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- Livro "Que será, será" reflete sobre a importância dos sonhos para sobreviver as frustrações da vida
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 28 de abr. de 2025 Livro "Que será, será" reflete sobre a importância dos sonhos para sobreviver as frustrações da vida Com textos curtos, a publicação mescla os formatos de poemas, cartas e frases para retratar experiências comuns, mas intensas Imagem: divulgação. Por LC Agência — Brasil. 28/04/2025 Mudar um RG pode ser apenas uma burocracia. Trocam-se a foto, o ano, o modelo e o órgão emissor. Mas esse documento tão habitual também registra as transformações de uma vida. No caso do multiartista Thiago Prado , de uma atualização para a outra, ele deixou de ser um adolescente do Realengo que sofria bullying na escola e ainda aprendia a desenhar, para se tornar um artista de quase 40 anos, com diversos projetos internacionais, uma moradia no Leme e um detalhe a mais na carteira que o define como neurodivergente. Tornou-se quem sempre sonhou ser. Estas transformações que passam de maneira quase imperceptível diante das atribulações do cotidiano são registradas pelo escritor em Que será, será. Referência à clássica música do filme “O homem que sabia demais” (1934), de Hitchcock, a obra une passado, presente e futuro para retratar as experiências de um homem constantemente impactado pelos confrontos de existir no mundo. Anúncio Com textos curtos, a publicação mescla os formatos de poemas, cartas e frases para retratar experiências comuns, mas intensas. O sentimento de inadequação, o medo de falhar, as dificuldades dos relacionamentos, a beleza das amizades, a desesperança acerca do futuro, as inseguranças sobre a identidade e até a raiva de perder o ônibus na parada são alguns dos temas abordados. “Que será, será” de Thiago Prado (@iamthiagoprado) Onde comprar: Opera Editorial #Literatura Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Lobão lança clipe de “Canções de um Novo Show”
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 1 de out. de 2025 Lobão lança clipe de “Canções de um Novo Show” A música discute a necessidade de deixar para trás a ideia de que o melhor já passou https://www.youtube.com/watch?v=RzkMCtKUxP0 Por Assessoria — Brasil. 01/10/2025 Nesta última sexta-feira (26/09), Lobão lançou o videoclipe da música “Canções de um Novo Show” , primeiro single de seu próximo álbum de inéditas, Vale da Estranheza, cujo lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2026. O vídeo foi dirigido por João Puig e contou com a direção de fotografia de Bruno Pomella. Lançada no dia 19 de setembro, “Canções de um Novo Show” retoma a parceria de Lobão com o poeta Bernardo Vilhena. A dupla foi responsável por alguns dos maiores sucessos da história do rock brasileiro, como “Vida Louca Vida” e “Chorando no Campo”, e não colaborava em uma composição há trinta anos. Anúncio Segundo Lobão, a música discute a necessidade de deixar para trás a ideia de que o melhor já passou: “o melhor está por vir e o presente tem que ser a manufatura disso. Canções de um novo show, de uma nova era, de um novo presente que nós temos que habitar tanto existencialmente quanto sonoramente”, reflete. Assista ao videoclipe de “Canções de um Novo Show” Acompanhe o artista e seu trabalho em @lobaow #Brasil Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Ministras Margareth Menezes e Cida Gonçalves falam sobre ações voltadas à proteção das mulheres
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 18 de jul. de 2024 Estante Cultural Ministras Margareth Menezes e Cida Gonçalves falam sobre ações voltadas à proteção das mulheres O encontro, realizado na sede do Ministério da Cultura destacou a necessidade de ações robustas e efetivas para proteger as mulheres e combater o feminicídio #MinC Ministras Margareth Menezes e Cida Gonçalves - Imagem: Victor Vec - MinC / Divulgação. Nesta última terça-feira (16/07), a ministra da Cultura (@minc), Margareth Menezes , se reuniu com a ministra das Mulheres (@min.dasmulheres) Cida Gonçalves , para discutir ações conjuntas no âmbito do Movimento Nacional Feminicídio Zero . O encontro, realizado na sede do Ministério da Cultura destacou a necessidade de ações robustas e efetivas para proteger as mulheres e combater o feminicídio. Durante o encontro, Margareth Menezes abordou a importância de iniciativas culturais como ferramentas de conscientização e educação sobre os direitos das mulheres e a prevenção da violência. Anúncio O Movimento Nacional Feminicídio Zero busca unir esforços de diversas esferas da sociedade, promovendo campanhas de conscientização para fortalecer a legislação e as medidas protetivas. Estiveram presentes na reunião a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg ; e a secretária dos Comitês de Cultura, Roberta Martins . Fonte : Ministério da Cultura Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Quando o jornalista vira Cronista - Micro crônica sobre o novo livro de Paulo Roberto Ferreira
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 21 de mar. de 2023 por Nélio Palheta Quando o jornalista vira Cronista - Micro crônica sobre o novo livro de Paulo Roberto Ferreira #Crônica Imagem: divulgação. Quando o jornalista se cansa de ser repórter, envereda, geralmente, pela literatura pura. Vira cronista, ainda que precise fazer apuração para não sepultar o repórter. A ficção é um caminho, tantas são as memórias, os resíduos de reportagens descartados pela edição; os personagens reais ganham outras virtudes na ficção. O senso de observação natural do repórter, que em tudo vê uma notícia, contribui, mais cedo ou mais tarde para que o experiente jornalista escorregue em coletâneas de crônicas e contos, romances e novelas. É nesse perfil que vejo o amigo Paulo Roberto Ferreira, que no novo livro - “Roubaram meu Libertango” - fez uma síntese daquilo que viu, viveu e apurou como repórter enfiado, quase sempre, no interior desta enorme Amazônia farta de pautas. O livro vai ser lançado no dia 30, na sede da editora Paka-Tatu. Nélio Palheta ( @neliopalheta ): Jornalista desde 1972. Atuou em jornal e televisão e assessoria. Trabalhou em agência de propaganda, na área de Asessoria de Imprensa; atuou na Ass. de Comunicação da Telepará (Grupo Telebrás) e Albrás-Alunorte (Vale do Rio Doce). Dirigiu os departamentos de telejornalismo da TV Liberal (Globo) e TV Cultura do Pará. Executa projetos de consultoria em Comunicação e faz Assessoria de Imprensa. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Livro “Meninas Céticas Compartilham Guarda-Chuvas” discute vulnerabilidade, amizade e autoconhecimento
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 6 de abr. de 2026 Livro “Meninas Céticas Compartilham Guarda-Chuvas” discute vulnerabilidade, amizade e autoconhecimento Este lançamento mostra que vulnerabilidade não é sinônimo de fraqueza e que amadurecer exige coragem, tentativas e erros, além de rever as próprias expectativas Imagem: d ivulgação. Por LC Agência — Belém(Pará)Amazônia. 06/04/2026 - 07h00 Cafeterias escondidas entre ruas movimentadas, estações de metrô lotadas e encontros que parecem escritos pelo destino nas paisagens mais icônicas dos cartões-postais da Coreia do Sul: Rio Han, Biblioteca Starfield, Palácio Gyeongbokgung e Namsan Tower. É nesse cenário encantador de K-drama que se passa ‘Meninas Céticas Compartilham Guarda-Chuvas’ , comédia romântica New Adult escrita pela best-seller da Amazon Gisele Fortes e publicada pela Editora Alta Novel. Ambientada em Seul, a obra acompanha Manuela e Alice, duas melhores amigas brasileiras com visões opostas sobre o amor, que descobrem que mudar de país também significa encarar sentimentos guardados por tempo demais. Anúncio Meninas céticas compartilham guarda-chuvas é mais do que uma ponte entre a cultura brasileira e coreana: o título é uma celebração ao amor, à amizade e à sensibilidade de ser você mesmo. Este lançamento mostra que vulnerabilidade não é sinônimo de fraqueza e que amadurecer exige coragem, tentativas e erros, além de rever as próprias expectativas. A autora traz ainda reflexões profundas sobre o poder da amizade feminina, coragem afetiva e a liberdade de escrever a própria narrativa, mesmo quando a vida insiste em improvisar o roteiro. Serviço : Livro “Meninas céticas compartilham guarda-Chuvas” de @giselefortesreal Editora: Alta Novel Onde encontrar: Amazon e principais livraria #Livros Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Crônicas de um jornalista paraense - Resenha de Gutemberg Guerra
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 8 de set. de 2023 Gutemberg Guerra Crônicas de um jornalista paraense - Resenha de Gutemberg Guerra “Roubaram meu Libertango”, título que vem de uma das crônicas em que humoradamente relata algumas de suas experiências variadas da longa trajetória biográfica como jornalista e pesquisador. #Crônicas Imagem: divulgação. Li com prazer o “Roubaram meu Libertango ”, título que vem de uma das crônicas em que humoradamente relata algumas de suas experiências variadas da longa trajetória biográfica como jornalista e pesquisador. Busca algumas na memória, outras vai revelando como tendo sido escritas no calor da vivência e tudo em uma linguagem quase coloquial, serena e detalhada, imergindo o leitor em seus enredos e reflexões críticas. No caso específico dessa emblemática expressão que dá título ao livro, a explica pelo desaparecimento de um disco de Astor Piazzola que lhe era de muita estima. A homenagem a Aldir Blanc é reveladora do conhecimento profundo que exibe sobre os autores de nosso cancioneiro tanto quanto do jornalismo dos quais Aldir participou ativamente com mais de 600 composições e muitos livros. Destaca o senso crítico do artista e seus embates com o regime militar que dominou o país por 21 longos anos e que lhe valeram penas e perseguições. Belém aparece em várias ocasiões como cenário das crônicas, mas uma especial se destaca quando o menino Paulo Roberto Ferreira, morador do bairro da Pedreira, confessa suas descobertas da cidade com a ampliação do seu horizonte de vivências pelos pontos icônicos da capital do estado. Ao bom cronista todo fato vira texto e nada mais emblemático do que o cadáver de um boto amarrado para se estender em lições sobre a cultura amazônica e especulações policiais dignas dos romances dos mais famosos escritores do gênero. O boto é mais do que tipo, é personagem densa das estórias regionais. Digno de estar na calçada da fama! Mas como, se boto não tem pés nem mãos? A calçada da fama em sua versão Belém é descrita e comentada com humor por Paulo Ferreira em uma crônica em que explicita possíveis contradições de uma proposição do gestor municipal imitando a famosa homônima existente em Los Angeles. Mas não só de refinado humor se fazem os escritos dessa obra. Anúncio A ética é abordada em reflexão densa no texto intitulado “E se em vez de Porsche fosse um Uno?”. A pergunta é o ponto de partida para a crítica a comportamentos deletérios estruturais de nossa sociedade em que a corrupção campeia em todas as classes, naturalizados e praticados como se fizessem parte da normalidade. É um texto que merece ser conhecido e trabalhado nas salas de aulas em que a juventude aprende o básico do funcionamento das relações humanas com respeito e civilidade. As linhas vão se desenrolando prazerosamente em descrições de olhares, acontecidos e encontros de amigos como em Confraria do Açaí em que fraternamente confabulam velhos conhecidos libando suas bebidas preferidas, das alcóolicas até a água. Serve de insumo para aula de língua portuguesa a crônica Jornadecente, nas páginas 53 a 55 em que trata dos neologismos utilizados por ilustres e reconhecidos autores do país, encerrando com um desabafo político sobre o desserviço que a maior empresa de comunicação brasileira presta aos nacionais. Bem mais adiante, lá na página 92 a 94, vai comentar sobre as palavras que vão caindo em desuso. Contundente e cheio de mistérios sobre os meandros da ditadura militar é o singelo mosaico de informações alinhados sob o título “A estranha companhia”. A sofisticação com que se patrulhavam os cidadãos com militância crítica ao regime militar punha em risco, nos mínimos detalhes, a sobrevivência dos cidadãos. Corajosamente Paulo Ferreira vai juntando dados e lembranças, reconstituindo um ambiente policialesco do qual certamente não se davam conta os que viveram aquela época conturbada e sob controle absoluto dos executivos de plantão. O aparato repressivo era refinado no trabalho de inteligência e truculento na intimidação aos opositores. Pessoas encontradas no cotidiano poderiam ser os mais figadais inimigos, sem que se dessem a perceber como tal, e a demonstração cabal dessa realidade é desvendada quando se junta a última peça do quebra-cabeças para revelar quem seria aquele que cumpria o mesmo ritual de percorrer o caminho do trabalho, dia após dia, durante meses, anos... Força de expressão maior está na crítica que faz de sua própria profissão quando servil à grande imprensa mercantilista e favorável às classes dominantes. A crítica incide na invisibilidade de categorias sociais oprimidas e que vivem sob condições desumanas, em que pese terem as mesmas personagens dos ricos. A invisibilidade das mães dos pobres é denunciada em uma crônica veemente. O que não falta nesse conjunto de textos é senso crítico e alertas. A sensibilidade do autor sempre esteve à flor da pele e no apurado sentimento de gravidade de cada gesto humano, de cada ação política, de cada política pública, de cada atividade profissional, empresarial, cultural... “Mariana é aqui!” é um berro estrondoso chamando a atenção para a tragédia iminente e presente no cotidiano regional amazônico e como a grande mídia ignora o que se passa nessa suposta periferia. Esse alerta se torna pungente nas páginas 71 a 73, em “Agonias de um rio”. Descrevendo um diálogo e um sonho entre amigos, o texto vira uma maravilhosa encenação dos graves problemas ambientais que vivemos. Para quebrar e diminuir o peso das notícias ruins, as mensagens radiofônicas selecionadas e expostas em “Alô, Alô, correio do interior” são de uma hilaridade ingênua e fazem a delícia do leitor, além de dar uma medida exata da comunicação no meio rural a partir das emissoras. E não cessam as estocadas nas características regionais, entre as quais a migração e as distancias se destacam e são pontuadas pelos eventos familiares que poderiam ser traduzidos como verdadeira diáspora. Anúncio No campo comercial, o escambo praticado chega mesmo a ser reconhecido por um juiz na resolução de uma pendenga entre um empresário e um dono de garimpo. A seleção é eclética e o cotidiano da cidade vai desfilando em cada época com os seus tipos característicos. Mercadores com seus pregões típicos das iguarias que se expõem nas safras associadas a festejos e eventos religiosos, esportivos e políticos. Não escapa à pena arguta do cronista detalhes da principal disputa esportiva do Estado, do qual aspectos escatológicos se manifestam na arquibancada em que se aloja um dos mais destacados contingentes de torcedores. É para espoucar de rir da maneira que o narrador apresenta na “Batalha de Urina” nos estádios. Não fica de fora a percepção sobre um dos principais esportes no pioneirismo atlético do país, relegado depois da massificação do futebol. As regatas continuam, ininterruptamente, mas sem valorização nas pautas midiáticas, para o lamento explícito e muito bem justificado do escritor. Pelos bairros da cidade, a malhação de Judas na semana santa é pauta obrigatória de jornalistas e radialista, e portanto, desse conjunto de crônicas que vão assumindo um caráter etnográfico. A crônica de Paulo Ferreira é calmante em um dos temas com os quais mais tenho conflito: a modernidade tecnológica. Ele intitula de “Maravilhas Tecnológicas” os atributos da virtualidade, mesmo demonstrando o choque intergeracional produzido pelo domínio dos jovens e desconforto dos maduros e idosos no uso dessas geringonças. No conjunto da obra e mesmo na escolha que fez para título desse livro, o autor não me parece feliz para nominar cada uma de suas deliciosas crônicas. Apesar de treinado na elaboração de manchetes pelo exercício como jornalista, seu texto é muito denso mas seus cabeçalhos, a meu ver, não despertam a curiosidade do leitor pelo impacto que provocam, senão pelo hermetismo que encerram na chamada, mas que se espraia em um envolvimento efetivo no texto metrificado para as edições jornalísticas. Quem se dispor a conhecer o Paulo Roberto Ferreira professor, comunicador, com mestrado em Educação em Évora, especialista em Planejamento do Desenvolvimento pela Universidade Federal do Pará e jornalista com atuação em noticiosos escritos, falados e televisivos se deleitará e muito nesse livro que revela muito da carga cultural que o Pará oferece e da erudição exposta pelo autor. Gutemberg Armando Diniz Guerra - Engenheiro agrônomo e escritor Revista Reflexos de Universo, de Salvador (BA), em julho/2023 Fonte : Regatão Cultural LEIA MAIS Crônicas: Aldir, o mestre-sala das letras geniais Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Circuito Apoena faz sua estreia no Carnaval de Belém
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 28 de fev. de 2025 Lambada Produções Circuito Apoena faz sua estreia no Carnaval de Belém A programação dos bailes que conectam a tradição e modernidade da música paraense e brasileira Imagem: divulgação. De 28 de fevereiro a 03 de março , a Casa Apoena (Cidade Velha) será palco do Circuito de Carnaval Apoena , programação que vai reunir blocos comandados por produtoras que movimentam a cena cultural de Belém: Perau (@perauproducoes), Lambateria (@lambateria), Apoena (@_casaapoena) e Meta/Esquema (@festametaesquema) assinam a programação dos bailes que conectam a tradição e modernidade da música paraense e brasileira. O Circuito abre na sexta , 28 de fevereiro , com o Bloco Perau , coletivo criativo e colaborativo que tem como missão promover a arte e a música autoral de Belém. No sábado, 1º março, é a vez do Baile da Camisa Florida da Lambateria, produtora que tem como compromisso divulgar e valorizar a cultura latino-amazônica dançante, passeando por gêneros como Lambada, Guitarrada, Merengue, Cumbia, Carimbó, Brega e Tecnobrega. Anúncio No domingo , 02 , o Circuito será comandado pelo Bloco Apoena , que traz um repertório baseado na música paraense e ancestral, ecoando os tambores da floresta e resgatando a essência rítmica da região. Encerrando o Circuito , na segunda , 03 , é a vez do Bloco Meta/Esquema , coletivo formado em 2021 que busca fomentar a cultura dos toca-discos e das festas independentes, 100% vinil. PROGRAMAÇÃO 28/02 (sexta-feira) BLOCO PERAU Atrações: Bando Mastodontes, Les Rita Pavone e DJ Izan Proposta: música autoral independente Instagram: @perauproducoes Ingressos: Sympla Perau 1º/03 (sábado) BLOCO LAMBATERIA Atrações: Félix Robatto e seu Conjunto, Orquestra Aerofônica, DJs Raul Bentes e Rebarbada Proposta: música latino-amazônica dançante Instagram: @lambateria Ingressos: Sympla Lambateria 02/03 (segunda-feira) BLOCO APOENA Atrações: Sandrinha Eletrizante, o afoxé Ita Lemi Sinavuru e na discotecagem DJ Estamyna. Proposta: música paraense e ancestral Instagram: @_casaapoena Ingressos: Sympla Apoena 03/03 (terça-feira) BLOCO META/ESQUEMA Atrações: Dj Nat/Esquema, Dj Dinho, Dj Odara Kadiegi, Dj Roberto Figueredo e Dj Marcelo Damaso. Proposta: brasilidades e música paraense Instagram: @festametaesquema Ingressos: Sympla Meta/Esquema SERVIÇO : Circuito de Carnaval Apoena Dia: de 28/02 a 03/03 de 2025 Local: Casa Apoena (Rua São Boaventura, 171 - Cidade Velha) às 20h Ingressos no Sympla (link na bio da @_casaapoena) # Carnaval Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Seu Godô comemora aniversário em baile especial nesta sexta-feira (24)
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 24 de jan. de 2025 Jaqueline Ferreira Seu Godô comemora aniversário em baile especial nesta sexta-feira (24) A cidade já está em pleno pré Carnaval e com clima de comemoração com muita música Imagem: divulgação. O conhecido dançarino das festas de Belém, o Godofredo , faz aniversário este mês e ganha uma edição especial do Baile do Seu Godô , nesta sexta-feira, 24 , a partir das 20h, no Espaço Cultural Apoena. Como a cidade já está em pleno pré Carnaval, a 11ª Edição do Baile do Seu Godô também promete ser nesse clima. A festa começa às 20h com a discotecagem da DJ Jack Sainha , com ritmos que fazem uma viagem pela música paraense, com muito brega, guitarrada, lambada, cumbia, boi e carimbó. Na sequência, às 22h, Sandrinha sobe ao palco e convida para uma participação especial, o sambista Geraldo Nogueira que traz um repertório de samba e carnaval para animar ainda mais a festa. Anúncio “Quem adora dançar os nossos ritmos paraenses e festejar a vida é sempre muito bem vindo no baile. Eu estarei lá pronto para receber todos e dançar com todas as moças no salão do Apoena”, destaca Seu Godô. Serviço : Data: Sexta-feira, 24/01 às 20h Local: Espaço Cultural Apoena. Av. Duque de Caxias, 450, altos. Informações: (91) 98124-1363 (91) 98203-8913| @bailedogodofredo # Comemoração Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Festival Gastronômico “Roteiro Cozinha Periférica” celebra cultura, memória e ancestralidade
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 4 de set. de 2025 Festival Gastronômico “Roteiro Cozinha Periférica” celebra cultura, memória e ancestralidade Evento que une gastronomia, música, cultura e tradição para celebrar a primeira turma de Gastronomia formada na própria comunidade Imagem: divulgação. Por Na Cuia — Belém(Pará), Amazônia. 04/09/2025 Nesta sexta-feira (05/09) , quando se celebra o Dia da Amazônia , a comunidade da Vila da Barca , em Belém (PA) , será palco do Festival Roteiro Cozinha Periférica , um evento que une gastronomia, música, cultura e tradição para celebrar a primeira turma de Gastronomia formada na própria comunidade. Com uma programação que inclui feira gastronômica, concurso de pratos, apresentações musicais e culturais, o festival destaca a força de mulheres periféricas que transformam a cozinha em espaço de memória, resistência e futuro ancestral. Ao todo, 24 mulheres, chefes de família e empreendedoras locais da Vila da Barca, irão comandar 12 barracas gastronômicas, oferecendo pratos, feitos a partir da cultura alimentar local, e que carregam saberes ancestrais e a identidade da culinária amazônida, periférica e ribeirinha. Anúncio O festival já nasce sob orientação e as bênçãos da força ancestral da mulher afro-indígena amazônica com a curadoria assinada pela Chef Lúcia Torres, boieira tradicional do Ver-o-Peso, com extensa trajetória na cozinha amazônica, e que formou, ao longo de mais de duas décadas, uma geração inteira de chefs que aprenderam com sua prática e sabedoria. “Esse projeto tá sendo especial, porque a gente tá fazendo a nossa parte, ajudando, desenvolvendo sabedorias, sabores e saberes de gastronomia; eu sou feliz quando eu estou do lado de vocês, das meninas, estou fazendo o que gosto, isso é muito bom.”, destaca a Chef Lúcia Torres . Serviço: Festival “Roteiro Cozinha Periférica” Dia: Sexta-feira (05/09), das 17h às 23h Local: Rua Nelson Ribeiro, esquina com Rua Magno de Araújo, Telegráfo Vila da Barca Belém Informações: @cozinhadaviladabarca #Festival Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Amphettamine mistura Grunge e Gótico em novo álbum “De: Compondo”
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 13 de mar. de 2023 Collapse Agency Amphettamine mistura Grunge e Gótico em novo álbum “De: Compondo” #Música Imagem: divulgação. O álbum de estréia “De: Compondo” da banda Amphettamine mistura influências do universo Grunge e Gótico, criando algo original e inovador na música alternativa. Treze faixas compõe o disco, sendo a primeira delas, uma introdução. Todas as letras tratam-se de temas pessoais de Amandha Ribaski (@amandharibaski) (fundadora da Amphettamine), seguindo uma temática obscura e cotidiana, buscando ser o mais real e sincera possível, com o instrumental seguindo as nuances. Amphettamine é um projeto solo, idealizado e fundado no início de 2020 em Curitiba (PR), por Amandha Ribaski (compositora e vocalista). No aspecto lírico, trata-se de temas obscuros, reais e cotidianos, inspirados em situações pessoais. As melodias acompanham as nuances, buscando sua originalidade e contendo influências de post grunge, gothic e industrial. Serviço : Serviço: Ouça o Álbum " De: Compondo ". Siga o Instagram @amphettamineoficial Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA) abre programação de 2026 com duas exposições inéditas em Belém
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 12 de mar. de 2026 Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA) abre programação de 2026 com duas exposições inéditas em Belém Com entrada gratuita, público pode visitar “Meu Tema Sou Eu”, do artista paraense Emmanuel Nassar, com curadoria de Vânia Leal, e “A vida não é paisagem”, de Nay Jinknss e Bruno Jungmann, sob curadoria de Keyna Eleison Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 12/03/2026 - 07h00 O Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA) r etoma sua agenda cultural em 2026 , no próximo dia 13 de março , com a abertura simultânea de duas exposições inéditas e gratuitas, que ocupam diferentes espaços do prédio, localizado no bairro do Comércio, em Belém. No térreo, o público poderá visitar a mostra “Meu Tema Sou Eu”, do artista paraense Emmanuel Nassar , com curadoria de Vânia Leal . Já no primeiro piso, será apresentada a exposição “A vida não é paisagem”, assinada pelos fotógrafos Nay Jinknss e Bruno Jungmann , sob curadoria de Keyna Eleison . Reconhecido nacional e internacionalmente, Emmanuel Nassar retorna ao CCBA após forte presença recente no circuito cultural local. Em 2023, participou da primeira edição da Bienal das Amazônias e, em 2024, lançou uma monografia dedicada à sua trajetória e apresentou a instalação 18 Chapas, ampliando o acesso do público à sua produção. Para o artista, a exposição representa um percurso afetivo e coletivo. Nassar define a mostra como uma síntese de sua trajetória artística construída em diálogo com a cidade e com o público que acompanha sua produção ao longo dos anos. “Para um artista com mais de 70 anos como eu, toda mostra é uma retrospectiva. E esta, no CCBA, é muito especial porque marca um reencontro com o público local e, em particular, com amigos colecionadores de boas lembranças”, afirma Nassar . Anúncio No primeiro piso, a exposição “A vida não é paisagem” propõe um diálogo visual entre territórios e experiências. A paraense Nay Jinknss e o pernambucano Bruno Jungmann fotografam tanto em seus locais de origem quanto nos territórios um do outro, explorando perspectivas cruzadas sobre pertencimento e convivência. Para Nay Jinknss , participar da exposição em Belém marca um momento importante de reconhecimento pessoal e profissional, reunindo fotografia, educação e trajetória artística em sua cidade natal. Já Bruno Jungmann destaca que a mostra representa um marco em sua carreira, sendo sua primeira exposição na região Norte e uma oportunidade de compartilhar experiências culturais entre Pará e Pernambuco. Anúncio Vânia Leal e Emannuel Nassar - Imagem: d ivulgação. A abertura das exposições marca oficialmente a reativação da programação cultural do CCBA em 2026 , reafirmando o espaço como ponto de encontro entre diferentes linguagens artísticas e produções contemporâneas da Amazônia e de outras regiões do país. Para Lívia Condurú, presidente fundadora da Bienal das Amazônias, o CCBA entra em uma nova fase com o desejo claro de se aproximar ainda mais de Belém. “Queremos que a cidade nos reconheça como um ponto de encontro da coletividade, onde nosso espaço, com programações gratuitas, reverbere o bairro que o abriga: um território onde as diferenças convivem, onde a dissonância é potência criativa”, sintetiza Lívia. SOBRE O CCBA Com quatro pavimentos, quase oito mil metros quadrados de área e localizado na Campina, bairro histórico da região central de Belém, o CCBA se consolida como um grande espaço para a realização de programas de residência, exposições de artes visuais, mostras de cinema, apresentações musicais e seminários, entre outras atividades, na capital paraense. Requalificado, o edifício onde funcionou por muitos anos uma loja de departamentos que marcou o comércio local e a memória de muitos belenenses, a Y.Yamada, se tornou a sede do Instituto Bienal das Amazônias, logo após a realização da 1ª Bienal das Amazônias. Além das áreas expositivas e espaços de circulação, adaptáveis a diferentes usos, o CCBA conta com salas multiuso. Esses ambientes ampliam o acesso às práticas culturais e asseguram que públicos diversos se apropriem do espaço como galeria, centro cultural e museu. Serviço : Reabertura da programação do CCBA na temporada 2026/1 com as exposições “Meu Tema Sou Eu”, de Emmanuel Nassar (curadoria: Vânia Leal) e “A vida não é paisagem”, de Nay Jinknss e Bruno Jungmann (curadoria: Keyna Eleison). Local: Rua Senador Manoel Barata, 400 - Comércio, Belém (PA) - Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA). Período: 13 de março a 30 de junho de 2026. Horário de funcionamento: quartas e quintas das 9h às 17h; sextas e sábados das 10h às 20h; domingos e feriados das 10h às 15h. Entrada: gratuita. Classificação: Livre Site: www.bienalamazonias.org.br Instagram: @ccba.belem #Exposição Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- “Vatapá ou Maniçoba?”: Produção paraense estreia em TV aberta
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 6 de jan. de 2025 Iaci Gomes “Vatapá ou Maniçoba?”: Produção paraense estreia em TV aberta O filme, realizado em coprodução com a Globo Filmes e a TV Liberal, conta com a direção de Fernando Segtowick, roteiro de Lúcia Tupiassú e consultoria artística de Jorge Furtado Imagem: Fellipe Amaral / Divulgação. Entre vatapá e maniçoba, você escolhe somente um ou opta pela combinação diferenciada que só a culinária paraense pode proporcionar: a “vataçoba”? O equilíbrio entre as duas iguarias é a metáfora perfeita para a relação entre pai e filha retratada no longa “Vatapá ou Maniçoba?” , da Marahu Filmes (@marahufilmes), com Adriano Barroso (@adriano.barroso), Iza Moreira (@coredaiza) e Astrea (@astrea_lucena). O filme, realizado em coprodução com a Globo Filmes e a TV Liberal , conta com a direção de Fernando Segtowick , roteiro de Lúcia Tupiassú e consultoria artística de Jorge Furtado . A história começa com a jovem Marcely, que acabou de se mudar para a casa do pai Jurandir e sua avó Ana. Ela precisa se adaptar à nova rotina enquanto ensaia para vencer sua primeira – e tão sonhada – batalha de MCs, ao mesmo tempo em que seu pai prepara tudo para que ela participe de um baile de debutantes. Entre os desencontros dentro de casa e os duelos de rima na rua, ela descobre que numa família pode caber um pouco do gosto de cada um. Anúncio “A gente tempera essa história com vários elementos regionais, incluindo alguns tradicionais da cultura paraense, como o vatapá, a maniçoba, o monteiro lopes e o brega, mas também com alguns aspectos que não são considerados tradicionais da cidade mas que têm a sua beleza, a sua potência e estão muito presentes também, hoje em dia, na cena cultural de Belém, como o hip hop”, explica a roteirista Lúcia Tupiassú. Serviço : O filme “Vatapá ou Maniçoba?” estreia no dia 11/01, na TV Liberal, às 14h40. # Filme Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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