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  • Livro: Suspense policial explora dilemas morais e humanos em “O Fruto Proibido”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 17 de jun. de 2024 LC Agência Livro: Suspense policial explora dilemas morais e humanos em “O Fruto Proibido” A obra utiliza os elementos clássicos do suspense policial, como o mistério em torno da identidade do suspeito, a investigação repleta de momentos angustiantes e a revelação do culpado nos últimos momentos da trama #Literatura Imagem: divulgação. Quando assassinatos em série começam a acontecer em uma cidade pacata, veteranos da força policial se mobilizam para desvendar os mistérios por trás dos crimes hediondos. Os detetives Bill e Romana, a advogada Emma, a policial Alisson e o delegado Bartolomeu, principais personagens do livro O Fruto Proibido , escrito por Carol F ., unem esforços para encontrar respostas na medida em que lidam com os próprios problemas internos. A obra utiliza os elementos clássicos do suspense policial, como o mistério em torno da identidade do suspeito, a investigação repleta de momentos angustiantes e a revelação do culpado nos últimos momentos da trama. Além de recorrer aos enigmas típicos do gênero, a narrativa é não-linear e conta com alternância de pontos de vista. Assim, os leitores não apenas embarcam nas complexidades humanas, como também conhecem as profundidades da mente do vilão, cuja identidade permanece secreta a cada virar de página. Anúncio A escritora desafia os limites entre a bondade e a maldade quando escreve sobre gente emocionalmente complexa, com uma bagagem extensa de perdas, amores, traumas e revoltas. “O Fruto Proibido foi escrito imbuído de sentimentos pessoais. Serviço : Livro “O Fruto Proibido” de Carol F. Onde encontrar: Amazon | Americanas Instagram: @anacarolinaaraujofonseca Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Americanos do The Phoenix Within lançam novo single e videoclipe “War Machines”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 22 de abr. de 2025 Americanos do The Phoenix Within lançam novo single e videoclipe “War Machines” O single já está disponível nas principais plataformas de streaming, acompanhado de um videoclipe envolvente https://www.youtube.com/watch?v=Vogm_nYxvqA Divulgação. Por Collapse — Mundo. 22/04/2025 A banda de rock nova-iorquina The Phoenix Within retorna com seu mais recente single, "War Machines", uma faixa instigante que confronta as origens dos conflitos humanos e a natureza cíclica da violência em nossa história. Gravado e masterizado por Robert Freeman no Audio Pilot Studio, o single já está disponível nas principais plataformas de streaming, acompanhado de um videoclipe envolvente. “War Machines” não é apenas uma música — é uma declaração. Com letras carregadas de emoção e instrumentação poderosa, a faixa explora as causas profundas da guerra e questiona a mentalidade que permite que a história se repita. TPW incentiva os ouvintes a refletir sobre os erros do passado e a adotar uma nova abordagem — baseada na paz, na prevenção e na empatia. Anúncio “War Machines” transmite uma mensagem de resistência à normalização da violência. Ela clama pelo fim da repetição cega e por uma mudança em direção à compreensão. Enquanto o mundo enfrenta tensões globais constantes, a música ressoa como um lembrete oportuno e urgente de que a verdadeira força reside na autoconsciência e no crescimento coletivo. Formado em 2012, o The Phoenix Within é conhecido por misturar letras introspectivas com arranjos de rock cheios de energia. SERVIÇO : 3ª edição do Festival Experimental de Danças Paraense Inscrições para oficinas e da batalha de dança até 05 de maio no LINK AQUI . #Mundo Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Stoner Night reúne três bandas do estilo em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 16 de set. de 2022 Luciana Medeiros Stoner Night reúne três bandas do estilo em Belém #Música Imagem: divulgação A noite é dedicada a um dos estilos dentro do Rock que mais crescem em todo o mundo: o “Stoner”. Marcado por ter o “Riff” de guitarra como o centro da canção, com afinação dos instrumentos em tons mais graves que o padrão normal, além de uma produção “Vintage”, ou “retrô”, o Stoner mescla influências de Hard Rock setentista, Acid Rock e Heavy Metal, especialmente o “Doom Metal”, surgido no final dos anos 80. A programação será neste sábado, 17 de setembro, no Espaço Na Figueredo (@nafugueredo). A programação inicia às 19h, com as bandas de Stoner Doom “Reptilian Sun” e “Dead Level”, e a banda de Stoner Rock “Vinyl Laranja”, e participação dos Dj ́s RockON (@kauealmeidabss e @daniel_mband). Em Belém, podemos considerar que existem algumas bandas com a influência Stoner, e 3 destas bandas se apresentarão neste evento. As bandas Reptilian Sun (@reptiliasundoon) e Dead Level (@deadlevelstoner) entraram, recentemente, na mundialmente conhecida coletânea “Weedian”, em sua versão dedicada a bandas brasileiras: “A trip to Brazil”. A compilação trouxe 51 bandas de diversos estados e contou com as duas bandas paraenses. A Dead Level entrou com a faixa “God of Gloom”, do álbum “Intoxicated”, o primeiro da banda, lançado em março passado, com uma boa repercussão no underground. Já o Reptilian Sun entrou com a faixa “Empress of dawn”, extraído do seu segundo Demo Álbum, lançado em 2019. Ambos os álbuns estão disponíveis para audição gratuita no youtube, além de outras plataformas de streaming. Segundo o vocalista do Dead Level, Uirá Pinheiro: “O Weedian é uma compilação criada em Portland, USA, e possui grande credibilidade no meio. É uma grande vitória ter duas bandas paraenses de Stoner, nessa coletânea, abre uma janela considerável para as bandas, este evento na Ná Figueredo será acima de tudo uma celebração desta vitória.” O projeto Reptilian Sun foi criado em 2018 pelo guitarrista Leo Venturieri e o baixista; Arthur Fonseca, com intuito de trazer na música a essência dos riffs marcados e lentos. Atualmente a banda é um Power trio formado por Arthur Correa (Baixista), Leo Venturieri (Guitarrista) e Moisés Braga (Baterista), e tem como influência grandes nomes do Stoner Doom como: Sleep, Saint Vitus, Electric Wizard e clássicos como: Black Sabbath, Pentagram. O uso de fuzz e de reverb é indispensável nas músicas do Reptilian Sun de modo a lembrar o grandioso ícone Tony Iommi, guitarrista da lendária banda: “Black Sabbath. A banda possui duas gravações Demo Session I e Demo Session Vol. 2 lançadas em plataformas virtuais. E a Vinyl Laranja (@vinyllaranja) é uma banda de rock alternativo com identidade sonora e poderosa atitude Rock'n roll. Formada atualmente por Andro Baudelaire, Bruno Folha e Lucas Van Halen, a banda acabou de lançar o single “Cry baby cry”(maio de 2022), disponível nas principais plataformas de streaming. Com 17 anos de carreira, a banda paraense conta com 4 discos lançados pelo selo Na Music e dezenas de festivais nacionais e internacionais na trajetória. Em 2015 "Uncheagle past Fleeting future" teve produção iniciada por Andrew Hernandez e finalizada por Kevin Szymansky (também produtor de discos do Queens of the Stone Age e Foo Fighters) e foi gravado nos grandiosos 12th Street Sound e Esturay Studios em Austin-Texas. O disco é fruto de uma aventura em que os "moleques" da banda colocaram o pé na estrada e passaram uma temporada em terras norte-americanas, fazendo uma turnê com mais de 60 shows em menos de um ano. SERVIÇO : “STONER NIGHT” ATRAÇÕES: Shows das bandas Dead Level, Reptilian Sun e Vinyl Laranja / Dj ́s RockON! LOCAL: NÁ FIGUEREDO – NÚCLEO DE CONEXÕES DIA: SÁBADO (17 DE SETEMBRO) ÀS 19 HORAS Informações (91) 98362-1793. Texto: Luciana Medeiros (Holofote Virtual) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Banda LOWSUNDAY, apresenta a eletrizante "You're So Wired", além de seu novo "EP Black"

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 4 de ago. de 2026 Banda LOWSUNDAY, apresenta a eletrizante "You're So Wired", além de seu novo "EP Black" Canalizando um espírito vibrante de rock alternativo, eles celebram, em última análise, a libertação em direção a um estado de paz plena Imagem: divulgação. Por Shamelles — Belém(Pará),Amazônia . 04/08/2026 - 07h00 Pioneiros americanos do darkwave e shoegaze, Lowsunday estão de volta e em uma sequência de vitórias com 'You're So Wired ' , apresentando seu EP 'Low Sunday Ghost Machine - Black' , lançado recentemente pela Projekt Records , a mesma gravadora que os apoiou antes de se separarem há algumas décadas. Com um vídeo produzido por Jer Herring , essa música captura a atração vertiginosa por um indivíduo altamente energético e errático, que confunde a linha entre a imaginação e a vida cotidiana. Canalizando um espírito vibrante de rock alternativo, eles celebram, em última análise, a libertação em direção a um estado de paz plena. Formada em 1994, a Lowsunday (inicialmente como Low Sunday Ghost Machine ) surgiu como pioneira do "retrofuturismo", misturando darkwave e shoegaze muito antes do renascimento moderno desses gêneros. O EP "Black" é o segundo lançamento com material inédito desde 1999, com destaque para a faixa principal , "This Is Not Heaven", de tom sombrio e fascinante , e para a faixa principal , "Shattered" Anúncio Com uma reputação cult por seus sons voláteis e solos de guitarra arrebatadores, seu legado foi consolidado com relançamentos estendidos de seu álbum de estreia de 1996, 'Low Sunday Ghost Machine'. e a obra-prima de 1999 , 'Elesgiem' , também lançada pela Projekt Records (para os 30º e 25º aniversários desses álbuns, respectivamente). Embora sua música tenha preparado o terreno para gerações subsequentes de artistas, o Lowsunday ressurgiu em 2025 após um hiato de quase 25 anos, agora um duo formado pelo membro original Shane Sahene (vocal, guitarra, sintetizador, baixo, bateria) e Bobby Spell (baixo, guitarra, bateria). SERVIÇO : Ouça o EP 'Low Sunday Ghost Machine - Black'. Siga o Instagram @lowsundaymusic # Mundo Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Festival Pyracema de Cultura Popular da Ilha de Cotijuba acontece neste final de semana

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 4 de nov. de 2022 Priscila Duque Festival Pyracema de Cultura Popular da Ilha de Cotijuba acontece neste final de semana #Festival Imagem: Karla Nogueira / Divulgação. Neste final de semana, a partir desta sexta, nos dias 4, 5 e 6 de novembro, início da invernada amazônica, a comunidade da Pedra Branca e Seringal, na Ilha de Cotijuba, realizarão a segunda edição do Festival Pyracema . A programação é uma experiência comunitária participativa, com múltiplas linguagens artísticas, gratuita e livre para todas as idades. Um Festival de Cultura Multilinguagem na, e da, Ilha de Cotijuba para valorizar a Cultura Popular desse território insular, fomentando o trabalho de fazedoras e fazedores de cultura que integram o cenário artístico contemporâneo de Belém. Instigando uma rede de agentes criadores de Cotijuba, de ilhas e localidades próximas. Estimulando a economia, criando ferramentas comunitárias de preservação socioambiental, contribuindo com a educação não-formal de crianças e adolescentes. “Somos um bando de artistas! Um cardume que a cada ano cresce com suas diferenças, experiências, opiniões! Somos um bando de artistas com amor ao tambor. No próximo final de semana vamos nos multiplicar! Pra quem ainda não conhece a Pedra Branca e o Seringal, mas quer vir para a Pyracema, nossa comunidade oferece camping, redário, quartos e chalés” afirma Raphíssima, uma das produtoras do evento. Todas as informações sobre hospedagem podem ser conferidas nas redes sociais do festival. Convidando todos a subir o rio para chegar até o norte da Ilha de Cotijuba e se aquilombar nesta programação, o Festival Pyracema é uma realização do Coletivo de Artistas Independentes da Pedra Branca e do Seringal, co-realizado pela Fundação Cultural do Pará, via Prêmio FCP de Incentivo à Arte e à Cultura, e pela Associação Namazônia, via projeto Fazendo a Arte Acontecer. “É com grande satisfação que as Cantigas de Encantaria desembarcarão na Ilha de Cotijuba para confraternizar a musicalidade da Cultura Popular da nossa região tocando e vivenciando o dia a dia com grandes Mestras e Mestres. Essa é uma bela oportunidade de aprender diretamente com as pessoas que zelam pela nossa cultura num pedacinho de Cotijuba que vem se destacando como comunidade artística de diversas linguagens” disse Maiara Almeida, artista que se apresenta nesta sexta, dia 04. Serviço : Festival Pyracema Dias: 4, 5 e 6 de novembro Local: As atividades acontecerão distribuídas entre os espaços Mirante da Pedra Branca, Barbacurio, Pousada Grão e no Solar do Bosque. Informações : Programação pelas redes sociais Instagram @festivalpyracema e Facebook @festivalpyracemaoficial Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Mostra ‘Tybyras’ inicia circulação por cidades da Amazônia e chega a Marabá com mostra inédita

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 18 de set. de 2025 Mostra ‘Tybyras’ inicia circulação por cidades da Amazônia e chega a Marabá com mostra inédita Inspirado na história de Tibira do Maranhão, primeiro indígena Tupinambá assassinado pela Igreja e pelos colonizadores franceses no Brasil Colônia por viver sua identidade diversa não normativa Imagem: divulgação. Por Assessoria — Belém(Pará), Amazônia. 18/09/2025 A exposição “Tybyras: Caminhos de uma Amazônia Queer” , do artista paraense Henrique Montagne , inicia seu roteiro de circulação pelo Brasil e pela Amazônia. Depois da estreia em Belém, a mostra chega a Marabá, onde será aberta no Pontal Instituto Cultural, no dia 18 de setembro, às 19h, e segue em cartaz até 17 de outubro de 2025. Inspirado na história de Tibira do Maranhão, primeiro indígena Tupinambá assassinado pela Igreja e pelos colonizadores franceses no Brasil Colônia por viver sua identidade diversa não normativa, Montagne resgata o termo “tibira” como símbolo de diversidade e resistência na Amazônia contemporânea. Anúncio Construída a partir de vivências em territórios amazônicos e diálogos com pessoas LGBTQ+ de diferentes regiões do Pará, “Tybyras” propõe um aldeamento coletivo de memórias e identidades, reafirmando a conexão entre corpo, natureza e pertencimento. Queer ancestral : A partir deste personagem invisibilizado e até pouco tempo descoberto da história brasileira e originária, o artista caminha e traz reflexões em torno da alma e da identidade “Tibira”, termo já usado pelos povos originários deste território para designar pessoas diversas, diferentes e que fugiam a determinada normatividade nas suas aldeias. “Essas relações eram já vistas com naturalidade a depender da cultura de cada aldeia, entendendo que assim como a natureza somos diversos como ela, pois somos uma só coisa”, diz Henrique. Serviço : Exposição “Tybyras: Caminhos de uma Amazônia Queer” – Henrique Montagne Local: Pontal Instituto Cultural, Marabá – PA Abertura: 18 de setembro de 2025 (quinta-feira), às 19h Visitação: 19 de setembro a 17 de outubro de 2025 Horário: terça a domingo, das 9h às 18h Entrada gratuita #Exposição Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Documentário destaca mulheres e realidades do ato de cozinhar na grande Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 30 de set. de 2024 Luciana Medeiros Documentário destaca mulheres e realidades do ato de cozinhar na grande Belém As personagens são cozinheiras, agricultoras, donas de restaurantes, pescadoras, donas de casa, de várias idades e moradoras das ilhas do Combu, Cotijuba e Outeiro # Documentário Imagem: Simone Machado / Divulgação. A pesquisadora, produtora cultural e escritora Auda Piani lança, no próximo dia 1º de outubro , no Sesc Ver-o-Peso , às 19h , "Cozinhando no Calor de Belém, antes da chuva" , sua primeira direção. Desde 1996, Auda pesquisa os saberes tradicionais a partir da aproximação com o trabalho dos mestres ceramistas de Icoaraci, o que a instigou a pesquisar os percursos que levam à transformação dessas tradições. “A tradição é reinventada a partir da contemporaneidade. Os ceramistas me aproximaram das panelas de barro e eu me descobri também detentora de saberes tradicionais, mas na área do alimento", explicou Auda . Anúncio No documentário, Auda mostra o dia a dia de 13 mulheres e as transformações que as afetam no cotidiano e como isso se expressa no cozinhar. As personagens são cozinheiras, agricultoras, donas de restaurantes, pescadoras, donas de casa, de várias idades e moradoras das ilhas do Combu, Cotijuba e Outeiro. Também há depoimentos de vendedoras de comida nas barraquinhas nas ruas do comércio, região central de Belém. Auda buscou compreender como essas mulheres e a comida preparada por elas convivem com as mudanças de hábitos alimentares, com as mudanças climáticas, com a urbanização e a indústria da comida, por exemplo. Serviço : Lançamento do documentário "Cozinhando no calor de Belém, antes da chuva" de @auda.pianii Dia: Terça-feira (01/01) às 19h Local : Sesc Ver-o-Peso (Av Boulevard Castilho França, 522/523 - Campina Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Quinteto americano de hardcore BE WELL lança duas novas músicas

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 2 de jul. de 2024 Collapse Agency Quinteto americano de hardcore BE WELL lança duas novas músicas O projeto marcou o primeiro trabalho significativo de McTernan no papel de vocalista e compositor depois de muitos anos dedicados à produção de outras bandas #Mundo Imagem: divulgação. "‘A Tap I Can’t Turn Off’ é sobre o medo de decepcionar as pessoas em minha vida que me amaram e acreditaram incondicionalmente em mim”, diz o vocalista Brian McTernan . “É sobre me sentir indigno e acabar machucando as pessoas de quem mais gosto”, explica. Sobre “Without A Compass” , McTernan afirma: “Passei grande parte da minha vida me sentindo quebrado, sem qualquer noção de como começar a recompor as coisas. ‘Without A Compass’ é um reconhecimento de como isso tem sido difícil e minha esperança de que eu vou descobrir as coisas em algum momento.” Anúncio Formado pelo veterano músico/produtor de punk e hardcore Brian McTernan, em 2019, Be Well começou como um coletivo de alguns dos amigos mais próximos e colegas musicais de McTernan. O projeto marcou o primeiro trabalho significativo de McTernan no papel de vocalista e compositor depois de muitos anos dedicados à produção de outras bandas. O último disco do Be Well, o poderoso e coeso álbum de seis músicas Hello Sun, começa, musicalmente, exatamente onde The Weight and the Cost parou. Esta coleção devastadora de canções serve como continuação lírica das lutas pessoais de McTernan com questões como depressão, ansiedade e abuso de substâncias, mas captura o vocalista e compositor em um lugar muito diferente do último disco. Ouçam “A Tap I Can’t Turn Off” e “Without a Compass” AQUI . Instagram @bewellhc Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Sativa une rock, rap, trap e brasilidades em novo EP "Conexão”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 16 de dez. de 2025 Sativa une rock, rap, trap e brasilidades em novo EP "Conexão” É um EP para quem procura música com textura, mensagem e dinamismo — pronto para palcos, playlists e rádios Imagem: d ivulgação. Por Eletric Funeral — Brasil. 16/12/2025 - 07h00 Sativa acaba de lançar seu novo EP "Conexão" , um trabalho que une rock, rap, trap e brasilidades em seis faixas que celebram força, sensibilidade e transformação. O projeto marca a nova fase da banda, e que tem seu lançamento distribuído pelo Lab Sonoro em parceria com a Ditto Music Brasil. As seis faixas do EP são Meu Lar, Vacilante, Contemplar, Faz Parte do Meu Flow, Abraço do Vento e Só Quem Vive Sabe. O trabalho foi criado para quem busca músicas com energia, sentimento e identidade, combinando mensagens de autoconhecimento e arranjos que exploram peso, groove e leveza na medida certa. Todas as faixas possuem um videoclipe para retratar em imagens a identidade da banda e das músicas. O vídeo da música “Meu Lar” entrará em breve na programação do canal Music Box Anúncio “Conexão” foi pensado como um mapa de sensações: letras que falam de pertencimento e superação, arranjos que transitam entre o peso e a leveza, e uma produção que preserva a urgência do direto ao vivo com cuidado estético de estúdio. É um EP para quem procura música com textura, mensagem e dinamismo — pronto para palcos, playlists e rádios. Serviço : Ouça o EP Conexão . Acompanhe a banda pelo Instagram @sativa.oficial #Brasil Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Rapper paraense Daniel ADR lança vídeoclipe 'Nua (No Ar)’

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de set. de 2022 Fernando Assunção Rapper paraense Daniel ADR lança vídeoclipe 'Nua (No Ar)’ #Música Imagem: João Pedro Aranha / Divulgação. Homens negros têm a afetividade constantemente negligenciada e são submetidos a negar sentimentos e à brutalidade. Mas, em “Nua (No Ar)”, o rapper paraense Daniel ADR (@_daniel_adr) quer quebrar esse paradigma. Inspirado em uma sonoridade marcada pelo trap e R&B, a canção foi lançada na última sexta-feira (23/09), já com videoclipe. O trabalho tem o patrocínio da Natura Musical (naturamusical), produção executiva da Psica Gang (@pisicagang) e distribuição da Warner Music (@warnermusicbr). “A canção fala sobre amor, relacionamento e sensibilidade, a partir da perspectiva de um artista preto, do rap, da periferia, que várias vezes foi condicionado a ser uma pessoa que não deve demonstrar sentimentos e fragilidades. Esse single é sobre se despir e se sentir vulnerável, se entregar e sobre isso tudo ser algo normal. É também sobre os tipos de afeto, entre a população preta, indígena e periférica do norte do Brasil”, diz Daniel. A influência da pandemia e de acontecimentos políticos se faz clara através de uma leva de canções pesadas lírica e musicalmente, como o primeiro single "Parabéns aos Envolvidos", e "Me Odeia se Puder", por exemplo. Sentimentos pessoais de opressão, relacionamentos em crise e incredulidade se manifestam nos rocks "Tão Fora Daqui", "Será que Vai Chover?" e "Quando Minhas Crianças Crescerem", todos misturando a estética sonora de rock clássico e folk com grunge dos anos 90. Do lado mais leve, temos a surf music de "Filho do Mar", o reggae rock psicodélico em "Flores de Manhã" e o rap em "Legião da Rua". O videoclipe de “Nua (No ar)” foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Pará (Semear), ao lado de nomes como Azuliteral, Raidol e Festival Lambateria, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 75 projetos até 2021, como Manoel Cordeiro, Dona Onete, Pinduca, Felipe Cordeiro e Thaís Badú. As imagens são da Cabron Studios. O trabalho é o quarto lançado pela parceria entre o selo Psica Gang e a Warner Music Brasil. “Nós acreditamos no impacto transformador que a música pode ter no mundo. E os artistas, bandas e projetos de fomento à cena selecionados pelo edital Natura Musical têm essa potência de mobilizar o público na construção de um mundo mais bonito, cada vez mais plural, inclusivo e sustentável”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding. O universo introspectivo de “Nua (No ar)” abre-alas para o lançamento do segundo álbum de Daniel ADR, intitulado “Black Christ”, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2023. O trabalho sucede “PJL”, divulgado em março de 2021. “O novo single encerra meu ciclo passado, que vem de algo mais pop, colorido e festivo, e adentra essa nova fase mais intimidade, conceitual e sensível. Isso sem deixar de lado as críticas sociais”, conta o artista, que trouxe Erick Di nos beats do novo trabalho. https://www.youtube.com/watch?v=-T6mL4sV1ms A nova fase também apresenta o artista em uma nova perspectiva. “O meu próximo álbum, ‘Black Christ’, traz no título essa metáfora com a figura de Jesus Cristo, um ser sagrado para o cristianismo. Isso dentro de uma perspectiva preta, periférica, nortista e afro-indígena, para abordar temas como periferia, classe social e racismo. Por conta desse conceito intimista, eu mesmo estou entrando no personagem, tanto que agora eu só uso cores de roupa, branca, preta, bege e alguns tons neutros”, explica. “Fazer música no Brasil já é difícil, agora imagina fazer música preta e periférica no norte. A gente passa por vários processos de invisibilização. A parceria da Psica com a Warner é importante porque ela combate isso e coloca que nós existimos e resistimos também em uma grande gravadora mundial, que agora reverbera a música pop, urbana e periférica da Amazônia”, comemora Daniel. Sobre o artista: Daniel ADR é rapper, compositor e beatmaker. Nasceu em 22 de agosto de 1998 em Belém/PA. Criou-se no deslocamento frequente entre dois bairros periféricos de Belém, Guamá e Cremação, onde por influências familiares cresceu ouvindo rap e samba, ritmos que narram sua trajetória desde a infância, afinal sua vivência se relaciona diretamente com as temáticas abordadas em ambos os estilos. Texto: Fernando Assunção (Assessoria de Comunicação) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Projeto leva oficinas para crianças, jovens e adultos do bairro da Pedreira

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 19 de out. de 2022 Ana Bastos Projeto leva oficinas para crianças, jovens e adultos do bairro da Pedreira #Social Pensar a arte como um instrumento de transformação social. É nessa perspectiva que o projeto "Circuito Preamar de Oficinas Culturais - A periferia da Pedreira transbordando a sua arte" contemplado pelo edital Preamar de Cultura e Arte 2022 da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) vai oferecer oficinas gratuitas no período de 24/10 a 11/11, no bairro do samba e do amor. De acordo com o projeto, o público vai poder participar de oficinas de canto popular, teatro popular, percussão e dança afro. São 20 vagas para cada modalidade e o local de realização será a Escola Estadual de Ensino Fundamental Emiliana Sarmento, na Av. Doutor Freitas, 1472. As inscrições iniciam nesta segunda-feira (17) e seguem até o domingo (23). Os interessados podem se inscrever pelo link: https://linktr.ee/elasnacultura . (Informações sobre a programação e as oficinas ofertadas você pode conferir no Instagram @elasnacultura). Com diálogo e respeito com a comunidade um dos objetivos do projeto é garantir uma relação de reciprocidade entre os educadores (instrutores das oficinas) e educandos (oficineiros). Para Dircélia Moraes, idealizadora do projeto, a intenção é de que a interação entre os diversos atores envolvidos gere novos conhecimentos, novos saberes, novas práticas e novas ações para o público do bairro da Pedreira. SERVIÇO: Circuito Preamar de Oficinas Culturais - A periferia da Pedreira transbordando a sua arte Inscrições gratuitas: 17 a 23 de outubro Oficinas: 24/10 a 11 de novembro Local: Escola Estadual de Ensino Fundamental Emiliana Sarmento, na Av. Doutor Freitas, 1472. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Baile do Seu Godô chega a 10° edição valorizando a música paraense Copiar

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 19 de set. de 2024 Jaqueline Ferreira Baile do Seu Godô chega a 10° edição valorizando a música paraense A festa começa às 20h com uma viagem pela música paraense, passando pelo brega, guitarrada, lambada, cumbia, boi e carimbó #Show Imagem: divulgação. O Baile do Seu Godô , que presta homenagem a esta figura já conhecida nas festas de Belém, de 72 anos, chega a sua 10° edição nesta sexta-feira , 20 , no Espaço Cultural Apoena . A festa começa às 20h com a DJ Jack Sainha apresentando um set de ritmos que fazem uma viagem pela música paraense, passando pelo brega, guitarrada, lambada, cumbia, boi e carimbó. Anúncio Na sequência, às 22h, Sandrinha Eletrizante e Banda sobem ao palco do Apoena levando grandes sucessos da música feita na Amazônia e suas músicas autorais que ela acabou de lançar no seu primeiro álbum, já nas plataformas musicais. “O EP Sandrinha Eletrizante representa uma nova era na minha carreira e eu quero celebrar isso no Baile do Godô fazendo aquela grande festa com ritmos variados e meus próprios singles”, destaca a cantora. Serviço : @bailedogodofredo com @jacksainha_dj e @sandrinhaeletrizante Dia: Sexta-feira (20/10) às 20h Local: @EspaçoCulturalApoena. Av. Duque de Caxias, 450 Informações : 91 98203-8913| 91 98124-1363 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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