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  • Mila Costa lança seu primeiro EP OURO VERDE

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 23 de jan. de 2026 Mila Costa lança seu primeiro EP OURO VERDE Já disponível em todas as plataformas de streaming Imagem: Ákila Beatriz / D ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 23/01/2026 - 07h00 Nesta sexta-feira (23), a artista paraense Mila Costa lança seu primeiro EP OURO VERDE que apresenta quatro músicas, disponível em todas as plataformas de streaming ( Spotify ) , entre elas “Manifesto Nortista” , lançada em novembro de 2025 durante a COP30 e que se tornou um hino em homenagem à cultura Nortista. As outras três canções misturam repertório autoral, como o brega "Saudades" e o samba "Eu Mereço Mais", mas também uma releitura de um clássico da música popular brasileira: "Do Tamanho do Mundo", de Antonio Novaes . “’Do Tamanho do Mundo’ é minha nova música de trabalho porque mostra a importância de carregarmos nossas raízes mesmo quando estamos fora da nossa região, além de mostrar que somos grandes quando nos olhamos de uma perspectiva diferente”, explica a artista. "Manifesto Nortista” foi o primeiro single da cantora e compositora lançado em novembro de 2025 durante a COP30 e é um manifesto que critica a exclusão geográfica e social do Norte do país pelo restante do Brasil, enfatizando a potência da região. A música também questiona a apropriação cultural que frequentemente assola o povo nortista, a pluralidade da região e joga luz na beleza e contribuição do Norte para a cultura brasileira. Assista “Quando ainda estava na Faculdade, a maioria dos livros sobre música que eu comprava desconsideravam a produção artística feita no Norte como parte da música brasileira”, relembra Mila como um dos fatos que se transformou em impulso para escrever ‘Manifesto Nortista’. “Manifesto Nortista” ganhou videoclipe dirigido por Arthur Anthony e foi gravado em Belém, na cidade velha, Forte do Castelo e Beco do Carmo,Também traz cenas em Barcarena pra explorar o Pará e sua Amazônia urbana e florestal, com seus rios e paisagens de belezas naturais, que fazem parte do cotidiano nortista. Os cenários foram escolhidos pra mostrar a pluralidade da região. Com o EP OURO VERDE , Mila ganha ainda mais alcance e provoca reflexões sobre o Norte, sobre o amor, sobre o seu lugar de fala como uma mulher, artista, brasileira. Anúncio O EP traz sonoridades diversas da música popular brasileira como carimbó, brega, boi, influencias latinas, bossa nova, samba e fala de amor, desamor, empoderamento feminino e muita brasilidade. Cada música do disco reivindica o ouro que cada um merece ter. “Quando eu tinha 3 anos, eu sonhava em ser cantora. Na minha infância, valia ouro pra mim continuar a sonhar, a esperança sempre esteve em mim, mesmo com grande parte das pessoas tentando podar meus sonhos. Conforme fui estudando música e crescendo, começando a me ver como uma mulher, artista, nortista, de origem pobre, o mais valioso pra mim era poder concretizar o meu sonho, mesmo com o sistema dizendo que aquilo não era pra quem tinha a origem que eu tenho", comenta a produtora. "Hoje o mais valioso pra mim é poder ser uma agente de mudanças no mundo com a música que eu produzo, com a artista que eu sou e poder viver da profissão que eu escolhi", Mila Costa Sobre a Artista Mila Costa Mila Costa é artista lírica e popular, produtora e músicoterapeuta. Formada em música pela Universidade Federal do Pará (UFPA), em Letras pela ESMAC, técnica em canto lírico pela EMUFPA, técnica em arte dramática pela EETEPA, especialista em musicoterapia pelo CENSUPEG. No canto popular estudou com nomes como Clara Sandroni (RJ), Sabah Moraes (GO) e Jefferson Luz (PA). No canto Lírico se formou na classe da professora Doutora Márcia Aliverti e participou de master classes com Denise de Freitas (SP), Giovanni Tristacci (SP), Michelangelo Cavalcanti (República Tcheca) e Ana Ester (Portugal). Foi integrante do coro lírico profissional do Teatro da Paz em Belém e cantou em óperas como “La Vida Breve" de Manuel de Falla e “Um baile de Máscaras" de Verdi. Dos projetos mais recentes, podemos destacar: “Homenagem às vozes negras brasileiras", iniciado em 2022, com gravações de músicas de artistas negros brasileiros, que contou com a produção musical de Ricardo Cunha. Em 2023 estreou três shows denominados “Encanto Amazônico”, “Baile da Sereia” e o premiado pela Fundação Cultural do Pará “Canto do Uirapuru”. Serviço : Lançamento do EP OURO VERDE, de Mila Costa, Já disponível em todas as plataformas de streaming AQUI . Informações: ( 91) 987460242 #Lançamento Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • UNIPOP: Inscrições para Ode ao Círio 2023 seguem abertas

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 8 de ago. de 2023 Caroline Dominguez UNIPOP: Inscrições para Ode ao Círio 2023 seguem abertas #Inscrições Ode ao Círio trata-se de um espetáculo teatral de rua que a UNIPOP realiza desde 2006, por meio de seu grupo de teatro, participantes do curso de teatro e comunidade em geral a partir de 18 anos. Não precisa ter experiência com a arte teatral. Anúncio Em virtude do espaço da sede da Unipop está em reforma, a oficina ocorrerá especialmente do Núcleo de oficinas do Curro Velho. A inscrição Ode ao Círio 2023 será online o link você encontra nas redes sociais da Unipop: @unipol_oficial e @unipopgtu Serviço : Inscrição: de 03 a 11 de agosto. Início da oficina: 14 de agosto. PERIODO DA OFICINA: DE 14 de agosto a 05 de Outubro Local de realização da oficina: Fundação Curro Velho. Dias: Todas Segundas e Quartas Horário: de 19h as 21:30h Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Potência sueca do metal ‘Disruption’ lança EP autointitulado explosivo

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 22 de mai. de 2024 Collapse Agency Potência sueca do metal ‘Disruption’ lança EP autointitulado explosivo A canção explora elementos da Música Popular Brasileira (MPB) #Mundo Imagem: divulgação. Disruption , a potência do metal sueco, acaba de lançar seu tão aguardado EP autointitulado, entregando um ataque sonoro que promete cativar metaleiros em todo o mundo. Com energia implacável e uma paleta musical diversificada, a mais recente oferta do Disruption mostra a evolução da banda e o seu compromisso inabalável em ultrapassar os limites do seu género. De riffs esmagadores a baterias estrondosas, o EP é uma prova da versatilidade e habilidade musical do Disruption. Apresentando seis faixas inéditas, cada música é um ataque implacável de agressão e intensidade, que certamente deixará os ouvintes entusiasmados e famintos por mais. Pela primeira vez, a banda apresenta uma música em sueco, cimentando ainda mais a sua ligação às suas raízes e herança. Anúncio Mas o Disruption não se contenta em apenas lançar um EP — eles já estão trabalhando duro em seu segundo videoclipe, solidificando ainda mais sua presença na cena metal. Com o seu EP autointitulado, Disruption reafirma seu status como uma das bandas mais formidáveis do metal moderno, provando mais uma vez que sua música transcende fronteiras e linguagens. À medida que o mundo caminha em direção a um futuro incerto, uma coisa é certa: a Disrupção estará lá, fornecendo a trilha sonora para o fim dos dias. Serviço : Ouça “Disrupção” AQUI . Instagram @disruptionkna Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Belém recebe o espetáculo “Marrom, O Musical”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 28 de mar. de 2023 Danielle Ferreira Belém recebe o espetáculo “Marrom, O Musical” #Espetáculo Imagem: divulgação. Depois do grande sucesso em São Paulo, Rio de Janeiro, São Luís e João Pessoa, onde foi visto por mais de 75.000 mil pessoas, “Marrom, O Musical”, chega à Belém do Pará em curta temporada no Theatro Paz. Serão três apresentações: nos dias 31/03, 01 e 02/04. O espetáculo pretende reafirmar o teatro como um ato de comunhão. Que vai fazer rir, chorar, cantar junto, se espantar, se emocionar, ser criança de novo, encontrar o desconhecido. Quem vier de olhos e braços abertos, vai certamente sair da plateia, depois das quase duas horas – pouco para contar e cantar tanto – como Alcione é com relação à vida e à arte. Segundo Miguel Falabella (@miguelfalabellareal) “Quando Jô Santana me convidou para, a princípio, dirigir o espetáculo que encerraria sua trilogia do samba, sobre Alcione, uma das maiores intérpretes da música brasileira, não só aceitei encantado, como percebi que, para encenar um espetáculo que me satisfizesse plenamente como realizador, eu precisaria também assumir a dramaturgia”. Serviço: Apresentações: Dias 31 de março às 20h; dia 01 às 20h30 e 02 de abril às 18h Local: Theatro da Paz (@theatrodapazoficial) Ingressos à venda: Plataforma: www.ticketfacil.com.br ou na bilheteria do Theatro da Paz – (91) 98590.3523 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Musical “Um Anjo Veio Me Contar” celebra 10 anos e retorna aos palcos de Belém 

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 18 de dez. de 2025 Musical “Um Anjo Veio Me Contar” celebra 10 anos e retorna aos palcos de Belém O espetáculo conta com banda ao vivo e um desfecho que, há 10 anos, emociona plateias de diferentes idades Imagem: d ivulgação. Por Vagner Mendes — Belém (Pará),Amazônia. 18/12/2025 - 07h00 O musical de Natal “Um Anjo Veio Me Contar” retorna aos palcos de Belém em uma edição especial que celebra 10 anos de trajetória. Com músicas e roteiro inteiramente autorais, o espetáculo será apresentado no dia 19 de dezembro , no Teatro do Ses i, com sessões às 17h30 e 20h . A narrativa acompanha duas crianças de universos sociais distintos, Junielson Jr. (Kalleu Ripardo) e Laila (Bia Risuenho), que não compreendem o verdadeiro significado do Natal. A partir do encontro com anjos enviados por Deus, personagens que transitam entre o divino e o cotidiano, a história conduz o público a uma reflexão sensível sobre esperança, empatia e partilha, valores centrais da celebração natalina. O espetáculo conta com banda ao vivo e um desfecho que, há 10 anos, emociona plateias de diferentes idades. Anúncio Idealizadora, roteirista e diretora geral do musical, Alessandra Mello destaca que o espetáculo propõe uma leitura simbólica e contemporânea do Natal. “A história parte da figura dos anjos como mensageiros e guias, que nos convidam a olhar para a nossa própria realidade e para a do outro. É um convite a resgatar o sentido fraterno da data, para além das questões materiais, e a refletir sobre como vivemos o Natal no nosso dia a dia”, afirma. Serviço : Um anjo veio me contar – O musical de natal da Trindade Jovem Sessões: 19/12/2025 às 17h30 e 20h00. Local: @teatrosesipa Ingressos: Sympla.com ou Bilheteria do Teatro. Mais informações:( 91)99223-7706 ou @trindadejovem e @trindadepa_ #Musical Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Belém celebra o Orgulho LGBTI+ neste domingo (29)

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 28 de set. de 2024 Assessoria Belém celebra o Orgulho LGBTI+ neste domingo (29) São mais de duas décadas que a população LGBTI+ do Estado celebra e valoriza sua existência, numa ação que sinaliza resistência e afirmação de identidade # LGBTI+ Imagem: divulgação. As ruas de Belém serão invadidas pelas cores vibrantes do respeito e da igualdade e, sobretudo, do orgulho , neste domingo (29) , na 22ª Parada do Orgulho LGBTI+ do Pará . São mais de duas décadas que a população LGBTI+ do Estado celebra e valoriza sua existência, numa ação que sinaliza resistência e afirmação de identidade, mesmo diante da crescente homofobia, e na constante luta e proteção pelos direitos das pessoas LGBTI+. O movimento LGBTI+ da cidade quer contar com o apoio de várias frentes na realização da parada, mas também para uma série de ações paralelas na área da saúde, do direito e de entretenimento. Mesmo com as dificuldades encontradas pela produção do projeto, o evento não vai deixar de realizar essa que é uma das formas da população LGBTI+ fazer suas reivindicações por políticas públicas que protejam e promovam a cidadania dessas pessoas. Anúncio Este projeto vem atrelar as principais referências musicais dos 20 anos de carreira do Artista "Precisamos criar novas possibilidades para uma identidade artística, pois a maturidade profissional me faz andar por ritmos maravilhosos e precisam ser reverenciados trazendo a origem e essência de como tudo iniciou na minha vida!” , conta o cantor. Serviço : 22ª Parada do Orgulho LGBTI+ do Pará Dia: Domingo (29/09) Concentração às 12h na Av. Doca de Souza Franco. Caminhada até o Ver-o-Rio às 15h Informações (91) 98141-9047 e @paradadoorgulholgbtidopara Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Artistas paraenses levam o Ritmo Brega para a maior cidade do país, São Paulo

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 4 de ago. de 2023 Adriana Fukuoka Artistas paraenses levam o Ritmo Brega para a maior cidade do país, São Paulo #Música Imagem: divulgação. Do Pará para o mundo, essa é a frase cheia de orgulho que todo paraense ama pôr para fora ao anunciar um dos seus sendo reconhecido por multidões fronteiras afora. Acerca deste objetivo, o Projeto Ritmos da Amazônia , vai ser realizado na cidade de São Paulo nos dias 5, 19 e 26 de agosto de 2023, com o intuito de levar a musicalidade, os ritmos e a cultura amazônica para a maior cidade do país, disseminando toda a carga simbólico-cultural paraense ao valorizar diversos nomes da música regional que vão marcar presença no evento. Anúncio “Sem dúvida uma oportunidade linda de levarmos a nossa cultura, a nossa música, nosso jeito de falar e de vestir, para um público que talvez não conheça tão profundamente a cultura amazônica na sua diversidade, a valorização que nós artistas do brega paraense sentimos com essa iniciativa sem dúvida é de nos encher de vontade de fazer cada vez mais parte dessa riqueza cultural que é o brega”, ressalta a cantora Jamilly Araújo, que se apresenta no projeto Ritmos da Amazônia. Serviço : Projeto Ritmos da Amazônia Três shows em agosto (5/8- 19/8- 26/8) no Centro de Tradições Nordestina (CTN) em São Paulo. Instagram: @talentosdaamazonia (91) 98049-5438 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Espetáculo indígena idealizado por atriz paraense vence Prêmio APCA

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 5 de fev. de 2026 Espetáculo indígena idealizado por atriz paraense vence Prêmio APCA O anúncio dos vencedores foi divulgado pela Associação Paulista de Críticos de Arte, e a cerimônia de entrega está prevista para o final do semestre, em São Paulo Imagem: d ivulgação. Por Gil Sóter — Belém(Pará),Amazônia. 05/02/2026 - 07h00 As belezas da infância de quem nasce e cresce na Amazônia conquistaram um dos prêmios mais relevantes das artes no Brasil. O espetáculo indígena Pa’ra – Rio de Memórias (@parariodememorias), idealizado e protagonizado pela atriz , diretora e pesquisadora paraense Lenise Oliveira (@_leniseoliveira), venceu o Prêmio APCA 2025 na categoria Melhor Monólogo Infantojuvenil . O anúncio dos vencedores foi divulgado pela Associação Paulista de Críticos de Arte (@apcapremio), e a cerimônia de entrega está prevista para o final do semestre, em São Paulo. Inspirado na cosmovisão do povo Sateré-Mawé, a obra se afasta de representações coloniais dos povos originários. Não há penas nem pinturas corporais em cena. A identidade visual aposta em cores vibrantes e símbolos ligados à cultura amazônica e paraense, enquanto a trilha sonora original mistura musicalidades indígenas com referências do brega e do tecnobrega, criando uma ponte entre ancestralidade e vida urbana contemporânea. Anúncio Lenise celebrou o reconhecimento como uma valorização da cultura amazônica e das narrativas originárias. Para a artista, o prêmio reforça a potência das narrativas do Norte no cenário cultural brasileiro. “Eu me sinto muito honrada em receber esse prêmio. É um reconhecimento do valor da nossa cultura, da nossa pluralidade e da importância de contar as nossas histórias. elebremos a vida, as culturas originárias e o poder que temos de ser nortistas”. Entre a aldeia e o Jurunas Lenise Oliveira é atriz, pesquisadora e ativista do movimento indígena. Iniciou sua trajetória artística no Pará, integrou grupos experimentais de teatro e atuou em montagens da cena local. Em 2019, passou a cursar Artes Cênicas na Universidade Federal do Pará (UFPA) e, em 2021, mudou-se para São Paulo, onde aprofundou sua formação e ampliou sua atuação artística em diferentes projetos e coletivos. Pa’ra – Rio de Memórias é um desdobramento do projeto Perspectivas Indígenas em Cena, contemplado pelo edital Funarte Retomada 2023 – Teatro. O espetáculo parte das memórias de infância de Lenise, vividas no bairro do Jurunas, em Belém, para construir uma narrativa voltada às infâncias indígenas em contexto urbano. Em cena, a artista interpreta Dalú, uma criança indígena que precisa deixar o território de seu povo e migrar com a mãe para a periferia de uma grande cidade, enfrentando desafios relacionados à identidade, ao pertencimento e ao território. Anúncio “A obra emerge desse mergulho no meu rio de memórias, da minha relação com os meus avós, com o meu avô construtor naval e com a minha avó, que foi a grande matriarca da família. Tudo isso é celebração, é vida”, diz Lenise. Segundo ela, o espetáculo também traz forte presença da sonoridade paraense, com referências às festas de aparelhagem e a artistas como Viviane Batidão, Gang do Eletro e Vanderlei Andrade, além de ser finalizado com a música Legado, da artista Liège. “Muitas vezes existe uma tentativa de nos enquadrar, de apagar o que somos. Eu queria falar sobre isso de um jeito sensível, que alcançasse as crianças, mas também os adultos”, afirmou. #Premiação Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Livro "Que será, será" reflete sobre a importância dos sonhos para sobreviver as frustrações da vida

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 28 de abr. de 2025 Livro "Que será, será" reflete sobre a importância dos sonhos para sobreviver as frustrações da vida Com textos curtos, a publicação mescla os formatos de poemas, cartas e frases para retratar experiências comuns, mas intensas Imagem: divulgação. Por LC Agência — Brasil. 28/04/2025 Mudar um RG pode ser apenas uma burocracia. Trocam-se a foto, o ano, o modelo e o órgão emissor. Mas esse documento tão habitual também registra as transformações de uma vida. No caso do multiartista Thiago Prado , de uma atualização para a outra, ele deixou de ser um adolescente do Realengo que sofria bullying na escola e ainda aprendia a desenhar, para se tornar um artista de quase 40 anos, com diversos projetos internacionais, uma moradia no Leme e um detalhe a mais na carteira que o define como neurodivergente. Tornou-se quem sempre sonhou ser. Estas transformações que passam de maneira quase imperceptível diante das atribulações do cotidiano são registradas pelo escritor em Que será, será. Referência à clássica música do filme “O homem que sabia demais” (1934), de Hitchcock, a obra une passado, presente e futuro para retratar as experiências de um homem constantemente impactado pelos confrontos de existir no mundo. Anúncio Com textos curtos, a publicação mescla os formatos de poemas, cartas e frases para retratar experiências comuns, mas intensas. O sentimento de inadequação, o medo de falhar, as dificuldades dos relacionamentos, a beleza das amizades, a desesperança acerca do futuro, as inseguranças sobre a identidade e até a raiva de perder o ônibus na parada são alguns dos temas abordados. “Que será, será” de Thiago Prado (@iamthiagoprado) Onde comprar: Opera Editorial #Literatura Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Exposição “Faces Da Amazônia” segue aberta para visitação até começo de abril em Icoaraci

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 25 de mar. de 2024 Maria Christina Exposição “Faces Da Amazônia” segue aberta para visitação até começo de abril em Icoaraci O local de visitação fica na Rua Padre Júlio Maria, 163, Cruzeiro. Icoaraci, até 03/04/24, com agendamento # Exposição O folclore 1, o folclore 2 e o folclore 3 - Imagem: divulgação. Selecionada no edital FCP 2023 de experimentação e pesquisa em arte, Maria José Batista mostra sua mais nova produção Na Casa do Artista , em Icoaraci . ‘Faces da Amazônia’, mostra de resultados do processo da pesquisa, é composta por peças feitas sob inspiração de máscaras africanas, que expressam muitas vezes situações cotidianas, e retratam o povo amazônico, reunindo as etnias que estão na gênese da formação do homem e da mulher amazônida. A mostra tem, além da série que dá nome à exposição, obras que remetem à floresta e aos rios que circundam nossa cidade, e à região, como forma de celebração pela natureza tão próxima. A ideia era criar uma instalação, mas outras obras foram surgindo compondo uma exposição vibrante e cheia de cores: “todos os trabalhos têm autonomia, mas dialogam entre eles quando juntos”, ela diz. Anúncio O curador do projeto, o artista Werne Oliveira (@werne_souza), diz que é perceptível como ela mantém a identidade que a fez conhecida nas artes visuais, como artista naïf: “essa característica é reforçada e aprofundada por novos elementos e novos suportes como os estandartes e obras apresentadas em forma de móbile”, afirma. Serviço : “Faces da Amazônia” de @maria_jose12117 Local: @ na.casa.do .artista (Rua Padre Júlio Maria, 163, Cruzeiro. Icoaraci) Visitação até 03/04/24 com agendamento pelos telefones 91. 982099392 e 988913224. Entrada Franca . Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • "Espíritos da Floresta: MAHKU" - CAIXA Cultural Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 17 de nov. de 2025 "Espíritos da Floresta: MAHKU" - CAIXA Cultural Belém A produção do coletivo está diretamente ligada à preservação da floresta e dos territórios indígenas Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 17/11/2025 A CAIXA inaugurou, no início de outubro, a CAIXA Cultural Belém , o primeiro espaço da instituição na região norte e o oitavo equipamento no país. Localizado no Porto Futuro II, na Estação das Docas, o novo espaço conta com um teatro com capacidade para 280 pessoas, três galerias expositivas e salas para oficinas, consolidando-se como um importante centro de arte e cultura amazônica que já recebeu desde sua inauguração mais de 50 mil visitantes. Duas exposições marcaram a abertura da unidade: “Espíritos da Floresta; MAHKU” e “Paisagem em Suspensão”. A produção do coletivo MAHKU está diretamente ligada à preservação da floresta e dos territórios indígenas. Sob o lema “vende tela, compra terra”, o coletivo direciona a venda de suas obras para a aquisição de áreas ao redor das aldeias huni kuin, assegurando a proteção da Floresta Amazônica, de seu povo e de seus saberes. Anúncio A mostra integra o circuito cultural da COP30, período em que Belém se torna o epicentro dos debates globais sobre o clima e o futuro da Terra — e, simbolicamente, a capital brasileira durante o evento. “A arte do MAHKU se insere nesse contexto como uma voz direta da floresta. Suas obras traduzem os cantos sagrados em imagem e cor, evocando equilíbrio, cura e preservação, e reafirmam a urgência de escutar os povos originários na construção de caminhos para enfrentar a crise climática”, explica a curadora Aline Ambrósio. Serviço: “Espíritos da Floresta: MAHKU” Período de visitação: até o dia 25 de janeiro de 2026 Local: Caixa Cultural Belém | Av. Mal. Hermes, S/N – Armazém 6 Porto Futuro II – Umarizal, Belém/PA Horário de funcionamento: terça a sábado, das 11h às 22h; domingo e feriado, das 12h às 22h Entrada gratuita Informações @espiritosdaflorestamahku e @caixaculturalbelem #Exposição Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • “Canto do Uirapuru”: cantora paraense Mila Costa celebra raízes amazônicas em show de retorno a Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 16 de jul. de 2025 “Canto do Uirapuru”: cantora paraense Mila Costa celebra raízes amazônicas em show de retorno a Belém Um espetáculo que traduz a potência da música amazônica e o reencontro da artista com suas origens Imagem: Valério Silveira / Divulgação. Por Walace Ferreira — Belém(Pará), Amazônia. 16/07/2025 Com saudade pulsando na voz e a força da ancestralidade na bagagem, a cantora paraense Mila Costa retorna a Belém para apresentar o show “Canto do Uirapuru” , no próximo sábado (19) , às 21h , na Casa Namata , um espetáculo que traduz a potência da música amazônica e o reencontro da artista com suas origens. A apresentação, que já foi premiada pela Fundação Cultural do Pará, nasceu de uma pesquisa iniciada em 2013 na Universidade Federal do Pará (UFPA), e agora volta à cidade natal da artista como um grito de pertencimento e resistência cultural. Misturando carimbó, lundu, marabaixo, boi-bumbá , clássicos do repertório paraense, canções autorais e homenagens a grandes nomes da música nortista, Mila constrói uma narrativa que entrelaça identidade, memória e emoção. “Cantar em Belém é reafirmar o meu pertencimento a esta terra, cidade onde estudei, onde fiz minha formação musical e onde moram as pessoas mais importantes da minha vida. Mesmo quando estou longe, trago Belém comigo”, afirma emocionada. O título do show evoca o Uirapuru , pássaro mítico da Amazônia cuja lenda inspira a narrativa do espetáculo. Segundo a tradição, o Uirapuru é um jovem indígena que, por amor, pede a Tupã que o transforme em pássaro. Seu canto, raro e encantador, tornou-se símbolo de sorte. Para Mila, o Uirapuru também é metáfora da exclusão histórica da música nortista nos grandes centros culturais do Brasil. “Nosso canto ainda é raro de se ouvir nacionalmente. Mas quando ecoa, como o do Uirapuru, revela toda a sua potência”, destaca. Anúncio Além da musicalidade, o show também é um ato político e afetivo. Mila compartilha em cena não só sua trajetória artística, mas também sua vivência como mulher amazônida, filha de Belém com raízes familiares em São Domingos do Capim, Igarapé-Miri, São Francisco do Pará e Ananindeua . “A mulher amazônida tem que lutar o dobro para se consolidar enquanto artista. Enfrentamos o machismo e também a exclusão da nossa região. Por isso, é preciso estudar, resistir e se afirmar o tempo todo”, diz. Com uma formação musical plural que vai do canto lírico ao jazz, do samba à música regional , Mila já interpretou obras de Mozart, Bizet, Verdi e Schumann, além de se inspirar em vozes como Leila Pinheiro, Jessye Norman, Nina Simone, Leny Andrade, Nazaré Pereira, Milton Nascimento e Alaíde Costa . Essa diversidade sonora se reflete no seu estilo único, que não se prende a gêneros e transita entre o erudito e o popular com naturalidade. A artista, que já se apresentou em diversas cidades do Sudeste, como São Paulo e Rio de Janeiro, destaca a emoção de ver nortistas se reencontrando com suas raízes por meio de sua música. “É sempre especial cantar para públicos que não conhecem a Amazônia e que, através do show, passam a se interessar por nossa cultura. Em outros casos, é como um abraço de saudade para quem está longe da terra natal”, relata. Um dos momentos mais marcantes foi o show no SESC São Carlos (SP) , em 2024, realizado no dia do Círio de Nazaré . “Mesmo longe de casa, levei a energia do Círio no meu canto. Foi uma forma de celebrar junto com nortistas e paulistas presentes”, conta. Imagem: Valério Silveira / Divulgação. Sobre o futuro, Mila adianta que novidades estão por vir: músicas novas, shows e novos projetos . E deixa um recado especial aos artistas amazônicos: “Acreditem em vocês. Muita gente vai tentar fazer você desistir, mas acreditar é o primeiro passo. Estudem muito, isso traz confiança. Saiba quem você é e nunca deixe de se afirmar”. Serviço : Mila Costa apresenta o show “Canto do Uirapuru” , no próximo sábado (19), às 21h, na Casa Namata ( Av. Conselheiro Furtado, 287). #Show Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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