapé-Miri, esquina com Liberato de Castro. 19h – Passagem São Miguel, no Guamá. // Dia 05/11 (Sábado) 9h – Biblioteca do Tucum – Passagem São José, Guamá. 19h – Praça Benedito Monteiro, no Guamá. // Dia 06/11 (Domingo) Oficina “Teatro com bonecos: uma experiência” De 9h às 13h Local: No Espaço Cultural Casinha de Brincantes – Pss. São Miguel, núm. 50 – altos. Informações : Espaço Cultural Casinha de Brincantes (@casinhadebrincantes) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Festival Amazônia de Pé celebra povos e comunidades tradicionais no Pará

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 1 de set. de 2023 Tuya Comunicação Festival Amazônia de Pé celebra povos e comunidades tradicionais no Pará A segunda edição do Festival vai celebrar a região que abriga a maior floresta tropical do mundo e uma diversidade de povos e comunidades tradicionais - os guardiões que mantêm a natureza viva. #Festival Imagem: divulgação. A segunda edição do Festival Amazônia de Pé (@amazoniadepe_) vai celebrar a região que abriga a maior floresta tropical do mundo e uma diversidade de povos e comunidades tradicionais - os guardiões que mantêm a natureza viva. O evento será no próximo sábado (2), no Território Borari, Aldeia Alter do Chão, em Santarém. O line-up inclui a ribeirinha e mestra da cultura popular Dona Onete , além do grupo de carimbó de mulheres indígenas Suraras do Tapajós , a cantora afroamazônica Priscila Castro , a quilombola Cleide do Arapemã , o tradicional Espanta Cão e o Dj Zek Picoteiro . A entrada é gratuita e os shows serão transmitidos pelo YouTube , no canal do Amazônia de Pé. Anúncio "O Rio Tapajós é um afluente do Amazonas; o Arapiuns é afluente do Tapajós. E assim, as pessoas se conectam culturalmente através de festividades e matrizes culturais. Em Alter do Chão, é forte essa ligação de culturas pelos rios, que influenciam na vida do amazônida ribeirinho, indígena, quilombola. E isso vai se expandindo na Amazônia. Vamos colocar no palco as sonoridades e expressões artísticas que fluem nas águas", comenta Zek Picoteiro, do Instituto Regatão da Amazônia e curador do festival. Serviço : Festival Amazônia de Pé Data: 02/09/2023 (sábado) às 17h Local: Lago dos Botos (Território Borari, Aldeia Alter do Chão - Santarém - PA) Entrada gratuita Saiba mais em www.virada.amazoniadepe.org.br Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • 2° Edição do “Feirou – Amazônia Criativa” realiza oficina de culinária para crianças 

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 11 de abr. de 2025 2° Edição do “Feirou – Amazônia Criativa” realiza oficina de culinária para crianças A novidade desta edição é uma oficina totalmente 0800 para as crianças Imagem: divulgação. Por Nielson Bargas — Belém(PA), Amazônia. 18/04/2025 A Casa Apoena mais uma vez libera a calçada e abre as portas para a segunda edição do “Feirou Amazônia Criativa” , dia 13 de abril , a partir do meio-dia. A novidade desta edição é uma oficina totalmente 0800 para as crianças. Oficina de culinária infantil “Pequenos Cozinheiros” - A Oficina criada pelo Chef de Cozinha @Netolito vai ensinar a garotada a produzir a própria massa artesanal. De forma criativa, divertida e educativa, o Chef vai mostrar o passo a passo e como é fácil a produção de uma massa do zero, estimulando a coordenação motora, a concentração e a atenção. Os pais podem fazer a inscrição gratuita pelo email: feiroubelem@gmail.com Anúncio Amazônia Criativa - A feirinha de economia criativa vai mostrar o trabalho de 13 criadores de Belém com produções regionais. Brechó, artesanato, velas aromáticas e perfumes afro com toques únicos não produzidos em série. Diversão musical com o DJ Diogro (@diogromoreira) em um set list de muita brasilidade pra fazer o público dançar. E o bingo com prêmios especiais para celebrar o mês da Páscoa. SERVIÇO : 2° Edição “Feirou – Amazônia Criativa” Dia: Domingo (13/04) Das 12h até às 18h Local: @_CasaApoena – Rua São Boaventura 171 Evento Gratuito Informações @feiroubelem #Feirou Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Sarau Curupira Belém debate justiça climática e cultura popular

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 2 de jun. de 2023 Matheus Botelho Sarau Curupira Belém debate justiça climática e cultura popular #Sarau Imagem: Caio Jesus / Divulgação. Em sua segunda edição, o Sarau Curupira Belém vem com a proposta de Ecoar a Justiça Climática e a Cultura Popular na Amazônia com atividades interativas de educomunicação, sustentabilidade e racismo ambiental. O evento ocorre no sábado , 03/06, das 9h às 17h , com formações e diálogos, partilhas a partir de rodas de conversa, oficinas e mobilização de colagem de lambes. E no domingo, 04/06, das 9h às 18h, com apresentações artístico-culturais, feira criativa, além de flash tattoo, tranças e bingo na Casa Samaúma, localizada na rua Riachuelo, 69, esquina com Campos Sales 582 - Campina , em alusão às celebrações do dia do Meio Ambiente. Anuncie aqui O Sarau Curupira Belém é também espaço para provocar reflexões sobre as mudanças climáticas, justiça social, entre outras temáticas presentes no cotidiano Amazônida, como a questão do racismo ambiental, qual é destaque na atividade interativa “Ecoar da Samaúma: Ideias Barulhentas de Enfrentamento ao Racismo Ambiental” com Mariana Pereira, Coordenadora da Maré Cheia Produtora. Mais informações sobre a programação: @casasamauma Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • “Canto do Uirapuru”: cantora paraense Mila Costa celebra raízes amazônicas em show de retorno a Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 16 de jul. de 2025 “Canto do Uirapuru”: cantora paraense Mila Costa celebra raízes amazônicas em show de retorno a Belém Um espetáculo que traduz a potência da música amazônica e o reencontro da artista com suas origens Imagem: Valério Silveira / Divulgação. Por Walace Ferreira — Belém(Pará), Amazônia. 16/07/2025 Com saudade pulsando na voz e a força da ancestralidade na bagagem, a cantora paraense Mila Costa retorna a Belém para apresentar o show “Canto do Uirapuru” , no próximo sábado (19) , às 21h , na Casa Namata , um espetáculo que traduz a potência da música amazônica e o reencontro da artista com suas origens. A apresentação, que já foi premiada pela Fundação Cultural do Pará, nasceu de uma pesquisa iniciada em 2013 na Universidade Federal do Pará (UFPA), e agora volta à cidade natal da artista como um grito de pertencimento e resistência cultural. Misturando carimbó, lundu, marabaixo, boi-bumbá , clássicos do repertório paraense, canções autorais e homenagens a grandes nomes da música nortista, Mila constrói uma narrativa que entrelaça identidade, memória e emoção. “Cantar em Belém é reafirmar o meu pertencimento a esta terra, cidade onde estudei, onde fiz minha formação musical e onde moram as pessoas mais importantes da minha vida. Mesmo quando estou longe, trago Belém comigo”, afirma emocionada. O título do show evoca o Uirapuru , pássaro mítico da Amazônia cuja lenda inspira a narrativa do espetáculo. Segundo a tradição, o Uirapuru é um jovem indígena que, por amor, pede a Tupã que o transforme em pássaro. Seu canto, raro e encantador, tornou-se símbolo de sorte. Para Mila, o Uirapuru também é metáfora da exclusão histórica da música nortista nos grandes centros culturais do Brasil. “Nosso canto ainda é raro de se ouvir nacionalmente. Mas quando ecoa, como o do Uirapuru, revela toda a sua potência”, destaca. Anúncio Além da musicalidade, o show também é um ato político e afetivo. Mila compartilha em cena não só sua trajetória artística, mas também sua vivência como mulher amazônida, filha de Belém com raízes familiares em São Domingos do Capim, Igarapé-Miri, São Francisco do Pará e Ananindeua . “A mulher amazônida tem que lutar o dobro para se consolidar enquanto artista. Enfrentamos o machismo e também a exclusão da nossa região. Por isso, é preciso estudar, resistir e se afirmar o tempo todo”, diz. Com uma formação musical plural que vai do canto lírico ao jazz, do samba à música regional , Mila já interpretou obras de Mozart, Bizet, Verdi e Schumann, além de se inspirar em vozes como Leila Pinheiro, Jessye Norman, Nina Simone, Leny Andrade, Nazaré Pereira, Milton Nascimento e Alaíde Costa . Essa diversidade sonora se reflete no seu estilo único, que não se prende a gêneros e transita entre o erudito e o popular com naturalidade. A artista, que já se apresentou em diversas cidades do Sudeste, como São Paulo e Rio de Janeiro, destaca a emoção de ver nortistas se reencontrando com suas raízes por meio de sua música. “É sempre especial cantar para públicos que não conhecem a Amazônia e que, através do show, passam a se interessar por nossa cultura. Em outros casos, é como um abraço de saudade para quem está longe da terra natal”, relata. Um dos momentos mais marcantes foi o show no SESC São Carlos (SP) , em 2024, realizado no dia do Círio de Nazaré . “Mesmo longe de casa, levei a energia do Círio no meu canto. Foi uma forma de celebrar junto com nortistas e paulistas presentes”, conta. Imagem: Valério Silveira / Divulgação. Sobre o futuro, Mila adianta que novidades estão por vir: músicas novas, shows e novos projetos . E deixa um recado especial aos artistas amazônicos: “Acreditem em vocês. Muita gente vai tentar fazer você desistir, mas acreditar é o primeiro passo. Estudem muito, isso traz confiança. Saiba quem você é e nunca deixe de se afirmar”. Serviço : Mila Costa apresenta o show “Canto do Uirapuru” , no próximo sábado (19), às 21h, na Casa Namata ( Av. Conselheiro Furtado, 287). #Show Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • CineSesc traz obras do cinema brasileiro nesse mês de maio em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 8 de mai. de 2024 Assessoria CineSesc traz obras do cinema brasileiro nesse mês de maio em Belém Com a possibilidade de ofertar para o público diversas experiências cinematográficas, Sesc Belém, apresentará uma seleção diversificada de obras do cinema brasileiro para todos os gostos e idades #Cinema Imagem: divulgação Com a possibilidade de ofertar para o público diversas experiências cinematográficas, o Centro de Cultura e Turismo Sesc Ver-o-Peso , em Belém, apresentará uma seleção diversificada de obras do cinema brasileiro para todos os gostos e idades. "Filhas do Vento", "Diálogos com Ruth Souza", "Marte Um" e "Doutor Gama" estarão em exibição nas sessões regulares às quartas e sábados , com entrada totalmente gratuita . Nesta quarta-feira (08), às 19h, os espectadores poderão ver "Filhas do Vento", um drama emocionante que explora os laços familiares e as trajetórias individuais será reexibida no dia 25/05 (sábado), às 17h. "Doutor Gama", um filme que retrata a vida extraordinária de Luiz Gama, advogado e abolicionista que lutou pela liberdade de centenas de escravizados, será exibido no dia 11/05 (sábado), às 17h e 29/05 (quarta-feira), às 19h. Anúncio Já "Diálogos com Ruth Souza", é um documentário que homenageia a primeira atriz negra brasileira, contará com uma roda de conversa com a roteirista e crítica de cinema Lorenna Montenegro após a sua exibição em 15/05 (quarta-feira). Também estará em cartaz "Marte Um", filme que transporta o público para a vida cotidiana da família Martins, em Minas Gerais, oferecendo uma visão íntima de seus sonhos e desafios. Sua sessão será em 22/05 (quarta-feira), às 19h. SERVIÇO : Programação de maio do CineSesc Local: Sesc Ver-o-Peso / Belém Informações: (91) 3084-0472 / sesc-pa.com.br / @sesc_pa Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Piaf e Piazzolla na voz da paraense Sabah Moraes

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 12 de jan. de 2024 Cleide Magalhães Piaf e Piazzolla na voz da paraense Sabah Moraes A cantora e compositora paraense une estes dois grandes artistas internacionais em um único espetáculo. # Show Imagem: Ney Couteiro / Divulgação. Neste sábado ( 13/01 ), Belém recebe o show “Piaf e Piazzolla na voz de Sabah Moraes ”. A cantora e compositora paraense @sabahmoraes une estes dois grandes artistas internacionais em um único espetáculo, que terá como palco a maravilhosa Casa do Fauno , em Nazaré, às 21h . A interpretação vocal é de Sabah, que tem o carisma, a emoção e a paixão, aliados a uma técnica vocal segura e refinada, como marcas em suas performances, acompanhada do violão sensível de @neycouteiro. Sabah e Ney selecionaram algumas das mais belas, emblemáticas e significativas canções do repertório destes artistas para compor o espetáculo. Anúncio Sabah Moraes - É uma cantora e compositora brasileira, nascida em São Sebastião da Boa Vista, na ilha do Marajó, no Pará, e vive em Goiânia (GO) há muitos anos. Com uma carreira sólida, construída em 38 anos de dedicação e estudos, gravou oito CDs e um DVD, com alguns destes selecionados para importantes prêmios de música no Brasil. Serviço: “Piaf e Piazzolla na voz de Sabah Moraes” pelo (91) 98838 1808. O espetáculo será sábado, dia 13 de janeiro de 2024, às 21h, na @casadofaunobelem (Rua Aristides Lobo, 1061, entre Benjamin e Rui Barbosa/Nazaré- Belém). Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Edital de cultura gastronômica “Sabores e Saberes” já está com as inscrições abertas

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 2 de out. de 2024 Estante Cultural Edital de cultura gastronômica “Sabores e Saberes” já está com as inscrições abertas O objetivo de fomentar a economia local e contribuir para a preservação do patrimônio gastronômico dessas comunidades # Edital Imagem: divulgação. Na última segunda-feira (30/09), foram iniciadas as inscrições para o 1º Edital Sabores e Saberes: Comida de Terreiro para Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana de Terreiro , com o objetivo de fomentar a economia local e contribuir para a preservação do patrimônio gastronômico dessas comunidades. Fruto de parceria entre o Ministério da Igualdade Racial (@ministerioigualdaderacial) e o Ministério da Cultura (@MinC), por meio da Fundação Cultural Palmares (@fundacaopalmares), a iniciativa visa fortalecer, valorizar e divulgar a culinária ancestral desses povos tradicionais, reconhecendo as práticas culturais e saberes transmitidos por gerações. Anúncio O edital vai selecionar 55 iniciativas do Brasil que tenham como foco o resgate das tradições culinárias de matriz africana. Os participantes devem registrar em vídeo suas práticas e receitas, destacando a importância histórica e o significado cultural dos alimentos preparados em seus territórios. Além disso, o prêmio busca identificar as potencialidades de empreendimentos culturais e gastronômicos dentro das comunidades, promovendo a valorização cultural e incentivando a geração de emprego e renda, por meio da comida de terreiro e das demais comunidades tradicionais de matriz africana. Leia a matéria completa AQUI para saber mais detalhes e ter acesso ao edital e formulários para participar. Fonte : Ministério da Cultura Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • COP30: Zona Verde Terá Acesso Livre e Será Palco de Diálogo Climático em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 28 de out. de 2025 COP30: Zona Verde Terá Acesso Livre e Será Palco de Diálogo Climático em Belém A iniciativa visa democratizar o debate climático , permitindo a participação de quem não está envolvido nas tratativas formais Imagem: Rafael Medelima | COP30 / Divulgação Por Estante Cultural — Belém(Pará),Amazônia. 28/10/2025 A 30ª Conferência das Partes (COP30) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que ocorrerá em Belém, terá sua área pública, a Zona Verde (ou Green Zone ), com acesso totalmente aberto à população e à imprensa, sem necessidade de credenciamento . Instalada no Parque da Cidade , um dos legados da COP30, a Zona Verde se distingue da Zona Azul , que é restrita a delegações oficiais e negociações entre Estados. A iniciativa visa democratizar o debate climático , permitindo a participação de quem não está envolvido nas tratativas formais. Segundo Pedro Pontual , secretário-adjunto da Casa Civil e facilitador do Processo de Segurança Pública da COP30, o modelo de acesso foi desenhado para garantir a segurança sem burocracia . “Teremos controle de acesso com detector de metais e inspeção por raio-X, o que nos permite manter a segurança necessária e, ao mesmo tempo, dispensar a burocracia de inscrição prévia”, explicou Anúncio Administrada pelo governo federal, a Zona Verde funcionará como um espaço interativo e cultural dedicado à agenda climática. O local será um ponto de encontro para a sociedade civil , o setor privado , comunidades tradicionais e a juventude , que poderão apresentar projetos de tecnologia e inovação para a crise climática. A estrutura contará com uma programação diversificada, incluindo: Exposições e Oficinas Debates e Apresentações Artísticas Instalações Imersivas e Shows Além disso, a área terá hubs temáticos focados em financiamento climático e tecnologias limpas , servindo como plataforma para a apresentação de ideias e soluções práticas por empresas e organizações. Anúncio O espaço tem objetivos claros, que vão além do entretenimento: 1. Reforçar o protagonismo brasileiro de governos e instituições públicas na agenda global. 2. Dar visibilidade à ciência amazônica, aos povos indígenas e às comunidades locais. 3. Mostrar as soluções climáticas do setor privado nacional, com foco em inovação. 4. Garantir a participação ampla da sociedade civil e de movimentos sociais. 5. Engajar a população de Belém , anfitriã do evento, fortalecendo o vínculo entre o território e a pauta climática. Legado de Lazer para Belém A Zona Verde também resgata o papel de lazer e convivência do Parque da Cidade. Antes de ser adaptado para a COP30, o local já havia recebido cerca de 700 mil pessoas em dois meses, oferecendo espaços como parque aquático, quadras esportivas e pista de skate de padrão olímpico. A estrutura será reaberta ao público após o encerramento da conferência. Fonte: COP30 #COP30 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Galeria Ruy Meira apresenta exposição "Studio Som Jolie - Replay”, da artista Carol Abreu

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 21 de ago. de 2023 Álvaro Frota Galeria Ruy Meira apresenta exposição "Studio Som Jolie - Replay”, da artista Carol Abreu A proposta de Carol Abreu é manter viva a coleção do pai, que reúne aproximadamente 5 mil exemplares de áudio de diversos formatos, além de fotos e lembranças que compõem o “Studio Som Jolie”. #Exposição Imagem: divulgação. A Casa das Artes , espaço da Fundação Cultural do Pará (FCP), segue com a exposição interativa “Studio Som Jolie - Replay” , da artista Carol Abreu , na Galeria Ruy Meira. O período de visitação é de 11 de agosto a 28 de setembro. (Informações @casaadasartesfcp e @fundacaoculturalpara). “Studio” é um espaço interativo de sons recriado por Carol a partir da sala de música de seu pai, Aldemário Abreu, falecido em 2020. Ela destaca o lugar como um ponto de revisitação e memória. “Meu pai, como um grande amante da música, tinha um estúdio de gravações e uma coleção de CD’s, fitas K7, LP’s e todas as mídias possíveis relacionadas à música. E eu estive imersa nisso durante toda a minha vida”, explicou a artista. Anúncio A proposta de Carol Abreu é manter viva a coleção do pai, que reúne aproximadamente 5 mil exemplares de áudio de diversos formatos, além de fotos e lembranças que compõem o “Studio Som Jolie”. Segundo a artista, o nome da sala de música vem da canção francesa Les Marionetes, de Chistophe, pela qual seu pai era apaixonado. Fonte: Agência Pará Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

bottom of page