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  • Quem cabe nesta cidade?

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 5 de out. de 2026 Quem cabe nesta cidade? Quantas vezes uma pessoa trans ainda terá de negociar publicamente o direito de ser reconhecida Imagem meramente ilustrativa / Divulgação. Por Juliano Bentes — Belém(Pará),Amazônia . 05/10/2026 - 07h00 Há algumas semanas, uma pergunta que eu preferia não precisar fazer em 2026 começou a me acompanhar pelas ruas de Belém: quantas vezes uma pessoa trans ainda terá de negociar publicamente o direito de ser reconhecida como quem é para conseguir ocupar os espaços mais ordinários da cidade? Escrevo como pessoa trans que vive aqui e participa da comunidade trans de Belém, portanto essa pergunta não chega a mim como um tema externo, escolhido apenas por interesse intelectual. Ela atravessa o meu corpo, as conversas com pessoas próximas e os cuidados que aprendemos a ter ao circular; por isso me irrita ver uma discussão sobre banheiro continuar mobilizando parlamentos e governos como se o problema estivesse no corpo de quem entra, e não na vontade de alguém de fiscalizá-lo. A Em março, Erika Hilton tornou-se a primeira mulher trans a presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. A eleição ocorreu com onze votos para Erika e dez votos em branco, numa sessão em que parlamentares questionaram se aquele espaço deveria ser ocupado por uma mulher cis. Há uma violência política particular nessa cena: Erika chega a uma posição institucional dedicada às mulheres e, antes que se discuta aquilo que pretende fazer no cargo, sua própria condição de mulher volta a ser julgada. Sua presença revela a resistência que aparece quando uma pessoa trans deixa de ser apenas objeto de políticas públicas e passa a ocupar o lugar de quem também as formula. Poucos meses depois, no Pará, a governadora Hana Ghassan sancionou a Lei no 11.660, de 13 de julho de 2026, que permite a templos e instituições confessionais determinar o uso de banheiros a partir da chamada definição biológica de sexo, afastando expressamente a identidade de gênero como critério. O Ministério Público Federal havia recomendado o veto integral do projeto, apontando indícios de inconstitucionalidade e riscos de violação de direitos fundamentais; a sanção veio mesmo assim. Agora Hana volta às urnas como candidata ao governo do estado, e é difícil tratar essa decisão como detalhe administrativo: houve ali uma escolha política sobre até onde o reconhecimento da identidade de uma pessoa trans deve valer. Anúncio Berenice Bento chamou de “cidadania precária” essa forma brasileira de conceder reconhecimento às pessoas trans por pedaços, acumulando normas que permitem que uma identidade seja aceita em determinada instituição e volte a ser discutida na seguinte. Formulado a partir do debate sobre nome social, o conceito ajuda a enxergar o que a lei paraense produz para além do banheiro: o Estado reconhece uma identidade e, ao mesmo tempo, autoriza determinados espaços a suspendê-la diante de uma porta. Para quem vive essa experiência, a precariedade aparece na necessidade de nunca presumir que um direito já reconhecido continuará valendo quando se muda de ambiente. Talvez por isso me incomode tanto que tudo isso aconteça numa Belém que passou os últimos anos aprendendo a falar incessantemente de futuro. A preparação para a COP30 reorganizou paisagens e modos de apresentar a cidade ao mundo, criando um vocabulário oficial de modernização e acolhimento. Eu gosto de ver Belém desejando futuro, mas desconfio de qualquer projeto que reforme a superfície da cidade sem enfrentar as hierarquias que decidem quais corpos circulam com tranquilidade e quais chegam a um lugar já calculando a possibilidade de constrangimento. Para uma pessoa trans, uma porta de banheiro pode condensar esse cálculo de maneira brutalmente cotidiana. Na noite de 6 de setembro, uma pessoa trans, descrita por parte da imprensa local como travesti, foi assassinada a facadas nas proximidades da Praça da República. Mesmo ferida, ela correu em busca de socorro pela Avenida Presidente Vargas e morreu antes de receber atendimento. A Polícia Civil ainda investiga a autoria e a motivação, portanto não há elemento público suficiente para afirmar que se tratou de um crime motivado por transfobia. Eu não quero transformar uma pessoa que não conheci em evidência conveniente para meu argumento, porque pertencer à mesma comunidade não me concede intimidade com sua vida nem o direito de fazer de sua morte uma metáfora disponível. Essa cautela, entretanto, não nos obriga a fingir que a morte aconteceu fora de qualquer história. Luanna Tomaz Souza e Davi Haydeé Almeida analisaram inquéritos de assassinatos de travestis ocorridos em Belém e mostraram como a transfobia podia desaparecer das interpretações policiais enquanto discursos criminalizantes sobre as próprias vítimas ganhavam espaço. O estudo não autoriza antecipar a motivação deste caso, mas impede que a ausência inicial de uma classificação seja tratada como neutralidade absoluta; ele nos obriga a acompanhar como as instituições constroem explicações para determinadas mortes e o que conseguem reconhecer como violência de gênero. Não inventar uma conclusão não exige esquecer o contexto em que a pergunta precisa ser feita. Juliano Bentes - Imagem: divulgação. A cobertura jornalística acrescentou uma camada particularmente incômoda. Enquanto alguns veículos informavam que a vítima ainda não havia sido identificada publicamente, um portal publicou um nome masculino completo sem explicar se aquele era o nome pelo qual ela vivia, se correspondia apenas ao registro civil ou se existia outra situação. Não temos informação suficiente para chamar isso de deadnaming, e eu não repetirei o nome porque não sei se ela o reconhecia como seu. Quando uma pessoa já não pode corrigir a notícia sobre a própria morte, a responsabilidade de quem escreve deveria aumentar, e não diminuir. É impossível, para mim, colocar esses acontecimentos na mesma cidade sem sentir que alguma coisa está profundamente deslocada. Em Brasília, uma mulher trans chega à presidência de uma comissão dedicada aos direitos das mulheres enquanto sua própria condição de mulher é contestada; no Pará, uma governadora sanciona uma lei que autoriza determinadas instituições a relativizar a identidade de gênero diante de um banheiro. Pouco antes de eu escrever esta coluna, uma pessoa trans morreu procurando ajuda no centro de Belém e sua identificação foi tratada de maneira contraditória pela imprensa. Não são acontecimentos equivalentes nem formam uma cadeia causal, mas revelam o quanto a autonomia de pessoas trans ainda pode ser considerada matéria aberta à decisão de terceiros. Eu gostaria que a discussão sobre cidade começasse também por aí, porque pertencimento não se mede apenas pela quantidade de obras entregues nem pela imagem que conseguimos vender para quem chega. Uma cidade diz para quem existe quando alguém consegue atravessá-la sem precisar justificar o próprio corpo a cada fronteira cotidiana, e nós, pessoas trans, sabemos como essas fronteiras aparecem nos lugares mais corriqueiros. Se Belém quer continuar falando de futuro, precisa encarar a pergunta menos confortável de qualquer projeto de modernização: quem está sendo imaginado dentro desse futuro e quem continua obrigado a pedir licença para existir nele? Enquanto algumas pessoas ainda precisarem negociar o direito de serem reconhecidas para ocupar a cidade, a pergunta permanece aberta: que cidade queremos construir, e para quem? Juliano Bentes Artista, professor, pesquisador e produtor cultural em Belém, doutor em Artes pela Universidade Federal do Pará e integrante do Movimento Cultural das Themônias. Fontes no arquivo abaixo QUEM CABE NESSA CIDADE .pdf Fazer download de PDF • 74KB # Reconhecimento Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Paulo Roberto Ferreira lança seu 5° Livro "Roubaram Meu Libertango"

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de mar. de 2023 Estante Cultural Paulo Roberto Ferreira lança seu 5° Livro "Roubaram Meu Libertango" #Crônica Imagem: divulgação. Nesta quinta-feira (30/03) o jornalista e escritor, Paulo Roberto Ferreira (@paulotirio) irá lançar em Belém o seu quinto livro intitulado " Roubaram Meu Libertango " pela editora Paka-Tatu (@editorapakatatu). É um livro de crônicas. São 31 crônicas, publicadas desde 2014. Primeiro no jornal impresso “O Estado do Tapajós”, em Santarém (depois em sua versão no site Oestadonet); no jornal “Resistência”; no site “Estante Cultural ( www.estantecultural.info )” e em sua página no Facebook. Sobre o processo de criação e pesquisa do livro, o autor conta que Primeiro foi convidado pelo jornalista Miguel Oliveira, do jornal “O Estado do Tapajós”, a escrever semanalmente, fazendo essa com regularidade durante três anos. "Isto é importante porque me obrigava a produzir com regularidade e estar sintonizado com os temas da semana ou com as questões que ocupavam o noticiário nacional ou regional. No 'Estante Cultural' comecei a colaborar pouco antes do período da pandemia", afirma Paulo Roberto. Depoimento de Nélio Palheta - Imagem: divulgação. Segundo Paulo, o objetivo de selecionar algumas crônicas e publicá-las em livro foi para mostrar um pouco da sua vivência como repórter, sua opinião como jornalista, memórias como cidadão e também para falar de acontecimentos, peculiaridades e as formas de vida na Amazônia, ainda tão desconhecida do resto do País e do mundo. "O foco do meu trabalho é mostrar que existe vida pulsante aqui na Amazônia. E que apesar da visão colonialista de quem vive fora da nossa região, que não é só floresta, como afirma a professora e escritora Vânia Torres ( “À Sombra da Floresta” ). Aqui temos várias formas de resistência, luta e um modo próprio de viver que, infelizmente, muitos teimam em ignorar", ressalta o autor. "Um livro é sempre uma oportunidade de reflexão para o leitor, mas também uma possibilidade de viajar com o escritor, de sonhar, de se identificar ou de reagir ao conteúdo do texto", finaliza Paulo. Sobre o Autor : Natural de Belém, jornalista profissional e escritor. Mestre em Ciências da Educação (Universidade de Évora); especialista em Planejamento do Desenvolvimento Regional (NAEA/UFPA). Trabalhou como repórter, redator e editor de jornais e revistas, com passagem pela imprensa alternativa (“Bandeira 3” e “Resistência”). Foi repórter, apresentador e diretor de TV. É autor dos livros “A censura no Pará – A mordaça a partir de 1964” ; “Encurralados na Ponte – o massacre dos garimpeiros de Serra Pelada” ; “O apagador de florestas” ; “Mosaico Amazônico” ; e coautor de “O homem que tentou domar o Amazonas” . Serviço : O lançamento do livro será no dia 30/03, a partir das 17 horas, na livraria da Editora Paka-Tatu, que fica na rua Bernal do Couto, 785, no Umarizal, próximo do mercado de Santa Luzia, em Belém. LEIA MAIS Quando o jornalista vira Cronista - Micro crônica sobre o novo livro de Paulo Roberto Ferreira Vânia Torres Costa lança o livro "À sombra da floresta: a Amazônia no jornalismo de televisão" Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Bandas Muvi e Hannover comandam Especial Anos 80 neste sábado (8) em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 7 de jun. de 2024 Luana Moraes Bandas Muvi e Hannover comandam Especial Anos 80 neste sábado (8) em Belém A festa "Especial Anos 80" é um projeto do Studio Pub que tem como objetivo o resgate de toda a experiência sonora dessa década #Show Imagem: divulgação. Para os amantes da chamada "década de ouro" da música universal, neste sábado (08/06) , vai ser realizado a festa "Especial Anos 1980" , no Studio Pub-Presidente Pernambuco , sob o comando das bandas paraenses Muvi e Hannover , entregando tributo especial com os maiores sucessos de bandas nacionais e internacionais. Prepare-se para embarcar numa viagem no tempo rumo aos hits mais dançantes da história. A festa "Especial Anos 80" é um projeto do Studio Pub que tem como objetivo o resgate de toda a experiência sonora dessa década. É uma festa para o público que viveu os tempos de ouro ou sempre simpatizou com a gosto musical e não perde a chance de dançar aos sons da melhor época. Evento para todas as gerações amantes da década de ouro. Anúncio Na festa temática vai tocar: The Smiths, The Cure, Depeche Mode, A-HA, Queen, Dire Straits, Pink Floyd, U2, Michael Jackson, Rod Stewart, Cazuza, RPM, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e muito mais. Para completar a noite, terá o DJ Junior Soares iniciando os trabalhos às 20h , seguidos da Banda Muvi às 22h e a Banda Hannover às 00h . Informações sobre a programação e ingressos em @studiopubbelem Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Elvis Vs Beatles: Batalha de covers agita sexta-feira (20) em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 20 de set. de 2024 Luana Moraes Elvis Vs Beatles: Batalha de covers agita sexta-feira (20) em Belém Uma noite com música de alto nível com covers de tirar o fôlego #Show Imagem: divulgação. Para os fãs de Elvis Presley e da banda Beatles , sexta-feira ( 20 ), está mais que especial no Studio Pub da Presidente Pernambuco , que vai receber o espetáculo musical "Elvis Vs Beatles" , em uma noite com música de alto nível com covers de tirar o fôlego. Um ícone da música mundial muito bem representado no Pará pelo artista Elvis da Amazônia, reconhecido nacionalmente como o melhor cover nacional de Elvis Presley, ele representa a personificação do saudoso músico que marca gerações mundo afora. Anúncio Com o uso de um figurino excêntrico composto por pantalonas, suas marcantes golas altas e uma atuação que encanta e abrilhanta sua apresentação marcada por uma voz grave e inesquecível, o artista é um símbolo da cultura mundial no Pará, enlouquecendo os fãs de Elvis Presley. Quem dá vida ao artista nos palcos é o advogado Hely Pereira , mais que um simples fã do Rei do Rock mundial. Hely já tem uma extensa trajetória interpretando o artista Elvis da Amazônia, tendo gravado um CD em estúdio e dois DVDs dando vida ao cover do Rei do Rock, e se apresentando a nível nacional. Serviço : @elvis.inconcert e @beatlesforeverbelemofficial Dia: Sexta-feira (20/09) às 21h Informações @studiopubbelem Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Curtas premiados são destaque em Mostra Indígena no Sesc Ver-o-Peso

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de mai. de 2026 Curtas premiados são destaque em Mostra Indígena no Sesc Ver-o-Peso A programação celebrará o sucesso de duas produções dirigidas por mulheres indígenas, recentemente consagradas na 11ª edição do Amazônia FiDoc Rami Rami Kirani - Imagem: d ivulgação. Por Priscila Cobra — Belém ( PA),Amazônia . 26/05/2026 - 07h00 A força do cinema indígena contemporâneo ganha os holofotes nos dias 29 e 30 de maio, durante a III Mostra Tekó de Artivismo Indígena . O evento, que acontece no Sesc Ver-o-Peso, traz como um de seus destaques a 1ª Mostra Audiovisual Esaetá — termo que, em Tupi, significa "muitos olhares". Além de oferecer ao público geral um panorama da produção audiovisual indígena no Brasil e em Belém, a programação celebrará o sucesso de duas produções dirigidas por mulheres indígenas, recentemente consagradas na 11ª edição do Amazônia FiDoc (Festival Pan Amazônico de Cinema). As obras foram vencedoras da Mostra As Amazonas do Cinema, dedicada ao protagonismo feminino. O filme “Rami Rami Kirani”, dirigido por Lira e Luciana Tira Hunikuin, conquistou o prêmio de Melhor Curta-metragem pelo Júri Oficial. A obra acompanha as mulheres da Aldeia Mibãya em sua jornada de empoderamento espiritual ao questionarem o monopólio masculino no preparo da medicina tradicional. Anúncio Já o filme-manifesto “Quem Quer?”, da cineasta e diretora teatral Célia Maracajá, reafirmou sua conexão com o público ao vencer o prêmio de Melhor Curta-metragem pelo Júri Popular. O docudrama experimental aborda o dilema de uma jovem indígena desaldeada da periferia de Belém entre a afirmação de sua identidade e o acesso às políticas de cotas nas universidades.s. Serviço : III Mostra Tekó de Artivismo Indígena / I Mostra Audiovisual Esaetá Data: 29 e 30 de maio de 2026 Local: Sesc Ver-o-Peso (Boulevard Castilhos França, 522/523 - Campina, Belém) Entrada: Gratuita Informações: @teko.artivismo # Mo s t ra Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Bloco Apoena realiza carnaval na quadra da Escola de Samba da Matinha

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 16 de fev. de 2023 Jaqueline Ferreira Bloco Apoena realiza carnaval na quadra da Escola de Samba da Matinha #Carnaval Imagem: divulgação. Conhecido por incentivar a cultura paraense, o Espaço Cultural Apoena (@espacoculturalapoena) se volta, também, neste ano, para a valorização do Carnaval enquanto manifestação cultural popular e realiza o Bloco do Apoena na nova quadra da Escola de Samba da Matinha, no bairro de Fátima. A programação tem acesso gratuito e conta com mais de dez atrações locais distribuídas nos dias 18 e 19, sempre a partir das 15h. As atrações foram escolhidas dentre o extenso rol de artistas consagrados que se apresentam, semanalmente, no Apoena. No sábado, 18, dentre as atrações já confirmadas, estão Bando Mastodontes fazendo um feat com Layse Rodrigues, Banda Nação Ogan, Bateria Show da Matinha e os DJs Rony do Guamá e Raul Bentes. Já no domingo, 19, se apresentam Sandrinha e banda, Afoxé Ita Lemi Sinavuru, Roda de Samba Fé no Batuque e o DJ Me Gusta. A concentração do Bloco começa sempre às 15h em frente à escola da Matinha. Os shows serão realizados no interior da quadra, sujeitos a lotação. Serviço : BLOCO APOENA Data: dias 18 e 19 (Sábado e domingo) Hora: 15h concentração na frente da Escola da Matinha (Trav. Caldeira Castelo Branco esquina com a R. Antônio Barreto) Informações: (91) 98213-6071 / 98158-0829 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Belém recebe show do maior cover de Bruno Mars da América Latina

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 16 de out. de 2025 Belém recebe show do maior cover de Bruno Mars da América Latina O evento será realizado nesta sexta-feira, 17 de outubro, às 22h, no Salão de Eventos da Sede Campestre do Grêmio Português, em Belém Imagem: Divulgação. Por Assessoria - — Belém(Pará),Amazônia. 16/10/2025 O Grêmio Literário Português apresenta uma noite inesquecível de música, energia e emoção com o espetáculo “Mars Experience” , o maior tributo a Bruno Mars da América Latina, comandado por Johnny Matos e a banda Georocks , que vai apresentar um tributo especial a banda Coldplay. O evento será realizado nesta sexta-feira, 17 de outubro, às 22h, no Salão de Eventos da Sede Campestre do Grêmio Português, em Belém. Sempre me falavam da semelhança com o Bruno Mars, decidi ir ao show e acabei, no mesmo dia, gravando um vlog para o meu canal no YouTube. Foi um dia incrível, bastou aparecer no local que logo todos solicitavam tirar fotos comigo, quase não acreditei, meus 5 minutos de fama”, conta Matos, sorrindo ao se lembrar de como a fama de sósia de Bruno Mars iniciou. Anúncio Reconhecido como o maior cover de Bruno Mars da América Latina, Johnny Matos é cantor, dançarino e performer que conquistou o público por sua impressionante semelhança física e vocal com o astro norte-americano Bruno Mars. Sua trajetória começou após ser notado em um show do próprio Bruno Mars em São Paulo, no ano de 2017. Serviço : Show com o maior cover do Bruno Mars da América Latina, @johnnymatos, nesta sexta-feira (17/10) às 22h no Salão de Eventos da Sede Campestre do @gremioportuguespa em Belém. Ingressos e mesas: ingressofly.com #Show Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Festival country alia música e churrasco em São Francisco do Pará

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 19 de mai. de 2023 Gil Sóter Festival country alia música e churrasco em São Francisco do Pará #Festival Imagem: divulgação. Churrasco, família e música. Para essa combinação ficar ainda melhor, o cenário: uma fazenda localizada a 100 km de distância de Belém, em São Francisco do Pará. A programação desta sexta-feira (19) do espaço Celeiro convida a um dia para provar as delícias da culinária local, preparadas com ingredientes cultivados na própria fazenda, além de experimentar diversos cortes especiais de carne, ao som de um show com o melhor do country music, pop e rock. Anuncie aqui O power trio do Celeiro Country Band traz no repertório clássicos do blues, rock e música folk, em versões de artistas como Johnny Cash, Willie Nelson, Elvis Presley, Creedance e The Beatles. “A gente também toca pop, já que dá para adaptar bastante coisa para uma pegada country, com o som do violino e outros recursos. A ideia é fazer um show no melhor estilo country”, diz o integrante da banda, Eryck Giacon. Serviço : "Sabor, Churrasco & Fazenda”, nesta sexta-feira, 19, a partir de 17h, no Celeiro, localizado na BR 316 Km 89, São Francisco do Pará. Informações @oceleirofrutosdalavoura Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Artistas recontam lendas amazônicas com olhar feminino

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 30 de out. de 2024 Assessoria Artistas recontam lendas amazônicas com olhar feminino o lançamento oficial está previsto para Novembro # Literatura Imagem: divulgação. Se você cresceu no Pará, provavelmente já ouviu alguma história de visagem . Essas histórias de arrepiar os sentidos foram a inspiração para o livro Visagentas , que está em pré-venda , o lançamento oficial está previsto para Novembro. A obra é fruto da parceria entre duas mulheres amazônidas. A escritora, contista e jornalista Iaci Gomes uniu seus talentos aos da artista visual e designer Renata Segtowick ( para dar origem a 10 contos inspirados em histórias clássicas de visagens, relatos fantásticos e assombrações paraenses, reescritas a partir do ponto de vista feminino. Anúncio “Eu já abordava o fantástico, o místico e as referências de Belém, onde eu nasci. Então eu vinha observando há algum tempo as discussões de gênero nas histórias de terror e nos filmes. Quando eu trouxe a ideia para a Iaci, era nesse sentido de desmistificar o papel da mulher nas histórias, porque é muito comum a mulher ser a bruxa, a má ou a sofredora e queríamos recontar esses relatos a partir de outro lugar”, explica Renata. Serviço : Livro Visagentas (@iacigomes e @renataseg.art) Lançamento: 22/11 às 18h Local: Centro Cultural da Justiça Eleitoral do Pará. Rua João Diogo no 284, bairro Campina, Belém - PA Pré-venda: beacons.ai/visagentas Informações: @visagentas e www.visagentas.com.br Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Nilson Chaves lança novo disco em show no Theatro da Paz

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 13 de out. de 2022 Gil Sóter Nilson Chaves lança novo disco em show no Theatro da Paz #Show Ensaio Nilson Chaves - Imagem: Carlos Borges / Divulgação. Nilson Chaves (@nilsonchavesoficial) lança novo disco no palco do Theatro da Paz (@theatrodapazoficial), neste sábado (15/10), em Belém. Entre os artistas convidados, Ceumar (@ceumar_cantora), Patrícia Bastos (@patriciabastoscantora), Simone Almeida (@simonealmeida2) e Lucas Lima (@vozlucaslima). O show marca o lançamento de “Segue o barco”, uma ode à vida e aos recomeços. Os ingressos já estão à venda. O cantor e compositor paraense é figura elementar da cultura popular nortista. Com cerca de 900 mil álbuns vendidos e 27 lançados, a obra de Nilson atravessa gerações e estabeleceu hinos da música amazônica, como “Sabor Açaí”, “Olho de Boto” e “Tô que tô saudade”. A vida e obra do artista é celebrada no projeto “Segue o barco”, que compreende uma série de eventos: o museu virtual, lançado em setembro, com todo o acervo de Nilson; o lançamento do single e clipe do novo disco homônimo; e agora, reúne artistas no Theatro da Paz para o lançamento do disco e show do grand finale do projeto. “Nilson tem uma obra central na construção estética da identidade musical amazônica, contribuindo de forma determinante para borrar as fronteiras entre regionalismo e world music, ao ressignificar musicalmente os referenciais rítmicos e poéticos das diversas expressões artísticas da cultura popular da Amazônia”, diz Pedro Vianna, diretor artístico do projeto. O show: O espetáculo apresentará para o público de Belém o repertório do novo trabalho musical de Nilson, com os mesmos arranjos e músicos que tocaram no disco, além de versões novas dos grandes sucessos do artista, que não podem ficar de fora. Nilson conta que chegar aos 70 anos nos palcos, com disco novo, e tantos planos é um brinde à vida depois de ter enfrentado a Covid-19, que o debilitou de forma aguda, mas foi superada. “Esse momento celebra o milagre, o amor, a vitória da saúde. Me sinto premiado com esse projeto. ‘Segue o barco’ representa isso: vamos em frente, brindando a vida, brindando parceiros antigos e novos parceiros. Esse projeto é uma vitória do carinho, da vida, da energia positiva”, comemora. Participam do espetáculo as atrações nacionais Ceumar, Patrícia Bastos, e os intérpretes paraenses Simone Almeida e Lucas Lima, que também participaram no álbum. O disco traz 10 canções autorais inéditas e será disponibilizado em todas as plataformas digitais e também contará com versão física em CD para colecionadores. Serviço : Show "Segue o barco", dia 15 de outubro, no Theatro da Paz. Ingressos: theatrodapaz.com.br e na bilheteria do teatro. Texto: Gil Sóter (Assessoria de Comunicação) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Ver de Ver-o-Peso retorna ao palco no Festival SESI Cultura Amazônia em Cena

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 16 de out. de 2025 Ver de Ver-o-Peso retorna ao palco no Festival SESI Cultura Amazônia em Cena Desde sua estreia, em 1982, a peça se firmou como um marco da cultura local ao transformar o icônico Ver-o-Peso em palco narrativo Imagem: Divulgação. Por Assessoria - — Belém(Pará),Amazônia. 16/10/2025 Ver de Ver-o-Peso está de volta aos palcos, encerrando a programação do Festival Cultura Sesi Amazônia em Cena , em grande estilo. Exercício de reconciliação com a memória coletiva de Belém, em cada esquete, a feira renasce entre riso, crítica e encantamento e sugere: olhar para o Ver-o-Peso é olhar para nós mesmos. Desde sua estreia, em 1982, a peça se firmou como um marco da cultura local ao transformar o icônico Ver-o-Peso em palco narrativo. Com estrutura em esquetes, a montagem mistura humor, sátira social e pequenas narrativas que retratam a vida dos feirantes, dos transeuntes e da multiplicidade humana que habita esse lugar emblemático. Anúncio Trazendo o equilíbrio entre memória e contemporaneidade, a cada nova montagem, o texto original é revisitado e enriquecido com elementos do presente, trazendo expressões, dilemas sociais, tensões urbanas, sem perder sua raiz. Assim, Ver de Ver-o-Peso permanece vivo, dialogando com as transformações de Belém e mantendo sua importância simbólica junto ao público local. Serviço : Ver de Ver-o-Peso. Nos três dias 16, 17 e 18 de outubro, sempre às 20h, no Teatro do SESI. Ingressos pela plataforma Sympla e na bilheteria física do teatro: segunda a sexta, das 9h às 18h; nos dias de espetáculo, até o início da sessão; em sábados, domingos e feriados, a partir das 14h quando houver evento. Informações: @teatrosesipa #Teatro Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Retrospectiva: Psica Gang dominou os lançamentos do segundo semestre de 2022

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 9 de jan. de 2023 Fernando Assunção Retrospectiva: Psica Gang dominou os lançamentos do segundo semestre de 2022 #Festival Diretores do Psica, Jeft Dias e Gerson Júnior - Imagem: Nay Jinkss / Divulgação. Lançado em julho de 2022, o selo Psica Gang (@psicagang) é um braço da produtora Psica Produções (@psicaproducoes), responsável por realizar eventos como o Festival Psica. O selo nasceu com a missão de conectar artistas periféricos das diversas regiões do Pará, agenciando e profissionalizando suas carreiras. O objetivo já vinha sendo cumprido antes do selo, mas, com a Psica Gang, o trabalho foi ampliado, a partir, principalmente, da parceria fechada com a gigante da música, Warner Music (@warnermusicbr). Ao todo, são mais de 20 artistas que fazem parte do selo, incluindo nomes como Jeff Moraes, Layse, Arthur da Silva e Nic Dias. Só no segundo semestre, foram cerca de dez lançamentos musicais, a maioria com videoclipe. Em agosto, a série “Para Abrir os Caminhos” deu início oficial aos trabalhos do selo em parceria com a Warner.A multinacional promover os artistas locais nas plataformas de reprodução música, a exemplo do Spotify e Deezer. Com a influência de uma gravadora de grande porte como a Warner, os cantores e cantoras paraenses passaram a ser incluídos em playlists desses aplicativos, possibilitando um maior alcance de seu trabalho. Foi o caso da Layse, cantora nascida em Breves, na Ilha do Marajó, que teve “Love Lomas”, uma música marcada pela influência da música das periferias paraenses, como o brega e o arracha, impulsionada a nível nacional. “Lancei ‘Love Lomas’ em outubro e já é a música mais ouvida nas minhas plataformas. Com a ajuda da Warner, ela passou a ocupar destaque em playlists nacionais. O resultado me surpreendeu, com a minha música obtendo números impressionantes em cidades como Recife, por exemplo, onde a reprodução chegou a se igualar com Belém. Uma música com a sonoridade da nossa periferia se conectando com outras grandes cidades. É uma vitória para a cultura paraense, considerando todo o preconceito que o nosso brega sofre por ser uma música escutada na periferia”, destaca a cantora. O beatmaker Navi Beatz lançou, em setembro, “Freeverse XXI”, parceria com o rapper Drinc Esc. Além disso, trabalhou na produção de outros lançamentos da Psica Gang, a exemplo das duas músicas da MC Íra, “Meu Vulgo” e “Vinguei”. Ele comemora que a parceria da Warner trouxe bom impacto para o rap nortista. “Eu acho que está sendo um momento importante para o hip hop paraense. Saiu música pela Psica Gang em todos os meses do segundo semestre e eu tive a honra de trabalhar em algumas e, ainda, jogar na pista um ‘trampo’ autoral. Me sinto honrado de ter participado e vivido esse momento. Para o ano que vem, o trabalho é redobrado”, conta. Para o diretor da Psica Produções e da Psica Gang, Jeft Dias, o balanço da parceria é positivo: “A gente está já buscando outras formas de estreitar mais esses laços, como fechando parceria com a editora da Warner para amplificar mais ainda o alcance dos nossos artistas, como conseguir botar as músicas em filmes e séries, por exemplo. Um representante da Warner esteve no Festival Psica [realizado este mês], inclusive, nós trouxemos ele para conhecer a cena local, o que que está sendo feito aqui e ele ficou maravilhado”. Bernardo Palmeira, gerente de A&R na Warner Music Brasil, também comemora a parceria. “Acho que a grande ‘onda’ é desmistificar essa coisa de que em algumas regiões do Brasil, a música tem uma conotação mais folclórica. Hoje a gente percebe um orgulho das tradições, a gente percebe um orgulho dessa origem conectada com os movimentos urbanos, com o trap, com o rap, com o R&B, com estilo mais globais da música pop, sem perder o estilo e a personalidade paraense. A parceria com a Warner chegou para unir forças para potencializar essa cena, que é muito forte, com artistas cada um com uma identidade muito definida. Para nós, da Warner, só ficamos honrados com essa parceria, com a confiança que a Psica Gang depositou na gente para ampliar esse alcance e fazer com que outras regiões do Brasil conheçam o trabalho desses artistas tão incríveis”, conclui. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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