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- Casarão do Boneco lança experimento artístico coletivo
#CasarãoDoBoneco Reunindo 13 artistas criadores-encenadores numa imersão artística e afetiva, o experimento coletivo "ama ZONAS de nós - rios de cenas no Casarão do Boneco" foi selecionado pelo edital de Teatro da lei Aldir Blanc Pará. A pré-estreia será no dia 15 de abril, com inscrição prévia, e o lançamento oficial, no dia 16 de abril, às 20h, pelo canal de Youtube. Depois de 2020, em que o Casarão do Boneco precisou fechar as portas, vivenciando um processo de transformação dos modos de criação, em plataforma digital, o coletivo se debruçou, este ano, em um novo formato de co-criação e autoconhecimento. Momento importante e desafiador na trajetória do coletivo que entende que o "ama Zonas de nós" é também uma ferramenta de extensão e conexão com o público que também ficou privado da visitação do espaço. O projeto misturou as linguagens do teatro e do cinema para relacionar memória, áreas afetivas e significações pessoais de ancestralidades, reverberados em cada um dos participantes, que escolheram um cômodo do Casarão do Boneco, como zona indutora de seu processo criativo para desenvolver sua cena. Ao todo foram produzidas sete cenas que revelam essas relações, resultando num experimento cênico audiovisual que será compartilhado com o público pelo Youtube, mas os interessados em participar do encontro de compartilhamento criativo, no dia 15, às 20h, devem pedir o link de inscrição pelo whatsapp: (91) 98084 7126. Aníbal Pacha, um dos habitantes do Casarão do Boneco, diz que esse momento de criar junto, diante de todas as dificuldades impostas pela Pandemia, é importantíssimo, em que o grupo consegue se "re-vincular, re-traçar, juntar novos e outros afetos. Afetos no fazer, no desejo” diz o artista. Para ele, o "ama ZONAS de nós promoveu" um encontro muito particular, resgatando o nosso amor pelo espaço e reagrupando os fazeres do coletivo, o que pra mim é muito caro. Para mim é muito importante pensar a criação artística em grupo, e esse projeto veio para isso, para juntar espaço físico com o espaço pessoal de cada um. São duas casas: o corpo do coletivo e o corpo do casarão”, complementa. Adriana Cruz, que também participa do experimento artístico, esse processo faz parte de um grande exercício de produzir arte coletivamente. "Sim, o exercício de trabalho horizontal. Significa que é construção permanente. Não só de gestão, mas exercitamos a criação. Dar lugar às vozes de todxs os artistas produtores. Fácil não é, mas é muito importante pra nós, aprender a deixar o outro dizer o que pensa, ouvir e saber dizer o que pensa como artista de modo a colaborar, a misturar ideias, corpos, imagens. Tem sido um exercício instigante, como foi o Velório da Matinta”, diz a atriz e escritora. Além dos dois, também co-criaram Cristina Costa, Paulo Ricardo Nascimento (In Bust Teatro Com Bonecos); Andrea Rocha, Thiago Ferradaes e Fafá Sobrinho (Produtores Criativos); Maurício Franco (Bando de Atores Independentes); Lucas Alberto (Cia Sorteio de Contos); Leonel ferreira (Cia Madalenas de Teatro), Nanan Falcão, Cincinato Jr. e Victória Sampaio. Serviço "ama ZONAS de nós - rios de cenas no Casarão do Boneco" - Pré-estreia será no dia 15 de abril, com inscrição prévia pelo wpp: (91)98084-7126. Lançamento oficial, no dia 16 de abril, às 20h, pelo Canal de YouTube Casarão do Boneco. Projeto selecionado pelo Edital de Teatro - Lei Aldir Blanc Pará. Texto: Luciana Medeiros (HOLOFOTE VIRTUAL)
- Mesa Virtual reúne realizadores de Festivais de Cinema na Amazônia
#FestivalDeCinemaNaAmazônia #MesaVirtual Tentar alinhar o pensamento de fomentar a produção de cinema na Amazônia através da ampliação do alcance dos festivais, aumentar e torná-los ainda mais conhecidos além de aumentar a importância deles na região são os objetivos da Mesa Virtual “A Importância dos Festivais e Mostras de Cinema na Amazônia”. O debate é uma realização do Projeto Cinema Marajó, aprovado no Edital de Audiovisual Lei Aldir Blanc Pará 2020. A roda de conversa será no dia 15 de abril, às 10h, pelo canal do youtube do projeto. Estão confirmados nomes como Joyce Cursino, do Cinema de Periferia Telas em Movimento; Francisco Weyl, criador do Festival Internacional de Cinema do Caeté; Zienhe Castro, organizadora do Festival de Cinema Pan-Amazônico Amazonia.Doc; Delen de Castro, um dos coordenadores do Festival de Cinema Negro Zélia Amador de Deus e Alessandro Campos, que organiza o Festival de Cinema Etnográfico do Pará, que também é produtor executivo do Projeto Cinema no Marajó. Para Alessandro Campos, a organização é muito importante para quem faz cinema, principalmente para quem faz cinema na Amazônia. “A ideia é a gente poder se organizar, criar um calendário próprio dos filmes para que eles possam circular na Amazônia e incentivar a criação de novas mostras”, aponta o produtor executivo. Dentro do calendário do Projeto Cinema no Marajó tem ainda duas oficinas, uma de fotografia com celular e outra de introdução ao audiovisual a serem realizadas nas cidades marajoaras de Melgaço e Breves com datas ainda indefinidas por causa da pandemia. As oficinas terão seus resultados apresentados numa Exposição Virtual e na Mostra de Cinema Documentário na Plataforma AmazôniaFlix. Serviço: A roda de conversa online será no dia 15 de Abril, ás 10h, no Canal de YOUTUBE do projeto Cinema no Marajó. Texto e informações: Marcia Lima (91) 98300-1636
- Mulheres na Técnica do Pará disponibilizam banco de dados virtual
#MulheresArtistas #ColetivoAlumiá Em 2019, mulheres artistas de múltiplas linguagens que fazem parte do Coletivo Alumiá decidiram lançar uma pesquisa para conhecer o perfil das técnicas que atuam no Estado do Pará. O objetivo era fazer um levantamento local sobre o quantitativo de mulheres atuantes em atividades técnicas voltadas para artes cênicas, gestão e produção. A partir dessa pesquisa, que localizou mais de 50 técnicas, o Coletivo criou em 2020 o Mulheres na Técnica – Pará (MNT-PA), uma rede de apoio e visibilidade para mulheres técnicas de diversas áreas do segmento cultural. “Nossa proposta é fomentar a união dessas mulheres em busca de visibilidade no mercado de trabalho, incentivar novos complementos de profissionalização e compartilhar saberes e experiências”, revela Natasha Leite, iluminadora e uma das idealizadoras da pesquisa. Natasha revela que o movimento foi inspirado em uma iniciativa realizada no estado do Ceará, que autorizou o uso do mesmo nome: Mulheres na Técnica. “Essa iniciativa atua principalmente enquanto mobilizadora de trocas no intuito de debater o ofício técnico feminino nas artes, a garantia de direitos e capacitação em prol da atuação efetiva no mercado de trabalho” explica. Hoje, o grupo conta com 66 mulheres, com faixa etária entre 22 e 65 anos, que possuem formação com base mínima de ensino técnico profissionalizante e aprimoramento em mais de uma área de conhecimento. São técnicas espalhadas pelo Estado, que atuam nas mais variadas linguagens, entre elas se destacam: iluminação, sonorização, cenografia, figurino, cinema, audiovisual, fotografia e produção. Banco de Dados – A preocupação de aumentar a presença de mão-de-obra feminina nos projetos, a exemplo do edital da Lei Aldir Blanc que destinou percentual para iniciativas propostas por mulheres, vem abrindo mais vagas no mercado para as técnicas, mas uma das problemáticas enfrentadas por elas é a divulgação de seu portfolio e contato. Buscando facilitar o acesso a um banco de dados com os contatos das profissionais no Pará, o Movimento Mulheres na Técnica Pará em parceria com a Lambateria criou uma página onde estará disponível um banco de dados com os contatos e experiências dessas profissionais. A ideia é facilitar a localização dessas técnicas. “Quando vamos contratar profissionais pros projetos, acabamos procurando os que já conhecemos por afinidade, mas também pela dificuldade de encontrar referências de outros profissionais. Assim, pensamos em criar uma página do grupo Mulheres na Técnica, onde o contratante vai encontrar as técnicas que atuam no Estado, divididas por área de atuação e cada uma terá uma página sua, onde estará disponível o currículo com experiências profissionais, telefone, e-mail, redes sociais e a cidade onde atua”, explica Sonia Ferro, produtora da Lambateria que faz parte do grupo. A página do Mulheres na Técnica Pará está disponível no site lambateria.com. “Nós usávamos o site para divulgar as inciativas da Lambateria, mas com impossibilidade de realizar festas, percebemos que poderíamos explorar mais esse canal para colaborar com a cena local”, conta Sonia, que também transformou o blog da Lambateria em um espaço para a divulgação de pautas culturais do Estado. A página ainda está em construção e aberta às mulheres que queiram fazer seu cadastro. Todas as profissionais que atuam no segmento cultural e de alguma forma se dediquem às atividades técnicas de criação e produção artística podem solicitar o cadastro. O formulário está disponível na bio do Instagram Mulheres na Técnica Pará (@mulheresnatecnica_pa). Campanha – Passando por um momento delicado por conta da pandemia, algumas técnicas estão com dificuldade para se manterem, uma vez que os trabalhos diminuíram. Por isso, o Movimento também está fazendo uma campanha de arrecadação de dinheiro que será destinada para ajudar as mulheres que atuam no setor. As doações podem ser feitas via PIX (+5591982393329) até dia 30 de abril. Serviço: | O QUÊ: Campanha de Arrecadação Mulheres na Técnica Pará | QUANDO: Até 30 de abril | ONDE: Pix +55 91 982393329 | PÁGINA: www.lambateria.com/mulheresnatecnicapa | INFORMAÇÕES: (91) 98239-3329 (Natasha Leite) Texto: Sonia Ferro (91) 98026-1595 / soniaferro@robatto.com.br.
- A Virada Digital 2021 abre inscrições para workshops gratuitos
#ViradaDigital2021 #WorkshopsGratuitos A Virada Digital 2021 abre, na segunda-feira (12), as INSCRIÇÕES para quatro workshops gratuitos sobre comunicação, escrita poética, cinema e música. Estão disponíveis 15 vagas para cada encontro. O festival promove 24h de programação nos dias 7 e 8 de maio, com shows, performances, teatro, audiovisual e um leque de linguagens artísticas de criadores do Pará. Gustavo Aguiar ministra o workshop “Comunicação criativa para projetos culturais” no dia 7 de maio. Jornalista e produtor cultural, Aguiar atua desde 2014 na realização de eventos, desde encontros de estudantes a festivais de música para milhares de pessoas. Se especializou em comunicação para música, desenvolvendo cursos e consultorias. Além de desenvolver trabalhos de marketing digital e assessoria de imprensa, produz conteúdo jornalístico na internet, em suas redes sociais e outros sites especializados em música. No workshop, ele debate sobre como funciona um planejamento de comunicação e como ativar os principais canais para projetos culturais, as redes sociais e a imprensa, além de desenvolver uma mente criativa para pensar possibilidades além do orçamento apertado. Mayara La-Rocque ministra o “Laboratório poético de escrita”, também no dia 7 de maio. Escritora, educadora e artista paraense, Mayara publicou o livro “Uma luminária pensa no céu”, pela Edições do Escriba, e participou de exposições e produções audiovisuais. Em 2020, seu projeto "Caminhos Poéticos da Escrita" foi contemplado pelo Prêmio Rede Virtual de Arte e Cultura da Fundação Cultural do Pará. Atualmente desenvolve o curso “Escritas de si” e outros laboratórios voltados para experimentação e criação com a palavra. O “Laboratório poético de escrita” consiste em uma vivência para se pesquisar a escrita enquanto experiência e lugar de ficção em que a própria vida é a matéria de criação. “O laboratório é um meio para esse aprofundamento, onde através de provocações e dinâmicas criativas, se pretende trazer as narrativas, a memória, os poemas, as simbologias, as metáforas como recursos e forças arquetípicas e para adentrarmos em dimensões de nossa própria realidade e, dessa forma, vivenciarmos nossa escrita”, diz La-Rocque. Lorenna Montenegro ministra o workshop “Cineastas – Mulher, feminismo e cinema”, dia 7 de maio. Crítica de cinema, roteirista, curadora e jornalista, Lorenna possui mais de 18 anos de atuação na área. Integra o Elvira - Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema, e a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). Cursou Produção Audiovisual na PUCRS, é professora do curso técnico Filmworks, da Academia Internacional de Cinema (AIC - SP) e ministra oficinas e cursos sobre crítica, história e estética do cinema/vídeo, e representação feminina nas telas. “O workshop será um encontro para provocar reflexões sobre o caminho constituído na produção cinematográfica e de que forma o cinema de mulher traz diversidade ao meio, com maior presença por trás das câmeras que reflete num olhar contra hegemônico, feminino e plural”, diz Montenegro. Ed Guerreiro conduz o encontro “Música digital e direitos”, no dia 8 de maio. Músico e produtor musical, iniciou sua carreira profissional em 2003, e foi co-fundador da banda adame Saatan, um dos principais nomes do rock paraense. No workshop, discutirá o papel dos agentes na cadeia dos Negócios Musicais. “A ideia central é desburocratizar a linguagem e mapear o conhecimento básico para que artistas e agentes musicais consigam trilhar seu caminho independente de forma organizada e com o maior aproveitamento possível”, destaca. Serviço Virada Digital 2021 abre inscrições para workshops gratuitos no Sympla. Texto: Gil Sóter (91) 98942-4037
- Projeto DocBio: Professor da UFPA é homenageado em documentário
#ProjetoDocBio Professor há mais de 40 anos, sendo aproximadamente 30 dedicados à Universidade Federal do Pará (UFPA), Otacílio Amaral Filho é homenageado em filme documental sobre sua trajetória na docência e na pesquisa. O média-metragem (de cerca de 38 minutos) é resultado do projeto de extensão da UFPA chamado Documentários Biográficos da Amazônia (DocBio), que, como o nome sugere, produz cinebiografias de pessoas amazônidas. Sobre Otacílio Amaral: “Tudo o que eu fazia, o que eu compunha, o que eu escrevia, o meu trabalho como professor tinha essa intenção de melhorar a sociedade”. É com essa fala de Otacílio que se iniciam as imagens da entrevista do professor ao Projeto DocBio. Embora tenha nascido e passado parte da infância e da juventude em Fortaleza (CE), apesar de seu registro de nascimento constar a cidade de Parnaíba (PI) - lugar em que, curiosamente, nunca esteve -, Otacílio Amaral é não apenas um cidadão da Amazônia: ele é um grande nome da pesquisa sobre as questões culturais e políticas da região. No início dos anos 50, ainda na infância, morou, por cinco anos, em Santarém, no oeste do estado do Pará. Cidade para qual retornou durante a juventude, após ter sido preso pela Ditadura Militar, em Fortaleza, pois sempre foi um militante político ativo nos movimentos estudantis. Em solo santareno, viveu grande parte da juventude; iniciou a jornada como professor; experienciou diversas linguagens artísticas e, mesmo quando começou a estudar na UFPA, em Belém, jamais abandonou a cidade paraense que ele considera ser a cidade dele. Ainda hoje, ele possui grande relação com Santarém. Lá, cantava, compunha músicas, participou e teve parcerias com grupos musicais e diversos artistas, como o grupo “Canto de Várzea”, com o qual possui músicas gravadas. Sempre que retorna à cidade, Otacílio relembra esses momentos, revisita conhecidos, amigos e família, que sempre pedem para ele cantar e reviver o passado. Ele sempre possuiu relação com a música e com a cultura local. Entre suas pesquisas, destaca-se o trabalho iniciado em sua tese de doutorado, sobre a Marca Amazônia e o Marketing da Floresta, que reflete a respeito do valor agregado a produtos comercializados com aquilo que pode ser considerado marca da Amazônia. A exemplo do açaí, que, para os paraenses, é um alimento-refeição que geralmente causa sono após o consumo e é vendido para fora do estado como produto energético e tendo seus valores ressignificados. A outra pesquisa a ser destacada é a obra Espetáculos Culturais da Amazônia, que estuda a origem para compreender a atualidade de “espetáculos” como o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém, e o Festival de Sairé, em Santarém. Esse trabalho possui importância na desconstrução dos estigmas e do pensamento de que esses eventos nascem exclusivamente com origem na religião. Eles são, porém, resultados de resistências populares. No início, resistência à Violência Sistêmica. Sobre o projeto: São mais de 7 anos de projeto, que já entrevistou e mostrou diferentes personalidades amazônicas que vão de artistas conhecidos, como a mestra de carimbó Dona Onete, a personalidades da comunidade acadêmica, como João de Jesus Paes Loureiro. Nomes importantes da comunicação na Amazônia também já tiveram suas biografias registradas pelo Projeto DocBio, como Carlos Estácio, Manuel Dutra e, mais recentemente, Angelo Madson. Produzido coletivamente, o documentário é uma realização conjunta entre a Proex-UFPA, o Grupo de pesquisa Sisa, a Facom-UFPA, o Instituto de Letras e Comunicação da UFPA e a Academia Amazônia. A nova versão está disponível no canal do YouTube da Academia Amazônia desde hoje incluir data. Documentário disponível AQUI. FONTE: Ascom UFPA
- “Urso Polar Astronauta” apresenta Andro Baudelaire como autor infanto-juvenil
#UrsoPolarAstronauta #AndroBaudelaire Uma viagem pelo espaço, fazendo amigos e aprendendo coisas novas é o tipo de história que nasce na imaginação das crianças, como ocorre em “Urso Polar Astronauta”. O livro marca a estreia do músico e produtor Andro Baudelaire como escritor infanto-juvenil e conta ainda com as ilustrações de Filipe Anjo, artista visual de Natal (RN). O lançamento ocorre neste sábado (10/04), às 19h, com um encontro on-line no Instagram (@androbaudelaire) com leitura de um trecho do livro e uma das músicas criadas especialmente para o livro. Andro conta que a escrita se tornou mais uma forma de expressar sentimentos, assim como já vinha fazendo com a música há mais de uma década. “Inclusive, eu já estou com dois livros engatilhados na mente. Mas bora ver, vamos com calma. Vamos ao ‘Urso Polar Astronauta’, que vai ser lançado agora e vai ser maravilhoso”, projeta. O pequeno urso, inspirado em personagens como Chapolin Colorado, de coração ingênuo e divertido, decide se aventurar no espaço após ter o coração partido por uma ursinha e essa aventura é o que o autor oferece aos pequenos leitores. A experiência é ampliada com um disco criado por Andro especialmente para o livro. Cada música recebe o nome de um capítulo e traz o clima daquele momento da história. Outro ponto interessante desse entrelaçamento entre a leitura e a música é que esta traz elementos que completam a história. E ainda se destacam por trazer uma variedade de ritmos que já era presente na trajetória do artista, indo da guitarrada ao pop, o rock, incluindo ainda batidas eletrônicas. “Eu quero que as crianças possam ler o livro e irem ouvindo as músicas, a primeira é ‘Vamos para o Espaço no Foguetinho Bacanudo’”, adianta. O projeto do livro foi contemplado pelo edital da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural e o lançamento contou com o apoio da Faculdade ESMAC e Estúdio Abbey Monsters. A publicação ocorre pela editora Jovens Escribas. Além do lançamento virtual, Andro prepara outras formas de lançamento e interação com os leitores ao longo deste semestre. A pré-venda do livro está aberta, com solicitação via Instagram do autor (@androbaudelaire). Serviço: Lançamento de “Urso Polar Astronauta”, com Andro Baudelaire Quando: Sábado (10/4), às 19h; Onde: Instagram (@androbaudelaire) Quanto: Gratuito. Texto: Lais Azevedo (91) 99940-9715
- Telas em Movimento promove Festival e traz Dira Paes e Babu Santana para falar sobre cinema
#TelasEmMovimento #Festival #DiraPaes #babuSantana De 10 a 30 de abril, o Festival de Cinema das Periferias da Amazônia - Telas em Movimento vai realizar palestras, oficinas, circuito de cineclubes, mostra de filmes e de vídeo mapping trazendo como tema a inclusão digital. "A ideia desse ano é trazer à tona a pauta da exclusão digital. Apontar que existem pessoas que estão à margem da conexão e, portanto, à margem de direitos básicos, principalmente, no cenário de pandemia. Trabalho remoto, aula virtual, auxílio emergencial, todos esses processos dependem do acesso e quem não tem acaba ficando de fora. É desumano”, afirma Joyce Cursino, idealizadora do projeto. A programação de abertura do evento é um bate papo virtual que conta com a participação dos atores Babu Santana e Dira Paes. Para a paraense, que com mais de 35 anos de carreira, coleciona personagens marcantes na TV e no cinema, além dos seus trabalhos como atriz, Dira é ativista dos direitos humanos, defensora de causas sociais e ambientais. “É fundamental no Estado do Pará, quando falamos de inclusão digital e inclusão social, a gente sabe que na Amazônia os estados são com terras descontínuas, ou seja, que você não chega por terra. O título [desta edição] do Telas em Movimento faz todo sentido. Navegações porque somos da água e meu olhar como atriz vai muito do meu olhar como cidadã, esse olhar de cidadã me formou como atriz. eu conheço o povo de perto, e isso é fundamental para quem quer ser ator, tem que ter esse contato com o que é de mais humano na vida”, comentou Dira Paes, no bate-papo que vai ao ar no próximo sábado, dia 10 de Abril. Nesta edição o projeto apoia a Campanha Terra Solidária, iniciativa do projeto Tela Firme que busca ajudar famílias em situação de Vulnerabilidade social do bairro da Terra Firme, periferia de Belém. Cinema nas periferias - O evento também pretende discutir a democratização do acesso ao cinema nas periferias, principal objetivo do projeto Telas em Movimento. Para Babu, “A chegada do cinema às comunidades do Brasil gera reflexão, instiga a imaginação, a interpretação e leitura do mundo através da exposição de histórias, e quando me perguntam o que o cinema pode fazer neste período que estamos vivendo de pandemia, entendo que o cinema poderia moldar a empatia das pessoas, a sensibilidade, influenciar no cuidado mútuo em comunidade, pois o cinema é isso, ajuda na construção do cidadão para refletir, aliviar do cotidianos, entreter e informar", conta Babu Santana. No dia 12 de abril, a programação segue com a palestra "O Panorama da Inclusão Digital e a Covid-19 no Norte do Brasil", que será ministrada pela Cooperação da Juventude Amazônica pelo Desenvolvimento Sustentável, a COJOVEM e funcionará como fomento para a produção da oficina de audiovisual que ocorrerá entre 13 e 16 de abril com jovens das ilhas, quilombos e periferias do Pará atendidos pelo projeto. Além disso, a turma também contará com a participação de alguns jovens do Movimento República de Emaús. Circuito de Cineclubes - Nos dias 13 e 14 de abril, de 17h às 19h, acontece o “Circuito de Cineclubes”, a história dos cineclubes no Brasil e no Pará será tema do bate-papo com Marco Antônio Moreira, presidente da Associação dos Críticos de Cinema do Pará (ACCPA). E ainda, será possível conhecer a história de alguns dos cineclubes da Região Metropolitana de Belém, como: Cineclube da TF, Tela Firme, Cine Guamá, Instituto Bamburusema, Sapato Preto, Cine Ribeirinho e Cine Cabocla, que integram as ações do Telas em Movimento desde 2019. O bate-papo ocorrerá através da plataforma Zoom, aberto ao público com inscrições As inscrições podem ser feitas AQUI. Outras informações sobre a programação completa veja no Nosso Site: https://www.telas-emmovimento.org/. Telas em Movimento - O projeto vem desde 2019 desenvolvendo trabalho nas periferias urbanas e ribeirinhas da Região Metropolitana de Belém do Pará. Com foco na ampliação dos debates e produção cinematográfica e artística com impacto social nessas comunidades. Desde o início, o projeto é realizado pela Negritar Filmes e Produções em parceria com uma rede de colaboradores, cineclubistas e apoiadores que juntos tiveram um papel de cobrança de políticas públicas para as periferias. Durante a pandemia, O Telas em Movimento retomou as comunidades e realizou as ações “Telas contra a Covid” e “Telas da Esperança”, mobilizando alimentos, kits de higiene, difundindo informação acerca da Covid-19 e incentivando as crianças a imaginação criativa através dos seus desenhos. SERVIÇO 3ª edição Festival de Cinema das Periferias da Amazônia - Telas em Movimento Acompanhe mais informações pelo nosso Site. Pelo Youtube e pelas nossas redes sociais Instagram e Facebook. Texto: Tainá Barral - Assessoria de Imprensa (91) 98152-9672
- CTRL+N faz show em Live no Pajubá Festival nesta quarta-feira (07/04)
#CTRLNshow #LivePajubáFestival O duo paraense Ctrl+N, formado pelos artistas Haroldo França e Nigel Anderson, participa, na próxima quarta-feira (7) do primeiro dia da programação do Pajubá Festival, evento realizado por artistas LGBTQIA+, negras e indígenas para o fortalecimento do trabalho artístico-cultural destas pessoas. Uma versão do single Táxi para Paris, gravado na live, será lançado pela dupla no mesmo dia. Para o evento, a dupla idealizou uma live que foi gravada no Antiquário Café e pensou versões novas do seu repertório para o público. “Como estamos sem muitas oportunidades de apresentação ao vivo por conta da pandemia, pensar um show cheio de novidades para o festival é uma oportunidade de mostrar para onde nosso fazer artístico está caminhando ao público”, afirma Haroldo França. Para a apresentação, o músico Lucas Ronsani acompanhou e idealizou as novas versões. Os sucessos Eu Prefiro e Afeminada tem espaço garantido na apresentação, além de outras músicas dos EPs Grita (2018) e Vrá (2020). A visualidade, ponto sempre marcante no trabalho da dupla, é explorada na live e o público pode esperar visuais, coreografias e uma estética pensada para esse novo momento. O evento, realizado pela companhia Ir e Vir, de São José do Rio Preto, será transmitido pelos canais da companhia pelo Youtube e Facebook e o show da dupla inicia às 21 horas. SERVIÇO: Live Ctrl+N no Pajubá Festival Dia: Quarta-feira (7), às 21 horas no Youtube e Facebook da Cia. Ir e Vir. Texto: Leandro Oliveira (Assessoria de Impresa)
- Ativista do Movimento Negro Zélia Amador vira tema de documentário
#ZéliaAmador #MovimentoNegro A primeira vez em que lembra de ter sofrido racismo, a professora emérita da Universidade Federal do Pará, Zélia Amador, tinha pouco mais de nove anos. Filha de uma empregada doméstica vinda da ilha do Marajó, no Pará, Zélia fazia os primeiros anos numa escola administrada por freiras. As notas chamavam a atenção. Não menos que a cor de sua pele, descobriria depois. A escola ia fazer um espetáculo de dança, baseada em religiões umbandistas. A freira-professora perguntou quem gostaria de participar. Zélia levantou o braço. A irmã optou por uma menina branca. “Ela tinha uma cara de cavalo”, lembra Zélia. Para justificar, a professora explicou que naquelas atividades sempre eram escolhidas meninas mais ‘ajeitadinhas’. “E eu não me achava desajeitada, pelo contrário”, lembra Zélia Amador. Muita água passou por baixo da ponte desde esse primeiro despertar para o preconceito vivido por essa mulher paraense preta. Zélia se tornou militante estudantil, ingressou em siglas clandestinas esquerdistas que combateram a ditadura, revolucionou o teatro paraense, à frente do grupo Cena Aberta, foi uma das fundadoras do Centro de Estudo e Defesa do Negro no Pará, lutou pela implantação das cotas raciais na UFPA. É considerada atualmente um dos principais e históricos nomes do movimento negro não só na Amazônia, mas no Brasil. E toda essa história está se tornando filme. Amador, Zélia é um curta-metragem documental paraense cujo projeto foi contemplado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult) por intermédio do Edital Aldir Blanc Pará Audiovisual. Em quase meia-hora refaz a trajetória de Zélia Amador, da infância aos dias atuais, quando obteve o reconhecimento da Academia ao ser homenageada como professora emérita da UFPA. E utiliza, para isso, diversas linguagens. Há partes dramatizadas como se fosse um monólogo teatral e há partes feitas em animação, compondo com o formato tradicional de documentário uma história repleta de luta pelo reconhecimento das pessoas negras na sociedade amazônica. O argumento, roteiro e codireção do documentário é do jornalista e roteirista Ismael Machado, que tem no currículo a série documental Ubuntu: A Partilha Quilombola, exibida no Canal Futura. A produção marca também a estreia de uma nova produtora audiovisual no estado, a Floresta Urbana. Quem também assina a direção do curta é Glauco Melo, o diretor de fotografia da obra. “A história de Zélia é inspiradora para toda a sociedade, principalmente nos tempos de retrocessos que estamos vivendo”, resume Glauco Melo ao refletir sobre a ideia de documentar a vida e a obra de Zélia Amador. Uma das ideias propostas no roteiro de Ismael Machado foi a de sublinhar algumas passagens da trajetória de Zélia com uma dramatização simulando um monólogo teatral. Quem assume esse papel é a atriz e ativista cultural Carol Pabiq. “Costuma-se chamar de ‘prêmio’ ou de ‘presente’ quando a gente recebe um trabalho para dar vida a um personagem. E depois de 10 anos longe dos palcos e dos sets de filmagem ser convidada para viver Zélia Amador de Deus no cinema é uma honra. Pois Zélia é muito querida e admirada por mim, por artistas, por ativistas, pela intelectualidade, pela sociedade como um todo”, avalia Carol Pabiq. Logo, no entanto, ela sentiu o ‘peso’ da missão. “Assim que recebi o convite, fiquei em choque e muito emocionada. Em seguida bateu um leve desespero e uma chuva de perguntas, dúvidas e reflexões. E agora? O que eu faço? Dez anos fora das artes cênicas... é um personagem que existe, é um personagem real. Ora pareceu fácil, ora pareceu difícil. Como interpretar uma personagem no cinema, que é uma pessoa real, sem imitar e ser tosco? Precisei revisitar técnicas, estudei Zélia, fiz uma pesquisa de informações e imersão, emoções e memórias. Inclusive, cheguei a me emocionar de verdade em alguns momentos, mexeu com o meu íntimo”, diz. As filmagens já foram encerradas e a fase de edição deve começar em breve. A previsão é que entre meados de abril e início de maio, "Amador, Zélia" já esteja disponível para exibição. A primeira janela prevista é a TV Cultura do Pará, mas a intenção da equipe é que o filme percorra festivais de curtas e seja incorporado a canais pagos e plataformas de streaming o mais breve possível. Saiba mais sobre o projeto no site: www.amadorzeliaocurta.com.br. Texto: Assessora de Imprensa do projeto
- Culinaristas paraenses Úrsula Ferro e Patricia Lio ministram oficina gastronômica
#OficinaGastronômica #CulinaristasParaenses Existe uma cultura gastronômica que surgiu na região conhecida como Paulistânia onde a simplicidade alimentar caipira se faz presente até hoje. Esse é o tema do projeto "Pirão Tropeiro: o encontro da culinária caipira com a cabocla” das culinaristas Paraenses Úrsula Ferro e Patricia Lio. De 07 de abril a 05 de maio, aulas on-lines gratuitas, vão ser oferecidas para os amantes da história da gastronomia brasileira através da plataforma Zoom. O projeto Pirão Tropeiro tem apoio da Lei Aldir Blanc na Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura / Prefeitura Municipal de São Paulo e do Governo Federal. O termo Paulistânia vem da região que corresponde ao leste de Minas Gerais até o Mato Grosso, de Jalapão, Tocantins e Goiás até Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul, passando pelo que é hoje o estado de São Paulo (na época Capitania de São Paulo criada em 1720). O encontro dos índios guaranis com os portugueses e a união dos hábitos dos dois grupos sociais resultou na culinária caipira. Milho, mandioca, o uso diversificado de hortaliças, tudo isso resultou em uma gastronomia original e de sabor ímpar. O projeto “Pirão Tropeiro” foi criado a partir dos elementos da gastronomia sampa-amazônica. É sobre uma experiência que contempla a mistura de ingredientes, memórias e histórias de vivências alimentares amazônica e paulista. O projeto fala sobre a cultura como fruto da circulação dos homens, produtos, sabores, técnicas, dinâmicas e mudanças na sociedade. Um processo histórico-cultural que define modelos alimentares que não permanecem estáticos, por isso a importância da preservação e valorização dessas identidades. Amendoim, milho, banana, mandioca e feijão vão ser as estrelas do curso que inicia no dia 07 de abril. A cada semana um alimento vai ser o tema das oficinas. Durante as aulas, que vão ter duração de duas horas e meia cada, as ministrantes vão falar sobre a história dos alimentos, como esses alimentos são consumidos em diversas regiões do Brasil, tirar dúvidas dos participantes e apresentar diversas receitas. As ministrantes são duas paraenses, comunicólogas de formação e culinaristas de paixão. O projeto “Pirão Tropeiro: o encontro da culinária caipira com a cabocla” quer, além de dar visibilidade para essas culturas alimentares, falar de sustentabilidade, diversidade e sabores. Versões de pratos criados a partir do universo que se apresenta nos dias de hoje, o que se pode escolher para se alimentar e que esteja em sintonia com as raízes, histórias, afetos, memórias e que converse com a possibilidade de gerar um menor impacto no prato do dia a dia dos brasileiros. O curso é aberto para quaisquer pessoas interessadas em culinária, história dos alimentos, gastronomia vegana e cultura alimentar brasileira. As inscrições vão ser on-line através do preenchimento de um formulário disponível na bio nas redes sociais da @ayacomidas e @conversaverde (Instagram) e as oficinas, ao vivo, pela plataforma Zoom. TODO O CURSO VAI SER GRATUITO. Ao todo, cinco oficinas durante os meses de abril e maio (uma oficina a cada semana). Além das aulas pela internet, o participante também vai receber um e-book detalhado como material de apoio sobre o curso. Abaixo o calendário das aulas: Programação 07 de abril: Amendoin / 14 de abril: Milho / 21 de Abril: Banana / 28 de abril: Mandioca / 05 de Maio: Feijão Texto: Assessoria de Comunicação
- EP Eletrocarimbó de Lia Sophia está disponível nas plataformas digitais
#Eletrocarimbó #LiaSophia Seguindo a linha do carimbó pop que a projetou nacionalmente e investindo em novas sonoridades e nos beats eletrônicos, a cantora e compositora Lia Sophia apresenta o novo EP EletroCarimbó. O projeto foi lançado nas principais plataformas digitais no dia 26 de Março, e conta com a coprodução do DJ Lucio K, que assina ainda os remixes de Ai Menina e Incendeia, dois sucessos do repertório de Lia Sophia e da inédita O Que É Que Ela Tem?. “Eletrocarimbó nasce do desejo de dar um passo adiante no meu trabalho, de promover experimentações com o Carimbó. Reafirmo minhas raízes, mas as misturo com beats eletrônicos que ficam ainda mais evidentes com a participação do Dj Lucio K, meu parceiro nessa produção. A colaboração dele foi muito importante para o resultado final, já que Lucio é mestre em misturar música brasileira com música eletrônica, já fez diversos trabalhos com o Carimbó e outros ritmos tradicionais brasileiros”, conta Lia Sophia. Lucio K, experiente em misturar diferentes gêneros musicais, já produziu remixes para diversos artistas como Baiana System, Letrux, B Negão e a banda eletrônica britânica Morcheeba. Acesse o link da Playlist no YOUTUBE AQUI Neste EP, a artista mistura tambores, rifs de banjo e as maracas do Carimbó aos beats e synths eletrônicos, unindo a identidade regional paraense com a linguagem do mundo. Apesar do Carimbó e da música eletrônica estarem bem nítidas no trabalho, a Guitarrada, a Lambada e toda a influência dos tambores amazônicos também marcam presença no EP. Para investir nessas experimentações sonoras, Lia Sophia preparou um álbum com três inéditas autorais, duas regravações e três remixes, sendo duas de músicas importantes de sua carreira. Entre as inéditas, que já nasceram com um pé no eletrônico, está Vem Me Namorar, um eletro Carimbó feito em 2019 em parceria com Matheus VK, cantor que puxa o bloco carioca dedicado à música Brega Fogo e Paixão, e estava esperando o momento certo para ser lançada e é a música de trabalho do EP. A faixa O Que É Que Ela Tem? foi composta à distância durante a quarentena de 2020, em parceria com Jana Figarella, atriz, compositora e instrumentista natural do Norte do País, que participa da gravação. Além da versão com a banda, a música ganhou um remix de Lúcio K que faz parte do EP. A música ganhou um clipe (Lia Sophia gravou em São Paulo e Jana em Alter do Chão) que será lançado em breve. Ninguém Estraga o Meu Dia foi a última a ser composta para o EP. Ela foi feita no início de 2021 e é uma composição “good vibe” bem paraense, inspirada em frases com expressões que usamos no Pará retiradas do perfil do Instagram Manga Poética (@mangapoetica). “Eu já estava muito lisonjeada da Lia Sophia estar seguindo, interagindo e compartilhando o conteúdo do Manga, mas foi uma grande surpresa a inspiração pra música. Muito gratificante ver que meu trabalho está sendo entendido por pessoas que eu admiro, como a Lia Sophia, que é uma mulher potente que leva o Carimbó pra todo o Brasil. Isso dá um gás pra gente continuar fazendo esse trabalho regional, que muitas vezes é menosprezado por outras regiões do Brasil e mostra a potência da nossa cultura”, conta Tiane Melo, criadora do perfil. “Morando em São Paulo há algum tempo, sigo levando a música paraense para o Brasil e fazendo conexões com artistas brasileiros, misturando a música de raiz com o Pop. Com Eletrocarimbó, quero ir além nas minhas experimentações e ampliar o meu público”, revela Lia Sophia. Projetos - Apesar da pandemia, Lia Sophia segue produzindo bastante em casa. Foi uma das primeiras artistas a fazer lives ainda em 2020. No final do ano passado, lançou dois singles Ela Chegou pra Ficar, que virou jingle das Casas Bahia, e Parece Feitiço, que veio com clipe gravado em Alter do Chão. Para este ano, a artista pretende lançar mais dois singles até julho. O EP Eletrocarimbó é uma realização da Lei Aldir Blanc Pará. Serviço: | O QUÊ: EP Eletrocarimbó de Lia Sophia | ONDE: Spotify / Site / YouTube / Instagram / Facebook / Twitter Texto: Sonia Ferro - Assessoria de Imprensa: (91) 98026-1595
- Single "Hipnotizadinho" do paraense Ed Luz já está nas plataformas digitais
#SingleHipnotizadinho #EdLuz Já está disponível em todas as principais plataformas digitais, a música intitulada “Hipnotizadinho” do cantor e compositor paraense, Ed Luz. Este é o primeiro single do artista, que tem a participação especial de Nirah Duarte. A música lançada no mês passado (20 de março) fala sobre complexidades emocionais, sendo algo bem diferente de tudo que o artista já produziu. “A música foi um presente de um momento que me marcou pra sempre, pois tive um sonho e acordei com a letra na mente, e era algo que ficou no meu subconsciente, foi surreal”, conta Ed Luz. O artista tem inspirações para compor a partir de situações inusitadas na sua vida. ”A letra ficou na minha mente o dia todo, lembro que sentia uma energia muito contagiante, sensual, ao mesmo tempo que escrevia sentia vontade de dançar sem mesmo ter melodia. Um sentimento indescritível! Incrível, libertador, livre, que aumentou minha auto estima e viajei naquela vibe de “hipnose.” Complementa o cantor e compositor que teve seu single produzido por um dos produtores musicais mais renomados do Estado: Rodrigo Camarão. "Rodrigo com uma experiência empírica musical gigante, e ao mesmo tempo tem um ouvido muito sensível para ouvir e entender o que o artista quer passar!! Isso me deixou muito a vontade, me senti em casa, ele deu o nome e assinou em baixo com chave de ouro.” Conta Ed Luz "O público pode aguardar algo novo, diferente, e moderno do Pará para o Brasil. Várias parcerias vão ser lançadas esse ano, clipe desta música e outras coisas que não posso dar detalhes ainda, acompanhem. Tenho certeza que vão ficar hipnotizadinhos(as).” Revela Ed Luz sobre seu trabalho este ano. Sobre Ed Luz Ed Luz é cantor e compositor, natural da cidade do Acará no Pará. Iniciou sua carreira musical na igreja aos 5 anos de idade. Se mudou para a capital há 7 anos atrás e lançou seu primeiro álbum cantando músicas gospel (LOUVOR DE UM FIEL) em 2017. Viajando por vários estados brasileiros, e até fora do país. Agora em um novo momento da vida e carreira, Ed Luz muda completamente o estilo e gênero musical adaptado para o pop eletrônico. Serviço: “Hipnotizadinho" de Ed Luz (feat. Nirah Duarte) Local: YouTube / Spotify e em todas as plataformas digitais. Fonte: ASC Produções

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