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- Cantora Isabelly Coelho se apresenta no Projeto A Barca no Círio Fluvial 2024
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 10 de out. de 2024 Luana Moraes Cantora Isabelly Coelho se apresenta no Projeto A Barca no Círio Fluvial 2024 A artista paraense Isabelly Coelho, vai cantar e encantar o público que irá participar do Círio da Barca , a partir das 9h # Círio Imagem: divulgação. Neste sábado (12 ), em meio ao emocionante, carregado de fé e significados do Círio Fluvial 2024 , a artista paraense Isabelly Coelho, vai cantar e encantar o público que irá participar do Círio da Barca , a partir das 9h , para exaltar e eternizar este momento único que é celebrar a fé em Nossa Senhora de Nazaré nas águas que circundam a cidade. Diante de um público de até 200 pessoas, que irão usufruir de um delicioso café da manhã especial e exclusivo para quem comprar seu pacote Círio da Barca, Isabelly Coelho vai se apresentar logo após a missa com o Padre Renilson , em um show emocionante e inesquecível. Anúncio Para Gabriela Moreira , responsável pelo projeto Círio da Barca, este momento tem um significado para além do que podemos enxergar: “A barca está ganhando uma programação cada vez mais próxima ao seu público, trazendo muitas novidades este ano e claro, não deixar de manter nosso Círio Fluvial que é um momento muito especial ao povo paraense. Um momento de fé, emoção e devoção. Na qual, estamos preparando tudo com muito carinho para todos que embarcarem com a gente”, conclui. SERVIÇO : A Barca no Círio Fluvial 2024 Dia: Sábado (12/10) Programação : 05h30- concentração no Porto Ver o Rio 06h30- saída do barco 07h - 09h- café da manhã especial da barca A partir de 09h - Missa com Padre Renilson e show especial de @aisabellycoelho Informações e ingressos: 91 99298-3036 (@barca.eventos) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Belém recebe grandes shows em 2026 e reafirma protagonismo cultural no Pará
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 7 de jul. de 2026 Belém recebe grandes shows em 2026 e reafirma protagonismo cultural no Pará Com uma programação que reúne alguns dos principais nomes da música brasileira e internacional, o tradicional clube reafirma sua vocação como um dos mais importantes centros de cultura, lazer e entretenimento da Amazônia Imagem: d ivulgação. Por Luana Moraes — Belém(Pará),Amazônia . 07/07/2026 - 07h00 O Grêmio Literário Português prepara um 2026 histórico para a cena cultural paraense . Com uma programação que reúne alguns dos principais nomes da música brasileira e internacional, o tradicional clube reafirma sua vocação como um dos mais importantes centros de cultura, lazer e entretenimento da Amazônia. Ao longo do ano, associados e público em geral terão a oportunidade de vivenciar uma agenda diversificada, que passeia pelo romantismo, MPB, rock nacional, samba e pela explosão da dance music internacional com a vinda do grupo Eurodance, uma das atrações mais aguardadas do ano. Dentre as atrações que Belém vai receber, estão os seguintes artistas: Talessa / José Augusto / Zeca Baleiro / Leoni / Eurodance / Dudu Nobre / Ritchie / Elymar Santos: / Fundo de Quintal. Anúncio Um ano para celebrar a cultura Com uma agenda cuidadosamente planejada, o Grêmio Literário Português reafirma seu papel como um dos principais difusores da cultura em Belém. A programação de 2026 traduz o compromisso da atual diretoria, liderada pelo presidente Bruno Morgado e Alirio Gonçalves, em promover grandes espetáculos, valorizar diferentes expressões musicais e oferecer experiências culturais de excelência para associados, suas famílias e toda a sociedade paraense. Ao reunir artistas consagrados da música nacional e internacional, o clube fortalece sua tradição centenária enquanto projeta um futuro de inovação, diversidade e protagonismo cultural, consolidando-se como um dos mais importantes palcos de grandes eventos da Amazônia. Serviço: Pará saber mais detalhes da programação siga o perfil do @gremioportuguespa # Amazônia Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Ney Belém lança nova música “Prometo” em parceria com Anne Quemel
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 29 de out. de 2024 Ana Laura Carvalho Ney Belém lança nova música “Prometo” em parceria com Anne Quemel A faixa estará disponível nas principais plataformas digitais. # Lançamento Imagem: divulgação. O cantor Ney Belém (@neybelem_ofc) lançou em setembro sua mais nova música de trabalho, intitulada “Prometo”, em parceria com a cantora Anne Quemel (@annequemel). A faixa estará disponível nas principais plataformas digitais. Segundo Ney Belém, “Prometo” é uma canção dedicada a casais que encontraram harmonia em suas relações. “A música fala sobre as relações que deram certo, aquelas em que as pessoas se completam e se apoiam. A ideia é que os casais possam escutar e sentir gratidão por terem alguém especial ao seu lado”, comenta o cantor. Anúncio Anne Quemel, que divide os vocais com Ney na canção, falou sobre a origem da parceria: “Eu conheci o Ney alguns anos atrás, ele foi um dos produtores de uma das minhas primeiras músicas autorais. Tivemos a oportunidade de fazer alguns trabalhos juntos. Quando eu retornei ao cenário musical, nos encontramos nas redes sociais e trocamos algumas ideias sobre música, e foi aí que o Ney me mostrou o projeto 'Prometo'.” Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- “Samba Afro-Amazônico” apresenta Dona Socorro Jardim
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 31 de mai. de 2023 Luciana Medeiros “Samba Afro-Amazônico” apresenta Dona Socorro Jardim #Música Imagem: Carlos Brito Jr / Divulgação. Samba Afro-Amazônico é o álbum de estreia de Dona Socorro Jardim, 77. O trabalho chega com 8 músicas assinadas por grandes compositores: Ronaldo Silva e Renato Rosas, Adamor do Bandolim, Nego Dito e Magela, Almino Henrique, Dudu Neves e Allan Carvalho, Edinaldo Delgado (Bilão), Almirzinho Gabriel, Noca da Portela e Marco André. A obra promete encantar os amantes e poetas do samba de raiz. Nascida em uma família de músicos no Maranhão, ela veio morar em Belém do Pará, onde se envolveu com as rodas de Samba e acabou influenciando seu filho, o músico percussionista Márcio Jardim, fundador do Trio Manari, que criança já via a movimentação das rodas de samba da mãe. Anuncie aqui “Desde pequena, eu sempre gostei de cantar, mas no samba mesmo, foi depois que cheguei aqui em Belém, que comecei a me entrosar. As pessoas me pediam canjas e fui cantando nas rodas. Depois, meu filho é quem me levava quando ia tocar nos lugares”, explica Dona Socorro. Serviço: Lançamento de Samba Afro Amazônico, de Dona Socorro Jardim. Em todas as plataformas de música . Instagram @donasocorrojardim Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Brasil Conduz o Maior Encontro Indígena em Preparação para a Conferência do Clima
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 12 de nov. de 2025 Brasil Conduz o Maior Encontro Indígena em Preparação para a Conferência do Clima Cerca de 2 mil representantes dos 391 povos indígenas do país participaram das atividades, que alcançaram 80 etnias distintas Última etapa do ciclo foi em Porto Esperidião (MT) - Imagem: Ascom MPI / D ivulgação. Por Estante Cultural — Belém(Pará),Amazônia. 12/11/2025 O Brasil concluiu uma iniciativa de seis meses, o Ciclo COParente , que se consolidou como a mais extensa e abrangente mobilização de povos originários já realizada no país com foco em uma Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP) . O esforço, liderado pelo Ministério dos Povos Indígenas (MPI) em colaboração com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) , envolveu uma série de reuniões em todas as unidades federativas e biomas nacionais. O objetivo central do ciclo foi capacitar e informar as lideranças indígenas sobre a estrutura e a relevância da COP30, que será sediada em Belém, Pará. Cerca de 2 mil representantes dos 391 povos indígenas do país participaram das atividades, que alcançaram 80 etnias distintas. A culminação dessa preparação se dá com a inauguração oficial da Aldeia COP nesta terça-feira, 11 de novembro, em Belém, um espaço dedicado a acolher os grupos de povos originários durante o evento. Anúncio Representatividade Qualificada na Zona Azul A estratégia faz parte de um compromisso mais amplo do Brasil, no âmbito do Círculo de Povos, para assegurar a maior participação indígena na história das COPs. As etapas do Ciclo COParente foram moldadas em conjunto com as lideranças locais, respeitando as especificidades de cada região. Desse processo, foram selecionados 360 líderes indígenas brasileiros para atuar na Zona Azul da COP30, o ambiente onde ocorrem as negociações e diálogos oficiais entre as autoridades globais sobre questões climáticas. A escolha desses representantes foi conduzida pelo próprio movimento indígena, por intermédio da APIB e suas organizações de base. A Ministra dos Povos Indígenas , Sonia Guajajara , enfatizou a importância do ciclo para a conscientização e o preparo dos participantes. "Estruturamos todo este processo para qualificar a presença e, assim, garantir que o mundo ouça, por meio desta participação, a contribuição fundamental que os indígenas já oferecem para o combate à crise climática: nosso modo de vida, os sistemas alimentares baseados na agroecologia, e as ações de recuperação florestal e de nascentes", declarou a titular do MPI. A ministra acrescentou que a intenção é apresentar as demandas dos povos como guardiões dos territórios, mas também se posicionar como parte essencial da solução, lembrando que as maiores extensões de florestas preservadas do Brasil se encontram em terras indígenas. O termo "COParente" foi escolhido para a mobilização, utilizando o vocativo "parente", comum entre os povos indígenas para designar laços de união, independentemente de vínculos consanguíneos. Ministra ressaltou que o ciclo foi essencial para conscientização dos povos. Imagem: Allan Torres/MPI / Divulgação. Reconhecimento e Financiamento Direto Joenia Wapichana , presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) , ressaltou que os debates do ciclo reforçaram uma constatação unânime: a prática dos povos indígenas está intrinsecamente ligada às pautas da COP. "Tudo se relaciona com o cuidado que temos com o solo, os mananciais hídricos, o uso dos saberes tradicionais para práticas sustentáveis. Percebemos que fazemos isso há muito tempo, mais do que a própria existência da COP. Agora, isso precisa ser reconhecido", afirmou. Kleber Karipuna , coordenador executivo da APIB e da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) , considerou o Ciclo COParente crucial para assegurar uma representação qualificada na 30ª Conferência. Ele destacou que o ciclo garantiu uma presença massiva e bem distribuída de indígenas de todos os estados na Zona Azul. Entre os principais resultados almejados pelos povos indígenas com esta participação histórica estão: o reconhecimento da proteção das florestas como medida crucial de mitigação climática; a inclusão da demarcação e gestão dos territórios indígenas como estratégia de mitigação; e a criação de canais de financiamento climático direto, que permitam o repasse de recursos diretamente às comunidades. O objetivo é fortalecer o papel desses povos na redução da emissão de carbono, possivelmente através de mecanismos como o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF). O MPI planeja que o Ciclo COParente se torne um evento anual preparatório para todas as COPs, servindo de modelo para outras nações. Fonte: COP30 #COP30 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Mila Costa faz show de lançamento do EP “Ouro Verde” no Ná Figueredo
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 5 de mar. de 2026 Mila Costa faz show de lançamento do EP “Ouro Verde” no Ná Figueredo A artista apresenta ao vivo, pela primeira vez, suas canções em um espetáculo que marca uma nova fase da carreira e celebra a potência de sua voz e identidade musical amazônica Imagem: Ákila Beatriz / Di ivulgação. Por Nexo Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 05/03/2026 - 07h00 No dia 7 de março , a cantora paraense Mila Costa sobe ao palco do Ná Figueredo , na Avenida Gentil Bittencourt, 449, em Belém , para apresentar ao público o show de lançamento do seu primeiro EP, Ouro Verde . O evento marca a estreia ao vivo das canções autorais que inauguram uma nova fase em sua carreira e reúne uma banda formada por músicos da cena local, com produção musical e guitarra de Davi Amorim, Rodrigo Ferreira no teclado e Kleber Benigno na percussão, com participação especial de Delcley Machado. A apresentação do EP Ouro Verde, disponível em todas as plataformas de streaming , é um trabalho que reúne composições autorais, diversidade sonora e um olhar profundo sobre identidade, território e vivências pessoais. O espetáculo musical marca o primeiro contato do público com as músicas do disco no palco, em uma performance pensada para traduzir, em forma de encontro e emoção, o conceito que atravessa o projeto. Ouro Verde nasce como um marco simbólico na trajetória da artista. Após anos de estudo em música, apresentações pelo Brasil e experiências acumuladas ao longo da carreira, Mila decidiu dar o passo de registrar suas próprias composições. O incentivo da produtora executiva Fabiana Batistela foi decisivo para que o projeto saísse do papel e se transformasse em um trabalho que, segundo ela, carrega valor afetivo e artístico. “Esse EP vale ouro pra mim. Cada música representa algo muito importante da minha vida, mas também fala de coisas que muita gente já viveu. O verde é a esperança de alcançar esse ouro”, resume. O título também dialoga com um posicionamento estético e cultural: para a cantora, Ouro Verde é, acima de tudo, música popular brasileira feita por uma artista do Norte. O primeiro single, Manifesto Nortista , abriu caminho para o projeto ao apresentar a pluralidade de sonoridades que compõem sua identidade musical. Em versos que atravessam samba, jazz, ópera e carimbó, a faixa anuncia o tom do disco e evidencia as raízes que sustentam o trabalho. Anúncio Ouro Verde nasce como um marco simbólico na trajetória da artista. Após anos de estudo em música, apresentações pelo Brasil e experiências acumuladas ao longo da carreira, Mila decidiu dar o passo de registrar suas próprias composições. O incentivo da produtora executiva Fabiana Batistela foi decisivo para que o projeto saísse do papel e se transformasse em um trabalho que, segundo ela, carrega valor afetivo e artístico. “Esse EP vale ouro pra mim. Cada música representa algo muito importante da minha vida, mas também fala de coisas que muita gente já viveu. O verde é a esperança de alcançar esse ouro”, resume. O EP reúne diferentes influências que acompanham Mila desde cedo. A cantora compõe desde a infância e traz no repertório marcas do brega e do carimbó presentes na família, do samba ouvido com o avô, do jazz que descobriu ao longo da formação e da experiência como cantora lírica. Essa mistura aparece em canções que transitam entre a reflexão e a emoção, como Saudades , de tom romântico, e Eu mereço mais , escrita após um relacionamento difícil e pensada como um gesto de superação e empoderamento. A Amazônia, por sua vez, não surge apenas como tema, mas como presença constante. “Meu sotaque está em tudo que eu faço”, afirma. Para ela, qualquer gênero interpretado a partir do território carrega a marca da região. No disco, o Norte aparece tanto como celebração quanto como crítica, reforçando a ideia de pertencimento que atravessa o trabalho. No palco do Ná Figueredo , o público vai ver pela primeira vez essas histórias ganharem forma ao vivo. Com repertório cuidadosamente selecionado e acompanhado por músicos convidados, o show promete revelar novas camadas das canções. “O ao vivo tem um mistério que envolve e traz sensações que só esse momento proporciona”, diz a artista. A apresentação marca o início de uma circulação que deve levar o projeto a outros espaços e públicos. Assista https://www.youtube.com/watch?v=VGnUdvegZnw Mais do que um lançamento, Ouro Verde inaugura um novo ciclo. Mila Costa projeta expandir o alcance do trabalho, conquistar reconhecimento e viver plenamente da música. A frase que, para ela, define o disco resume também esse momento de afirmação: ser fiel a si mesma, diz, é o que realmente vale ouro. O espetáculo no Ná Figueredo promete ser mais que um simples lançamento: será o primeiro grande encontro entre o público e as canções de Ouro Verde no palco. Mila antecipa que a noite foi pensada com cuidado e emoção. “O público pode esperar muitas surpresas, um show saindo fresquinho do forno, com músicos incríveis e repertório cuidadosamente selecionado”, afirma. Quem estiver presente terá a oportunidade não apenas de prestigiar a artista, mas de sentir de perto a potência musical e a presença marcante da sua voz, elemento central de sua identidade artística. A apresentação também carrega um significado especial por marcar a estreia ao vivo das faixas do EP. “Vai ser a primeira vez cantando as músicas do disco ao vivo. O ao vivo tem todo um mistério que te envolve naquela história, tem coisas e sensações que só ele proporciona”, destaca. A proposta é transformar o palco em um espaço de conexão, onde as narrativas pessoais e a pluralidade sonora do projeto ganham novas camadas, ampliando a experiência para além da escuta nas plataformas digitais. Para Mila Costa, o show do dia 7 de março representa o início de um novo ciclo. “Esse é o primeiro show dessa nova fase da minha carreira, onde apresento para o mundo as minhas canções. Depois do lançamento no Ná Figueiredo, queremos circular com esse trabalho por outros lugares, chegar a novos públicos e expandir cada vez mais”, projeta. A artista fala com entusiasmo sobre o futuro, sonhando alto e reafirmando o propósito que guia o projeto: viver da música, ser valorizada e fazer diferença através da arte. A essência de Ouro Verde , resume ela, está em uma ideia simples e poderosa: “Ser fiel a você vale ouro.” Serviço : Show: Lançamento do EP Ouro Verde – Mila Costa Data: 07 de março, às 19h30. Local: Ná Figueiredo Endereço: Avenida Gentil Bittencourt, 449 – Belém (PA) Ingressos Sympla: Aqui Inteira – R$ 30 / Meia – R$ 15 Informações: 91 9 8746-0242 ou Instagram: @mila_costa_music Ficha Técnica Voz: Mila Costa Produção musical e guitarra: Davi Amorim Teclado: Rodrigo Ferreira Percussão: Kleber Benigno Baixo: Elder Queiroz Bateria: Ismael Rodrigues Participação especial: Delcley Machado #Show Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Instituto Arraial do Pavulagem divulga a data dos tradicionais arrastões juninos 2025
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 12 de mai. de 2025 Instituto Arraial do Pavulagem divulga a data dos tradicionais arrastões juninos 2025 O Instituto também divulgou o calendário de atividades formativas e os eventos que antecedem os cortejos, como o trajeto completo, rodas de conversa, ensaios, oficinas e ações de sustentabilidade Imagem: divulgação. Por Fernando Assunção — Belem(Pará), Amazônia. 12/05/2025 Finalmente chegou aquela época do ano! Com o tema " Arraial da Floresta" , o Instituto Arraial do Pavulagem anunciou o calendário completo de atividades da quadra junina de 2025 , que culmina com os tradicionais Arrastões nos dias 15 , 22 e 29 de junho e 6 de julho . Os cortejos percorrem as ruas do centro de Belém e reúnem dezenas de milhares de pessoas em celebração à cultura popular amazônica, com música ao vivo, dança, brincadeiras, fantasias e o encantamento do Boi Pavulagem. Anúncio Além das datas dos Arrastões, o Instituto também divulgou o calendário de atividades formativas e os eventos que antecedem os cortejos, como o trajeto completo, rodas de conversa, ensaios, oficinas e ações de sustentabilidade. “Falar de legado é falar do compromisso que temos com a cultura da Amazônia. São 38 anos de caminhada com os Arrastões, levando música, memória, formação e pertencimento. Nosso papel é fortalecer essa identidade coletiva que pulsa nas ruas de Belém todo mês de junho”, diz Ronaldo Silva , músico, co-fundador e presidente do Instituto Arraial do Pavulagem. Serviço : Arrastões do Pavulagem 2025 Datas dos Arrastões: 15, 22 e 29 de junho e 6 de julho Concentração: Praça da República Trajeto: Av. Presidente Vargas → Rua Municipalidade → Praça Waldemar Henrique Informações sobre o calendário completo em @arraialdopavulagem #ArrailDoPavulagem Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Armazém Cultural leva programação para criançada neste domingo
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 6 de mai. de 2023 Maria Christina Armazém Cultural leva programação para criançada neste domingo #Brincadeiras Alana Lima e Victória Souza - Palhaça Xulipa e Palhaça Xicória / Imagem: divulgação. Estimular as crianças a brincar e consumir arte é o objetivo da primeira edição do ARMAZÉM CULTURAL, dia 7 de maio, domingo, de 10 às 14 horas, recheado de atrações culturais gratuitas para a criançada, e muita brincadeira para toda a família. Anuncie aqui A programação do Armazém contará com apresentações de ballet e dança contemporânea, contação de histórias, bolhas de sabão gigantes, oficina Eco-arte, música e será conduzida pelas palhaças Xicória e Xulipa Margarida como mestres de cerimônia, fazendo a festa na manhã de domingo. E pra deixar o Armazém mais gostoso, as famílias poderão aproveitar os quitutes disponíveis na pracinha de alimentação enquanto curtem as atrações. Serviços: ARMAZÉM CULTURAL Local: Sesc Ver o Peso (Boulevard Castilhos França, 522/523. Campina) Dia: Domingo (07/05) hora: 10h às 14h Informações @armazemculturalpa Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Carnaval na Orla de Benfica agita o sábado no interior do Pará
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 13 de fev. de 2026 Carnaval na Orla de Benfica agita o sábado no interior do Pará O show é aberto ao público e reforça a importância do Carnaval como manifestação cultural Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 13/02/2026 - 07h00 A Orla de Benfica recebe uma programação especial de Carnaval no próximo sábado, 14 de fevereiro, a partir das 21h, com o show do cantor Eduardo Luz, que contará com a participação da Banda Senta Peia, em uma noite dedicada à música, à alegria e à valorização da cultura popular. A programação da noite conta ainda com o grupo de pagode Égua da Gente" que vem se destacando na cena belenense por seu repertório de samba e pagode, prometendo não deixar ninguém parado e garantindo clima de festa do início ao fim. Anúncio “Esse show foi preparado com muito carinho para celebrar o Carnaval junto com o público. Vai ser uma noite de muita alegria, música boa e troca de energia, do jeito que o Carnaval merece. Dividir esse momento com a Banda Senta Peia e com o grupo Égua da Gente torna tudo ainda mais especial”, destaca Eduardo Luz sobre o evento deste sábado (14). O show é aberto ao público e reforça a importância do Carnaval como manifestação cultural e de ocupação dos espaços públicos com arte e entretenimento. Serviço: Primeiro Grito de Carnaval com @oeduardoluz , @bandasentapeia e @grupoeguadagente , Orla de Benfica – Benfica/PA, sábado, 14/02, a partir das 21h. Entrada Franca. #Carnaval Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Grupo Tajá Trio com temporada às quartas-feiras
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 9 de out. de 2024 Luciana Medeiros Grupo Tajá Trio com temporada às quartas-feiras Apresentações, a partir desta quarta-feira, 9, e seguindo nos dias 16, 23 e 30 de outubro, sempre às 23h. # Show Imagem: divulgação. Delcley Machado (guitarra), Davi Amorim (baixo) e Gugu Batera formam o Tajá Trio , que promete animar as noites de quarta-feira no Espaço Cultural Boiúna , em Belém. Com música, memórias e ritmos que trazem a essência amazônica, cada apresentação terá cerca de duas horas, a partir desta quarta-feira, 9, e seguindo nos dias 16, 23 e 30 de outubro, sempre às 23h. O grupo nasceu da iniciativa de Delcley Machado, um nome de destaque no cenário da música instrumental paraense. Ao reunir Davi Amorim e Gugu Batera, o trio une músicos com vasta experiência e dedicação à música instrumental. O nome do grupo foi inspirado pela sonoridade e o simbolismo da planta Tajá, associada à lenda de proteção dos povos indígenas. Anúncio “Sempre gostei da sonoridade do nome, que evoca a força e a proteção do Tajá, assim como a força do indígena. Temos uma grande paixão pela música instrumental e estamos animados para que o público venha brindar essa música com a gente. O show foi pensado com muito carinho para que todos possam ouvir, gostar e entender a música instrumental. É importante deixar para trás a ideia de que esse é um gênero complexo ou elitista”, comenta Delcley Machado . SERVIÇO : Show: Tajá Trio (@delcleym / @daviamorim_06 / @gugubaterista) Datas: 9, 16, 23 e 30 de outubro (quartas-feiras) às 23h Local: Espaço @culturalboiuna - R. dos Pariquis, 1556 - Batista Campos Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Escritor gaúcho Gabriel Michels lança seu terceiro livro "O PEDINTE"
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 10 de set. de 2022 Comunicação Escritor gaúcho Gabriel Michels lança seu terceiro livro "O PEDINTE" #Literatura Imagem: divulgação. Quando pés decepados aparecem com as ondas, o mistério macabro faz com que moradores de uma pequena praia se sintam amaldiçoados. Na capital, o que assombra um homem é seu passado. Vivendo na majestosa ponte, o pedinte não quer comida nem dinheiro. O que ele pede é que as pessoas não saltem para a morte. Em seu terceiro livro Gabriel Michels mantém a escrita ágil e joga luz sobre um tema sombrio. O resultado é uma obra fascinante, com lições de vida e repleta de surpresas. "Trata-se de um thriller de 156 página: quando pés decepados aparecem com as ondas, o mistério macabro faz com que moradores de uma pequena praia se sintam amaldiçoados. Na capital, o que assombra um homem é seu passado. Vivendo na majestosa ponte, o pedinte não quer comida nem dinheiro. O que ele pede é que as pessoas não saltem para a morte", conta Gabriel Michels. Ao abordar o drama social e suas diferentes causas de uma forma fluída, a história faz qualquer pessoa esquecer que o tema suicídio é tabu. A obra nascer no Rio Grande do Sul, estado com maior taxa de suicídios no Brasil, é uma casualidade. Porém, a data de lançamento não foi escolhida à toa. A campanha Setembro Amarelo, cuja origem é contada no livro, é uma oportunidade para eventos de cultura abraçarem a prevenção. "Estava escrevendo o que era para ser meu terceiro livro, mas em certo momento a história "travou". Então iniciei O Pedinte, que fluiu como água. O Pedinte se torna então meu terceiro livro. Voltei para o outro, que será meu quarto e já está praticamente finalizado", explica o escritor gaúcho. Autor de Presídio Central (2019) e O Zelador (2022), Gabriel Michels desponta como um escritor contemporâneo que traz o realismo em tramas fortes e dinâmicas. Natural de Porto Alegre (1983), o publicitário pós−graduado em comunicação social tem uma habilidade impressionante de deixar o leitor ainda mais envolvido com sua obra a cada virada de página. Serviço : Livro "O Pedinte" de Gabriel Michels Lançamento em Porto Alegre aberto ao público. Dia 12/09, na Casa de Cultura Mario Quintana, das 18h às 21h. Venda online (livro físico e eBook): dimaior.com e Amazon. Informações: @gabrielmichels e (51) 99914 -3170. Texto : Assessoria de Comunicação Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Multiartista paraense Azuliteral apresenta o documentário “Nossas Tramas”
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 29 de out. de 2025 Multiartista paraense Azuliteral apresenta o documentário “Nossas Tramas” O documentário contém onze episódios, sendo um introdutório e dez dedicados a cada uma das músicas de Fluxa Imagem: divulgação Por Evelin Paixão — Mundo. 28/10/2025 No mês de setembro, a multiartista Azuliteral lançou o documentário “Nossas Tramas” , através da plataforma Natura Musical. O novo trabalho traz as vivências e os relatos das autoras contemporâneas paraenses reunidas na coletânea Trama das Águas, obra inspiradora de seu álbum “Fluxa”. O documentário contém onze episódios, sendo um introdutório e dez dedicados a cada uma das músicas de Fluxa. No álbum musical e visual, a artista de 24 anos mergulha nas narrativas do livro e trabalha na perspectiva de auto-recordação com apoio no elemento água. Anúncio Nesta nova etapa do trabalho com Fluxa, Azuliteral revela os bastidores e reflexões sobre as influências de obras feminocentradas conectadas às suas buscas pessoais e políticas, dando voz às escritoras que inspiraram as canções, convidando-as a compartilhar suas histórias de pertencimento, identidade e criação. “Em Nossas Tramas trago o diálogo entre as reivindicações de cada escritora, com a riqueza memorial e artística que reside em cada Mulher e, ainda mais, na potência que há na união das forças dessas águas”, explica. Para a artista, o projeto é fruto de um encontro potente entre mulheres que, juntas, criam movimentos criativos e de cura: “Meu orgulho e felicidade eram imensos por também fazer parte da coletânea com um conto que escrevi para a ocasião de uma Oficina de escrita com a paraense Monique Malcher”, explica a artista. Serviço : @naturamusical apresenta o documentário “Nossas Tramas”, de @azuliteral Disponível no canal oficial da artista no YouTube #Documentário Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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