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- Mestre Damasceno lança novo álbum em Belém
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 13 de abr. de 2023 Roberta Brandão Mestre Damasceno lança novo álbum em Belém #Carimbó Imagem: Kleyton Silva / Divulgação. Após a repercussão da homenagem no desfile na Sapucaí, pela escola de Samba Paraíso da Tuiuti, Mestre Damasceno (@mestredamasceno) traz novidades. Desta vez, é o lançamento do quinto álbum da carreira chamado de Chegou Meu Boi - Mestre Damasceno e o Conjunto de Carimbó Nativos Marajoara”. O Show de Lançamento vai acontecer no próximo sábado , no Espaço Cultural Apoena , às 20h . As canções vão ser disponibilizadas na sexta-feira (14/04) em todas as plataformas digitais do mestre. É possível fazer o pré save no link AQUI . O novo trabalho apresenta carimbó, toada do búfalo-bumbá e um banguê. “Eu já fazia o Banguê quando eu colocava cordão de pássaros na rua, mas nunca tinha gravado. Esse vem com uma nova roupagem, essa que é a história”, explica Mestre Damasceno sobre a primeira vez de gravar o ritmo. Anuncie aqui Sobre o show de lançamento, Mestre Damasceno deixa o convite e o agradecimento: “Convido o público de todo o Pará para fazer parte do nosso show, que é um show para o povo. E agradecer aos seguidores do nosso trabalho. Sem esse incentivo não seríamos ninguém”, finaliza o mestre. Serviço : 14/04 - Lançamento nas Plataformas Digitais 15/04 - Show Espaço Cultural Apoena. Informações sobre @espacoculturalapoena Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Tapajazz Festival 2025 celebra música instrumental e cultura amazônica em Alter do Chão
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 1 de mai. de 2025 Tapajazz Festival 2025 celebra música instrumental e cultura amazônica em Alter do Chão O evento reúne grandes nomes da música nacional e artistas amazônicos, em celebração à diversidade sonora e à força cultural da região Imagem: divulgação. Por Natashia Santana — Alter do Chão(Pará), Amazônia. 01/05/2025 Nos dias 1 , 2 e 3 de maio , Alter do Chão será palco do Tapajazz Festival 2025 , um dos principais encontros da música instrumental brasileira. Com shows gratuitos , às 20h , na Praça Sete de Setembro , o evento reúne grandes nomes da música nacional e artistas amazônicos, em celebração à diversidade sonora e à força cultural da região. Criado por Guilherme Taré , o Tapajazz é Patrimônio Cultural Imaterial do Pará e promove o intercâmbio artístico desde 2014. A programação inclui Edmárcio Paixão e o show Alma Amazônica com Nato Aguiar e Gonzaga Blantez (dia 1), Edvaldo Cavalcante Quarteto e Hamilton de Holanda (dia 2), e Carla Ruaro , Quarteto Tapajós com Andreson Dourado e Délia Fische r (dia 3). Anúncio Mais do que música, o Tapajazz fomenta turismo sustentável, educação musical e economia local. O festival conta com patrocínio do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e da Lei Semear, e com patrocínio da Equatorial Energia. Tem apoio da Prefeitura de Santarém e é realizado pela Fábrica de Produções. Alter do Chão se consolida como polo cultural no coração da Amazônia. Mais informações : @tapajazz #Festival Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Zaynara e Pabllo Vittar lançam o aguardado feat e clipe de "Quem Manda Em Mim”
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 17 de jul. de 2024 Sony Music Zaynara e Pabllo Vittar lançam o aguardado feat e clipe de "Quem Manda Em Mim” A música é um hino de empoderamento atemporal, que lembra que ninguém tem poder de diminuir ou controlar o outro #Música https://www.youtube.com/watch?v=eYgb0wKM_Qo A espera acabou! O aguardado e comentado feat entre o fenômeno Zaynara e a cantora Pabllo Vittar já está disponí ve l. Trata-se de uma versão inédita do hit de Beat Melody , “Quem Manda Em Mim” – música que fez sucesso nas redes sociais e projetou Zaynara nacionalmente com uma performance no Festival Psica, em 2023. Com vocais envolventes, novos arranjos, bailarinos e coreografia, este hino empoderado é lançado em todas as plataformas de streaming, e o videoclipe inédito, ao mesmo tempo, no YouTube. Esta música marca um momento muito especial da minha carreira e fico feliz em poder contar com a colaboração da Pabllo, que abrilhantou ainda mais Quem Manda em Mim. A gente não aguentava mais guardar esse segredo, pois eram tantas mensagens e teorias sobre qual seria a música ou se o feat viria em Batidão Tropical. Nós escolhemos juntas a parte que cada uma cantaria antes de nos encontrarmos para gravar o clipe, que ficou cheio de camadas, além, é lógico, de muita força e fantasia. Estou ansiosa para saber o que nossos fãs vão achar do resultado”, comenta Zaynara . Anúncio Pabllo Vittar, que já havia aparecido cantando esta mesma música em suas redes sociais antes mesmo da ideia do feat, comenta sobre a colaboração com Zaynara: “ Eu acompanho a carreira da Zaynara há um tempo já e fiquei fã de primeira! Lembro de falar com meus amigos e equipe sobre ela e botar todo mundo pra ouvir! Fiquei muito feliz pelo convite para participar de Quem Manda Em Mim, porque amo a Zay e já era viciadíssima nessa música”, revela . Serviço : Assista o videoclipe Quem Manda Em Mim . Instagram @zaynaraa / @pabllovittar Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Pernambucano Bruno Tenório lança álbum de estreia e filme experimental “NAUPENC”
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 10 de mar. de 2026 Pernambucano Bruno Tenório lança álbum de estreia e filme experimental “NAUPENC” Todos os sons foram pensados com esmero e são permeados por uma espécie de psicodelia mutante, que se adapta as batidas e os outros elementos sonoros a cada uma das faixas, além da vibe retrô futurista Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 10/03/2026 - 07h00 Bruno Tenório é um artista brasileiro de Pernambuco, atualmente radicado no Reino Unido que, após uma série de 4 singles lançados em espaços interessantes como a NTS Radio em Londres, está lançando seu álbum de estreia: NAUPENC . Baterista desde os 12 anos, o disco de 10 faixas marca uma grande transição em sua trajetória musical: da performance predominantemente instrumental para uma identidade realizada como compositor e produtor, ao mesmo tempo em que aprofunda sua conexão com as raízes nordestinas, região celebrada por sua riqueza rítmica. NAUPENC é um trabalho predominantemente eletrônico, com todo o projeto musical girando em torno do ritmo. Três faixas apresentam bateria acústica, enquanto as sete restantes são construídas a partir de padrões eletrônicos intrinsecamente interligados. Todos os sons foram pensados com esmero e são permeados por uma espécie de psicodelia mutante, que se adapta as batidas e os outros elementos sonoros a cada uma das faixas, além da vibe retrô futurista. Anúncio “A música é construída por meio de ostinatos e polirritmos sobrepostos, frequentemente executados por sintetizadores, com o conceito orientador de que instrumentos melódicos podem funcionar como vozes rítmicas”, explica Bruno. “A percussão e o design de som são intencionalmente focados em polirritmia, criando momentos em que o ritmo se torna melodia e a repetição se torna narrativa emocional”, complementa o artista. Além do álbum, Bruno Tenório também lança em parceria com o artista visual e designer gráfico Raul Luna, o filme experimental NAUPENC , dirigido por Luna. Serviço : Ouça NAUPENC. Siga o artista em @_brunotenorio para saber mais sobre seu trabalho. #Projeto Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Festival Aceita: Maria Gadú se apresenta em Belém
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 21 de ago. de 2024 Perfexx Festival Aceita: Maria Gadú se apresenta em Belém Única apresentação no Festival Aceita Belém, que acontece no Espaço Náutico Marine Club #Festival Imagem: divulgação. Celebrando 20 anos de carreira e em turnê com seu quarto álbum de estúdio, “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor” , Maria Gadú desembarca em Belém para uma única apresentação no Festival Aceita Belém, que acontece no Espaço Náutico Marine Club, dia 23 de agosto . Durante alguns anos, a cantora ficou longe dos palcos para se dedicar aos estudos da história do Brasil e acompanhar a luta indígena de perto, com o intuito de aprender e colaborar. Ao longo desse tempo ela pôde rever sua relação com a música, e esse show representa a sua própria passagem pelo tempo. Anúncio Acompanhada da sua banda, a cantora e compositora apresenta seus grandes sucessos, com uma nova roupagem, como Shimbalaiê, Dona Cila e Bela Flor, algumas regravações de grandes nomes da MPB, como a faixa que dá nome ao seu último disco, composta por Milton Nascimento, e Lanterna dos Afogados, além canções de outros álbuns que ela não vinha cantando. “Esse show passeia por toda a minha discografia, como uma linha do tempo também. Tem canções de todos os discos e coisas que gravei, mas não costumava cantar em show. É um concerto nostálgico, daquelas coisas para matar saudades mesmo, tanto minha, quanto do público”, diz a cantora. Serviço : Show @mariagadu / @festivalaceita Belém Local: Espaço Náutico Marine Club Dia: 23/08 (sexta-feira) Ingressos Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Prêmio Novos Contemporâneos 2026 inicia inscrições para incentivar novos artistas do Pará
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 31 de ago. de 2026 Prêmio Novos Contemporâneos 2026 inicia inscrições para incentivar novos artistas do Pará As inscrições estão abertas e seguem até 22 de setembro de 2026, por meio de formulário virtual Imagem: divulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia . 31/08/2026 - 07h00 A Fundação Cultural do Pará (FCP) lançou o Prêmio Novos Contemporâneos 2026 , iniciativa voltada ao incentivo e à valorização de novos artistas das artes visuais. Ao todo, serão selecionados 20 artistas, que receberão R$ 8 mil cada e terão suas obras apresentadas em uma exposição coletiva. As inscrições estão abertas e seguem até 22 de setembro de 2026, por meio de formulário virtual. Podem participar artistas a partir de 16 anos, que tenham residência fixa comprovada no Estado do Pará. O prêmio tem como principal objetivo movimentar e incentivar a cena artística do Estado, criando espaço para que novos talentos apresentem seus trabalhos, ampliem sua visibilidade e deem continuidade às suas trajetórias no campo das artes visuais. Anúncio Os artistas selecionados deverão apresentar obras inéditas, que poderão utilizar diferentes linguagens e técnicas, como desenho, pintura, gravura, escultura, instalação e fotografia, entre outras modalidades previstas no edital. Após a realização da exposição, as obras selecionadas serão incorporadas ao acervo da prestigiada Galeria Theodoro Braga, passando a integrar o patrimônio artístico da instituição. Serviço : Prêmio Novos Contemporâneos 2026 Inscrições: 24 de agosto a 22 de setembro de 2026 Edital: https://fcp.pa.gov.br/editais Informações: premionovoscontemp@gmail.com Telefone: (91) 3284-9008 # Premiação Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Sucesso de público: Projeto Ritmos da Amazônia realiza 2° show em São Paulo
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 18 de ago. de 2023 Adriana Fukuoka Sucesso de público: Projeto Ritmos da Amazônia realiza 2° show em São Paulo #Show Imagem: divulgação. A primeira noite de espetáculos da música paraense na maior cidade do país foi um sucesso grandioso. O Projeto Ritmos da Amazônia lotou o espaço do Centro de Tradições Nordestinas (CTN) em São Paulo no último dia 5, onde foi realizado o primeiro de três shows deste projeto, que terá sua segunda edição no dia 19 de agosto, no mesmo local, contando com a participação de grandes artistas paraenses. Anúncio Na noite do segundo show do Projeto Ritmos da Amazônia, o público da cidade de São Paulo vai ter como atrações os artistas paraenses: Thiago Costa, Wanderley Andrade e a Banda Xeiro Verde, com grandes clássicos da música amazônica em diferentes ritmos e estilos para proporcionar ainda mais o intercâmbio cultural da Amazônia com a cidade global de São Paulo, gerando maior visibilidade e alcance da música feita no Norte do país, dos estilos, da cultura, da forma de falar, do turismo, da gastronomia, dentre outras trocas que o evento tem proporcionado para o estado do Pará. Serviço: Projeto Ritmos da Amazônia Shows em agosto (19/8- 26/8) no Centro de Tradições Nordestina (CTN) em São Paulo. InformaçõesInstagram: @talentosdaamazonia (91) 98049-5438 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Educação, território e resistência: povos indígenas enfrentam desafios para preservar cultura e garantir direitos na Amazônia
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 24 de abr. de 2026 Educação, território e resistência: povos indígenas enfrentam desafios para preservar cultura e garantir direitos na Amazônia Entre distâncias, políticas insuficientes e saberes ancestrais, comunidades indígenas reafirmam a educação como caminho de resistência, proteção ambiental e continuidade cultural no Brasil Povos indígenas em mobilização reafirmam a luta por território, direitos e preservação cultural no Brasil. Imagem: COIAB - colaboração @xapaz__ | @hadori.karaj | Inaldo Tembé | @okarfotografo | @kaititopramrefoto | @are_yudja / D ivulgação. Por Walace Ferreira — Belém(Pará),Amazônia. 24/04/2026 - 07h00 Na Amazônia brasileira, o acesso à educação indígena começa muito antes da sala de aula. Ele passa por rios, estradas precárias e longas distâncias que fazem parte da rotina de quem vive nos territórios. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira ( INEP ) , o Brasil possui cerca de 178,3 mil escolas de educação básica , mas apenas 3.541 estão localizadas em terras indígenas, o que representa 1,9% do total . Na prática, isso se traduz em desafios diários. De acordo com a assistente social indígena Rita Tembé , da Terra Indígena do Alto Rio Guamá (PA), o acesso às aldeias é uma das maiores dificuldades. “A maioria das comunidades fica em áreas de mata e próximas aos rios, e para chegar até a escola muitas vezes precisamos de transporte próprio ou da ajuda de outras pessoas”, relata. Em períodos de chuva, a situação se agrava. “Os rios enchem, as estradas ficam esburacadas e escorregadias, e as escolas são distantes. Muitas vezes, o único meio de transporte são motos”, explica. O cenário revela desigualdades estruturais que impactam diretamente a permanência escolar nas comunidades. LEIA MAIS Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários Anúncio Direitos garantidos, realidade em disputa Apesar das garantias da Constituição de 1988, o acesso à educação indígena ainda enfrenta entraves que vão além da infraestrutura. O Brasil abriga cerca de 1.694.836 indígenas, distribuídos em 391 etnias e falantes de 295 línguas, segundo o IBGE . De acordo com o levantamento realizado pelo MapBiomas , as terras indígenas ocupam cerca de 13% do território brasileiro, contendo 112 milhões de hectares (ha), ou 19% de toda a vegetação nativa do país. Para entender a dimensão territorial, cada hectare equivale a um campo de futebol. Essas áreas estão entre as mais preservadas do país. Segundo o Instituto Socioambiental, funcionam como barreiras ao desmatamento, com níveis menores de degradação ambiental. Mesmo com essa diversidade, a redução de falantes de línguas indígenas indica pressões culturais crescentes, associadas à ausência de políticas públicas efetivas. Para o vice-coordenador da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Alcebias Sapará , da etnia Sapará, do estado de Roraima, a demarcação de terras é o ponto crucial das demandas indígenas. “Hoje, a principal pauta dos povos indígenas é a demarcação dos territórios. É a partir dela que conseguimos avançar nas demais políticas públicas, como saúde e educação”, afirma. Ele destaca que a diversidade dos povos indígenas exige abordagens específicas. “Estamos falando de aproximadamente 180 povos, com organizações sociais diferentes. Implementar um modelo de educação rígido dentro dessa diversidade é um grande desafio”. Mobilização indígena reforça a luta por autonomia, demarcação de territórios e respeito aos direitos dos povos originários no Brasil. Imagem: COIAB - colaboração @xapaz__ | @hadori.karaj | Inaldo Tembé | @okarfotografo | @kaititopramrefoto | @are_yudja / D ivulgação. Ao abordar sobre o território e os entraves sociais que enfrentam, a pressão agrava o cenário. “Nossa cultura vem sendo impactada pelo avanço das invasões, como garimpo e grilagem”, afirma o vice-coordenador da COIAB. Nesse contexto, para Rita Tembé , uma contradição se evidencia nas comunidades. “Se o invasor consegue chegar até nós para causar danos, por que o Estado não consegue chegar para garantir uma educação de qualidade?”, questiona. Para a COIAB , a baixa participação nas decisões também limita avanços. “Muitas vezes, quem decide não conhece a nossa realidade”, aponta Sapará. Educação como resistência e futuro A educação indígena vai além do acesso à escola e está diretamente ligada à preservação cultural e territorial. Para a especialista em história e cultura afro-brasileira e indígena Roberta Cabá , da etnia Munduruku, existem dois tipos de educação: a educação formal e a baseada nos costumes e tradições, que é a escolar indígena. “A educação escolar indígena tem um papel importante de resistência, porque respeita as culturas, as línguas e os modos próprios de aprender”, explica. A relação dos povos originários vai muito além da defesa por uma educação que valorize os saberes tradicionais, mas se estende ao meio ambiente. “A educação indígena se conecta com a proteção do território por meio dos saberes ancestrais, que ensinam como manejar a natureza e respeitar os espaços sagrados”, afirma Cabá. Ainda assim, os desafios persistem. “A permanência depende da oferta nas aldeias, que enfrentam dificuldades logísticas e estruturais”, afirma. Rita Tembé explica que mesmo diante das dificuldades, há sinais de transformação. “A educação hoje tem fortalecido nossa identidade. Sabemos que fomos proibidos de viver nossa cultura, mas agora estamos retomando isso.” Entre os jovens, o movimento cresce. “Muitos assumem seus nomes indígenas e protagonizam suas tradições.” Para Roberta Cabá , o acesso aos direitos já garantidos e a ação fazem toda a diferença. “O essencial é o respeito e o cumprimento dos direitos já garantidos. As leis existem, mas precisam ser efetivamente aplicadas”, explica. Entre gerações, o conhecimento e a cultura são transmitidos como forma de resistência e permanência nos territórios indígenas. Imagem: COIAB - colaboração @xapaz__ | @hadori.karaj | Inaldo Tembé | @okarfotografo | @kaititopramrefoto | @are_yudja / Di ivulgação. Educar para permanecer A educação indígena se consolida como ferramenta de continuidade e resistência. Mais do que acesso ao ensino, representa a defesa do território, da cultura e do equilíbrio ambiental na Amazônia. Neste 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas, a reflexão sobre educação, território e cultura ganha ainda mais relevância. Mais do que simbólica, a data reforça a necessidade de garantir direitos e reconhecer os saberes indígenas como fundamentais para a preservação ambiental e a diversidade cultural do país. Diante desse cenário, especialistas e lideranças indígenas apontam que a transformação passa, pelo reconhecimento efetivo dos territórios como espaços de educação e produção de conhecimento. Isso implica não apenas garantir acesso às escolas com educação inclusiva, mas estruturar políticas públicas que considerem a realidade logística, cultural e ambiental das comunidades, respeitando seus modos próprios de ensinar e aprender. Outro ponto fundamental é a ampliação da participação indígena na formulação e execução das políticas públicas educacionais. Mais do que beneficiários, os povos originários precisam ser protagonistas na construção dessas soluções, contribuindo com seus saberes para modelos de ensino que dialoguem com a preservação ambiental e com a diversidade cultural do país. A educação dos povos originários, nesse contexto, se consolida como base para transformações mais amplas. Ao fortalecer identidades, proteger territórios e integrar conhecimento tradicional e formal, ela não apenas garante direitos, mas também aponta caminhos para um modelo de desenvolvimento mais equilibrado. Pensar na permanência dos indígenas em seus territórios se torna elemento central para a sustentabilidade da Amazônia e do Brasil. “O que mais me alegra é ver os jovens ocupando espaços e fortalecendo nossas lutas”, conclui Rita Tembé. #PovosOriginarios Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Félix Robatto e Nat/esquema são atrações de noite paraense em festival francês
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de ago. de 2025 Félix Robatto e Nat/esquema são atrações de noite paraense em festival francês A Belém Night será o evento de encerramento do Festival e faz parte da programação do ano França-Brasil Imagem: divulgação. Por Lambateria — Belém(Pará), Amazônia. 27/08/2025 Félix Robatto e seu Conjunto e DJ Nat/esquema vão representar a música paraense na Belém Night Concert, programação de encerramento da 6ª edição do Festival Agir Pour le Vivant , realizado de 25 a 27 de agosto em Arles, no sul da França. A noite dedicada à música paraense tem programação assinada pela Se Rasgum, dentro do Se Rasgum Gira, projeto de exportação da música amazônica da produtora. Há seis edições, o Festival Agir Pour le Vivant realiza mesas redondas, encontros, concertos, performances e exibições para destacar pensamentos e novas formas de engajamento em prol da vida. A Belém Night será o evento de encerramento do Festival e faz parte da programação do ano França-Brasil, convidando o público a fazer uma imersão na música de Belém no ano da COP 30 na cidade. Anúncio “Eu fico muito lisonjeado de poder representar a música brasileira feita na Amazônia pelo mundo, algo que pude fazer nos idos de 2000 com a banda La Pupuña e hoje, mais de 20 anos depois, com meu trabalho solo. A minha carreira é dedicada à música latino-amazônica. Eu fico muito feliz de poder representar nossa sonoridade que embala tudo que eu faço”, comemora Félix Robatto Serviço: Belém Night Concert no Festival Agir Pour le Vivant com @FélixRobatto e seu Conjunto e DJ Nat/esquema. Dia: Quarta-feira (27/08) às 21 horas Onde: La Croisière (Arles / França) Informações @agirlourlevivant #Festival Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Literatura paraense: Autora debate justiça e bondade em fantasia
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 28 de jun. de 2023 LC Agência Literatura paraense: Autora debate justiça e bondade em fantasia #Literatura Imagem: divulgação. Imagine acordar em um dia qualquer sem nenhuma lembrança sobre sua vida. Você não se recorda do próprio nome, nem sequer tem certeza se é humano. Todas as informações que possui são uma carta com uma frase misteriosa, uma coroa dentro da bolsa e o fato de ser invisível para outras pessoas. A personagem autodenominada Aurora, do livro Blue Light , de Camila do Carmo Falcão , precisa desvendar os enigmas da própria existência a partir desses elementos fragmentados e aparentemente sem relações entre si. A protagonista se encontra na década de 2050, em Skylight, uma metrópole moderna governada por uma família real que não costuma aparecer em público. Nesta cidade com milhares de habitantes, ela coloca a coroa na cabeça pela primeira vez e ilumina-se por inteiro, causando uma comoção entre os moradores que acreditam estar na presença de um anjo. Anúncio Sobre a autora: Nascida em Belém, no Pará, Camila do Carmo Falcão estreia na literatura com o livro “Blue Light” - o primeiro de uma saga de sete obras chamada “Luzes Brilhantes”, cujas continuações estão em processo de escrita e devem ser lançadas nos próximos anos. Serviço: Livro 'Blue Light' de Camila do Carmo Falcão. Onde comprar: Amazon . Instagram @camilacfalcao3 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Festival A Corda Naza tem shows de artistas do Pará no final de semana do Círio
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 7 de out. de 2022 Assessoria de Comunicação Festival A Corda Naza tem shows de artistas do Pará no final de semana do Círio #Festival Imagem: divulgação. O festival A Corda Naza apresenta sua segunda edição nos dias 7 e 9 de outubro. Este ano, o evento ocorre em dois locais diferentes, com uma série de atrações que levarão para o Círio de Nazaré a música feita no Pará. A programação diversa conta com uma série de shows de artistas, bandas e DJs. O A Corda Naza começa na sexta-feira, dia 7, às 19h, no Rebujo (Rua São Boaventura, 171 - Cidade Velha). A programação do dia conta com shows de Big Band DBL (@bigband.dbl), Banda Reggaetown (@bandareggaetown), Banda Bloco e Sandrinha (@sandrinhaoficial_). A discotecagem fica por conta dos DJs Raul Bentes (@desacostumado), Uiu (@williston), Estamyna (@estamynadj) e Me Gusta (@dj_megusta). O segundo dia de festival será no domingo de Círio, a partir das 16h, no Musik Park (Antiga Casa Mangueirosa, Praça Kennedy - Reduto). Neste dia, o público vai conferir os shows de Bando Mastodontes (@bandomastodontes), Lucyan Costa (@lucyancosta), Layse (@laysemusica) + AQNO (@_aqno_), Jeff Moraes (@jeffmoraes.oficial), Arthur da Silva (@arth_dasilva) e Raidol (@soraidol). A discotecagem fica por conta dos DJs Jon Jon (@eujonjon), Baby Prince$$ (@nicdiasmc), Gust (@odjgust), Betos (@rebeladarebel), Nat Esquema (@nativiana) e Bernardo Pinheiro (@djbernardopinheiro). O A Corda Naza respira os artistas do Pará em toda a sua programação, e foi esse o objetivo de Paulo Favacho e Yasmin Almeida quando criaram o evento ainda em 2021. “Queríamos criar uma opção de entretenimento na época do Círio, para que as pessoas que visitam Belém para curtir esse período, também pudessem vivenciar a cultura musical paraense, além de conhecer a interagir com o público da cidade”, conta Paulo. O A Corda Naza então segue uma curadoria que passa por nomes de gêneros distintos, mas que convergem para uma festa com a cara do mês mais agitado da capital paraense. “O objetivo é fomentar ainda mais a cultura musical paraense, dar palco para esses artistas independentes que precisam desse lugar”, pontua Paulo, que também fala da parceria com os artistas que integram o line-up.. “Também são os artistas que sempre estão tocando lá no Rebujo, que estão tocando com a gente, que são parceiros da nossa casa. Então o objetivo de montar um line-up assim, é justamente difundir o trabalho musical artístico autoral paraense”, explica. SERVIÇO : Festival A Corda Naza Dia 7/10 - Rebujo (Rua São Boaventura, 171 - Cidade Velha); Dia 9/10 - Musik Park (Antiga Casa Mangueirosa, Praça Kennedy - Reduto); Ingressos Disponíveis em https://bit.ly/3V3sZE2 . Informações pelo número (91) 98165-5507 e Instagram @acordanaza. Texto: Assessoria de Comunicação Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Concerto com intervenções visuais e poéticas homenageia 132 anos de nascimento de Tó Teixeira
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 10 de jun. de 2025 Concerto com intervenções visuais e poéticas homenageia 132 anos de nascimento de Tó Teixeira A noite promete um mergulho profundo na obra do artista, costurada por música, poesia, imagem e memória Tó Teixeira - Homenagem no Theatro da Paz / Imagem: Miguel Chikaoka / Divulgação. Por Luciana Medeiros — Belém(Pará), Amazônia. 10/06/2025 No próximo dia 13 de junho, se estivesse vivo, o compositor e violonista paraense Tó Teixeira completaria 132 anos. O concerto “Uma Noite com Tó” antecipa esta celebração , nesta quarta-feira (11/06), às 20h , transformando o palco do Theatro da Paz , em uma ponte entre passado e presente. A noite promete um mergulho profundo na obra do artista, costurada por música, poesia, imagem e memória. Vale lembrar, que foi também neste mesmo teatro que ele recebeu, em 1980, a única homenagem pública, em vida. Anúncio A abertura traz apresentação solo de Salomão Habib, que assina a direção musical do concerto. Em seguida, a Orquestra Tó Teixeira de Choro, regida ele e formada por 12 músicos, interpretará um repertório cuidadosamente selecionado entre choros, valsas, carimbós, ladainhas e outras criações do compositor. As músicas serão entremeadas por intervenções cênico-poéticas do artista MC Pelé do Manifesto. Além da música, o espetáculo é uma experiência visual. O artista e diretor Nando Lima assina as projeções em vídeo que compõem o cenário, utilizando imagens de arquivo, filmes antigos e criações contemporâneas para reconstruir a Belém de Tó Teixeira em diálogo com o presente. Serviço : Dia: Quarta-feira (11/06) às 20h Local: Theatro da Paz – Belém/PA Ingressos gratuitos – Na troca de 1kg de alimento não perecível Informações: @toteixeiramergulhonavidaeobra #Homenagem Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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