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Livro mistura psicologia e ficção e conduz leitores por uma jornada de autoconhecimento
A narrativa é um convite às pessoas a enxergarem os próprios medos, dúvidas e bloqueios de outra maneira: nem sempre é preciso ter todas as respostas antes de começar

Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia.
03/09/2026 - 07h00
Todo enredo começa em algum lugar, pode ser uma frase solta, uma imagem, uma lembrança ou simplesmente um pontinho em branco. Mas e depois? Em Era uma vez uma história, primeiro livro infantojuvenil da psicanalista Carla Meneghini, a própria narrativa é a protagonista, que ganha corpo, braços, pernas e coração. Inconformada, ela está decidida a não passar a vida confinada na cabeça de sua criadora e quer virar livro, viajar pelo mundo e morar na imaginação de outras pessoas.
O problema é que existe um obstáculo: a escritora está sofrendo de um bloqueio criativo. Para virar uma obra literária, a jovem criação precisa de um final e recebe uma missão que parece simples, mas logo se transforma em uma jornada pelos cantos mais inesperados da mente. Pelo caminho, a personagem conhece alguns amigos, uma narrativa antiga que esqueceu o próprio nome; uma princesa deixada de lado em um conto de fadas; duas minhocas chamadas Para Sempre e Nunca Mais, que discutem sobre os possíveis desfechos; e uma misteriosa criatura detentora da chave capaz de abrir uma caixa mágica.
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Em Era uma vez uma história, a psicanalista compõe uma obra sobre imaginação, mas também sobre coragem. A narrativa é um convite às pessoas a enxergarem os próprios medos, dúvidas e bloqueios de outra maneira: nem sempre é preciso ter todas as respostas antes de começar. Às vezes, é justamente no caminho, entre tentativas, tropeços, lembranças e descobertas, que a história encontra seu final.
Serviço
Livro: Era uma vez uma história
Autora: @carlameneghini_psi
Editora: Ases da Literatura
Onde comprar: Amazon
#Livro
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#COLUNAS
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