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  • Oficina no Marajó capacita juventudes em Comunicação e Clima

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 14 de jul. de 2025 Oficina no Marajó capacita juventudes em Comunicação e Clima A iniciativa faz parte do projeto Marajó Resiliente, que atua em municípios do arquipélago do Marajó Imagem: Harrison Lopes / Divulgação. Por Harrison Lopes — Belém(Pará), Amazônia. 14/07/2025 Estão abertas as inscrições para a Oficina de Produção de Conteúdo Digital – Comunicação e Juventudes pelo Clima no Marajó, que acontece no dia 26 de julho , das 9h às 17h, na Escola Professora Oscarina Santos em Salvaterra (PA ) . Voltada a jovens do território interessados em usar a comunicação como ferramenta de transformação social, a formação é gratuita e propõe um dia de aprendizado, troca de experiências e mobilização em torno dos desafios climáticos que afetam a Ilha. As inscrições seguem abertas até o dia 17 de julho , por meio do formulário on-line . A iniciativa faz parte do projeto Marajó Resiliente, que atua em municípios do arquipélago do Marajó. A proposta da oficina é contribuir com a formação de jovens que desejam se comunicar a partir e para seus territórios, fortalecendo vozes locais e difundir experiências de enfrentamento às mudanças climáticas. O conteúdo inclui introdução aos conceitos de adaptação às mudanças climáticas, sistemas agroflorestais, e como trabalhar esses temas na comunicação, além de conteúdos sobre como contar histórias que geram impacto, como produzir vídeos interessantes para as redes sociais e utilizá-las para aumentar a visibilidade das suas ações no território. Anúncio “A comunicação tem papel fundamental no âmbito interno que favorece o fortalecimento da organização comunitária e, também, para fora das comunidades, o que pode contribuir com a mobilização de apoio às ações de enfrentamento à crise climática, compartilhamento de conhecimentos e fortalecimento da identidade.” Afirma Lanna Peixoto, coordenadora do projeto @MarajóResiliente pela @FundaciónAvina . Serviço: Oficina de Produção de Conteúdo Digital – Juventudes pelo Clima no Marajó Data: 26 de julho de 2025 Horário: 9h às 17h Local: Escola Profª Oscarina Santos – Tv. Oitava, 191, Salvaterra – PA Inscrições até 17 de julho . Informações (81) 99207-4511 #Inscrições Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Espaço das Artes de Belém completa cinco anos de existência e trabalho

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 14 de fev. de 2023 Assessoria Espaço das Artes de Belém completa cinco anos de existência e trabalho #Teatro Imagem: Everton Pereira / Divulgação. No dia 01 de fevereiro, o Espaço das Artes de Belém completou 5 anos de existência e de muito trabalho, é um espaço alternativo de arte e cultura que resiste apesar dos desafios do mercado, principalmente durante o tempo de pandemia. Foi criado para atender à crescente demanda de pessoas interessadas e fazedoras de arte na cidade de Belém. “Passamos por tempos difíceis, quase fechamos as portas por diversas vezes, assim como aconteceu com outros espaços alternativos como o nosso, mas batalhamos como foi possível para manter as nossas portas abertas” – Breno Monteiro, gestor do Espaço. Ao longo desses cinco anos, o espaço recebeu diversos artistas, companhias, coletivos, seja eles nos eventos da casa, apresentações, ensaios, reuniões, oficinas, cursos. “Nós trabalhamos muito e nos esforçamos para receber todos na nossa casa e que eles se sintam bem aqui e sempre voltem. E sempre buscamos mostrar que tem arte no Espaço” – diz Lauro Sousa, que também administra o espaço. Serviço : Serviço: Para quem quiser conhecer mais e saber tudo o que acontece no Espaço é só seguir as redes sociais, como o instagram @instadoespaco ou acessar o site ( www.espacodasartesdebelem.com.br ). O Espaço das Artes de Belém fica localizado na Rua Tiradentes, 35, bem pertinho da Praça da República. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Festival Yellow Zone: Cultura e sustentabilidade transformando os territórios

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 5 de set. de 2024 Matheus Botelho Festival Yellow Zone: Cultura e sustentabilidade transformando os territórios Nesta edição, haverá a inauguração das primeiras zonas e os seus Centros de Informações Turísticas e Comunitárias: na Vila da Barca e no Jurunas, além de atividades auto gestionadas por várias periferias da região metropolitana de Belém #Festival Imagem: divulgação. De 02 a 15 de setembro , em Belém, acontece o Festival Yellow Zone , um evento inaugural destinado a lançar o Programa Institucional Yellow Zone, promovido pela Coalizão COP das Baixadas , uma iniciativa inovadora e transformadora que visa descentralizar o debate climático por meio de ações culturais e criar um legado positivo e sustentável para comunidades periféricas. Nesta edição, haverá a inauguração das primeiras zonas e os seus Centros de Informações Turísticas e Comunitárias: na Vila da Barca e no Jurunas, além de atividades auto gestionadas por várias periferias da região metropolitana de Belém. Além da descentralização do debate climático para as periferias, o programa também visa deixar um legado duradouro para as comunidades locais através de capacitações, formação profissional e o desenvolvimento de infraestruturas como o Centro de Informações Turísticas e Comunitárias (CITC), incentivando o turismo Social e a hotelaria baseada na comunidade, valorizando a cultura local e gerando renda para a população. Visando assim manter um estado constante de mobilização e engajamento sobre pautas climáticas nas baixadas, garantindo que esses temas estejam sempre em discussão. Anúncio Em sua primeira edição, o Festival Yellow Zone, se desdobra em uma série de atividades abordando temáticas em torno do debate climático, direitos humanos, acesso à cidade e moradia, além de oficinas e intervenções e shows artístico-culturais. Na oportunidade, a primeira Yellow Zone a ser lançada será a da Vila da Barca, no dia 05 de setembro, o dia da Amazônia, das 16h às 22h, e a segunda no Jurunas, no Gueto Hub, no dia 13 de setembro, das 18h às 22h. Serviço : Acompanhe a programação completa no Instagram @yellowzones / @nacuiprodutora e no site yellow-zone.org Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Mostra Ecofalante Pará: Saiba como está sendo a programação no Cine Líbero Luxardo

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 25 de ago. de 2025 Mostra Ecofalante Pará: Saiba como está sendo a programação no Cine Líbero Luxardo A mostra traz documentários nacionais e internacionais que colocam no centro das discussões os principais desafios ambientais contemporâneos Imagem: divulgação. Por Úrsula Ferro — Belém(Pará), Amazônia. 25/08/2025 A Mostra Ecofalante Pará chegou a Belém e movimenta o cenário cultural da cidade até 3 de setembro . O festival, que ocorre no Cine Líbero Luxardo e no Sesc Ver-o-Peso , traz documentários nacionais e internacionais que colocam no centro das discussões os principais desafios ambientais contemporâneos. O Cine Líbero Luxardo concentra a programação de abertura do evento até 27 de agosto, com filmes que abordam desde a poluição por microplásticos até questões territoriais na Amazônia. O espaço sedia ainda três debates essenciais para os tempos de emergência climática, todos com entrada gratuita. Anúncio "A proposta é pensar juntos em formas de comunicar melhor esse problema e, principalmente, em soluções concretas para agir e enfrentá-lo de maneira efetiva", explica Patricia Lio , coordenadora da Mostra Ecofalante Pará Serviço : @mostraecofalante Pará 2025 @cinelíberoluxardo: Até 27 de agosto Sesc Ver-o-Peso (@sesc_pa): programação até 3 de setembro Entrada gratuita Programação completa: https://ecofalante.org.br/programacao #Mostra Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Theatro da Paz apresenta "O Profeta" de Khalil Gibran

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 2 de ago. de 2022 Luciana Medeiros Theatro da Paz apresenta "O Profeta" de Khalil Gibran # Espetáculo Imagem: divulgação. Depois do sucesso de público e crítica da montagem teatral: “Helena Blavatsky, a voz do silêncio” (ainda inédita em Belém), a autora e filósofa Lúcia Helena Galvão (@profluciahelenagalvao) repete a parceria com o encenador Luiz Antônio Rocha (@luiz.antonio.rocha), em "O Profeta". Em seu segundo desafio para teatro, a autora faz uma releitura filosófica da obra do poeta libanês. A apresentação é única, no dia 13 de agosto, às 19h, no Theatro da Paz. Ingressos à venda. Em agosto o público de Belém terá oportunidade de ver, no palco, as reflexões de “O Profeta”, de Khalil Gibran, o segundo livro mais lido do mundo depois da Bíblia, já traduzido para mais de 100 idiomas, trazendo como mensagem, a história da jornada turbulenta e incerta do homem pela vida. “O profeta está enraizado na própria experiência do autor como um imigrante e serve de inspiração para qualquer um que se sinta à deriva em um mundo em fluxo. A vida e os pensamentos de Khalil Gibran se entrelaçam com as nossas vidas e compõem parte importante do que somos”, diz a autora. Lucia Helena Galvão é professora da Nova Acrópole do Brasil há mais de 30 anos, ministrando aulas e palestras sobre diversos temas como Ética e Moral, Sociopolítica, Filosofia da História, Introdução à Sabedoria Oriental, Psicologia, Simbologia Teológica, Arte, Estética e História Antiga. No Canal da Nova Acrópole no YouTube é possível encontrar mais de 900 palestras dela disponíveis, com mais de 950 mil inscritos e 100 milhões de visualizações. Em doze ensaios poéticos, baseados na obra de Gibran, a história desafia o vazio e descortina a beleza das ideias sobre o que ocorre entre o nascimento e a morte. Temas profundos e atemporais como amor, dor, filhos, trabalho, tempo, liberdade, alegria, tristeza, morte, entre outros, são abordados com a ternura e a sabedoria que vem do Oriente. Numa atmosfera de enlevo e encantamento a peça é um convite para sermos dignos da vida e a viver ao nível do que há de mais elevado em nós. LIVE: No dia 8 de agosto, Lúcia Helena participa de uma live sobre a montagem, ao lado do diretor Luiz Rocha e do músico e cantor libanês Sami Bordokan, que assume o papel título do espetáculo, além de Daniel Araújo (@daniel_araujo3000), diretor do Theatro da Paz. A mediação é de Lênon Raiol, da @novacropolebelem. Serviço: “O Profeta”, de Kalil Gibran. Apresentação no dia 13 de agosto, às 19h, no Theatro da Paz (Rua da Paz S/N - Centro - Belém-PA). Ingressos à venda na bilheteria física e virtual do teatro. Ingressos na Bilheteria Virtual . Texto e Fonte: Luciana Medeiros (HOLOFOTE VIRTUAL - @holofote_Virtual) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • IPHAN reconhece o “Choro” como Patrimônio Cultural do Brasil

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 7 de mar. de 2024 MinC IPHAN reconhece o “Choro” como Patrimônio Cultural do Brasil Instrumentistas em roda, melodia, ritmo e sorrisos. O Choro agora é Patrimônio Cultural do Brasil. # Patrimônio Imagem: Marcelo Camargo- Agência Brasil / Divulgação. Instrumentistas em roda, melodia, ritmo e sorrisos. O Choro agora é Patrimônio Cultural do Brasil . No final de fevereiro (29), durante a 103ª reunião ordinária, em Brasília, os membros do Conselho Consultivo, órgão colegiado de decisão máxima do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) , aprovaram o registro da manifestação cultural no Livro das Formas de Expressão . O presidente do Iphan e do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, Leandro Grass, ressaltou que o Choro está presente em todas as regiões do Brasil e ganha hoje um novo lugar. “Passa a ser objeto da Política do Patrimônio Cultural brasileiro. Nosso compromisso agora é torná-lo ainda mais conhecido e amado, para que possa também ser um instrumento de Educação Patrimonial”, destacou Leandro. Anúncio “Significa que é um bem que dá orgulho, que representa a nação. É a primeira manifestação genuinamente brasileira anterior ao samba e que faz o nosso perfil, da alma profunda. Reúne influências da Europa, da África, cada região uma riqueza. Tudo isso se mistura e se transforma nesse ritmo”, explicou o músico e um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, Henrique Lima, conhecido com Reco do Bandolim. Saiba mais sobre o reconhecimento do “Choro” como Patrimônio Cultural, no link AQUI . Fonte : Ministério da Cultura Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Iniciativa fortalece espaços independentes aproximando artistas e público

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 7 de mar. de 2024 Luciana Medeiros Iniciativa fortalece espaços independentes aproximando artistas e público Os deslocamentos do " Arte de Casa em Casa " ainda passarão por Mosqueiro, Salvaterra, Marabá e Icoaraci. # Exposição Imagem: divulgação. Entre março e maio, o " Arte de Casa em Casa " percorrerá quatro municípios e dois distritos paraenses, chegando em espaços culturais e galerias criadas em residências. O projeto chega nesta sexta-feira , 8 de março , em Quatipuru-Pa . Os deslocamentos ainda passarão por Mosqueiro, Salvaterra, Marabá e Icoaraci. Em Quatipuru, município do nordeste paraense, primeiramente será montado o ateliê coletivo, que faz parte da itinerância, promovendo o intercâmbio entre os artistas envolvidos e que resultará nas obras da montagem da exposição "Arte e Democracia", cujo vernissage será no sábado, 9, às 19h, na Galeria Direitos Humanos, coordenada pela artista visual Lúcia Gomes (@luciagomessqt). Na ocasião, haverá a roda de conversa reunindo a experiência das artistas, que também são gestoras de espaços independentes. Anúncio “Nosso objetivo com esse projeto é criar um circuito permanentemente de exposições de artes visuais entre esses lugares, aproximando e intercambiando ações entre os artistas e os espaços em que ocorrerão as exposições e ateliês coletivos. A ideia é dar mais visibilidade a esta rede de espaços culturais, tornando-os conhecidos pelo público da própria cidade e visitantes, além de chamar atenção da necessidade de se pensar políticas públicas que apoiem essas iniciativas", diz Werne , artista visual premiado, e gestor do espaço Na Casa do Artista , em Icoaraci . Serviço : O Projeto Arte de Casa em Casa. Dia (09/03), às 19h, abre a exposição e realiza a roda de conversa "Arte Democracia", na Galeria Direitos Humanos - Rua N. S. de Nazaré 364, bairro Centro - Quatipuru-Pa. Informações @arte_decasaemcasa Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Sesc lança curso nacional gratuito sobre a história do cinema da Amazônia

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de abr. de 2024 Estante Cultural Sesc lança curso nacional gratuito sobre a história do cinema da Amazônia O curso traz a linha do tempo e a análise de filmes produzidos entre as décadas de 1910 e 2020: são mais de 130 obras catalogadas pelo pesquisador Ramiro Quaresma #Curso Imagem: divulgação. O cinema produzido na Amazônia é destaque no Sesc São Paulo , que promove um curso online gratuito sobre a história do audiovisual do Norte . As aulas serão ministradas pelo professor e curador paraense Ramiro Quaresma (@ramquaresma), que vai apresentar o resultado da pesquisa de um século da filmografia do Pará a partir de mapeamento, documentação e catalogação de centenas de longas, curtas-metragens e videoclipes. As inscrições estão abertas para todo o Brasil e podem ser realizadas AQUI . O curso traz a linha do tempo e a análise de filmes produzidos entre as décadas de 1910 e 2020: são mais de 130 obras catalogadas pelo pesquisador. Um universo diverso que permanece invisível na história do cinema nacional. No esforço de lançar luz sobre essa produção criativa, a pesquisa “O cinema e o audiovisual do Pará: memórias submersas de uma filmografia invisível" traz um catálogo inédito sobre a sétima arte na Amazônia, resultado do estudo que foi objeto da tese de doutorado de Quaresma defendida na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Anúncio “Recebi o convite do Sesc pelo ineditismo da pesquisa que traça um panorama do cinema no Pará. Essa historiografia é valiosa, busca posicionar o audiovisual da Amazônia na memória do cinema nacional, que precisa ir além do que é produzido do sul e sudeste, trazendo a importância do norte do Brasil, com todas as dificuldades, toda a sua potência, e relação de afeto e colaboração entre os realizadores e as equipes técnicas que torna possível produzir cinema na Amazônia”, diz Ramiro Quaresma . Serviço: As inscrições podem ser feitas a partir das 14h do dia 28/3 no site do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc . Informações @cpfsesc. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Filmes amazônicos são disponibilizados gratuitamente em streaming

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 31 de jan. de 2025 Fernando Assunção Filmes amazônicos são disponibilizados gratuitamente em streaming As produções, encabeçadas principalmente por cineastas amazônicos, podem ser assistidas até o dia 2 de fevereiro Imagem: divulgação. Os filmes exibidos na quarta edição do Festival de Cinema Negro Zélia Amador de Deus estão disponíveis de forma gratuita , na plataforma @Todesplay . As produções, encabeçadas principalmente por cineastas amazônicos, podem ser assistidas até o dia 2 de fevereiro. Para acessar, basta fazer o login gratuitamente no site todesplay.com.br / ou pelo aplicativo no Google Play. Entre os filmes disponíveis estão: “Paracuri - Mãos que Criam” , de Yasmin Mesquita e Karolayne Torres; “A Cobra Grande da Ilha de Fazendinha” , de Victor Marcos dos Santos Catete Fonseca; “Viagens para o Interior: “Vila do Cocal” , de Elaína Ferreira; e “Além da Estrada” , de Rute Araújo e Victor Souza. Anúncio Para Rafael F. Nzinga , diretor da @CineDiáspora, a disponibilização dos filmes na plataforma ajuda a ampliar o acesso à produção audiovisual amazônica, sobretudo do público que não pôde comparecer às mostras presenciais do Festival @ZéliaAmadorDeDeus nas ilhas. “A digitalização das obras é uma maneira de alcançar aqueles que não têm a oportunidade de estar presentes nas mostras presenciais. Isso não só democratiza o acesso à cultura amazônica, mas também fortalece a visibilidade e o alcance dos cineastas locais, permitindo que suas narrativas ganhem uma audiência mais ampla e diversificada, além de criar novas possibilidades de interação com a arte da região", diz. Informações : @CineDiáspora # Documentário Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Projeto “Capoeira no Museu” promove aulas gratuitas no Museu da UFPA em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 21 de fev. de 2024 Victoria Rodrigues Projeto “Capoeira no Museu” promove aulas gratuitas no Museu da UFPA em Belém Projeto “Capoeira no Museu”, que oferta aulas de capoeira no Museu da UFPA, todos os sábados, às 9h. # Patrimônio Imagem divulgação. Reconhecida como patrimônio cultural imaterial da humanidade pela Unesco desde 2014, a capoeira se tornou uma das principais formas de expressão atuais da sociedade e visa proporcionar equilíbrio, disciplina e controle emocional aos amantes e profissionais da área. Foi com o objetivo de proporcionar esses benefícios que surgiu o Projeto “Capoeira no Museu” , que oferta aulas de capoeira no Museu da UFPA , todos os sábados , às 9h . O projeto recebe alunos desde o público infantil, dos 3 aos 6 anos, ajudando na autonomia e no desenvolvimento das crianças, até o público idoso, com homens e mulheres com mais de 60 anos que desejam desenvolver a cognição, a coordenação motora e o equilíbrio corporal. As aulas são ministradas pelo professor de capoeira e museólogo Wanderson Amorim Costa e supervisionadas pelo mestre Marcão, do Grupo Capoeira Brasil. Saiba mais sobre o projeto AQUI. Anúncio Além de promover vantagens para a saúde corporal dos alunos, as aulas de Capoeira realizadas no Museu da UFPA também proporcionam um contato mais afetivo com a historicidade do espaço cultural, estimulando a valorização e difusão da cultura no estado. “Capoeira é saúde, é história, é conhecimento, prática, ancestralidade, então tudo isso tem dentro do museu”, afirma mestre Marcão. Serviço: Capoeira no Museu da UFPA Dia: Todos os sábados Às 9h Local: Jardim do Museu da UFPA – Av. José Malcher, 1192 – Nazaré Inscrições: No Museu da UFPA, em um dos dias de aula, para realizar a inscrição presencialmente Fonte : Portal UFPA Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Mostra ‘MAPA’ anuncia sua primeira revista em versões digital e física

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 18 de mar. de 2026 Mostra ‘MAPA’ anuncia sua primeira revista em versões digital e física A publicação disponibiliza versões digital e física para instituições, organizações, espaços culturais e membros da comunidade próxima à Estrada de Ferro, e ambas versões estão disponíveis na bio do Instagram do MAPA Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 18/03/2026 - 07h00 Apresentando as experiências artísticas que entrelaçam às memórias e histórias do Maranhão e do Pará, a Mostra de Imagem em Movimento – MAPA lançou a sua primeira revisão artística nesta última terça-feira (17/03). Através dos trilhos da Estrada de Ferro Carajás (EFC), o MAPA conecta diferentes linguagens, artistas e comunidades em uma publicação especial no primeiro trimestre do ano. A publicação disponibiliza versões digital e física para instituições, organizações, espaços culturais e membros da comunidade próxima à Estrada de Ferro, e ambas versões estão disponíveis na bio do Instagram do MAPA (@mostramapa ) . O periódico traz um panorama geral do processo criativo dos artistas, com entrevistas exclusivas, e artigos de opinião da equipe do MAPA sobre o desenvolvimento do projeto, articulando atravessamentos coletivos pela ‘Estrada de Ferro Carajás’ até trajetórias pessoais dos artistas que interconectam arte e histórias de vida. Anúncio A revista apresenta seu manifesto curatorial, através da carta de apresentação, em textos que convocam responsabilidade e escuta como ferramentas de criação, além de expandir reflexões sobre memória, paisagem e processo. A edição traz também os detalhes de entrevistas com artistas, apresentadas em versões extendidas para a leitura. “A revista emerge do que vimos, ouvimos e atravessamos ao longo do percurso da mostra. Ela condensa processos, memórias e rastros que o território nos ofereceu, transformando o que antes era experiência em materialidade compartilhável. Não é síntese do que aconteceu, é continuidade do que ainda reverbera”, revela o coordenador geral do MAPA, João Pacca . #Espetáculo Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Com voz potente e manifesto amazônico, Mila Costa estreia “Ouro Verde” em noite de celebração no Na Figueredo

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 18 de mar. de 2026 Com voz potente e manifesto amazônico, Mila Costa estreia “Ouro Verde” em noite de celebração no Na Figueredo Apresentação marcou a estreia ao vivo das canções do EP e revelou uma artista em plena afirmação, unindo identidade amazônica, potência vocal e conexão intensa com o público Imagem: d ivulgação. Por Estante Cultural — Belém(Pará),Amazônia. 18/03/2026 - 07h00 O Na Figueredo recebeu o público em um ambiente aconchegante e climatizado, cenário que contribuiu para criar uma atmosfera íntima para a apresentação de Mila Costa . A expectativa pela estreia ao vivo das canções do EP Ouro Verde era perceptível antes mesmo do início do espetáculo — e foi correspondida. A casa ficou cheia, reunindo um público atento e receptivo que, ao longo da noite, demonstrou envolvimento com a artista. Entre aplausos e interações espontâneas, o clima era de proximidade, como se o palco e a plateia compartilhassem o mesmo espaço de escuta e celebração. A apresentação foi construída como um percurso musical que transitou entre composições autorais e clássicos da música brasileira. A abertura, Mila Costa apresentou Manifesto Nortista , canção que abre o projeto e reafirma sua identidade musical ligada ao Norte do país, ao Pará, trazendo já nos primeiros minutos do show a força de sua presença vocal e o posicionamento artístico que atravessa seu trabalho. Ao longo da noite, o repertório revelou a pluralidade que caracteriza a trajetória da cantora. Canções autorais como Da Minha Terra, Saudades, Conquista, Fim de Festa e Eu Mereço Mais dividiram espaço com interpretações de obras marcantes da música brasileira, como Naquela Mesa, Trocando em Miúdos, Maria Maria e Conselho. A seleção evidenciou a amplitude de referências que compõem a formação musical da artista, que transita com naturalidade entre o samba, o jazz, o brega e a canção popular. Esse mosaico sonoro também se expandiu para ritmos e símbolos da cultura amazônica. Em momentos de forte identificação com o público, o espetáculo ganhou contornos regionais com músicas como Sereia do Mar, No Meio do Pitiú e o tradicional Carimbó do Macaco/Dona Maria, reafirmando a conexão da cantora com o território de onde vem. O bis com Curió do Bico Doce encerrou a apresentação em clima festivo, consolidando uma noite marcada pela diversidade musical e pela potência interpretativa de Mila Costa. Anúncio No centro da apresentação esteve a voz da artista, que se revelou potente e segura ao longo de todo o espetáculo. Mila demonstrou domínio técnico e sensibilidade interpretativa, conduzindo cada canção com precisão musical e emoção. A cada música, a resposta do público vinha em forma de aplausos calorosos, evidenciando a conexão que se estabelecia entre palco e plateia. A potência vocal da cantora não se impôs apenas pela intensidade, mas também pelo controle e pela forma como soube modular a interpretação de acordo com o clima de cada canção. Outro aspecto marcante da noite foi a relação direta que Mila construiu com o público. Entre uma música e outra, a cantora compartilhou lembranças pessoais e histórias que ajudaram a contextualizar parte de sua trajetória musical. Em determinados momentos, evocou memórias da infância e relembrou influências familiares, como o contato com o jazz incentivado pelo pelo pai e memórias afetivas com o avô. Essas pequenas narrativas aproximaram ainda mais a artista da plateia e revelaram um lado íntimo de sua formação musical. Essa proximidade também se manifestou de forma leve e espontânea. Mila convidava o público a participar, incentivando quem estava presente a dançar e a se envolver com o ritmo das músicas. O gesto transformou o show em um espaço de encontro e calor coletivo, reforçando a ideia de que o espetáculo não era apenas uma apresentação musical, mas também um momento de partilha entre artista e público. Entre os momentos mais marcantes da noite, Manifesto Nortista se destacou como um dos pontos de maior densidade simbólica do espetáculo. Logo no início da apresentação, a canção se impôs não apenas como música, mas como posicionamento artístico. Ao abordar temas ligados à identidade amazônica, Mila Costa trouxe à tona críticas sobre a forma como a região é percebida fora de seus limites geográficos. Em versos que evocam elementos como a castanha-do-Pará — que muitas vezes passa a ser chamada de “castanha do Brasil” conforme interesses externos — a cantora expõe uma reflexão sobre pertencimento, reconhecimento e apropriação cultural. Anúncio Imagem: d ivulgação. A música também toca em questões mais profundas relacionadas aos povos originários e à maneira como a Amazônia é frequentemente vista de forma simplificada ou distorcida. Ao mencionar expressões como “parente”, palavra carregada de significado nas culturas indígenas e muito presente na linguagem regional, a artista reafirma vínculos culturais que ultrapassam o território físico e se conectam à memória e à identidade coletiva. No palco, a interpretação da canção ganhou ainda mais força, transformando o momento em uma espécie de manifesto poético que convidava o público a refletir sobre o lugar do Norte dentro do imaginário nacional. Outro elemento que contribuiu de forma decisiva para o sucesso da apresentação foi a sintonia entre Mila Costa e os músicos que a acompanharam no palco . A banda demonstrou entrosamento e sensibilidade ao conduzir os arranjos, sustentando a potência vocal da cantora e ampliando as nuances de cada canção. Sob a produção musical e guitarra de Davi Amorim , o espetáculo ganhou uma base sólida que transitou com naturalidade entre os diferentes ritmos apresentados no repertório. Ao lado dele, Rodrigo Ferreira no teclado, Kleber Benigno na percussão, Elder Queiroz no baixo e Ismael Rodrigues na bateria formaram um conjunto musical equilibrado, atento às dinâmicas do palco e à interpretação da artista. A interação entre banda e cantora foi perceptível ao longo de toda a noite, criando momentos em que os instrumentos dialogavam diretamente com a voz de Mila, reforçando o caráter orgânico e vivo da apresentação. Um momento especial também marcou a noite com a participação do músico convidado Delcley Machado . Recebido com entusiasmo pelo público, o artista trouxe ao palco uma presença que reforçou o espírito de colaboração e parceria musical do espetáculo. Sua participação agregou ainda mais força à apresentação e foi ovacionada pela plateia, que respondeu com aplausos calorosos, reconhecendo a energia artística compartilhada naquele encontro. Anúncio Ao longo da noite, Mila Costa foi recebida com aplausos constantes a cada interpretação, sinal claro da conexão que se estabeleceu entre artista e plateia. Em um dos momentos mais simbólicos do espetáculo, a cantora chegou a receber flores do público, gesto que traduziu o clima de reconhecimento e afeto presente no ambiente. O show encontrou seu ápice quando os ritmos mais dançantes tomaram conta do palco. Nas sequências de carimbó, a atmosfera mudou completamente: o público respondeu com entusiasmo, levantando-se, dançando e participando ativamente da apresentação. Foi nesse momento que a energia coletiva do espetáculo se revelou de forma mais intensa. Mila convidava a plateia a dançar, incentivava a participação e transformava o palco em um espaço de celebração compartilhada. A resposta foi imediata, com pedidos de bis e uma vibração contagiante que tomou conta do ambiente. O carimbó, com sua força rítmica e ligação direta com a cultura amazônica, tornou-se o ponto de encontro entre artista e público, selando a apresentação em clima de festa. Ao final, o que ficou evidente foi a capacidade de Mila Costa de transformar o palco em um lugar de troca. Entre memórias pessoais, críticas sociais, diversidade musical e momentos de pura celebração, o show reafirmou não apenas a potência de sua voz, mas também a força de uma artista que encontra na música um caminho para conectar histórias, territórios e pessoas. Mais do que a estreia ao vivo de Ouro Verde, a apresentação revelou uma cantora em plena maturidade artística. Mila Costa se afirma como uma voz feminina da música amazônica contemporânea — uma artista que canta com técnica, presença e identidade. E, diante da resposta calorosa do público naquela noite, fica a sensação clara de que sua trajetória está apenas começando, mas já ecoa com força suficiente para atravessar fronteiras e afirmar, com orgulho, o lugar da música paraense no cenário brasileiro. #Crítica Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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