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  • “Valor Sentimental”, longa indicado ao Globo de Ouro 2026, estreia no Cine Líbero Luxardo nesta sexta-feira (02)

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 2 de jan. de 2026 “ Valor Sentimental”, longa indicado ao Globo de Ouro 2026, estreia no Cine Líbero Luxardo nesta sexta-feira (02) Além da estreia, a programação ainda conta com os premiados filmes: “Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria”, de Mary Bronstein e “Nouvelle Vague”, de Richard Linklater Imagem: d ivulgação. Por Maurício Carvalho — Belém(Pará),Amazônia. 02/01/2026 - 07h00 O Cine Líbero Luxardo , em Belém, retorna suas atividades, após recesso de final de ano, nesta sexta-feira (02) , com a estreia do aguardado longa “Valor Sentimental” , do diretor Joachim Trier , às 17h30 , o filme foi indicado 8 vezes ao Globo de Ouro 2026. Além da estreia, a programação ainda conta com as estreias dos premiados filmes: “Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria”, de Mary Bronstein e “Nouvelle Vague” de Richard Linklater. No longa, acompanhamos o reencontro de duas irmãs com seu pai. Nora (Reinsve) é uma atriz de TV e teatro que se vê num momento de incertezas na carreira, enquanto Agnes (Lilleaas) já está casada e com filho. As duas vivem distantes do pai, Gustav (Skarsgard), mas depois da morte da mãe, veem o homem voltar para suas vidas de maneira inesperada. Anúncio Gustav é um diretor de cinema celebrado que decide fazer um último filme, inspirado na história de sua família. Quando Nora se recusa a interpretar a personagem principal, ele recruta a estrela hollywoodiana Rachel Kemp (Ellen Fanning) para ser a protagonista, mas isso abre feridas antigas em Nora e Agnes. Confira a programação: 02/01 (Sexta-feira) 15h30: NOUVELLE VAGUE 17h30: VALOR SENTIMENTAL 20h: SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA 03/01 (Sábado) 15h30: SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA 17h30: NOUVELLE VAGUE 19h30: VALOR SENTIMENTAL 04/01 (Domingo) 15h30: VALOR SENTIMENTAL 18h: SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA 20h: NOUVELLE VAGUE 05/01 (Segunda-feira) 15h30: NOUVELLE VAGUE 17h30: VALOR SENTIMENTAL 20h: SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA 06/01 (terça-feira) 15h30: SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA 17h30: NOUVELLE VAGUE 19h30: VALOR SENTIMENTAL 07/01 (Quarta-feira) 15h30: VALOR SENTIMENTAL 18h: SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA 20h: NOUVELLE VAGUE Serviço : Confira a programação completa em @cinelíberoluxardo Local: Avenida Gentil Bittencourt, 650, no bairro de Nazaré, Belém Ingressos: Inteira: R$ 12 | Meia: R$ 6 / Pagamento apenas em dinheiro. Fonte: Fundação Cultural do Pará #Cinema Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Programação do Festival Dia Mundial do Hambúrguer 2026 celebra com artistas paraenses a cultura gastronômica

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 20 de mai. de 2026 Programação do Festival Dia Mundial do Hambúrguer 2026 celebra com artistas paraenses a cultura gastronômica A programação musical do Festival promete movimentar o público durante os três dias de evento com artistas da cena paraense e apresentações para todos os estilos Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém ( PA),Amazônia . 20/05/2026 - 07h00 Ao chegar para se consolidar como um dos maiores festivais gastronômicos do estado, Belém recebe , nos dias 22, 23 e 24 de maio , a 4ª edição do Festival Dia Mundial do Hambúrguer , evento que transforma o estacionamento do shopping de Belém em um grande encontro entre gastronomia, cultura amazônica, empreendedorismo e música ao vivo. Com entrada gratuita, o festival reúne 20 hamburguerias da região metropolitana e uma programação artística que valoriza talentos locais em apresentações distribuídas ao longo dos três dias. A programação musical do Festival Dia Mundial do Hambúrguer 2026 promete movimentar o público durante os três dias de evento com artistas da cena paraense e apresentações para todos os estilos. Na sexta-feira (22), a Royal Band sobe ao palco às 21h abrindo a programação cultural do festival. No sábado (23), os shows começam ao meio-dia com Mariza Black, seguem às 17h com Nosso Tom e encerram a noite às 21h com GeoRocks. Já no domingo (24), o público poderá acompanhar Marina e os Leones às 12h, o grupo ReggaeTown às 17h e, fechando a programação musical do evento, Aline Alves às 21h. Anúncio Além da competição gastronômica que elegerá o “Melhor Hambúrguer do Festival”, o público poderá acompanhar shows de diferentes estilos musicais, reforçando o compromisso do evento com a valorização da cena cultural paraense. Serviço : Festival Dia Mundial do Hambúrguer 2026 Datas: 22, 23 e 24 de maio Local: Estacionamento do Shopping Bosque Grão Pará – Belém (PA) Horários: Sexta-feira: 17h às 22h Sábado e domingo: 11h às 22h Entrada gratuita Informações: diamundialdohamburguerpa / @studiopubbelem # Fe stival Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Jenipapo Junino realiza maior edição da feira com mais de 50 expositores na Cidade Velha

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 4 de jun. de 2026 Jenipapo Junino realiza maior edição da feira com mais de 50 expositores na Cidade Velha A feira reune mais de 50 expositores entre artistas visuais, ilustradores, artesãos e marcas independentes da Amazônia Imagem: d ivulgação. Por Iaci Gomes — Belém(Pará),Amazônia . 04/06/2026 - 07h00 A Jenipapo Junino realiza sua maior edição no próximo dia 7 de junho , das 11h às 19h , ocupando pela primeira vez a Casa Mairi , na Cidade Velha , em Belém. Integrando oficialmente a programação do Circular, a feira promove uma edição especial em parceria com a DiRocha Feira Criativa, reunindo mais de 50 expositores entre artistas visuais, ilustradores, artesãos e marcas independentes da Amazônia. Idealizada pela artista visual Thay Petit , a Jenipapo Feira de Arte Gráfica vem se consolidando como um importante espaço de circulação da produção gráfica independente em Belém, fortalecendo redes criativas e aproximando o público de artistas amazônidas contemporâneos. Anúncio “A presença desses nomes reforça a proposta da Jenipapo de estimular encontros entre diferentes linguagens, trajetórias e produções autorais da Amazônia. Nesta edição não teremos as oficinas, exposição de arte e mostra de cinema, que são atividades já realizadas em anos anteriores, mas vamos apostar justamente na força da ocupação coletiva, das conexões e dos novos encontros como principal diferencial do evento”, comenta a artista Thay Petit. Serviço: Jenipapo Junino + DiRocha Feira Criativa Dia: Domingo (07/06) Horário: 11h às 19h Local: Casa Mairi, Cidade Velha, Belém Entrada gratuita Informações: @jenipapo_feiragrafica # Feira Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Academia Paraense de Jornalismo lança livro “Amazônia Ambiental” como contribuição à COP30

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 3 de nov. de 2025 Academia Paraense de Jornalismo lança livro “Amazônia Ambiental” como contribuição à COP30 O lançamento faz parte das comemorações pelos 31 anos de fundação da APJ, celebrados em 26 de outubro Imagem: d ivulgação. Por Fernado Assunção — Belém(Pará),Amazônia. 03/11/2025 Como contribuição simbólica à COP30 , que colocará Belém e a Amazônia no centro do debate mundial sobre o clima, a @AcademiaParaenseDeJornalismo ( APJ ) lança o livro “Amazônia Ambiental” no próximo dia 6 de novembro , às 17h , no Espaço Gramophone (avenida Magalhães Barata, 836, em Belém). A obra reúne textos de 11 acadêmicos, que exploram — por meio de poemas, artigos, crônicas, contos e ensaios — as múltiplas dimensões da Amazônia, suas riquezas, desafios e simbolismos. O lançamento faz parte das comemorações pelos 31 anos de fundação da APJ, celebrados em 26 de outubro. Anúncio Criada em 1994 pelo jornalista Donato Cardoso, a APJ se consolidou como um espaço de valorização do jornalismo, da memória e da reflexão sobre os grandes temas amazônicos. Com o livro Amazônia Ambiental, a instituição amplia esse papel, reafirmando a importância da palavra jornalística como instrumento de consciência, arte e transformação. Com essa iniciativa, a Academia Paraense de Jornalismo oferece uma contribuição simbólica e cultural à COP30, unindo jornalismo, literatura e consciência ambiental. Amazônia Ambiental é, portanto, um convite à leitura, à sensibilidade e ao compromisso com o futuro da Amazônia e do planeta. Informações : 91 99982-8888 / 91 980522141 #COP30 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Última semana para visitar os universos amazônicos coloridos da exposição "Encantarias Cotidianas”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 28 de jul. de 2025 Última semana para visitar os universos amazônicos coloridos da exposição "Encantarias Cotidianas” A exposição atravessa os universos sensíveis e cotidianos da Amazônia, revela complexas relações entre seres, tempo e território, sempre permeado por cores vibrantes e composições envolventes Imagem: Reinam Teixeira / Divulgação. Por Gil Sóter — Belém(Pará), Amazônia. 28/07/2025 Um urubu catando manga, uma roda de carimbó onde os artistas são um boto e uma búfala. Atravessando universos sensíveis e cotidianos da Amazônia, Thay Petit , artista carioca radicada em Ananindeua, revela complexas relações entre seres, tempo e território, sempre permeado por cores vibrantes e composições envolventes. Esta é a proposta da exposição “Encantarias Cotidianas” , aberta para visitação do público na Galeria Azimute até dia 03 de agosto , em Belém . Propondo uma travessia por imaginários que resgatam memórias, afetos e vivências comunitárias, real e fantástico se entrelaçam em uma poética visual singular. “A exposição é um convite à contemplação e ao reconhecimento das multiplicidades que habitam a Amazônia – não como paisagem exótica, mas como território de subjetividades pulsantes, onde a arte se manifesta como gesto de escuta, memória e imaginação”, comenta a artista. Anúncio As obras expostas, que estão à venda, reconfiguram cenas do cotidiano amazônico, evocando elementos da ancestralidade, das relações de afeto e do pertencimento, ao mesmo tempo em que lançam olhares sobre um presente atravessado por encantamentos e resistência. Serviço : Exposição “Encantarias Cotidianas”, por ( @thay_petit / @thay_pti ) Local: Galeria Azimute, Vila Container - Av. Magalhães Barata, nº 62 Data: todos os dias, até 03/08 Horário: 9h às 22h #Exposição Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Christine Valença faz releitura à brasileira do clássico folk inglês: "John Riley"

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 17 de dez. de 2024 Thais Pimenta Christine Valença faz releitura à brasileira do clássico folk inglês: "John Riley" Ao incorporar elementos como a viola e o galope nordestino, a artista oferece uma nova perspectiva para a história de uma mulher que espera seu amor perdido no mar, temática que conduz a música Imagem: Lucas Campbell / Divulgação. A cantora e compositora carioca Christine Valença apresenta em Novembro sua interpretação de "John Riley", balada folk que remonta às tradições inglesas e galesas. A canção atravessou séculos, passando pela tradição oral até se tornar um clássico moderno através das interpretações de artistas como Joan Baez, Odetta e Judy Collins. Em sua releitura, Christine Valença traz "John Riley" para um ambiente genuinamente brasileiro, contextualizando a canção nos ritmos e arranjos da música nordestina. Ao incorporar elementos como a viola e o galope nordestino, a artista oferece uma nova perspectiva para a história de uma mulher que espera seu amor perdido no mar, temática que conduz a música. A faixa chega com um clipe filmado no Parque Lage e no Jardim do Museu da Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, que retrata o ponto de vista da personagem da canção. Anúncio Em sua versão, Christine Valença ressignifica a clássica balada e traz suas influências pessoais e familiares, ligadas às tradições nordestinas herdadas de seus avós pernambucanos. Na canção, a artista interpreta o lamento e a espera que norteiam a narrativa de "John Riley", agora situada na paisagem sonora do Nordeste brasileiro. Serviço : Assista o clipe AQUI . Siga @christine.valenca para saber mais sobre a artista. # Videoclipe Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Múltiplas linguagens na programação do Sesc Pará

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 13 de mar. de 2025 Assessoria Múltiplas linguagens na programação do Sesc Pará A programação é gratuita Imagem: divulgação. Show "Andreia Pinheiro canta Caymmi” será o destaque da quinta-feira (13), às 19h, integrando a Mostra Interpreta. Com mais de 30 anos de carreira, Andreia Pinheiro canta com versatilidade os clássicos da música popular brasileira. Os ingressos são gratuitos. A fotografia da Amazônia sempre dialogou com a produção nacional e internacional desde o século XIX. Nos últimos 50 anos, assistimos à abertura de cursos livres e acadêmicos sobre a produção fotográfica em nossa região. Pensando nisso, “ OCA – Olhares, Cultura e Amazônia” será um grupo de estudos com mediação do professor e historiador Michel Pinho que reunirá interessados em fotografia, memória e cultura amazônica. A atividade é gratuita e ocorre no dia 15/03, às 10h . Anúncio Livremente inspirada na obra de Manoel de Barros , “A Fabulosa História do Guri-Árvore” é uma celebração à infância. Através da brincadeira, do lúdico e do teatro de objetos, os irmãos Abílio ( Douglas Moreira ) e Palmiro ( Edner Gustavo ) do grupo Fulano di Tal (MS), contam histórias do quintal deles . Ele será apresentado nos dias 15 e 16/03 (sábado e domingo), às 19h , no Sesc Casa de Artes Cênicas. CASTANHAL : Nos dias 13 e 14/03, das 09 às 21h, o Sesc em Castanhal recebe o Festival de Curta Capiranga, voltado à valorização do audiovisual local, ao estímulo do intercâmbio cultural e à formação de novos talentos. A atividade é gratuita em parceria com o Coletivo Cine de Rua. Anúncio Serviço : Informações sobre a programação no SITE , pelo telefone (91) 98486-1498 e @sesc_pa #Sesc Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Festival Antropofagia Mapping seleciona artistas visuais em celebração aos 470 anos de Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 5 de jan. de 2026 Festival Antropofagia Mapping seleciona artistas visuais em celebração aos 470 anos de Belém As obras selecionadas iluminarão a fachada histórica do Museu do Estado do Pará (MEP), no Palácio Lauro Sodré, nos dias 9 e 10 de janeiro de 2026 Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 05/01/2026 - 07h00 Como parte das comemorações do aniversário de 470 anos de Belém, o Festival Antropofagia Mapping (ANMA) seleciona artistas para a sua edição de 2026. Artistas visuais de todo o Brasil têm entre os dias 24 de dezembro de 2025 e 4 de janeiro de 2026 para submeterem suas propostas de videomapping. As obras selecionadas iluminarão a fachada histórica do Museu do Estado do Pará (MEP), no Palácio Lauro Sodré, nos dias 9 e 10 de janeiro de 2026 . Idealizado pelo VJ Lobo (@vjlobovj) o festival propõe um encontro entre tecnologia, cultura e ancestralidade, transformando a cidade em um território de narrativas visuais. Sob a temática desta edição, "Devorar para recriar", o objetivo é valorizar a diversidade cultural e ambiental da Amazônia, "devorando referências" para recriar novas formas de expressão que dialoguem com a memória, a natureza e o futuro. "O festival se propõe a devorar a ignorância e potencializar o fazer artístico profissional das pessoas, fortalecendo as histórias de um povo que resiste, cria e recria o seu dia a dia", afirma VJ Lobo. Anúncio A chamada é aberta a designers, videomakers, fotógrafos, grafiteiros, performers e outros profissionais das artes visuais, desde que maiores de 18 anos. Comprometido com a democratização do acesso, o regulamento do ANMA prevê que 50% das vagas de seleção sejam destinadas a mulheres, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, negros e indígenas. Serviço : Data do Evento: 9 e 10 de janeiro de 2026. Local das projeções: Fachada do Museu do Estado do Pará (MEP) - Praça Dom Pedro II, Belém/PA. Informações: @festival.anma e www.vjlobo.com #Festival Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Começam as inscrições para oficinas do Núcleo de Produção Cultural do Curro Velho

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 5 de mar. de 2025 Helena Saria Começam as inscrições para oficinas do Núcleo de Produção Cultural do Curro Velho As oficinas que buscam aprofundar técnicas artísticas e práticas sustentáveis Imagem: Arthur Andrade / Divulgação. O Núcleo de Produção Cultural do Curro Velho , em Belém, abre inscrições no próximo dia 6 de março para sete oficinas que buscam aprofundar técnicas artísticas e práticas sustentáveis . Com início das aulas marcado para o dia 17 do mesmo mês, as oficinas têm carga horária de 45 horas e são direcionadas a alunos com experiência prévia em artes visuais ou práticas de ofício, oferecendo uma porta de entrada para a profissionalização no mercado cultural. Entre as oficinas oferecidas estão "Do Papel ao Produto", "Estamparia Amazônica com Serigrafia", "Utilitários com Madeira", "Acessórios de Moda com Reaproveitamento de Sombrinha", "Confecção de Mascotes da Amazônia em Tecido", "Embalagem Criativa" e "Design de Bolsa com Banner". Cada oficina tem 10 vagas e é ministrada por instrutores especializados, como André Teixeira, Lucilene Carvalho e Juliana Lebrêgo. Anúncio Ana Luz, técnica em gestão cultural do Curro Velho, explica que o núcleo de produção é um espaço onde os alunos podem aprofundar suas técnicas e se preparar para o mercado. "Quando o aluno passa por várias etapas, como serigrafia, desenho e pintura, e quer algo mais, ele se inscreve nas oficinas do núcleo de produção, onde vai aprofundar a técnica e trabalhar com o mais próximo do que o mercado pede", afirma. (Leia o texto completo AQUI ). Informações em @fundacaoculturalpa e @casadalinguagem_currovelho_fcp Fonte : Fundação Cultural do Pará # Oficinas Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Documentário paraense é selecionado para mostra nacional de periferias do Ministério das Cidades

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 21 de mar. de 2026 Documentário paraense é selecionado para mostra nacional de periferias do Ministério das Cidades A obra está entre os oito filmes escolhidos na categoria audiovisual e será exibida durante o Encontro Nacional de Periferias Imagem: d ivulgação. Por Na Cuia — Belém(Pará),Amazônia. 21/03/2026 - 07h00 O curta documentário Conexão Viela Norte , dirigido por Suzan Souza, foi selecionado para a primeira edição da Mostra Nós, iniciativa do Ministério das Cidades que reconhece produções audiovisuais e fotográficas realizadas em periferias de todo o Brasil. A obra está entre os oito filmes escolhidos na categoria audiovisual e será exibida durante o Encontro Nacional de Periferias, que acontece no dia 21 de março, em São Paulo. Produzido em Belém do Pará, o filme acompanha o encontro entre os artistas Pisada Cabôca e Moraes MV , que constroem uma fusão potente entre carimbó, coco e rap. A narrativa evidencia a música como ferramenta de resistência, identidade e (re)existência periférica na Amazônia, atravessada por marcadores de raça, território e diversidade sexual. Anúncio Suzan Souza representará o filme no evento, marcando a presença da Amazônia e de produções independentes do Norte em um espaço estratégico de articulação nacional. Para a diretora, o documentário nasce como um gesto político e coletivo. “O filme parte da periferia como espaço de produção cultural, memória e articulação comunitária. A música e a palavra aparecem como ferramentas de afirmação, pertencimento e transformação social”. SERVIÇO: Exibição do curta documentário Conexão Viela Norte na Mostra Nós Onde: Casa de Portugal, São Paulo (SP) Dia: Sábado (21/03) Evento: Encontro Nacional de Periferias Entrada Gratuita (mediante inscrição no evento #Documentario Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Jeff Moraes faz show de lançamento do DVD Tambor e Beat

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 29 de set. de 2022 Roberta Brandão Jeff Moraes faz show de lançamento do DVD Tambor e Beat #SHOW Imagem: Duda Santanna / Divulgação. Um ano após lançar o álbum Tambor e Beat, Jeff Moraes se prepara para divulgar o DVD do show de lançamento do primeiro CD da carreira de cantor. Definido pela crítica como um registro repleto de sonoridade Afro Amazônica, o espetáculo musical vai estar disponível no canal oficial do artista no Youtube, na noite do dia 30/09. Com o intuito de comemorar mais esse passo na carreira, Jeff vai ocupar a Feira do Açaí com o show autoral “Tambor e Beat” e também com a apresentação dos grupos convidados, Afoxé Axé Dudu, Samba Fé no Batuque e Carimbó de Icoaraci. O evento será realizado na próxima sexta-feira de novembro (30/09), a partir das 21h. “É incrível, é uma sensação maravilhosa. Eu acho que voltar para as ruas após esses dois anos de pandemia e depois desses 4 anos de facismo vai ser um ato de muita força e renovação”, aponta Jeff. Jeff Moraes é um artista paraense que surge nas chamadas “batucadas”, que são reuniões espontâneas de artistas que tocam, cantam e produzem cultura sem o apoio do poder público. Belém já teve batucadas famosas, como a da Praça da República, do Mercado de São Braz e, novamente, na Feira do Açaí. Desse movimento, muitos artistas despontam para a cena local. Jeff foi um desses, como conta, “ bem, eu acho que lançar esse DVD na rua é muito simbólico pra mim porque afinal de contas a minha trajetória ela se dá no início nas batucadas, nas ocupações culturais, tal qual é hoje a ocupação da Feira do Açaí. Então é um caminho de volta pra casa, sabe? É um caminho de se reconectar com a minha ancestralidade. A rua te proporciona diversas sensações. E uma delas é a sensação de se sentir completo enquanto artista. Quando a gente abre a boca pra cantar numa batucada, a gente está no lugar onde todos nós somos um um corpo, somos uma mesma voz, não é?, finaliza o cantor. Histórico Jeff Moraes é um artista multimídia afroamazônida. Cultura Pop, Afro afeto, Amazônia e Ancestralidade são as palavras chave da produção musical desse cantor paraense que soma dez anos de carreira. Em 2021, lançou o primeiro álbum da carreira chamado Tambor e Beat. A música negra, Amazônica e GLBTQI + são o caldeirão que Jeff mergulha para se influenciar. Seu timbre e suas interpretações são uma mistura da Amazônia negra e das diversas influências sonoras da música negra Brasileira. Jeff atua em diversas linguagens artísticas como a música, o audiovisual, o teatro e as redes sociais. São cerca de 10 anos de carreira, 13 mil seguidores no Instagram, mais de 1500 inscritos no canal do Youtube. O episódio “Ver o Peso” da série Sampleados estrelado pelo cantor afroamazônida tem um milhão e meio de visualizações. Tem três videoclipes lançados. Em 2021, lançou o álbum Tambor e Beat com 8 canções autorais. São mais de 20 composições, inclusive gravadas por outros artistas como a cantora Juliana Sinimbú. Sua obra está disponível nas plataformas digitais como Spotify e Youtube. Serviço : Lançamento do DVD Tambor e Beat no Youtube Dia 30/09 / 21h Show do Lançamento do DVD no Tambor e Beat na Feira do Açaí, a partir das 21h, Dia 30/09 Instagram: @jeffmoraes.oficial Texto : Roberta Brandão (Assessoria de Imprensa) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Banda paulista, Sub-Rock lança novo single “Muito a Perder”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 6 de ago. de 2024 SE Assessoria Banda paulista, Sub-Rock lança novo single “Muito a Perder” A música aborda a temática de querer abandonar tudo e começar a vida do zero, mas não ter a coragem necessária para seguir adiante #Brasil Imagem: divulgação. Sub-Rock lança novo single "Muito a Perder" , que acompanha o lançamento do EP "Primeiro Ato Parte 3" e serve como introdução do 4º EP, que ainda não possui título definido. A música aborda a temática de querer abandonar tudo e começar a vida do zero, mas não ter a coragem necessária para seguir adiante. Segundo o vocalista e compositor Gil Freitas , a canção reflete a ideia de deixar tudo para trás e construir uma nova vida ao lado do amor. A banda planeja lançar o 4º EP ainda este ano, disponibilizando as músicas individualmente. Além disso, a turnê de lançamento já teve início com shows em Guarulhos, Osasco e Rio de Janeiro. Anúncio A banda de rock Sub-Rock nasceu na cidade de Osasco em 2019, fruto da união dos músicos Gil Freitas , Mauricio França , Rita Mendes , Vinicius Pimentel e Diego Lutero . Já com experiência em projetos anteriores, o grupo se dedicou desde o início à criação de músicas autorais SERVIÇO : Ouça Muito a Perder / @subrock_oficial Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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