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  • DJ paraense Gabi Matos leva tecno-brega para o Festival Turá, em São Paulo, domingo (30)

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de jun. de 2024 Assessoria DJ paraense Gabi Matos leva tecno-brega para o Festival Turá, em São Paulo, domingo (30) O festival apresenta uma das curadorias mais diversas de todas as edições já realizadas no Brasil, que vão de Chitãozinho e Xororó até Adriana Calcanhotto, em 2 dias de festival em São Paulo #Festival Imagem: divulgação. Especialista no ritmo "Brega", Dj Gabi Matos é uma artista sonora paraense e que tem uma bagagem extensa em horas de pista e pesquisa desde 2017, ano que iniciou no ofício de DJ. E ela vai apresentar essa sua pesquisa musical, neste domingo , dia 30, durante o Festival Turá , no Parque Ibirapuera , em São Paulo . ( @festivaltura ) O festival apresenta uma das curadorias mais diversas de todas as edições já realizadas no Brasil, que vão de Chitãozinho e Xororó até Adriana Calcanhotto, em 2 dias de festival em São Paulo. Gabi já é residente de diversos festivais, blocos de carnaval e festas de renome nacional, levando os ritmos paraenses para vários estados. Saiba mais sobre Dj Gabi Matos ( @matomaiscedo ). Anúncio Aproveitando sua passagem por São paulo, Gabi está com agenda cheia neste final de semana na capital. A DJ paraense vai gravar um set na Rádio Na Manteiga, nesta quinta-feira (27), também será uma das atrações da festa Piranhão no Brega Dance Club, no sábado (29), e finaliza sua tour por São Paulo no domingo (30) no Festival Turá, a partir das 12h15. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Livro "Todas as minhas mortes" de Paula Klien apresenta uma ode à existência feminina

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 9 de mai. de 2024 LC Agência Livro "Todas as minhas mortes" de Paula Klien apresenta uma ode à existência feminina Com uma escolha cuidadosa das palavras e evocando os espíritos de grandes pensadores como Nietzsche, Espinosa e Lacan, a escritora traz para a literatura, além de bagagem como artista multifacetada, elementos da psicanálise e da filosofia #Literatura Imagem: divulgação Com honestidade, crueza e toques sutis de humor, a artista Paula Klien adentra as profundezas da existência feminina no livro " Todas as minhas mortes" . Neste romance de autoficção, publicado pela Citadel Grupo Editorial, a autora dissolve a fronteira entre realidade e fantasia, ao entrelaçar vivências reais com as nuances da própria imaginação. É sob a voz narrativa ambivalente da protagonista Laví (abreviação de la vie ― ou a vida em francês) que o leitor será conduzido a uma viagem pelas águas turvas da subjetividade humana. Capítulo a capítulo, Paula Klien narra uma fase na vida de Laví e a cada ciclo, uma montanha-russa de emoções, pensamentos e sensações toma conta do leitor, que facilmente se identifica com o personagem. Hora em êxtase, hora em agonia, a narradora evidencia que, assim como ela, ninguém é bom ou mau o tempo todo. Ela traz as múltiplas camadas e nuances da existência humana, do primeiro grito ao último suspiro. Anúncio Com uma escolha cuidadosa das palavras e evocando os espíritos de grandes pensadores como Nietzsche, Espinosa e Lacan, a escritora traz para a literatura, além de bagagem como artista multifacetada, elementos da psicanálise e da filosofia. Todas as minhas mortes é uma narrativa repleta de simbolismos, metáforas mas também subjetividade, pois assim como a vida, essa será uma leitura única para cada um. Serviço : Livro “Todas as minhas mortes” de @paulaklien Onde achar: Amazon Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Alter do Chão recebe a 9ª edição do Festival Tapajazz

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 23 de nov. de 2022 Luciana Medeiros: Alter do Chão recebe a 9ª edição do Festival Tapajazz #Festival Imagem: Luciana Medeiros / Divulgação. No mesmo dia em que o Brasil estreia na Copa do Mundo do Qatar, a 9ª edição do Tapajazz também entra em campo. É dia de bola no pé no gramado, e show de bola instrumental, no palco da Praça 7 de Setembro, em Alter do Chão, Santarém-Pa. De 24 a 26 de novembro, o festival apresentará atrações, que trazem os diversos sotaques instrumentais do Brasil. A entrada é franca, a partir das 20h. Será necessária a apresentação da carteirinha de vacinação e o evento disponibilizará álcool gel e máscaras ao público. Esta é a 9ª edição do Tapajazz, o primeiro festival de jazz do interior amazônico e um dos quatro do gênero na nossa região. O time deste ano, para Alter do Chão, conta com o baixista Michael Pipoquinha (CE), o multi instrumentista Pedro Martins (DF), o violonista Zé Paulo Becker (RJ), Trio Lobita (PA), Canto de Várzea (PA), o guitarrista Delcley Machado (PA), o violonista Alan Gomes (AP) e a Amazônia Jazz Band (PA). Jane Duboc, que se apresentaria com a Amazônia Jazz Band, encerrando a programação, no sábado, 26, teve que cancelar sua vinda, pois atestou Covid. Por orientação médica ela vai ficar sete dias em isolamento em sua residência,no Rio de Janeiro. Em um vídeo enviado à produção, a cantora lamentou a impossibilidade de estar presente. “Meus conterrâneos, eu gostaria muito de estar presente. Não estou bem, mas ficarei boa e por segurança minha e de vocês, ficarei em casa pelos próximos sete dias. Estou triste por isso, mas também feliz que este festival exista”, disse a cantora. Desde 2020, o festival também realiza uma mostra em Belém e desde 2021, o evento também foi reconhecido como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Pará. Este ano, além dos shows, o público também poderá conferir a feira de discos do Backphonia, que reunirá expositores de Macapá (AP) e Santarém, com um vasto acervo de discos de vinil, para colecionadores e amantes da música de todos os gêneros. Serviço : 9º Tapajazz, de 24 a 26 de novembro, com apresentações no palco montado em frente à Praça da igreja de Nossa Senhora da Saúde, em Alter do Chão, Santarém – Pa. Mais informações sobre a programação @tapajazz. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Com set amazônico, Zek Picoteiro faz público 'tremer' em festival na França

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 8 de jul. de 2025 Com set amazônico, Zek Picoteiro faz público 'tremer' em festival na França A música da Amazônia atravessou o Atlântico e fez o público da França "tremer" esse final de semana Imagem: divulgação. Por Gil Sóter — Belém(Pará), Amazônia. 08/07/2025 A música da Amazônia atravessou o Atlântico e fez o público da França "tremer" esse final de semana. Pela primeira vez fora do Brasil, o DJ paraense e pesquisador musical @ZekPicoteiro apresentou seu set autoral no @FestivalOffAvignon , um dos maiores eventos de artes cênicas do mundo. No palco, transformou a experiência sonora em espetáculo, misturando música, narrativa e performance para um público majoritariamente francês. A programação do festival segue até dia 22 de julho. “Foi um desafio, porque estou acostumado a tocar onde as pessoas já conhecem e dançam o que eu toco. Lá, a maioria só tem uma noção superficial da música brasileira, como samba e MPB. Então eu foquei no que tenho de mais único: minha pesquisa sobre música amazônica. Pensei que seria só mais um set no meio de tantas atrações, mas acabou virando um espetáculo. A recepção foi incrível, fui ovacionado. Foi muito mais que uma apresentação: foi um momento de conexão real entre culturas.” Anúncio Ano Cultural Brasil-França: O Brasil marca presença no Festival Off Avignon, na França, com uma programação que celebra a diversidade e a potência das artes cênicas brasileiras. A iniciativa faz parte do Ano Cultural Brasil-França e é promovida pela Funarte, que leva ao público e a programadores internacionais um recorte vibrante do teatro contemporâneo produzido no país. De 5 a 22 de julho, artistas e coletivos ocupam espaços do festival com propostas que destacam a inventividade, a autonomia e o pensamento crítico das artes brasileiras. #Festival Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Os recifenses do Grupo Experimental apresentam “Caosmose” em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de ago. de 2025 Os recifenses do Grupo Experimental apresentam “Caosmose” em Belém No último dia, o espetáculo contará com audiodescrição para o público Imagem: RogerioAlves / Divulgação. Por Lais Azevedo — Belém(Pará), Amazônia. 27/08/2025 O Grupo pernambucano de dança ‘Experimental’ apresenta em Belém seu novo espetáculo “Caosmose” , com sessões gratuitas nos dias 28 , 29 e 30 de agosto , às 20h , no Porão - Teatro do Desassossego . No último dia, o espetáculo contará com audiodescrição para o público. “Caosmose” fala sobre o estado das coisas, dos corpos, da desterritorialização e, a partir do encontro, provoca novas percepções e ocupações de territórios plurais e partilhados. O espetáculo traz a “desordem” como conceito norteador, e expõe a realidade caótica instalada neste tempo, e de uma forma sensível, e instigante, apresenta nossos caminhos de sobrevivência. Anúncio “Este trabalho vem repleto de significado, principalmente, por retratar não só um momento atual da arte e da dança em Recife, como unir e intercambiar realidades distintas, do próprio elenco e de todos os profissionais que integram a rede desse trabalho, que já se cruzou e atravessou diversas vezes. Somos corpos insistentes e resistentes à todas as adversidades”, declarou Mônica Lira (diretora do grupo). Além do espetáculo, o grupo l promove uma vivência artística no dia 30 de agosto, das 10h às 13h, também no Teatro do Desassossego. As inscrições podem ser realizadas por e-mail ( grupoexperimentalrecife@gmail.com ), enviando uma mini-biografia e carta de intenção, até às 20h do dia 29/08, gratuitamente. Serviço: Caosmose do @grupoexperimental Dias: Quinta-feira a sábado (28 a 30/08)às 20h. Onde: @teatrododesassossego (Rua Dr. Malcher, 287, Cidade Velha - Belém - porão da Casa @teatrocuíra). Informações @ciaexperimentalwb Evento Gratuito #Apresentação Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Mário Cezar da Silveira promove conscientização sobre Alzheimer no livro “O que me falta”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 20 de jan. de 2025 LC Agência Mário Cezar da Silveira promove conscientização sobre Alzheimer no livro “O que me falta” A obra mostra as dores de quem lida com os problemas que a enfermidade traz Imagem: divulgação. Após se especializar em acessibilidade e adequar toda uma vida para receber Carolina, sua filha com paralisia cerebral, o profissional da área de arquitetura e escritor Mário Cezar da Silveira se dedica à literatura como ferramenta de conscientização. Agora, em homenagem à sogra, com quem conviveu diariamente quando acometida pelo Alzheimer, o autor imprime os desafios reais de muitas famílias que enfrentam a doença em "O que me falta...". A partir de pesquisas e investigações com psiquiatras, gerontologistas e neurologistas, Mário busca despertar no leitor a necessidade de reconectar laços e estimular uma sociedade mais acessível. Anúncio A obra mostra as dores de quem lida com os problemas que a enfermidade traz. Sensível ao processo de apagamento da memória, o autor dá voz à protagonista, que narra como enfrenta as dificuldades de mobilidade, a rejeição dessa nova condição e um imenso sentimento de vazio, que só consegue preencher com o avanço do Alzheimer. Mário Cezar da Silveira apresenta, ainda, conflitos que podem abalar de forma irreparável as relações familiares, como a morte prematura de um filho, a falta de aceitação de transgeneridade e o preconceito racial. o evento busca fortalecer a economia local e oferecer produtos exclusivos e de qualidade. Serviço : “O que me falta...” de @mariocezardasilveira Editora: Letra D’Arte Onde encontrar: Amazon # Literatura Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Fest Tapajós Encantado agita Santarém com Brega, Carimbó, Forró, Pagode e Pop Rock

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 29 de jan. de 2024 Natashia Santana Fest Tapajós Encantado agita Santarém com Brega, Carimbó, Forró, Pagode e Pop Rock O evento teve 16 talentosos artistas locais, com exposição de artesanato e uma viagem gastronômica # Evento Imagem: divulgação. No último sábado (27 ), em Santarém , a Praça Barão de Santarém, conhecida como Praça São Sebastião, foi palco do Fest Tapajós Encantado . Um total de 16 artistas locais fizeram shows, foram 10 horas de performances musicais emocionantes, abraçando uma ampla gama de ritmos que variaram do brega ao carimbó, passando pelo forró, sertanejo, rock pop e pagode. Para os santarenos que compareceram em peso, o Fest não foi apenas um evento musical, mas uma celebração da diversidade cultural e uma oportunidade de apreciar o talento dos artistas da região. A coordenação estima que mais de 1.000 pessoas se reuniram na praça ao longo do evento. Anúncio Sob a liderança da coordenadora do evento, Bruna Marcião , o Tapajós Encantado trouxe um marco significativo na vida cultural de Santarém. Para ela, que cresceu no meio musical ao lado de seu pai, líder da banda 5a Dimensão, o festival foi a realização de um sonho. "Vimos poucas oportunidades de levar a música para a população em praça pública. O Fest foi uma chance de valorização e arte para os santarenos", expressou Bruna. O palco do anfiteatro da Praça São Sebastião apresentou uma ampla diversidade de talentos, desde artistas consagrados até novos talentos em ascensão. Destacando-se entre eles, Isa Santos, uma cantora recente no cenário do brega, emocionou a plateia com sua voz marcante e origem no quilombo Bom Jardim. Isa destacou a importância do evento para representar sua comunidade e a cultura local. “Essa é uma chance do público conhecer a gente, saber de onde a gente vem, conhecer o nosso trabalho. Que venha mais projetos como esse, que nos abrace, que nos acolhe”, disse ela. Imagem: divulgação. Encontro de gerações musicais: O Fest Tapajós Encantado cumpriu seu objetivo de valorizar os artistas locais e proporcionar entretenimento de qualidade ao público. Anderson Luís , coordenador artístico do evento, enfatizou que o festival foi um encontro enriquecedor e de alegria. “A nossa equipe preparou tudo e levou um som de qualidade, que todos artistas merecem em eventos gratuitos ao público”, destacou. Os artistas que iluminaram o palco do Fest Tapajós Encantado incluíram Mestre Chico Malta e Grupo Cobra Grande de Carimbó, Priscila Castro, Banda 5° Dimensão, Dan Selassie, Nato Aguiar, Banda Phenomena, Carla Patricy, Daya Neves, Erika Freire, Isa Santos, Érica Moy, Nalva Santos, Tonny Reis, Som A3, Sorriso Aberto Show e Jailson Mix 10, cada um trazendo sua energia e estilo únicos para o evento. Anúncio O conhecido cantor santareno, Nato Aguiar , parabenizou a coordenação do Festival e disse que são espaços como este que levam a cidade a terem momentos históricos. “A música da Amazônia faz aquilo que Tolstói disse: se você quer ser universal que você cante a sua aldeia”, enfatizou Sobre o Fest: O Fest Tapajós Encantado não é apenas um evento, mas sim um símbolo do potencial artístico e cultural de Santarém e região. Isso não seria possível sem o apoio da Lei de Incentivo Paulo Gustavo do Estado do Pará, por meio da secretaria de cultura do Estado. Além do apoio da prefeitura de Santarém, refletindo o compromisso em fortalecer e promover a cultura local. Intagram : @tapajos.encantado.fest Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Instituto Letras que Flutuam lança campanha de financiamento coletivo

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 19 de jun. de 2025 Instituto Letras que Flutuam lança campanha de financiamento coletivo A campanha marca o primeiro aniversário do Instituto e objetiva garantir seu funcionamento contínuo e sustentável Imagem: divulgação. Por Gil Soter — Brasil. 19/06/2025 Está no ar a c ampanha de financiamento coletivo do Instituto Letras que Flutuam (ILQF) , um chamado à ação para quem acredita na potência das águas, das palavras e dos saberes amazônicos. Com contribuições a partir de R$ 25, o público pode apoiar diretamente a primeira instituição do Brasil dedicada à cultura ribeirinha da Amazônia — e se tornar parte de um movimento de valorização da arte gráfica popular que há décadas colore os rios com palavras. A campanha marca o primeiro aniversário do Instituto e objetiva garantir seu funcionamento contínuo e sustentável. Diante dos desafios territoriais enfrentados — como grandes distâncias na Amazônia colossal, dificuldades de comunicação e de deslocamento —, a campanha busca reunir recursos para estruturar um núcleo profissional de trabalho, superando o atual modelo baseado no voluntariado. A proposta é simples e urgente: transformar o Instituto em uma organização com capacidade operacional estável, com equipe remunerada e foco total no desenvolvimento dos projetos. Anúncio Mais do que celebrar um ano de existência, a campanha abre caminho para o futuro. “O futuro dessa tradição depende de políticas de valorização, mas também de engajamento popular. A campanha é uma forma concreta de participação: com R$25 por mês, é possível colaborar nos esforços do ILQF para a transformação da realidade de mestres que mantêm viva essa arte centenária”, destaca Fernanda Martins , presidenta e idealizadora do Instituto. Serviço : Campanha de financiamento coletivo – Apoie o ILQF a partir de R$25/mês Link disponível na bio do Instagram @letrasqflutuam e no SITE . #Campanha Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Cordão do Galo realiza programação de cultura e cidadania em Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 6 de jan. de 2026 Cordão do Galo realiza programação de cultura e cidadania em Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó O Cordão do Galo volta à região em janeiro com uma programação de cultura, tradição, transmissão de saberes, educação e participação comunitária Imagem: d ivulgação. Por Fernando Assunção — Belém(Pará),Amazônia. 06/01/2026 - 07h00 O Instituto Arraial do Pavulagem continua firme e forte no seu trabalho anual na Ilha do Marajó. O Cordão do Galo volta à região em janeiro com uma programação de cultura, tradição, transmissão de saberes, educação e participação comunitária entre os dias 5 e 11 de janeiro. O projeto desembarca em Cachoeira do Arari com uma série de atividades voltadas a crianças, adolescentes e famílias, reafirmando o compromisso do Instituto com a formação cultural, a cidadania e a preservação das tradições populares da região. Anúncio O Cordão do Galo se desenvolve ao longo de uma semana de ações formativas, culminando no tradicional cortejo pelas ruas de Cachoeira do Arari, no dia 11 de janeiro. O músico e cofundador do Arraial do Pavulagem, Júnior Soares , explica que o projeto vai além do artístico. “O Cordão do Galo é um gesto de cuidado com as crianças, com as famílias e com a cultura do Marajó. Um trabalho construído com escuta, troca e afeto, que mostra como a nossa cultura pode ser uma ferramenta de transformação social”, diz. Serviço : Cordão do Galo 2025 Local: Cachoeira do Arari (Ilha do Marajó – PA) Período: de 5 a 11 de janeiro de 2025 Atividades: oficinas culturais, vivências artísticas, ações de cidadania, atividades ambientais e cortejo cultural Cortejo do Cordão do Galo: domingo, 11 de janeiro, pelas ruas da cidade Entrada: gratuita Informações: @arraialdopavulagem #Pavulagem Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • COP30: Hackathon do DIBB abre inscrições gratuitas para maratona de inovação em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 22 de set. de 2025 COP30: Hackathon do DIBB abre inscrições gratuitas para maratona de inovação em Belém A maratona de inovação vai reunir até 150 participantes, entre estudantes, profissionais de tecnologia, empreendedores, pesquisadores e representantes do setor público e privado Imagem: divulgação. Por Gil Sóter — Belém(Pará), Amazônia. 22/09/2025 O Hackathon do Distrito de Inovação e Bioeconomia de Belém (DIBB) está com inscrições abertas e gratuitas para sua primeira edição, que acontece de 26 a 28 de setembro de 2025 , no Memorial dos Povos, em Belém. A maratona de inovação vai reunir até 150 participantes, entre estudantes, profissionais de tecnologia, empreendedores, pesquisadores e representantes do setor público e privado, para criar protótipos e estratégias voltados a dois grandes eixos: bioeconomia e soluções urbanas. Um hackathon é uma dinâmica imersiva de colaboração em que equipes multidisciplinares têm pouco tempo para desenvolver propostas criativas e funcionais, apresentadas em formato de pitch a uma banca de especialistas. Ao longo de três dias, os participantes terão acesso a mentorias, oficinas técnicas, checkpoints e rodadas de pitch, encerrando com a premiação das melhores soluções. Anúncio Para Antonio Abelém , coordenador de inovação do DIBB, o diferencial desta edição está no olhar amazônico. “O objetivo é pensar em como ciência, inovação, empreendedorismo e saberes tradicionais podem gerar impacto positivo tanto para a cidade quanto para a floresta. É a Amazônia mostrando que não é apenas um território a ser preservado, mas também um espaço de criatividade, conhecimento e geração de novos modelos de desenvolvimento.” Serviço: Hackathon do DIBB – Distrito de Inovação e Bioeconomia de Belém Local: Memorial dos Povos, Belém – PA Data: 26 a 28 de setembro de 2025 Mais informações e link de inscrição (gratuitas) no Instagram @dibbelem #Incrições Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Curandeira do século XX ganha homenagens nos muros da Casa das Artes

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 1 de mar. de 2023 Ana Laura Carvalho Curandeira do século XX ganha homenagens nos muros da Casa das Artes #Exposição Obra de Sultana Xavier - Imagem: divulgação. Os muros da Casa das Artes , em Belém, têm dado espaço para que artistas idealizadoras do projeto “Anciãs da Amazônia” (@ancias.amazonidas) façam homenagens ao legado deixado por mulheres que fizeram história com seus conhecimentos, repassados de geração em geração, seja através da arte, música, dança, religião ou gastronomia, por exemplo. Sultana Xavier é uma das mulheres homenageadas pelo projeto. Nascida em 12 de janeiro de 1924, na cidade de Santarém, no oeste do Pará, veio de uma família de mulheres fortes e resilientes. Junto com sua mãe, Maria Amélia, trabalhou desde cedo na roça e enfrentou todas as adversidades da vida junto dos nove filhos, até 1994. Ainda menina, Sultana tinha o dom da cura a partir do uso de plantas e orações. Foi reconhecida sacaca, tendo como seu mentor o pajé Laurelino. Este era uma grande liderança indígena na região do médio Tapajós, por conta da sua luta pelo reconhecimento da identidade e demarcação da terra dos Munduruku de Taquara. Sultana era tida na região por sua forte ligação com a cultura da terra. Era ela quem incentivava as festividades de santos, os remédios feitos com ervas e orações, além de sua forte relação com a cultura e demais moradores ribeirinhos. Além de curandeira, era parteira e atendia mulheres que não tinham condições de chegar aos hospitais. Deixou um legado de acolhimento e sua casa é lembrada por sempre estar de portas abertas a quem precisasse de cura, conselhos ou alimento. Obra de Sultana Xavier - Imagem: divulgação. O projeto “Anciãs da Amazônia” é idealizado pelo Núcleo de Conexão Artística e Feminina Marpará (@marpara_) (Mulheres Artistas Pará) e foi selecionado pelo edital do Prêmio Fundação Cultural do Estado do Pará (FCP) de Incentivo à Arte e Cultura, do Governo do Pará (@governopara). Para Moara Tupinambá (@maoratupinamba), que integra o grupo de artistas, a exposição é uma oportunidade “possamos, a partir da arte, representar e trazer a história de mulheres que de alguma forma não estão nos livros ou na grande mídia, mas que foram e continuam sendo muito necessárias para a construção da nossa cultura viva na Amazônia”, defende. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Júnior Soares e Luê levam o novo espetáculo “Dois Rios” ao SESC Teatro Casa Isaura Campos

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 5 de dez. de 2025 Júnior Soares e Luê levam o novo espetáculo “Dois Rios” ao SESC Teatro Casa Isaura Campos Duas trajetórias da música paraense se encontram em um show inédito Imagem: d ivulgação. Por Fernando Assunçã o — Belém(Pará), Amazônia. 05/12/2025 - 07h00 Duas trajetórias da música paraense se encontram em um show inédito . O espetáculo Dois Rios é um encontro artístico afetivo entre Junior Soares (@jrsoares64), músico e cofundador do Arraial do Pavulagem, e Luê (@luemusica), cantora, instrumentista e sua filha. A apresentação ocorre domingo (07/12) , às 17h , no SESC Teatro Casa Isaura Campos. “Dois Rios nasce da ideia de que memórias, tradições e gestos musicais atravessam gerações como águas que descem de margens diferentes, mas se reconhecem quando se encontram”, comenta Júnior Soares. “O show combina trajetórias que carregam a mesma herança amazônica, mas se expressam com personalidades e caminhos próprios”, diz Luê . Anúncio Após circular por eventos fechados durante a COP30, esta será a primeira vez que Dois Rios chega ao público. O momento representa um novo capítulo para a dupla, que compartilha com a cidade uma obra que nasce do afeto e da criação em família de dois nomes consolidados da música paraense amazônica. No palco, os artistas constroem um diálogo que une a energia das tradições populares da região e a delicadeza melódica que marca o estilo de Luê. O resultado é uma colaboração que carrega a força da cultura amazônica e a sensibilidade das histórias familiares. Serviço : Dois Rios – Júnior Soares e Luê Dia: Domingo (07/12) às 17h Local: SESC Teatro Casa Isaura Campos (Tv. Quintino Bocaiúva, 569 – Reduto) Entrada: gratuita (espaço sujeito à lotação) #Show Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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