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- Artistas se preparam para voltar aos shows
#ArtistasParaenses #Shows A classe artística foi a que mais sofreu com os efeitos da pandemia e tiveram que se reinventar com a realização de shows virtuais. A Banda Sabor Açaí, de Igarapé Miri, teve agenda suspensa. Famosa pelos shows embalados pelo brega, ficaram sete meses parados. Os artistas famosos pelos bailes que realizavam com músicas regionais na capital e outras cidades paraenses. Zé Luis, fundador da Banda espera que agora a agenda de shows comece a movimentar. “Participamos de live promovida pelos órgãos de cultura. Mas em breve teremos esse contato com o público”, comemora. São 23 anos de atividade da Banda Sabor Açaí divulgando a cultura do Pará. A banda já gravou 07 cds e 06 Dvds com canções próprias. Outros grupos como as bandas Cenários, MUVI, Perséfone e banda Forró na Pressão também não deixaram de produzir artisticamente e participar dos shows virtuais. A banda MUVI tem um diferencial em suas apresentações, formato com música e vídeo. “A banda começou em 2016 e tem em seu repertório pop rock nacional e internacional e o diferencial em nossos shows é exibir clips musicais no telão”, conta. Jander Brasil e banda é outro artista que se destaca pois há mais de 15 anos leva a música brasileira, o samba, para regiões caribenhas como Suriname, Guiana, República Dominicana. O artista faz uma nova roupagem da música brasileira, misturando com MPB, reggae, pop. Texto: Andreza Gomes (Comunicação)
- Músico André Andrade volta ao cenário musical paraense
#AndréAndrade Depois de uma longa jornada como músico no Caribe, onde teve a oportunidade de mostrar a música popular brasileira (MPB), André Andrade retorna a Belém com uma bagagem cultural única. Junto com a Banda Clínica Geral, o músico traz um novo repertório que consegue agregar o jazz, música latina, carimbó, além das músicas autorais. Essa mistura de ritmos promete contagiar à noite belenense. O samba tem sido sua inspiração desde 1998 quando iniciou a carreira de forma profissional. Depois de passar por grupos de pagode e escolas de samba paraenses, o cantor Arnaldo Buda, segue, agora, em carreira solo, carregando consigo toda a magia que o samba tem. Hygino Pamplona Filho, também traz de volta ao cenário musical paraense as “rodas de samba”. Ele iniciou sua carreira na década de 70. Nos anos 90 fundou o “Clube do Samba”, em Belém e, agora, pretende resgatar esse estilo musical que faz parte da música brasileira desde 1860. Texto: Andreza Gomes (Comunicação)
- IV Mostra Sesc de Cinema: concurso ganha formato digital em 2021
#IVMostrSescDeCinema A Mostra Sesc de Cinema está de volta. Depois de um intervalo em 2020, em função da pandemia da Covid-19, cineastas de todo o país poderão inscrever suas obras entre 1º de e 30 de junho para participar das exibições nacional e regional das produções. A Mostra já se tornou um dos principais canais do país para o incentivo ao cinema independente. Podem participar filmes de longa, média e curta metragens. As premiações serão de R$ 5.000 (longas), R$ 3.500 (médias) e R$ 2.500 (curtas). As obras devem ter sido finalizadas a partir de 1° de janeiro de 2019 e a lista com as produções selecionadas será divulgada até o dia 30 de setembro. “Com o isolamento social, o mundo do cinema foi fortemente impactado em âmbito global, desde o processo de produção até de exibição. Por isso, decidimos retomar a Mostra Sesc de Cinema em 2021, mesmo que em ambiente digital. Nossa intenção é contribuir com o resgate da produção audiovisual brasileira. Sem dúvidas, o concurso é uma oportunidade para que produtores das mais variadas regiões do país possam presentar a sua arte”, explica o gerente de Cultura do Departamento Nacional do Sesc, Marcos Rego. Como a edição deste ano ocorrerá em ambiente digital - da seleção à exibição - foi feita uma mudança no processo de escolha dos filmes que, agora, terá uma única etapa de curadoria estadual. Uma das novidades desta edição é a seleção de um filme de cada um dos 23 estados participantes e do Distrito Federal, o que traz uma pluralidade ainda maior à Mostra. As obras serão avaliadas por comissões estaduais formadas por profissionais do Sesc e especialistas convidados. Para o ‘Panorama Brasil’ serão escolhidos 24 filmes e haverá uma curadoria especial para eleger outras sete produções para infância e juventude. No total, 31 obras serão exibidas em um mostra nacional on-line, em novembro, que contemplará a melhor produção de cada estado. Além disso, a programação do evento contará com ações formativas, que também serão realizadas em ambiente digital. Sobre a Mostra Sesc de Cinema Lançado em 2017, o concurso busca incentivar e dar visibilidade à produção cinematográfica brasileira que não chega ao circuito comercial de exibição, contribuindo para a promoção e o lançamento de novos artistas de todo o país. Em sua última edição, realizada em 2019, a Mostra Sesc de Cinema recebeu 1200 produções. Serviço: MOSTRA SESC DE CINEMA Inscrições: 1° de e 30 de junho, no site www.sesc.com.br/mostradecinema. Participação: obras finalizadas a partir de 1° de janeiro de 2019. Resultado: até o dia 30 de setembro. Informações: CDN Comunicação | sesc@cdn.com.br Texto: Assessoria de Comunicação Sesc
- Artistas paraenses estão se reinventando em tempos de isolamento social
#ArtistasParaenses Artistas paraenses no cenário de pandemia tiveram que se reinventar, promovendo lives, concorrendo aos editais culturais para manter viva a arte e paixão pela música. São jovens que se destacam em apresentação em bares e casas noturnas: Lorena Moraes, Ilana Ribeiro e Hyan Mesquita e banda. Lorena Moraes toca na noite e tem em seu repertório, canções da Música Popular Brasileira com influências de Maria Betânia, Elis Regina. Ilana Ribeiro explora o melhor repertório da MPB, canta blues, jazz e músicas internacionais. Hyan Mesquita é guitarrista com influência do rock, metal progressivo. Em breve, o artista estará lançando um novo trabalho autoral. Outro exemplo de sobrevir durante o isolamento é o artista paraense Jorge Adonis, artista paraense que está na cena musical tocando em bares, pubs e tem no currículo trabalhos gravados como a sua participação do cd “Cantando pelo Social” em prol das crianças com necessidades especiais. Jorge Adonis começou a vida musical no rock, na década de 80, na banda Miragem, participou de grandes festivais da canção em Belém e hoje, continua a carreira artística como um intérprete de primeira qualidade. A dupla Eduardo e Gabriel, também durante este momento aproveitam para divulgar o trabalho do Cd “Capital do sertanejo”. Gabriel e Eduardo são do município de Ananindeua e acreditam que em breve poderão estar mais perto do seu público, levando alegria e entretenimento. Nas redes sociais a dupla sertaneja continua divulgando seu trabalho nas redes sociais. A banda Sonática já voltou com uma agenda de shows na cidade, apresentando-se em pubs. O trio faz um repertório eclético com estilos que transitam por metálica, Pink Floyd, entre outros. Aos poucos a cena musical paraense volta de maneira gradativa, mas as lives continuam sendo uma grande aposta para a classe artística. Texto: Andreza Gomes
- Últimos dias de inscrição ao I Fecant Altamira/ Kids
#FecantAltamiraKids #Inscrição O Festival Canção da Transamazônica (Fecant) que, pela primeira vez, ganha versão para os artistas do município de Altamira, o Fecant Altamira/ Kids, está nos últimos dias para o encerramento das inscrições. O prazo encerra no próximo dia 13 de junho. As inscrições podem ser realizadas GRATUITAMENTE pelo site www.altamira.fecant.com.br. O festival acontecerá nos dias 2 e 3 de julho, com o primeiro dia dedicado à competição de candidatos infanto-juvenis que poderão apresentar canções de tema livre, e, o segundo dia, para a disputa de composições inéditas e autorais. Serão distribuídos R$ 19 mil em prêmios em dinheiro. Podem se inscrever ao Fecant Kids os candidatos com idade até 18 anos que residam em Altamira há pelo menos um ano. Cinco vagas são reservadas a residentes dos Reassentamentos Urbanos Coletivos (RUCs) e cinco vagas a moradores de outros bairros. Os vídeos com as apresentações dos candidatos serão exibidos no canal do YouTube do festival e os 10 mais curtidos pelo público serão classificados. Já sobre a competição dos adultos, é necessário preencher o formulário eletrônico no site e enviar arquivos em áudio, letra da música e, opcionalmente, também a cifra. A música deve ser inédita. Serão selecionadas 12 composições por uma comissão julgadora. Os selecionados terão os nomes divulgados em 21 de junho pelos perfis do evento no Facebook (Fecant Altamira) e Instagram (@fecant.altamira) e também pelo mesmo site das inscrições. Todos os 10 classificados do Fecant Kids receberão troféu e prêmio de R$ 500 cada um. E o melhor intérprete da noite levará um troféu e R$ 2 mil. Já na na competição adulta, os três primeiros colocados receberão troféus e prêmios nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mim. Também serão premiados o Melhor Intérprete e a Melhor Letra com troféus e prêmios de R$ 1 mil cada um. O Fecant Altamira/ Kids será transmitido ao vivo pelo canal do Festival Canção da Transamazônica no YouTube. Informações coordenadora Joelma Klaudia (91) 98284-4826 Texto: Luciana Medeiros (Holofote Virtual)
- Rainer Costa lança nova música nas plataformas digitais
#RainerCosta O cantor paraense Rainer Costa, natural de Marabá, está com um novo trabalho nas plataformas musicais, a música “Cheiro de Você”. Durante o período de isolamento social, o artista conta que continuou compondo novas canções e produzindo muito. “A minha música Cheiro de Você vem sendo bem recebida pelo público e em breve vou lançar um novo trabalho” conta. O artista já gravou em um estúdio na Paraíba, uma música com a pegada do piseiro, alegre que vem marcar o mês de julho.”Fiz essa nova música bem piseiro, bem forró, para anima e ou ansioso para divulgar”, comemora. História - Rainer Costa que teve o primeiro contato com a música na Igreja evangélica que frequentava com a família. E aos 16 anos compôs sua primeira música e nunca mais parou. Nascido na cidade de Marabá-PA- Rainer seguiu para Belém- PA, para morar com sua mãe onde o artista teve um avanço muito gratificante. Na sua adolescência fez parte de uma banda de rock chamada banda de Dezembro. Logo depois, recebeu a proposta para cantar sertanejo o seu ritmo de origem na banda Barca Boa. Onde sua estreia foi no aniversario de 400 de Belém, onde sua Visibilidade começou a crescer na cidade. Agora com sua carreira solo e sua banda formada pelos amigos que acreditam Em seus trabalhos como cantor, segue em frente cantando alguns sucessos seus e de outros compositores seus parceiros. Com um talento indiscutível, Rainer Costa é um grande compositor e tem músicas de sucesso gravadas por outros cantores, como “Há um caminho” de Daniel Sobral. Para Rainer Costa, a música não se define em gêneros, e sim em artistas que acreditam em seu potencial e na musicalidade que existe dentro deles. Serviço: Ouça o trabalho de Rainer Costas no Spotify e no YouTube. Texto: Andreza Gomes (Assessoria de Imprensa)
- Nanan Falcão apresenta "As histórias que meu guarda roupa guarda"
#NananFalcão A evolução da roupa e suas funções na trajetória da humanidade, a importância da mão de obra feminina nessa indústria, economia e ditadura da moda são temas explorados com provocação, leveza e humor, no espetáculo “As histórias que meu guarda roupa guarda”, da atriz e figurinista Nanan Falcão. O projeto, selecionado pelo edital de Teatro da Lei Aldir Blanc Pará, estreia no dia 08 e terá mais uma apresentação no dia 17 de junho, sempre ao vivo, às 19h, pelo Instagram, no canal @guardo.historias.e.roupas. Nanan Falcão traz para a cena um espetáculo divertido e curioso que versa sobre a roupa, mas que também fala sobre oafeto e as memórias que são deixadas como herança, muitas vezes, dentro de um simples guarda roupa. “Sempre que alguém da família se vai, faz a passagem, fica esse guarda roupa cheio de objetos de roupas que se tem que pensar quem é que vai guardar, quem é que quer aquele objeto que fica, quem vai guardar com amor, pra quem é que faz mais sentido dar as coisas?”, diz Nanan Falcão. Para construir a dramaturgia, a atriz mergulhou em duas obras, “A Psicologia Da Roupa”, de J.C. Fluguel, e “A História Mundial Da Roupa”, do SENAC. O primeiro, escrito em 1930, faz um apanhado de vários estudos sobre a psicologia da indumentária e o desenvolvimento da produção da roupa, e de como esta acompanha a humanidade como forma de comunicação, antes mesmo que o homem aprendesse a se comunicar verbalmente. Já o segundo, é uma enciclopédia de roupa de povos originários de todos os continentes. Nanan reúne neste trabalho seus três ofícios: a costura; a dramaturgia, pesquisa sobre a qual ela se debruça, hoje, em uma pós graduação; e a atuação no teatro, formando um tripé de sustentação ao espetáculo, que também a leva a outro mergulho, desta vez, em sua própria origem. “Esses ofícios são heranças ancestrais, porque minhas 'bisas' eram costureiras e bordadeiras; e minha mãe, minha ancestral direta, é figurinista e atriz, e eu sou figurinista e atriz por causa dela, herdei esses ofícios”, continua. Integrante do coletivo Casarão do Boneco, desde 2015, foi como produtora criativa do espaço que ela estabeleceu conexões mais próximas e profissionais o diretor de arte, bonequeiro, cenógrafo, ator e professor Aníbal Pacha, que assina a direção de “As Histórias que meu guarda roupa guarda". Para ele, o espetáculo, antes de mais nada, fala de memória afetiva. "A herança maior não são as roupas que ficam ou o próprio guarda roupa, mas as histórias que eles contam. O processo criativo foi desenvolvido de modo muito intuitivo pela Nanan, já que essa pesquisa em figurino faz parte da vida dela”, diz Aníbal, que acompanhou toda a construção do espetáculo, da escrita à visualidade. Além de divertido, “As histórias que meu guarda roupa guarda” também tem um caráter educativo, trazendo informações e elementos interessantes tanto para quem aprecia e estuda teatro ou para quem simplesmente pensa na roupa como a composição de sua própria identidade, mas o espetáculo também chama atenção para algo muito importante para a atriz e figurinista, que é a valorização à poética da costura. Serviço “As histórias que meu guarda roupa guarda”. Apresentações nos dias 08 e 17 de junho, ao vivo, às 19h, pelo Instagram, no canal @guardo.historias.e.roupas. Projeto selecionado pelo edital de Teatro da Lei Aldir Blanc, Secult e Governo do Pará. Texto: Luciana Medeiros (91) 98134-7719 (Holofote Virtual)
- Sertanejo paraense Rodrigo Magno lança EP ‘Ultimato’
#RodrigoMagno Cantor, compositor e guitarrista paraense Rodrigo Magno, integrante da banda “Os Filhos do Mestre Vieira”, lança de forma gradual seu novo EP “Ultimato”, composto pelas músicas autorais do artista: “Por Saudade Dela”, “Vem Cá Novinha”, “Diferente de Outros Casais”, “Papel e Caneta” e “Ultimato”, que dá nome ao seu mais novo trabalho que teve produção musical de Daví Benitez. Rodrigo iniciou sua carreira musical aos 13 anos, fazendo parte de bandas locais do município de Barcarena-PA com artistas como Teddy Marques e Bandas como Os Dinâmicos e Buteco das Amigas. Atualmente o músico toca na banda “Os Filhos do Mestre Vieira”. O Lançamento do EP do cantor irá ser feita de forma gradual, onde pouco a pouco e música por música, o público vai poder acompanhar o trabalho completo de autoria de Rodrigo. A Música “Ultimato”, que dá nome ao seu novo EP, já está disponível desde o dia 28 de maio, em todas as plataformas digitais de conteúdo musical. “Meu novo trabalho tem como objetivo tocar musicalmente cada pessoa que se identificar com a situação tratada na música. O ‘Ultimato’ seria aquele momento em que você se sente na dura obrigação de optar entre acabar com o sofrimento causado por um relacionamento cheio de conturbações ou tentar seguir em frente com a pessoa amada e ‘fingir’ que nada aconteceu, simplesmente ignorando as dores que ambos causaram pra si anteriormente. Assim como eu, provavelmente, muitas pessoas se identificarão com essa situação”, disse Rodrigo sobre o processo de criação do single que segundo ele, foi um dos mais bonitos que já compôs. Sobre o que o inspirou para criar a letra da canção, Rodrigo revela: “Uma curiosidade é que essa situação aconteceu comigo, e a partir dessa experiência eu pude dar continuidade ao projeto que denominei como ‘Ultimato’ (referenciando a dura decisão que o casal da música tem de tomar). Pela composição ter me agradado tanto e ter sido feita quase que espontaneamente, eu decidi a colocar como a principal do EP que estou lançando agora”. Com inspiração no vocalista da banda Engenheiros do Hawaii, Humberto Gessinger, Rodrigo Magno possui uma vasta experiência musical, e já participou de grandes festivais como: Festival do Abacaxi (Barcarena-PA), Carnavais (Tomé Açu – PA, Dom Elizeu – PA, Quatro Bocas – PA e Barcarena - PA), Festival de Verão (Muaná-PA) e Aniversário do Município de Barcarena-PA. Ademais, Rodrigo fez shows ao lado de ícones importantes do Estado do Pará durante sua trajetória, bem como Mestre Solano, Mestre Curica e o saudoso Mestre Vieira (todos com reconhecimento internacional). A guitarrada foi um dos primeiros estilos musicais a serem seguidos por Rodrigo Magno, uma vez que um de seus grandes ídolos, como Mestre Vieira, foram grandes motivações para a iniciação de sua jornada como guitarrista, ao se espelhar em registros audiovisuais dos shows dos seus artistas de referência. Mestre Vieira era amigo da família do músico, o que proporcionou uma maior aproximação entre o fã e o seu ídolo. A partir daí Rodrigo desfrutou de diversos ensinamentos e conselhos de Joaquim de Lima Vieira e foi convidado a participar de suas apresentações em público. Serviço: Lançamento da primeira música do EP de Rodrigo Magno, “Ultimado”. Saiba mais no Instagram do artista e no Canal do YouTube. Ouça também no Spotify. Texto: Luana Moraes (91) 98239-1988
- Lucyan Costa traz a sonoridade dos Bregas dos anos 80 e 90
#LucyanCosta #BregasAnos80e90 O cantor e compositor paraense Lucyan Costa apresentou no final do mês de maio (28), nas plataformas digitais seu álbum de estreia: A Volta do Brega Raiz, trabalho que promete um som nostálgico para viajar aos anos 80 e 90, quando o Brega romântico explodiu no Pará e conquistou fãs que seguem saudosos. Entusiasta do gênero musical, Lucyan decidiu lançar a carreira solo com um álbum totalmente dedicado ao “Brega Passado”. Com o romantismo e instrumental bem fiel à época, o trabalho espera mexer com a nostalgia do público que viveu a música romântica brega no Pará nas décadas de 80 e 90 e apresentar aos jovens essa sonoridade contagiante. “O disco traz como referências grandes cantores de músicas românticas, músicas bregas desse período, que fazem parte da minha história emocional e musical. Essa sonoridade faz parte da minha infância, são canções que meu pai ouvia e que eu passei a gostar. Ouço e canto até hoje e como eu, acredito que tem muito paraense que também se identifica como bregueiro”, explica Lucyan. O álbum traz 10 faixas, oito de autoria do artista, algumas em parceria e duas são músicas de parceiros: “Atemporal”, de Bruno Benitez e Dudu Neves e “Vem Matar essa Vontade” de Félix Robatto. A última faixa do disco é “Melodia e Paixão”, composição de Lucyan em parceria com a poeta Ana Meireles, sua mãe, que já havia sido lançada em setembro de 2020 com clipe e ganhou uma regravação. A produção musical é assinada pelos músicos Félix Robatto e Bruno Benitez, que fizeram uma grande pesquisa sobre timbragens e pegadas, buscando referência nos sucessos que marcaram a época de artistas como Magno, Teddy Max, Mauro Cotta, Luiz Guilherme e Ivan Peter. “O Brega Passado segue forte, mas com pouca produção nova. Seguimos ouvindo os clássicos do passado. Esse disco é diferente porque são músicas novas com a pegada desse Brega Saudade. Estou muito feliz com o resultado. Pesquisamos bastante pra chegar nesse som. Acho que a galera vai curtir”, comemora Félix. Poesia em Família – A grande parceira de composição de Lucyan é sua mãe, a escritora e poeta Ana Meireles, que começou a escrever ainda na adolescência. Hoje, já são 8 livros lançados, sendo 5 no gênero poesia, 2 Literatura Infantil, e 1 no gênero crônicas. Foi lendo os poemas da mãe, que o artista despertou para a composição. “Ela sempre me incentivou a escrever e, lendo os poemas dela, percebi que eles poderiam ser letras de músicas, já que a maioria fala de paixão, amor, saudade, solidão... Um dia sentamos juntos, pegamos como base uma poesia dela que eu gostava muito e fomos trabalhando e assim surgiu ‘Melodia e Paixão’. Depois, fluiu e passamos a compor com frequência”, conta Lucyan. No disco, Ana é parceria de Lucyan em quatro canções: “Melodia e Paixao”, a primeira parceria dos dois, “O Tempo é para Amar”, “Naquela Noite” e “Eu já me Benzi”. Brega Raiz – Lucyan começou sua carreira profissional há três anos e logo assumiu o comando da Sexta Bregosa, festa realizada toda sexta-feira na Lambateria Casa de Dança que era dedicada ao gênero musical. Em setembro de 2020, lançou seu primeiro single “Melodia e Paixão”, composição que chegou com clipe também gravado durante a pandemia. A música foi o empurrão para o artista produzir o primeiro álbum, que segue fiel ao gênero que o lançou na cena musical paraense. O disco foi gravado no estúdio Caverna do Barbudo, em Belém e, como reflexo da pandemia, foi feito a poucas mãos: os músicos Bruno Benitez e Félix Robatto se dividiram entre guitarras, baixos, bateria, backing vocal e samples e SM Negrão gravou os teclados. Para deixar o disco ainda mais saudoso, o artista usa as marcantes vinhetas entre uma música e outra, que foram gravadas pelo locutor Renato Lobo. Serviço | O QUÊ: Álbum A Volta do Brega Raiz de Lucyan Costa | ONDE: Principais plataformas de streaming | PRÉ-SAVE: https://ps.onerpm.com/2096337480 | MAIS EM: lucyancosta.com.br Texto: Sonia Ferro: (91) 98026-1595 (Wapp) / Assessoria de Imprensa
- Projeto alia arte, ancestralidade e sustentabilidade para debater moda na Amazônia
#DaTribu #OFuturoÉColetivo Da seiva da Amazônia profunda, a matéria-prima da qual são forjados colares, brincos, anéis e uma varidade infinda de objetos criativos em uma parceria que conecta comunidades ribeirinhas ao mercado do estilo. O encontro entre a marca de biojoias Da Tribu e famílias extrativistas abre caminho para se pensar uma nova possibilidade de fazer moda, tendo como ponto de partida o saber ancestral, a responsabilidade socioambiental e o respeito aos territórios. Essa trajetória é contada no projeto "O futuro é coletivo", que lança no próximo sábado (5), Dia do Meio Ambiente, uma exposição virtual e inicia uma série de encontros para debater moda e sustentabilidade. A história da comunidade Pedra Branca, da ilha de Cotijuba, em Belém, é o fio condutor do projeto. Além de fotografias de João Urubu , Kleyton Silva e Luiza Chedieck, a mostra traz vídeos e textos que contam, em três alas de exposição montadas em ambiente 3D criado pelo artista visual Lucas Mariano, a história de um grupo de mulheres e suas famílias, que tiram da floresta seu sustento a partir do seringal. Com o látex, são produzidos os fios emborrachados e o TEA (tecidos sustentáveis da Amazônia), materiais usados para a criação das joias orgânicas. O processo de feitura dos fios e tecidos é desenvolvido no seu território de origem. Pedra Branca fica localizada em uma Área de Proteção Ambiental (APA), abraçada pela Baía de Guajará e pela Baía do Marajó. Cotijuba é a terceira maior ilha do entorno da capital do Pará. A extração de borracha faz parte da história do local desde a década de 1960. Com a desvalorização da matéria-prima no mercado mundial e a crise dos anos 1980, a demanda pelo látex se esvaziou, e os seringueiros precisaram atuar em outras frentes, como a pesca, transporte de passageiros e atividades turísticas na região. Mas uma nova era se inicia, e resgata saberes ancestrais para apontar para o futuro. O ciclo da borracha, antes predominantemente masculino, ganha outros rumos pelas mãos das mulheres da comunidade, sob coordenação de Corina Magno, filha mais jovem de Manoel Magno, líder comunitário de 75 anos, que há cinco décadas se dedica à extração do látex, tradição que já alcança a 3ª geração da sua família. "O novo ciclo da borracha é feminino, caracterizado pelo protagonismo dessas mulheres e jovens da comunidade, pela consciência de que vivem em um mundo global, entendendo o passado para construir a narrativa do futuro, de preservação dos recursos naturais, enxergando-se como parte da construção de um novo mundo", diz Kátia Fagundes, artesã e fundadora da Da Tribu, que orienta a parceria junto às mulheres da Pedra Branca, ao lado da filha Tainah Fagundes, diretora de criação da marca. Por meio dessa produção familiar, os fios se tornaram a principal atividade econômica para cerca de 30 pessoas da comunidade envolvidas na iniciativa. “Hoje, a seringa é responsável por 95% da nossa renda, nos dá dignidade. É um trabalho que começa nas primeiras luzes da manhã, quando meu pai e meus sobrinhos entram na mata pra extrair o látex. E para nós, mulheres, trouxe independência financeira, a oportunidade de acreditar que somos capazes de nos sustentar", relata Corina. "O futuro é coletivo" celebra a construção de relações mais justas e éticas no mercado da moda. "A gente acredita que é possível uma relação direta, humana, de uma cadeia horizontal. Queremos mostrar que existem populações dedicadas a esse processo, que é um conhecimento ancestral indígena. Hoje, essas comunidades são guardiãs da floresta, desses saberes, dentro dessa valorização do conceito da floresta em pé", diz Tainah Fagundes, mediadora da série de cinco bate-papos que compõem o projeto, realizados de 5 a 26 de junho, com diversos convidados que irão debater sobre moda e sustentabilidade. Serviço Da Tribu lança o projeto "O futuro é coletivo", no sábado, 5, Dia do Meio Ambiente. A exposição audiovisual estará disponível no site da Da Tribu (datribu.com). A série de bate-papos sobre moda e sustentabilidade começa às 11h, com o encontro "O Futuro é a floresta", com José Mattos Neto, da Via Floresta. A transmissão será pelas redes sociais da Da Tribu (www.instagram.com/datribu). Agenda bate-papos: 5/6, 11h | Bate-papo O Futuro é a floresta, com José Mattos Neto - da Via Floresta 12/6, 11h | Bate-papo O Futuro é ancestral, com Sioduhi - da Piratapuya 19/6, 11h | Bate-papo PANC’s - Alimentos do futuro!, com Beatriz Carvalho - do Mato no Prato 19/6, 11h30 | Bate-papo O Futuro é justa trama, com Nelsa Nespolo, da Justa Trama 26/6, 16h | Bate-papo O Futuro compartilhado, com Flavia Nestrovski - Roupateca Texto: Gil Sóter (Assessoria de Imprensa)
- Rednelson lança clipe da música “Lá vem ela” do seu EP “Beta”
#Rednelson #músicaLávemela Tocando os acordes de uma bela guitarrada, misturado a vários outros estilos, o paraense Rednelson lançou seu primeiro EP intitulado “Beta”, em dezembro de 2020, com produção musical de Marcel Barreto pelo estúdio Budokaos e selo da Na Music. O EP conta com 3 músicas autorais do artista, que lançou no final do mês de maio (28), o videoclipe da música “Lá Vem Ela”, que conta com a participação da cantora Taiara Miranda e do tecladista Celso Vaughan. A música é um retrato da forte ligação do compositor com os ciclos da água. Concebida em meio as tardes chuvosas, escorrendo nas copas das mangueiras, a tradicional chuva da tarde de Belém, Rednelson tentou recriar o sentimento renovador que a chuva pode nos trazer. “A canção fala sobre o processo de renovação. Sobre deixar os sentimentos fluírem e se entregar às situações. A chuva faz parte do ciclo da água que passa por vários processos de transformação e o sentido todo é encarar esses processos de forma natural, mas sem perder de vista o valor que isso traz a cada um”, explica o cantor sobre sua composição. O clipe foi gravado pelo filmaker Vinícius Fleury, pela produtora FLEMI, no Sítio do Leal, local onde Rednelson passou grande parte da infância, além de outros pontos da cidade que compuseram o plano de fundo da canção que retrata um dos símbolos da cidade à beira rio. A make hair feita por Jr. Paraense e a participação do intérprete criador Luan Silva. “É meu primeiro vídeo clipe. Pra mim é uma experiência libertadora poder gravar um clipe que vai acompanhar essa canção na história. O meu maior desejo é que as pessoas encontrem fortalecimento e acalento para a alma e que os artistas novos, como eu, se sintam encorajados e correr atrás de seus sonhos. Cedo ou tarde eles se realizam”, conta Rednelson. O EP “Beta” é o início de toda uma carreira musical que o artista almeja atingir. Esse é o primeiro passo de um caminho que vai resultar na realização de um sonho que esteve com ele durante toda uma vida e agora vai apresentar ao público paraense um pouquinho da sua arte refletindo uma formação musical eclética, do rock à MPB, do encontro com identidade paraense ao aprendizado que ele ganhou dos laços de amizade com gente que vive música. Histórico do cantor Aos 12 anos o Rednelson ganhou seu primeiro instrumento, foi quando começou a tocar e cantar. Contudo, a música já fazia parte da sua vida antes mesmo que ele pudesse recordar, e esse desejo o acompanha desde a infância. Autodidata em música, se considera um eterno aprendiz das incontáveis variações que tons e timbres podem ensinar. A nascente de seu fluxo musical foi cantando covers do Nirvana, depois tocando em uma pequena banda autoral entre amigos na adolescência. Mudou o curso da sua aptidão pelas artes e mergulhou na fotografia, mas sua paixão pela música foi maior, e o cantor resolveu então retomar o caminho musical fazendo parte do projeto Chico Bloco de Hollanda, cantando numa contagiante energia carnavalesca e agora desemboca nas composições que o acompanharam a vida toda. Serviço: Videoclipe do single “Lá Vem Ela”, do cantor paraense Rednelson, disponível no Canal do YouTube do artista. Acesse o Instagram de Rednelson / Outras informações com Assessoria: Benitez Produções – Alê Navegantes Contato: (91) 98030-1626 Texto: Luana Moraes (91) 98239-1988
- Oficinas de arte são disponibilizadas online gratuitamente
#Oficinas #MulheresARtistasPará Estudantes, profissionais ou pessoas que simplesmente têm afinidade com o design gráfico e a arte poderão ter acesso gratuito a duas oficinas virtuais nas áreas. As oficinas “Fundamentos da Aquarela” e “Teoria das Cores”, ministradas pelas artistas paraenses Marina Pantoja e Mandie Gil, respectivamente, foram disponibilizadas gratuitamente na última quinta-feira (27/05), no YouTube do MAR (Mulheres ARtistas Pará), projeto de conexão feminina artística. A iniciativa faz parte do projeto Tarô Amazônida, idealizado pelas artistas Renata Segtowick, Ty Silva, Moara Brasil e Mandie Gil e selecionado pelo edital Moda e Design da Lei Aldir Blanc Pará. “Sou professora, então para mim não faz sentido uma existência sem compartilhar saberes. Acredito que conhecimento só é válido se é compartilhado. A oficina de Teoria das Cores pode ajudar profissionais de todas as áreas que estejam relacionadas com criatividade. Ela fala sobre cores em geral, como os sistemas de cores funcionam e se relacionam, como as cores são formadas e como elas se combinam. Então, se você trabalha com costura, pode te ajudar a combinar melhor cores, se você trabalha com moda, decoração, bordados, artesanatos, até mesmo confeitaria, entre muitas outras ocupações, entender as cores pode ajudar a produzir melhor seus produtos”, conta a artista Mandie Gil, que mora no município de Parauapebas. Já a oficina de Fundamentos da Aquarela traz dicas práticas sobre escolha de material, tinta, pincel, técnicas básicas e pintura e exercícios para quem nunca teve contato com o material. “Tenho experiência em aulas presenciais de pintura em aquarela e atualmente estou ministrando aulas on-line. Acredito que, mesmo sendo de modo virtual, é um modo de compartilhar conhecimento para ainda mais pessoas do que no presencial”, ressalta a artista Marina Pantoja. Cartas: A artista Mandie Gil também ilustrou duas cartas dos chamados Arcanos Maiores do tarô para o projeto Tarô Amazônida, que conta com os 22 Arcanos Maiores ilustrados totalmente com personagens femininos ou sem gênero definido ilustrados por 11 artistas paraenses em uma releitura criativa e inovadora, com o objetivo de trazer o tarô para referências locais. O baralho está disponível via financiamento coletivo pelo Kickante e, alcançando a meta, o deck completo com todas as 78 cartas, incluindo os Arcanos Maiores, será produzido. A coleção inspirada no Tarô Amazônida inclui, ainda, camisetas, canecas e sacolas ecológicas que estão à venda na loja on-line do MAR (www.mulheresartistaspa.com.br). As vendas servirão de fonte de renda para a equipe, composta exclusivamente de mulheres que vivem de sua arte e foram duramente atingidas pela crise resultante da pandemia da covid-19, além de reverter 15% do lucro para comunidades indígenas da região do Tapajós. “No MAR, temos muitas mulheres que são artistas, mães e as principais provedoras da família, e acabaram tendo sua renda diretamente afetada nesse momento de pandemia, o Tarô vem como uma forma de trazer uma renda extra à essas mulheres, além de divulgar também o trabalho dessas artistas, e ajudar uma comunidade indígena que também está sendo afetada nesse momento”, ressalta Mandie Gil. Sobre o MAR (Mulheres ARtistas Pará): É um projeto de conexão feminina que foi criado e organizado para dar visibilidade e divulgar o trabalho das artistas plásticas, grafiteiras, ilustradoras, game designers, profissionais de animação, profissionais de lettering, tatuadoras e quadrinistas da amazônia paraense. Hoje, o coletivo conta com mais de 100 inscritas. SERVIÇO: Tarô Amazônida 1 - Adquira por meio de financiamento coletivo, no Kickante: 2 - Exposição Tarô Amazônida: 3 - Disponibilização de oficinas gratuitas no YouTube: 4 - Produtos inspirados no Tarô Amazônida: Texto: Iaci Gomes (91) 98155-3575 /Assessoria de imprensa

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