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  • Literatura outsider

    Que falta faz um sistema de circulação de obras e autores! / < Voltar Literatura outsider Franciorlis ViannZa 16 de nov. de 2022 Que falta faz um sistema de circulação de obras e autores! #OuZeSaber ! No mês de setembro, estive no município de Parauapebas, por ocasião do 2ª Baile dos Artistas, realizado no aconchegante espaço “Realce Eventos”, em evento coordenado pela Academia Parauapebense de Letras (APL), presidida pela escritora Terezinha Guimarães. Lá, encontrei com o poeta Charles Trocate. Horas antes, adquirira seu livro “1993”, e, ao ler de forma aleatória, fiquei instigado com estes versos: “É tão difícil dormir/com serpente nos olhos”, do poema “Casa das Árvores”. Enquanto conversávamos – em roda de amigos, no salão –, meditei sobre quantas dessas “serpentes” têm inquietado o sono dos nossos produtores culturais, como o Trocate; um poeta com obra reconhecida no Sul e Sudeste paraense (e até fora do Pará), mas invisível e excluído pela hegemonia dos grandes centros econômicos. Comuniquei-lhe que para ter seu livro em mãos tive que viajar cerca de 767 quilômetros. De outra forma, sua produção não teria chegado fácil ao meu acervo. Que falta faz um sistema de circulação de obras e autores! Sem uma política pública séria que promova um “encurtamento de distâncias” entre as produções culturais do estado, os muitos “Trocates” do interior serão sempre vistos como “ outsiders ” pelos “estabelecidos” de regiões como a minha: a metropolitana. Para esta literatura “ outsider ” (termo que empresto de Norbert Elias e John L. Scotson, com a conotação de "fora do sistema"), o caminho é de piçarra, de pedras, de sol, de pouca água, de sobras, de esperanças fraturadas, de voz sem escutas. Mas ninguém se engane! Os escritores dessa "literatura outsider ", do produto literário “ made in interior ”, não se permitem estagnar. Reinventam-se, utilizam estratégias, fundam academias de letras, clubes de leituras, sebos, provocam Prefeituras e Secretarias de Cultura para a realização de ações literárias, saltam o muro da solidão da escrita, e mobilizam a sociedade em geral (leitores críticos, empíricos, e até os pouco afeitos à leitura) para abraçar iniciativas que visam despertar a população para a importância do livro. Exemplo disso é o citado Baile dos Artistas, que movimentou um público animado com a produção local, disposto a festejar junto com os trabalhadores culturais de Parauapebas mais um ano de dores e glórias. https://www.youtube.com/watch?v=lj5hpHwhMsg Você deve estar se perguntado o que este colunista, caroço de tucumã da região nordeste do Pará, fazia entre os parauapebenses. A Academia Parauabepense de Letras me enobreceu com a entrega de troféu de Honra ao Mérito, por contribuição com o desenvolvimento cultural de Parauapebas. Entendo que o gesto da APL é resultado de uma semeadura realizada por muitos artistas paraenses. O que eles (nós) têm (temos) semeado? A aproximação entre os “ outsiders ”. Atitude legítima, motivada pela certeza que o interior tem uma força incrível, necessita apenas ter maior coesão entre os produtores culturais. Trocando em miúdos: é preciso entender que as barricadas são multiculturais e pluripolíticas, mas a luta é uma só: pela democratização de recursos e pela paridade de investimento no cenário cultural de todos os nossos rincões. Recorro ainda ao texto do Trocate: Para não contentar-me com a cena do [do espetáculo Sou só por ser pascer na cuca [dos ignorados Além do Baile dos Artistas, da noite de gala, da organização primorosa do evento, por parte da competente e elegante Terezinha Guimarães, das apresentações musicais, trouxe na memória uma imagem forte, e com ela encerro nossa conversa de hoje. Na passagem por Marabá, avistei ao longe a movimentação do comboio da empresa Vale, uma verdadeira “serpente” com centenas de vagões, todos abarrotados de minério. Do ponto em que avistei até a aproximação, consumi de 10 a 15 minutos de deslocamento. Passei embaixo da ponte de trilhos; sob o ventre da surucucu de ferro. Diante da visão daquele Colosso de exploração, só consegui imaginar as crateras que ficarão depois que o recurso mineral se esgotar. Concordo, Trocate: é impossível dormir deste jeito. Os perigos na Amazônia nos deixam insones, de coração alerta e palavras desembainhadas. Franciorlis ViannZa, periodicamente, vai abordar temas pertinentes do cenário literário e cultural de nossa região. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio MAIS COLUNAS ACERVO Olga Savary: uma mulher entre livros e lembranças CRÔNICAS Avião sem banco, cinto e porta OUZESABER Literatura outsider Antes Seguinte

  • MANIFESTO CRITICA AUSÊNCIA DA LITERATURA NA COP30 E PROPÕE CRIAÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE

    O documento pontua que foi um "erro crasso" não ter sido programado nenhum evento sobre literatura durante a COP30, realizada em Belém em novembro. / < Voltar MANIFESTO CRITICA AUSÊNCIA DA LITERATURA NA COP30 E PROPÕE CRIAÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE Colaboração: Nélio Palheta, jornalista; Paulo Ferreira, Jornalista; Franciorlis Viannza, Presidente da FALPA 3 de dez. de 2025 O documento pontua que foi um "erro crasso" não ter sido programado nenhum evento sobre literatura durante a COP30, realizada em Belém em novembro. #OuZeSaber ! Escritores e agentes culturais reunidos em Belém, no dia 19 de novembro, no seminário Palavras da Amazônia, lançaram nesta quarta-feira, 3 de dezembro, um manifesto em defesa da literatura amazônica. O documento pontua que foi um "erro crasso" não ter sido programado nenhum evento sobre literatura durante a COP30, realizada em Belém em novembro. O evento Palavras da Amazônia foi promovido pela Federação das Academias de Letras do Pará (FALPA), na Casa da Linguagem, reunindo mais de 150 participantes entre escritores, educadores, alunos, pesquisadores, ativistas culturais e outros trabalhadores do cenário literário. Além de questões sobre a produção literária regional, os participantes discutiram políticas públicas, denunciaram o fechamento de bibliotecas e espaços de cultura, a ausência de práticas pedagógicas de leitura e escrita na rede pública e a falta de apoio e exclusão das vozes femininas na literatura. Anúncio O livro como direito constitucional O manifesto destaca a importância do livro como direito do cidadão garantido pela Constituição Nacional, mediante a execução de políticas públicas que abriguem programas de fomento à produção do livro, incentivo a novos talentos, incremento da circulação e estímulo à leitura e escrita como atividade pedagógica entre jovens e crianças matriculados na rede pública de ensino. O documento afirma que a literatura amazônica é secundarizada no contexto das políticas públicas culturais – produto do descaso ao direito constitucional do cidadão brasileiro à cultura. Ampliando a visão sobre esse aspecto, o manifesto faz referência ao estudo do crítico e ensaísta brasileiro Antonio Candido. No livro Sociologia da Literatura , ele lembra que a literatura é uma "ação humana indissociável da realidade social" e que faz parte do "todo social" e da natureza. Segundo o documento, o livro "é o instrumento que leva o homem a desvendar as complexidades do mundo em que vivemos". No caso amazônico, além do macroespectro do espaço e da natureza propriamente dita, o "todo" implica compreender a importância de ecossistemas regionais tão sagrados ao planeta. Compromissos internacionais Os pressupostos de que o livro é um direito do ser humano constam da Declaração dos Direitos Humanos e do Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. Aprovado pelas Nações Unidas e em vigor desde 1976, o pacto compromete os Estados nacionais signatários "a promoverem a conservação, o desenvolvimento e a difusão da ciência e da cultura". O manifesto lembra ainda que a Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural da UNESCO (2001) "é outro documento global a destacar que a diversidade cultural não deve ser usada para violar os direitos humanos". Imagem: Jéssica Gomes / Divulgação. Literatura e meio ambiente O documento dos escritores paraenses considera que o livro está intimamente ligado à questão ambiental por ser, também, meio de difusão de conhecimento sobre ecologia e defesa da floresta amazônica. Por isso, questiona a falta de interesse dos agentes locais que organizaram os eventos da COP30 pelo tema. Políticas públicas e instrumentos legais A análise do cenário regional da literatura foca em aspectos pertinentes às políticas públicas e conclama governantes para cumprirem recomendações do Plano Nacional de Cultura (PNC), do Sistema Nacional de Cultura (SNC) e do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL). Lançado em agosto de 2006, derivado da Lei de Diretrizes do Livro (Lei nº 10.753/2003), o PNLL é um instrumento até agora inócuo, apesar de em 2018 ter sido criada a Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE), por meio da Lei nº 13.696/2018. Por conta desses instrumentos legais, o manifesto recomenda que os municípios criem imediatamente as estruturas institucionais e funcionais (Conselho Municipal, Fundo financeiro e Conferência de cultura) que garantem o gerenciamento da cultura, contemplando a literatura como um direito da sociedade. Dados preocupantes Citando dados do IBGE e da Confederação Nacional de Municípios, o documento demonstra que o país não dispõe de dados atualizados sobre a existência – ou efetividade – de Conselhos Municipais de Cultura. Em 2021, cerca de 61,1% dos municípios brasileiros receberam recursos da Lei Aldir Blanc, indicando alguma estrutura de gestão cultural. Mas, naquela época, não havia garantia da existência de Conselhos de Cultura efetivamente ativos nos municípios. Em 2015, a CNM informava que a cultura estava fora das políticas públicas de 40% dos municípios. A entidade sugeriu que era uma taxa elevada decorrente da falta de Conselhos. Os autores do manifesto duvidam que esse quadro tenha mudado positivamente e afirmam que a falta dos institutos legais da cultura previstos pelo SNC prejudica a estruturação do setor em todo o país. Sem dúvida, a precariedade é maior no Norte. Imagem: Jéssica Gomes / Divulgação. Escritores amazônicos invisibilizados Ao elaborar uma relação de escritores amazônicos do passado e do presente – particularmente paraenses e amazonenses – além de escritores dos demais países da Pan-Amazônia, o manifesto afirma: "Infelizmente, a bibliografia da maioria dos autores amazônicos ainda é desconhecida de boa parte da população, sobretudo das novas gerações. Ignorados pela crítica e pela mídia – exceto raras exceções –, quase todos os autores são rejeitados pela indústria livreira de grande porte. Ausentes das bibliotecas mais interioranas, são pouco referidos pelas escolas". Propostas concretas Passando do discurso à prática, o manifesto propõe a criação de uma ação regional permanente de defesa e promoção da literatura da Amazônia, que terá o caráter de um fórum de escritores, agentes culturais, empreendedores e representações de entidades públicas e privadas. Sobre esse item, sugere que o fórum a ser criado tenha presença na próxima Feira Pan-Amazônica do Livro, promovida pelo governo do Pará, em Belém. O documento, assinado pela Federação das Academias de Letras do Pará, além de ser difundido pelas redes sociais, será enviado às autoridades públicas, parlamentares de toda a região e instituições culturais públicas e privadas. Este texto é uma colaboração: Nélio Palheta , jornalista; Paulo Ferreira , Jornalista; Franciorlis Viannza , Presidente da FALPA; todos são escritores na Amazônia paraense, vozes literárias da floresta. Baixe o Manisfesto AQUI Manifesto Palavras da Amazônia .pdf Fazer download de PDF • 26.40MB Franciorlis Viann Z a, periodicamente, vai abordar temas pertinentes do cenário literário e cultural de nossa região. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio MAIS COLUNAS ACERVO Olga Savary: uma mulher entre livros e lembranças CRÔNICAS Avião sem banco, cinto e porta OUZESABER Literatura outsider Antes Seguinte

  • CRÔNICAS | estantecultural

    Crônicas com escritor e jornalista Paulo Roberto Ferreira. Esse é o mais novo espaço de informação. Os textos terão uma visão crítica dos fatos, com carácter reflexivo e interpretativo. CRÔNICAS Paulo Roberto Ferreira (*) Crônicas: Aldir, o mestre-sala das letras geniais Com Paulo Roberto Ferreira (*) A morte de Aldir Blanc em plena a pandemia deixou a minha geração impactada. Justo ele que gostava de... Crônicas: Mensagens Radiofônicas Com Paulo Roberto Ferreira (*) Alô, alô correio do interior. As mensagens radiofônicas ainda hoje são muito utilizadas na Amazônia. As... Crônicas: Confraria do Açaí Com Paulo Roberto Ferreira (*) Quatro amigos se reencontraram, esta semana, num restaurante da Estação das Docas. Um é artista plástico,... Crônicas: Avião sem banco, cinto e porta Com Paulo Roberto Ferreira Viajar na Amazônia exige uma boa dose de espírito de aventura. Em 1984 eu estava em Xinguara, onde fora... Paulo Roberto Ferreira Escritor e jornalista. Autor dos livros A censura no Pará – A mordaça a partir de 1964; e Encurralados na Ponte – o massacre dos garimpeiros de Serra Pelada Deixe seu cometário

  • Ouze Saber | Estante Cultural

    A literatura paraense agora tem voz no "Ouze Saber!", aqui no Estante Cultural. Quizenalmente, vamos abordar temas pertinentes do cenário literário e cultural de nossa região. ouze saber! Com a apresentação de Franciorlys ViannZa Alfredo Guimarães Garcia Escritor e jornalista. Nasceu em 1961. Autor de mais de 45 livros. Sugestão de leitura Ecurralados Na Ponte Comícios Pssica Cantares Amazônicos A felicidade é azul

  • Ouze Saber | Estante Cultural

    A literatura paraense agora tem voz no "Ouze Saber!", aqui no Estante Cultural. Quizenalmente, vamos abordar temas pertinentes do cenário literário e cultural de nossa região. ouze saber! Com a apresentação de Franciorlys ViannZa Alfredo Guimarães Garcia Escritor e jornalista. Nasceu em 1961. Autor de mais de 45 livros. Sugestão de leitura Ecurralados Na Ponte Comícios Pssica Cantares Amazônicos A felicidade é azul

  • A injustiça praticada no Pará. Aquisições de livros por parte de órgãos públicos. Entre CNPJ e CPF

    Não se deve esperar que os autores saibam dividir com igualdade um bolo de laranja; o bolo deve vir previamente dividido para que todos tenham sua fatia devida, sem rinhas. / < Voltar A injustiça praticada no Pará. Aquisições de livros por parte de órgãos públicos. Entre CNPJ e CPF Franciorlis ViannZa 19 de nov. de 2022 Não se deve esperar que os autores saibam dividir com igualdade um bolo de laranja; o bolo deve vir previamente dividido para que todos tenham sua fatia devida, sem rinhas. #OuZeSaber ! Lúcio Flávio Pinto tem alimentado seu blogue, de título homônimo, com várias publicações sobre aquisições de livros efetuadas pela Fundação Cultural do Pará e SECULT. Os valores apontados pelo jornalista são de deixar o queixo caído. Sussurro para você, amigo leitor: são na casa dos milhões de reais. Lúcio informa o nome das empresas que se beneficiarão com a ação da Fundação. A última postagem traz um título bem irônico, “Livros a granel”, e é datada de 02 de dezembro de 2022. O jornalista faz duras críticas ao fato de que as operações não disponibilizam informações pertinentes para a sociedade, como a quantidade de livros, títulos, autores, preços de capa e etc. Faço coro às críticas do Lúcio. Tornar transparentes os processos de compras de livros por parte de órgãos estatais é uma necessidade para equilibrar a balança desregulada dos investimentos no setor do livro e leitura nos muitos Parás dentro do Pará. Historicamente, tais investimentos beneficiam portfólios de editoras e distribuidoras da capital, com acervos majoritários de CEPs de Belém. Duas informações: primeira, na ponta do processo, o acervo é composto de poucos autores (a rigor, de “renome”); segunda, é comum os mesmos autores se repetirem entre as editoras metropolitanas, isto significa que, em tese, um mesmo escritor pode lucrar mais de uma vez. O autor selecionado pelas editoras e afins é um mercenário e crápula? Óbvio que não! Na mesma situação, eu aceitaria o negócio de cara. Livro é um produto simbólico e econômico. A distribuição isonômica de recursos públicos não é uma responsabilidade de autores, mas sim do Estado. Não se deve esperar que os autores saibam dividir com igualdade um bolo de laranja; o bolo deve vir previamente dividido para que todos tenham sua fatia devida, sem rinhas. As aquisições de livros realizadas no formato de pregão, tomada de preços, licitação para editoras, são injustas com a realidade do cenário literário do Pará. Nesse ponto, tanto autores da capital quanto do interior sofrem, e o que os distancia é somente a geografia do exclusor. Um autor, por exemplo, de Afuá precisará pegar um navio para chegar ao centro da exclusão, enquanto para o escritor de Belém basta pegar um expresso Rio Guamá. É injusto por qual motivo? Pelo simples fato de que em terras parauaras a maioria gritante dos autores se autopublicam e são, por definição de uso, independentes. Cada autor pega seu rico dinheirinho, procura uma editora ou gráfica, negocia em formato de “pacote fechado” e acabou, pega o livro e vira caixeiro viajante de sua própria produção. Assim sendo, a editora que o publicou não tem nenhum compromisso de, por ocasião de ser contemplada nesses pregões e tomadas de preço, inserir aquele livro no portfólio que se destinará a atender a demanda do órgão público, seja SECULT, seja FCP, seja qual for. Passemos o tema a limpo: essas ações apontadas pelo Lúcio Flávio Pinto não injetam recursos públicos no bolso da maioria dos escritores paraenses. Por isso, faz-se sim urgente que tais aquisições discriminem livro, autor e preço de capa. Desta forma, haverá um controle social para garantir que autores dos mais distantes e diversos rincões, que não dispõem de acordos verbais ou contratuais com editoras, tenham a chance de ver suas obras circularem. Certa feita, participei de reunião online com representantes de bibliotecas municipais paraenses e a Fundação Cultural do Pará, e tive a chance de me posicionar sobre o tema. Igualmente fiz em Castanhal, durante visita de escuta pela Fundação - pelo fato de essas aquisições injustas continuarem a fluir, significa que o processo de escuta falhou na devolutiva. https://www.youtube.com/watch?v=EmI6h2pBw5w Aproveito para pedir o apoio de Prefeitos, Secretários de Cultura e Educação, escritores e escritoras, para lutarem pela produção literária local. Rejeitem o recebimento de livros que não abranjam obras e autores da cidade, da região, do interior. Todas essas aquisições precisam ser distribuídas pelos municípios, para alegação de políticas aplicadas em todo o Pará— o velho marketing. Se os livros dessas compras forem devolvidos, mostraremos o que já sabemos: que o interior deixou de ser bobo há muito tempo. É triste pedir que municípios devolvam livros. Mas me parece uma estratégia eficiente, que, a longo prazo, incrementará a economia do livro em nível estadual. Um protesto importante e que mudará a forma de relacionamento entre órgãos culturais da capital e o interior. Para esse processo de devolução, utilizem um critério: indaguem ao remente se há livros de autores locais entre os exemplares doados para a cidade. Pergunta singela e letal. Para os órgãos públicos citados nesta coluna, articulem maneiras legais para vencer os obstáculos da aquisição direta do autor. Enquanto não houver compra por CPF, não se pode falar em projetos que desenvolvam a literatura paraense, uma vez que este estado é uma seara de trabalhadores que lutam sozinhos para tirar seus livros das gavetas. Não sou contra a aquisição por via de CNPJ. Entendo que editoras, sebos, livrarias e distribuidoras são partícipes da economia do livro. Fazem jus ao incentivo público. Reforço, porém, que o cenário cultural paraense é de escritores e escritoras independentes. “Finalmentes”, quando nossos gestores culturais discutirem verbas destinadas para aquisição de obras literárias, lembrem-se de contemplar dois eixos: CNPJ e CPF. Um bom exemplo exitoso é a parceria entre a SECULT e o SESC-PA para aplicação da Lei Aldir Blanc. O SESC efetuou compra de livros de livrarias, editoras e afins, e de autores, por intermédio de edital de ampla concorrência. Mas, Z, as leis restringem compra direta de pessoa física, exigem emissão de nota fiscal, ou que sejam MEI! Ora, ora, senhores e senhoras! Quando há disposição política e interesse pelo bem comum, caminhos são encontrados ou abertos. Mas para quem não deseja se mover do lugar nem mesmo cartografias de néon são suficientes para convencer a caminhar. Caminhemos. Vamos que bora logo. Franciorlis ViannZa, periodicamente, vai abordar temas pertinentes do cenário literário e cultural de nossa região. 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  • POLÍTICA DE PRIVACIDADE | Estante Cultural

    Estante Cultural é informação. Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. POLÍTICA DE PRIVACIDADE Nesta Política de Privacidade, vamos explicar aos nossos visitantes e usuários, todas as formas e meios que protegemos e tratamos os dados coletados em nossa plataforma. Nós levamos extremamente a sério a proteção dos dados pessoais coletados e armazenados, e neste documento, vamos te explicar detalhadamente como e porque fazemos esta coleta, e como você pode pedir para retirar, alterar ou excluir seus dados de nossos servidores. Em caso de dúvidas de quaisquer tipos, você pode entrar em contato diretamente com nossa equipe pela aba de contato. 1 - Sobre a Origem dos seus dados Pessoais Nosso site pode coletar alguns dados pessoais seus para diferentes objetivos. Para coletarmos estes dados, usamos as seguintes tecnologias: Website: Dentro do nosso site você poderá preencher formulários, enviar comentários e dúvidas, entrar em contato com nossa equipe ou se cadastrar na nossa plataforma, e seus dados serão salvos para posterior atendimento. Mensagens e comunicações: Quando você se comunica com nossa equipe, seja pelo Whatsapp, por SMS, por E-mail ou quaisquer outros tipos de chat, alguns dados podem ficar salvos para futura conferência e facilitar a comunicação com nossos clientes e usuários. De Modo Offline: Alguns dados podem ser coletados offline, como, por exemplo, em eventos e organizações, onde podemos coletar seu e-mail ou outros dados, para manter comunicação e informações necessárias que você precisa ter conhecimento. Dados de Terceiros: Algumas vezes, terceiros podem enviar para nossa empresa alguns dados seus, como, por exemplo, dados recebidos por mídias sociais (Como Facebook, instagram, Tiktok ou outras redes sociais), do governo ou intermediadoras de pagamentos. 2 - Como e porque coletamos seus dados: É importante que você, nosso usuário ou visitante, saiba como e quais dados pessoais coletamos e utilizamos quando você visita nosso site. Destacamos que sempre tentamos coletar o mínimo de dados possíveis para sua maior segurança, porém, alguns dados são essenciais para podermos entregar o melhor serviço possível e até para o funcionamento do site, conforme d escrevemos abaixo: Marketing: Quando você preenche formulários e se cadastra no site, você poderá receber e-mails com promoções e novidades do site. Podemos coletar nome, e-mail e telefone. Navegação ao Site: quando você navega pelo nosso site, coletamos automaticamente dados como o seu endereço IP, tipo de navegador, páginas acessadas, tempo gasto em cada página e outras informações. Informações de contato: quando você entra em contato conosco, seja por e-mail, telefone ou chat, coletamos as suas informações de contato, como o seu nome, e-mail, número de telefone e a mensagem que você nos enviou. Informações de uso dos serviços: quando você usa os nossos serviços, coletamos dados sobre as suas atividades, como as pesquisas que você realiza, os vídeos que você assiste, as páginas que você visita e as compras que você faz e quando você compartilha conosco fotos, comentários, sugestões, perguntas, respostas, informações, textos, arquivos, gráficos, vídeos ou outros materiais, coletamos as informações que você nos enviar. Informações de localização: quando você usa os nossos serviços, coletamos dados de localização precisos para fornecer os serviços que você solicitou. Por exemplo, quando você solicita um serviço de entrega, coletamos seu endereço para enviar a entrega para o local certo. 3 - Sobre o uso de Cookies Usamos cookies no nosso website e aplicativos para melhorar a sua experiência de navegação no nosso website. Um cookie é um pequeno arquivo de texto que um site armazena no seu computador ou dispositivo móvel quando você visita o site. Os cookies nos permitem reconhecer o seu navegador e fornecer-lhe a melhor experiência ao navegar no nosso site. Além disso, os cookies nos ajudam a compreender quais seções do site são mais interessantes para você e quais conteúdos podem ser recomendados para você. Você pode a qualquer momento bloquear os cookies no seu navegador, ou limpar o cache para retirar os mesmos. É importante destacar que tentamos minimizar o uso de cookies não essenciais, mas utilizamos os necessários para entregar um melhor serviço, conforme a previsão de legítimo interesse na LGPD. Você pode a qualquer momento desativar os mesmos em seu navegador. 4 - Com quem compartilhamos os seus dados pessoais: Prestadores de Serviços: compartilhamos os seus dados pessoais com os nossos prestadores de serviços, que prestam serviços de marketing, análise de dados, pagamentos, envio de e-mails e outros serviços para nós. Esses prestadores de serviços só podem usar os seus dados pessoais para realizar esses serviços para nós e conforme as nossas instruções. Anunciantes e Parceiros Comerciais: também é possível que compartilhemos os seus dados pessoais com empresas que realizem anuncio, ou parceiros comerciais. No entanto, só compartilhamos os seus dados pessoais conforme as suas instruções. Comunidades Online : quando você se junta a uma das nossas comunidades online, os seus dados pessoais podem ser vistos por outros membros dessa comunidade. Autoridades Governamentais e outras Partes: às vezes, podemos ser obrigados judicialmente a liberar ou divulgar os seus dados às autoridades governamentais, ou outras partes, conforme exigido por lei. Ou por outros motivos, como: (i) Cumprir uma obrigação legal; (ii) Proteger os direitos, a propriedade ou a segurança da Página; (iii) Evitar um dano real ou potencial aos bens, ou à segurança das pessoas; (iv) De outra forma, conforme permitido por lei. 5- Sobre seus Direitos em relação aos Dados coletados O presente texto tem por objetivo esclarecer os nossos leitores e visitantes sobre quais são os seus direitos em relação aos dados pessoais. De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) , toda pessoa tem o direito à informação, à transparência, à liberdade e à autonomia na tomada de decisões. Com relação aos dados pessoais, a pessoa tem o direito ao acesso, à correção, à eliminação, à portabilidade, à limitação do tratamento e à oposição. A pessoa também tem o direito de negas a qualquer momento que seus dados pessoais sejam utilizados para fins de marketing e ao recebimento de comunicações comerciais. Para exercer os seus direitos, basta entrar em contato com a nossa equipe. Esclarecemos que os dados pessoais são tratados de forma confidencial e que tomamos todas e quaisquer medidas de segurança necessárias para garantir a proteção dos dados. 6 - Sobre a segurança que aplicamos no tratamento dos seus dados A segurança é um dos pilares fundamentais da nossa política de privacidade. Todos os dados pessoais que você fornecer ao site serão tratados com total confidencialidade e segurança, de acordo com as normas legais aplicáveis. Com relação aos dados pessoais, a pessoa tem o direito ao acesso, à correção, à eliminação, à portabilidade, à limitação do tratamento e à oposição. 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Se você deseja fazer uma alteração, uma remoção ou uma modificação, entre em contato conosco e nós faremos o possível para atender à sua solicitação. No entanto, tenha em mente que, em alguns casos, pode não ser possível atender à sua solicitação, especialmente se for necessária para cumprir nossas obrigações legais ou contratuais. Além disso, lembre-se de que, se você solicitar a remoção de seus dados pessoais do nossos banco de dados, isso pode afetar o uso de nosso site e serviços. Se você não puder fazer uma alteração ou uma modificação, ou se desejar excluir seus dados pessoais, entre em contato conosco para podermos discutir outras opções, clicando na aba contato. Este documento foi criado pelo Advogado Diego Castro (OAB/PI 15.613), e adaptado para utilização neste website.

  • CONTATO | Estante Cultural | Brasil

    Para sugestão de pauta, questões culturais ou parcerias Entre em Contato Para sugestão de pauta, questões culturais ou parcerias, entre em contato em: estanteculturalec@gmail.com ou (91) 98196-6558 / (91) 98512-5718 ( WhatsApp ) Ou escreva aqui: Success! Message received. Enviar

  • SOBRE | Estante Cultural

    Estante Cultural é informação. Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. Sobre Estante Cultural: Comunicação Cultural da Amazônia para o Mundo Fundado em 2019, o Estante Cultural nasceu da necessidade de criar um espaço dedicado à divulgação, valorização e preservação da produção cultural independente amazônica. O projeto surgiu a partir da percepção de que inúmeras manifestações culturais, artistas, produtores, comunidades tradicionais e iniciativas sociais realizavam trabalhos de grande relevância, mas nem sempre encontravam espaço na mídia para contar suas histórias. Desde então, o Estante Cultural atua como um portal de notícias especializado em cultura, com o compromisso de registrar, divulgar e fortalecer as múltiplas expressões culturais da Amazônia, sem deixar de dialogar com produções culturais de outras regiões do Brasil e do mundo. Ao longo de sua trajetória, o portal consolidou-se como um ponto de encontro entre artistas, produtores culturais, instituições, festivais, coletivos e o público interessado em acompanhar a riqueza da produção cultural contemporânea. Compromisso Nossa Missão Nossa Visão Nossos Valores Nossa missão é informar, registrar e valorizar a diversidade cultural da Amazônia por meio do jornalismo, contribuindo para a preservação da memória, o fortalecimento das identidades culturais e a democratização do acesso à informação. Acreditamos que a cultura é uma ferramenta de transformação social, pertencimento e desenvolvimento humano. Por isso, buscamos ampliar a visibilidade de iniciativas culturais, artistas independentes, projetos comunitários, manifestações tradicionais e ações que ajudam a construir a identidade amazônica. Nossa Visão Ser uma referência em comunicação cultural na Amazônia, reconhecida pela qualidade do jornalismo, pelo compromisso com a diversidade cultural e pela capacidade de conectar territórios, comunidades, artistas e instituições. Buscamos ampliar continuamente nosso alcance, fortalecendo nossa atuação editorial e desenvolvendo novas formas de comunicação capazes de aproximar a cultura das pessoas. Nosso olhar está voltado para o futuro, mas sem perder de vista as raízes que fazem da Amazônia um dos territórios culturais mais ricos do planeta. Nossos Valores Jornalismo Ético Trabalhamos com responsabilidade, apuração e compromisso com a informação, respeitando os princípios fundamentais do jornalismo profissional. Valorização da Amazônia Reconhecemos a Amazônia como um território de diversidade cultural, histórica e social, cuja riqueza merece ser documentada, divulgada e preservada. Diversidade Cultural Acreditamos que todas as expressões culturais possuem importância e merecem espaço para serem conhecidas e valorizadas. Compromisso com a Informação Buscamos produzir conteúdos claros, acessíveis e relevantes para a sociedade, contribuindo para a circulação do conhecimento cultural. Respeito às Comunidades Valorizamos os saberes tradicionais, os povos originários, as comunidades quilombolas, ribeirinhas e todos os grupos que ajudam a construir a identidade cultural amazônica. Nossa Atuação O Estante Cultural desenvolve atividades voltadas para a comunicação e divulgação cultural, incluindo: Produção de conteúdo jornalístico; Cobertura de eventos culturais; Divulgação de projetos culturais; Entrevistas com artistas e personalidades; Assessoria de comunicação; Produção de pautas especiais; Divulgação de exposições, festivais, shows e ações culturais; Cobertura de iniciativas relacionadas à educação, meio ambiente e diversidade cultural. Ao longo de sua trajetória, o portal participou da cobertura de importantes eventos culturais e institucionais, fortalecendo sua presença junto ao setor cultural amazônico. Comunicação O portal é conduzido por profissionais comprometidos com a comunicação cultural e com a missão de ampliar a visibilidade das produções artísticas e culturais da Amazônia. Marc os Paulo Jornalista e pauteiro Walace Ferreira Jornalista e editor Parceiros O Estante Cultural também conta com a colaboração de profissionais convidados e parceiros que contribuem para o fortalecimento de sua atuação cultural e jornalística. Nexo Assessoria | Assessoria de comunicação, Produção de conteúdo jornalístico, mídia social. nexoassessoria_ COLUNISTAS Alfredo Garcia Escritor e Jornalista @escritor_alfredo_garcia Franciorlis Viannza Escritor @ franciorlis_viannza Paulo Ferreira Escritor e Jornalista @paulotirio Nossos Números Mais de 8 anos de atuação; Entre 3 mil e 4 mil conteúdos publicados; Alcance em aproximadamente 170 países; Média de 91 mil acessos e interações mensais; Cobertura de eventos culturais; Participação em iniciativas ligadas à economia criativa, comunicação e cultura. O Que Acreditamos Acreditamos que a cultura não está apenas nos grandes eventos ou nos espaços tradicionais de divulgação. Ela está nos bairros, nas comunidades, nos territórios ribeirinhos, nas ilhas, nos quilombos, nas aldeias, nos grupos culturais independentes e em todos os lugares onde pessoas preservam memórias, saberes e identidades. Acreditamos que contar essas histórias é uma forma de preservar o presente para as futuras gerações. Por isso, seguimos trabalhando para ampliar a visibilidade da cultura amazônica e fortalecer as conexões entre artistas, comunidades e sociedade. Palavras do Editor O Estante Cultural nasceu de uma convicção simples: toda comunidade possui histórias que merecem ser contadas. Ao longo dos anos, percebemos que a Amazônia abriga uma riqueza cultural extraordinária, mas que muitas dessas histórias permanecem invisíveis para grande parte da sociedade. Existem comunidades que preservam tradições há décadas. Existem mestres da cultura popular que dedicam suas vidas à transmissão de conhecimentos. Existem artistas, produtores culturais e coletivos que transformam seus territórios todos os dias. Nem sempre essas histórias chegam aos grandes veículos de comunicação. Foi para ajudar a registrar essas memórias e ampliar essas vozes que o Estante Cultural foi criado. Hoje, continuamos movidos pelo mesmo propósito que inspirou nossos primeiros passos: construir pontes entre a cultura e as pessoas. Sabemos que ainda há muito a fazer. Há territórios que ainda não conseguimos alcançar. Há histórias que ainda precisam ser contadas. Há comunidades que ainda aguardam visibilidade. Por isso, seguimos olhando para o futuro com responsabilidade, compromisso e esperança. Porque acreditamos que fortalecer a cultura é fortalecer a memória, a identidade e o desenvolvimento da Amazônia. E enquanto houver histórias esperando para serem contadas, continuaremos trabalhando para encontrá-las e compartilhá-las com o mundo. Walace Ferreira Jornalista, Editor e Fundador do Estante Cultural

  • Estante Cultural de Informação | Informações da cultura paraense | Belém - Pará, Brasil

    Arte, música, teatro, entretenimento e diversidade. Tudo da cultura amazônica e brasileira, a gente mostra aqui. Estante Cultural é informação, é Amazônia, Pará, Brasil e o mundo. Amazônia, Brasil e o mundo. DESTAQUE Estação Gasômetro recebe a 2ª Edição do Circuito do Brincar neste domingo (03) INSCRIÇÕES Últimas Semanas De Inscrição: Programa seleciona iniciativas e coletivos culturais do Norte e Nordeste CONEXÃO Cláudio Wallace conecta cenas do país com o projeto “Rock do Norte ao Sul” Saiba Mais BRASIL Mouwa Lança Novo Single e Anuncia Show Inédito em São Paulo MUNDO Cantora nova-iorquina Julia Greenberg lança o single 'Leaves', uma verdadeira aula sobre a arte de deixar ir LIVRO “Limonada de Morango e outras Coisas Agridoces” mostra que o verdadeiro amor é provado nas dificuldades ANÚNCIO Saiba Mais Mestre Damasceno: a memória de um afromarajoara ganha registro audiovisual em Salvaterra AMAZÔNIA TIPOGRAFIA COLUNAS CRÔNICAS Paulo Ferreira Aldir, o mestre-sala das letras geniais OU Z ESABER Franciorlis ViannZa Extinção/ fusão da FUNTELPA e Fundação Cultural do Pará - a cultura paraense em polvorosa Saiba Mais MEIO AMBIENTE A Teia Invisível que conecta o Bem-Estar de Humanos, Animais e o Planeta GOVERNO 6ª edição do Teia Nacional dos Pontos de Cultura abre inscrições e seguem até 30 de janeiro EXPOSIÇÃO Sesc Ver-o-Peso apresenta exposição sobre Mestre Nato ANÚNCIO TIPOGRAFIA Encontre aqui, na sua estante, dicas de música, leitura, filmes e tudo o que o Pará tem de bom Livro: À SOMBRA DA FLORESTA, de Vânia Torres Costa. Saiba mais aqui. Livro: Memórias de Quatro Patas, de Gleice Correa. Saiba mais aqui. Livro: Mosaico amazônico, de Paulo R. Ferreira. Saiba mais aqui. Documentário conta a história do povo Kanamari, dirigido por Elaíze Farias. Traile r aqui. Músico: Lucyan Costa. Confira suas músicas e outros projetos Aqui.

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