top of page

Encontre aqui sua pesquisa

2454 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Zeca Baleiro realiza espetáculo musical em Belém neste sábado (18)

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 17 de abr. de 2026 Zeca Baleiro realiza espetáculo musical em Belém neste sábado (18) A noite contará ainda com a show de Markinho Duran, ampliando a diversidade sonora da apresentação. Imagem: d ivulgação. Por Luana Moraes — Belém(Pará),Amazônia. 17/04/2026 - 07h00 A programação cultural de abril ganha destaque com a apresentação especial do artista nacional que chega a Belém, Zeca Baleiro , que sobe ao palco no dia 18 de abril (sábado) , às 21h , em um espetáculo intimista e envolvente. O show “Zeca Baleiro Piano” promete uma experiência musical diferenciada, reunindo grandes sucessos da carreira do artista em arranjos sofisticados, acompanhado pelo pianista Adriano Magoo . A noite contará ainda com a show de Markinho Duran, ampliando a diversidade sonora da apresentação. O evento será realizado na Av. Augusto Montenegro, Km 10, em um espaço preparado para receber o público com conforto e qualidade sonora. A proposta do espetáculo valoriza a proximidade entre artista e plateia, destacando a força das composições e a interpretação singular de Zeca Baleiro em um formato mais minimalista, guiado pelo piano. Anúncio Com um repertório que transita entre diferentes estilos e épocas de sua carreira, o show promete revisitar canções marcantes e apresentar releituras que evidenciam a versatilidade artística do músico. A iniciativa integra a programação cultural de abril dedicada à música brasileira, reforçando a importância de valorizar artistas consagrados em formatos inovadores. Serviço : @zbaleiro e @adrianomagoo realizam espetáculo musical “Piano” neste sábado (18) no @gremioportuguespa a partir das 21h, com participação de @markinhoduran . Informações sobre ingressos: (91)982113377 #Show Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • O Brasil Quilombola: dados que contam histórias e construções ancestrais

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 7 de abr. de 2025 Estante Cultural O Brasil Quilombola: dados que contam histórias e construções ancestrais A divulgação desses números representa um avanço histórico no reconhecimento dessas comunidades, que há séculos lutam para afirmar sua existência no país Imagem: divulgação. Por estante Cultural — Brasil. 18/04/2025 No final do mês de março (27), a Fundação Cultural Palmares (@fundacaopalmares) foi cenário de um encontro marcante. O evento "O Brasil Quilombola" reuniu lideranças quilombolas, representantes institucionais e pesquisadores para celebrar o lançamento da publicação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os dados do primeiro Censo da População Quilombola. A divulgação desses números representa um avanço histórico no reconhecimento dessas comunidades, que há séculos lutam para afirmar sua existência no país. O censo surge como resposta a uma demanda antiga dos movimentos sociais e das lideranças quilombolas, que sempre reivindicaram visibilidade para suas histórias, modos de vida e demandas específicas. Júnia Quiroga, representante do Fundo de População das Nações Unidas (@unfpa), trouxe ao evento uma reflexão que simbolizou esse momento: "Exu matou um pássaro ontem com uma pedra que só jogou hoje." A metáfora expressa o longo percurso de luta para alcançar direitos e reconhecimento. As conquistas atuais resultam de processos históricos que, por vezes, permanecem ocultos sob o peso da invisibilidade. Para as comunidades quilombolas, a publicação do censo é um ato de afirmação, um passo importante para transformar histórias de resistência em políticas concretas." Anúncio Os dados apresentados pelo IBGE rompem com a ausência de informações oficiais sobre uma parcela significativa da população brasileira. Mais de 1,3 milhão de quilombolas vivem em cerca de 1.700 municípios. Pela primeira vez, essas comunidades são mapeadas com precisão, o que permite dimensionar sua presença no território nacional. Marta Antunes, diretora de pesquisa do IBGE, ressaltou a relevância desse registro: "O censo nos permitiu ver o que antes não tinha forma oficial. Agora sabemos quantos são, onde estão e como vivem. Isso muda a forma de pensar as políticas para essas comunidades." Esse conhecimento concreto abre novas possibilidades para a construção de políticas públicas mais alinhadas com a realidade quilombola. Até então, a ausência de dados dificultava a criação de iniciativas específicas e adequadas às demandas dessas populações. Ao registrar números e transformá-los em informações acessíveis e úteis, a publicação fortalece o protagonismo das comunidades e assegura que seus direitos não permaneçam apenas no discurso. Leia o texto completo AQUI e saiba mais detalhes do evento. #Quilombola Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Galeria Benedito Nunes segue com a exposição “Novos Contemporâneos”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 10 de jan. de 2024 Manuela Oliveira Galeria Benedito Nunes segue com a exposição “Novos Contemporâneos” A mostra é resultado do edital Prêmio Novos Contemporâneos, idealizado com objetivo de incentivar e reconhecer a produção artística nas diferentes regiões do Pará, de jovens artistas. # Exposição Imagem: Gustavo Sousa / Divulgação. A Galeria Benedito Nunes está com nova e exclusiva exposição, a primeira mostra coletiva "Novos Contemporâneos" , inaugurada em dezembro de 2023. Pintura, fotografia, escultura, pintura digital e desenho fazem parte da exposição, que reúne obras de 20 artistas de oito municípios paraenses. A mostra é resultado do edital Prêmio Novos Contemporâneos, idealizado com objetivo de incentivar e reconhecer a produção artística nas diferentes regiões do Pará, de jovens artistas. Anúncio A gerente das galerias da FCP e coordenadora do prêmio, Eliane Moura , frisa a relevância da premiação e adianta que a perspectiva para 2024 é de alcançar mais municípios do Estado. “Esse prêmio é super importante pros jovens artistas porque além do prêmio monetário, esses artistas têm suas obras incorporadas ao acervo, e isso é um grande reconhecimento para suas carreiras, forma currículo. Assim, esses artistas iniciam a carreira de uma forma profissional já tendo todo este arcabouço de estar fazendo parte de um acervo de mais de 37 anos, então, há visibilidade a todo essa produção desses artistas”. Serviço : Exposição coletiva “Novos Contemporâneos” Data da visitação: até 02/02/24 Horário: das 9h às 17h Local: @galeriabeneditonunes (Tv. Rui Barbosa com a Av. Conselheiro Furtado - Belém) Fonte: Fundação Cultural do Pará Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Guamá se prepara para o VII Cortejo Visagento: cultura, memória e resistência em movimento

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 30 de out. de 2025 Guamá se prepara para o VII Cortejo Visagento: cultura, memória e resistência em movimento O evento chega à sua sétima edição dialogando diretamente com o contexto da COP30 , que será sediada em Belém Imagem: divulgação Por Rafaela Collins — Belém(Pará),Amazônia. 28/10/2025 Nesta sexta-feira ( 31/10 ), o bairro do Guamá, em Belém (PA), se transforma em palco de um dos eventos mais simbólicos da cultura popular paraense: o VII Cortejo Visagento . A concentração será no Cemitério Santa Izabel , às 18h , com destino à Praça Benedito Monteiro, onde a celebração segue até às 22h, com concurso de fantasias e atrações culturais. O Cortejo Visagento chega à sua sétima edição dialogando diretamente com o contexto da COP30 , que será sediada em Belém. Este ano, o tema escolhido “Lutar e resistir contra os predadores da vida disfarçados de progresso”, amplia o debate sobre os impactos sociais e ambientais do desenvolvimento, refletindo questões como o despejo de famílias e as catástrofes climáticas causadas por enchentes e desastres urbanos. Anúncio A ação, que nasce da base comunitária, expressa de forma simbólica e poética as dores e resistências do território. As fantasias e adereços produzidos com materiais reutilizáveis e as oficinas voltadas à reciclagem e à criatividade reforçam o compromisso do projeto com a sustentabilidade. Assim, o cortejo se afirma não apenas como uma celebração cultural, mas como uma poderosa forma de educação ambiental e social, o braço humano da sustentabilidade, onde arte, consciência e pertencimento caminham lado a lado. Serviço : VII Cortejo Visagento Concentração: Cemitério Santa Izabel (Guamá) Destino: Praça Benedito Monteiro Data: Sexta-feira (31/10) dás 18h às 22h Participação: Boi Marronzinho e grupos culturais do bairro Informações: @ecnossabiblioteca #Cortejo Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Poeta paraense Andreev Veiga lança seu livro Por isso as papoulas na Casa Arari neste sábado(28)

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de fev. de 2026 Poeta paraense Andreev Veiga lança seu livro "Por isso as papoulas" na Casa Arari neste sábado(28) "Por isso as papoulas" vibra uma aguda capacidade de observação política, capaz de captar os desarranjos e os sofrimentos de nosso tempo em suas diferentes manifestações Imagem: di ivulgação. Por Estante Cultural — Belém(Pará),Amazônia. 27/02/2026 - 07h00 "Por isso as papoulas" , terceiro livro do poeta paraense Andreev Veiga — que será lançado neste sábado , às 19h , na Casa Arari — apresenta uma intensa capacidade de observação política. A obra capta os desarranjos e sofrimentos do nosso tempo em múltiplas dimensões, revelando, no olhar do poeta, as violências da guerra, da fome, da desigualdade, do ódio e da incompreensão. Para enfrentar esse mal-estar, seus versos não se afastam da realidade: ao contrário, aproximam-na, trazendo-a para dentro, como algo que precisa ser agarrado com a força que ainda resta. Nas páginas do livro, o autor constrói uma paisagem humana marcada pela desolação, onde a história se manifesta nos corpos e nas vidas retratadas. Surgem o trabalhador cujos “passos são uma linha de montagem”, constantemente suspeito diante da própria miséria; cantores desesperados projetando a voz à beira do abismo; empregadas que atravessam a portaria de condomínios como imigrantes forçadas a cruzar fronteiras para sobreviver; alguém que se isola no quarto durante a noite de Natal; e o cheiro do corpo morto do pai, que permanece como “uma história inacabada”. Entre essas imagens, aparecem também os refugiados — como o menino Alan Kurdi — vistos pelo poeta no lugar de banhistas em uma praia qualquer, onde “há braçadas perdendo força” e cruzes se desenham na linha do mar. Anúncio Partindo da ideia de que “a compreensão das coisas está na poesia”, cada verso busca revelar “a política no rosto do tempo”. A poeta e tradutora Simone Brantes, responsável pelo texto de orelha, destaca a força da obra ao afirmar que a linguagem do livro recoloca diante do leitor, de forma direta e desnudada, a condição presente do mundo e da própria existência humana. Ainda que atravessada por um cenário de violência e pelo avanço do fascismo “que nos enterra aos poucos”, a voz poética não se rende à resignação: entre a batalha e o pessimismo, permanece um sorriso. Afinal, amamos e sofremos porque não somos feitos de ferro — e talvez tudo seja apenas orvalho. E papoulas, quem sabe. Andreev Veiga nasceu em Belém (PA), em 1981. Publicou os livros de poemas "diálogonuvem" (Fundação Cultural do Pará, 2016) e "O mergulho do afogado" (Kotter, 2019), e organizou a antologia "O vento continua, todavia: dez vozes da poesia contemporânea em Belém" (Kotter, 2020). Serviço : Lançamento de "Por isso as papoulas", de Andreev Veiga. Local: Casa Arari - Trav. 14 de março, 1154, Umarizal. Horário: às 19h Fonte: Fósforo Editora #Literatura Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Mário Cezar da Silveira promove conscientização sobre Alzheimer no livro “O que me falta”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 20 de jan. de 2025 LC Agência Mário Cezar da Silveira promove conscientização sobre Alzheimer no livro “O que me falta” A obra mostra as dores de quem lida com os problemas que a enfermidade traz Imagem: divulgação. Após se especializar em acessibilidade e adequar toda uma vida para receber Carolina, sua filha com paralisia cerebral, o profissional da área de arquitetura e escritor Mário Cezar da Silveira se dedica à literatura como ferramenta de conscientização. Agora, em homenagem à sogra, com quem conviveu diariamente quando acometida pelo Alzheimer, o autor imprime os desafios reais de muitas famílias que enfrentam a doença em "O que me falta...". A partir de pesquisas e investigações com psiquiatras, gerontologistas e neurologistas, Mário busca despertar no leitor a necessidade de reconectar laços e estimular uma sociedade mais acessível. Anúncio A obra mostra as dores de quem lida com os problemas que a enfermidade traz. Sensível ao processo de apagamento da memória, o autor dá voz à protagonista, que narra como enfrenta as dificuldades de mobilidade, a rejeição dessa nova condição e um imenso sentimento de vazio, que só consegue preencher com o avanço do Alzheimer. Mário Cezar da Silveira apresenta, ainda, conflitos que podem abalar de forma irreparável as relações familiares, como a morte prematura de um filho, a falta de aceitação de transgeneridade e o preconceito racial. o evento busca fortalecer a economia local e oferecer produtos exclusivos e de qualidade. Serviço : “O que me falta...” de @mariocezardasilveira Editora: Letra D’Arte Onde encontrar: Amazon # Literatura Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Selo de música do norte “Psica” fecha contrato com gravadora Warner

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 24 de ago. de 2022 Fernando Assunção Selo de música do norte “Psica” fecha contrato com gravadora Warner # Música Imagem: divulgação. Distante do centro econômico e midiático do país , os artistas nortistas sempre precisaram se deslocar para o sudeste na tentativa de ampliar suas carreiras . Porém, sem deixar suas cidades e acreditando na força da conexão com seu lugar de origem, um grupo de artistas se reuniu para desenvolver colaborações e, em formato de coletivo, fazer ecoar um manifesto decolonial e “neocabano”. Eles são a “Psica Gang” , selo musical e movimento que agora faz parte da Warner Music Brasil (@warnermusicbr) e, do norte brasileiro, passam a mostrar suas culturas e realidades para todo o mundo. Para marcar essa nova fase na carreira, a partir do próximo dia 26 de agosto, Kratos, Íra, Navi Beatz, Drinc Esc, Daniel ADR, Urb4no, Layse, MC Super Shock e Nic Dias lançam, semanalmente, oito faixas inéditas, reunidas na série “Para abrir os caminhos”, que trazem uma amostra da nova música periférica feita no Norte. São artistas predominantemente pretos e periféricos, que representam regiões distintas do Pará e do Amapá, porta-vozes de movimentos musicais de periferia, como o rap e o brega. Integrados pelo movimento “Psica Gang”, o grupo de artistas passa a integrar o cast da Warner, gravadora multinacional que, no Brasil, promove nomes como Anitta, Ludmilla, Iza e Pabllo Vittar. Jeft Dias, coordenador da Psica Produções, explica como essa parceria funcionará na prática. “A Warner vai distribuir os lançamentos dos artistas nortistas nas plataformas de música. Com o peso de uma gravadora grande e mundial, as chances dos nossos artistas entrarem em playlists de projeção nacional, por exemplo, aumentam muito mais. E quem ganha é o artista e a cena local como um todo”, diz. Quem inaugura a parceria Psica + Warner, já mostrando a diversidade regional desse projeto, é o rapper Kratos, de Castanhal, nordeste do Pará. Nome promissor do rap, Kratos lança “Sem Apego”, onde canta sobre conseguir ver o resultado do trabalho duro. “É uma música descontraída sobre uma festa que vou realizar na minha casa, trazendo uma mensagem de superação, de prosperidade. É sobre mostrar que nós também temos o direito de curtir, comemorar e aproveitar, sempre lembrando das origens, independente do momento”, adianta. A previsão de lançamento é para o dia 26 de agosto, marcando a primeira das nove sextas-feiras com novidades exclusivas. Psica Gang é o selo musical criado pela Psica Produções, um movimento neo-cabano ativo na Amazônia há cerca de 10 anos, promovendo eventos, movimentando carreiras e fortalecendo a cultura preta ameríndia. Braço da produtora, o selo "Psica Gang" nasceu para conectar artistas periféricos da região metropolitana de Belém do Pará e artistas do sertão amazônico, do asfalto e dos rios, com objetivo de recontar a história amazônica sob o olhar de quem vive aqui. Gerson Júnior, que coordena a Psica junto a seu irmão, Jeft, conta que a parceria é um passo além na promoção da visibilidade da música preta, periférica e amazônica. O EP que vai marcar mais um avanço de alta qualidade e sucesso na carreira do músico, está previsto para ser lançado em outubro deste ano, e além de "Momentos bons", vão estar presentes na coletânea musical também os hits: "Alice" e "Lágrimas Perdidas". "Espero que vocês se identifiquem com as minhas músicas, pois cada detalhe delas é pensando em proporcionar momentos bons pra vocês", declara Jairo sobre seu trabalho que está sendo preparado com muito carinho ao público, o que é a essência das produções musicais do cantor. “A gente desenvolve um trabalho cultural que tem como marca o comprometimento com a cena local. E o barulho que nós fazemos está ressoando em todo o país, tanto é que uma grande gravadora de projeção mundial nos enxergou. E, infelizmente, para que um artista da Região Norte ganhe a projeção e o reconhecimento que merece, ainda é preciso do aval de uma grande gravadora. A gente espera com isso furar esse bloqueio e abrir portas para que os artistas locais tenham cada vez mais certeza do potencial incrível da música desenvolvida na Amazônia”, conta. Acompanhe as novidades pelo Instagram (@psicagang e psicaproducoes) Texto: Fernando Assunção (Assessoria de Imprensa) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Sesc Casa de Artes Cênicas abre inscrições para cursos de Dança e Teatro

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 14 de jul. de 2025 Sesc Casa de Artes Cênicas abre inscrições para cursos de Dança e Teatro A iniciativa faz parte do projeto Marajó Resiliente, que atua em municípios do arquipélago do Marajó Imagem: Tarsila França e Gabriel Tantacoisa / Divulgação. Por Assessoria — Belém(Pará), Amazônia. 14/07/2025 O Sesc Casa de Artes Cênicas está com inscrições abertas para seus cursos semestrais e trimestrais nas áreas de Dança e Teatro, com início já em agosto. As atividades são voltadas para crianças, jovens e adultos, com turmas reduzidas de até 10 alunos, garantindo um acompanhamento mais próximo e personalizado. Elas seguem até o início do próximo mês e podem ser realizadas no site sesc-pa.com.br ou presencialmente no Centro de Cultura e Turismo Sesc Ver-o-Peso. BALLET - Na área da Dança, os cursos são semestrais e acontecem de agosto a dezembro, sempre às segundas e quartas e terças e quintas, conforme a modalidade escolhida. DANÇA CONTEMPORÂNEA PARA INICIANTES e CRIAÇÃO EM DANÇA - MONTAGEM DE ESPETÁCULOS ( @maadulv) - O Dança Contemporânea para Iniciantes é voltado para pessoas a partir de 16 anos. A proposta pedagógica é baseada em três pilares: estudo, pesquisa e experimentação cênica. Para quem busca uma experiência mais aprofundada, o curso de Criação em Dança - Montagem de Espetáculos oferece um espaço dedicado à criação e investigação artística. Anúncio HEELS DANCE, JAZZ DANCE E DANÇA DE SALÃO (Ministrado pela professora @liviahpaixaoo ) - O curso de Heels Dance é voltado para o público adulto, e propõe uma experiência envolvente e cheia de atitude, explorando a dança com sapatos de salto alto. Jazz Dance é ideal para quem deseja mergulhar nos fundamentos desse estilo vibrante. Dança de Salão oferece duas turmas às terças e quintas-feiras: das 18h às 19h e das 19h às 20h. TEATRO : Sob a condução do professor Wagner Barros, estão disponíveis os cursos de Teatro Infantil (07 a 11 anos), e emoções; Teatro Juvenil (12 a 17 anos). Serviço: Local: Sesc Casa de Artes Cênicas (Boulevard Castilhos França, 722 - Campina) Informações: (91) 98414-1760 e @sesc_pa #Inscrições Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Quadrilhão de Rua transforma bairros periféricos de Belém em grande arraial junino a céu aberto

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 5 de jun. de 2026 Quadrilhão de Rua transforma bairros periféricos de Belém em grande arraial junino a céu aberto A proposta busca fortalecer as tradições populares periféricas e aproximar as comunidades da experiência coletiva do brincar quadrilha Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia . 05/06/2026 - 07h00 No dia 6 de junho de 2026, três bairros periféricos de Belém vão se transformar em um grande arraial junino a céu aberto com a circulação do espetáculo Quadrilhão de Rua, projeto da Quadrilha Explosão Junina do Vale Azul que mistura dança, teatro de rua, música e brincadeiras populares em uma experiência imersiva inspirada no universo do Arraial do Pavulagem. Com apresentações gratuitas na Condor, Jurunas e Tenoné, o espetáculo propõe uma vivência junina em que o público deixa de ocupar apenas o lugar de espectador e passa a integrar a cena como brincante. A proposta busca fortalecer as tradições populares periféricas e aproximar as comunidades da experiência coletiva do brincar quadrilha. Anúncio “Quadrilhão de Rua” amplia essa proposta ao ocupar as ruas como espaço vivo de cultura popular, convidando moradores e espectadores a participarem ativamente da encenação. O espetáculo promete cativar o público com uma experiência única, um grande arraial junino interativo. Serviço : Quadrilhão de Rua Data: Sábado (06/06) Circulação do espetáculo: ● 17h - Passagem Santa Terezinha, bairro da Condor - ● 18h - Associação Grupo Comunitário da Limoeiro, Passagem Limoeiro, bairro Jurunas - ● 22h - Jardim Vale Azul, Rua C, Fé em Deus, bairro do Tenoné Informações’ @explosao_junina_quadrilha Entrada gratuita # FestaJunina Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Companhia de teatro Potoqueiros apresenta Espetáculo "O Urso"

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 10 de dez. de 2022 Assessoria de Comunicação Companhia de teatro Potoqueiros apresenta Espetáculo "O Urso" #Teatro Imagem: divulgação. A Companhia Paraense de Potoqueiros (@ciadepotoqueiros) completa os seus 6 anos de fundação, nada melhor que comemorar trazendo muita arte para o público, para tanto, estaremos em cartaz com a comédia “O URSO”, uma das mais bem-sucedidas peças curtas do teatro russo, digna da brilhante dramaturgia de Tcheckov, a obra expõe a vulnerabilidade e suscetibilidade do ser humano e a guerra entre os sexos, explorando o hilário embate entre a viúva Popov e Smirnov, seu credor. Uma comédia genial com a qualidade e autenticidade da dramaturgia Tchekhoviana e um toquezinho regional. O espetáculo foi montado durante a pandemia e será apresentado pela primeira vez de forma presencial. A comédia “O Urso” será encenada pelos atores Breno Monteiro (Popova), Lennon Bendelak (Smirnoff) e Kate por Deus (Luka), que irão recontar a história da viúva Popova, que se martiriza - por meses - devido a morte do marido, mas tem o luto bruscamente interrompido pelo rude credor Smirnoff, que chega para cobrar algumas dívidas do falecido. Popova - que tinha como único consolo as cavalgadas no cavalo Toby - terá a ajuda do criado Luka para tentar driblar as cobranças de Smirnoff e conseguir um final feliz para a situação delicada. “A realização de espetáculos dentro do contexto da pandemia, além de implicar na ausência do calor do público, coloca todos os envolvidos frente a novos desafios que modificam até mesmo as dinâmicas técnicas e corporais. E agora, apesar de ainda estamos em alerta para o vírus, já podemos nos aproximar mais e enfim, poder fazer essa troca com o público” – diz Lauro Sousa, produtor do espetáculo. O espetáculo tem direção de Luana Oliveira e Nilton Cézar, produção de Lauro Sousa, figurinos e cenografia de Lucas Belo, visagismo de Thaís Sales, sonoplastia de Leonardo Sousa, iluminação de Breno Monteiro e operação de Eliane Gomes, fotos e artes de Everton Pereira, em cena Breno Monteiro, Kate Por Deus e Lennon Bendelak. É uma produção da Companhia Paraense de Potoqueiros e apoio do Espaço das Artes de Belém (@instadoespaco). Serviço : SERVIÇO: Espetáculo “O Urso” Local: No Espaço das Artes de Belém – Rua Tiradentes, 35 – Reduto Sessões: Dia 10 e 11 de dezembro, às 20h. Sessão Extra: Dia 11 de dezembro, às 18h Venda de ingressos: Sympla Mais Informações: (91) 981123688 Texto: Assessoria de Comunicação Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Jota Quest lança EP "Versões e Remixes - De Volta ao Novo”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 25 de jun. de 2024 Perfexx Jota Quest lança EP "Versões e Remixes - De Volta ao Novo” O projeto traz 5 faixas contendo, além da versão original, um registro ao vivo, gravado na edição carioca da turnê JOTA25, no Rio de Janeiro #Brasil https://www.youtube.com/watch?v=Ohpi_5FOG0E Neste mês de junho a banda mineira Jota Quest lançou o EP audiovisual “Versões e Remixes – De Volta ao Novo” , com novas versões da faixa-título de seu novo álbum homônimo. O projeto traz 5 faixas contendo, além da versão original, um registro ao vivo, gravado na edição carioca da turnê JOTA25, no Rio de Janeiro; um remix eletrônico assinado pelo DJ Matheus Bala; uma versão acústica, produzida por Marcelo Sussekind; e uma versão funk-soul, produzida pelo baterista da banda Paulinho Fonseca, estilo que marcou a chegada do grupo à cena pop-rock em meados dos anos “A canção “De Volta ao Novo” é muito importante pra gente, não à toa se tornando até a faixa título do álbum. Ela é a música conceito do disco e por isso nos dedicamos a criar estas outras versões pra tentar ampliar o alcance da mensagem, fazendo chegar a uma maior quantidade de pessoas”, conta Rogério Flausino . Anúncio A canção “De Volta Ao Novo” encabeça o repertório do álbum homônimo que teve sua primeira parte lançada em outubro de 2023 e tem a segunda programada para o próximo mês de agosto deste ano, com mais nove faixas inéditas e com produção assinada por Rick Bonadio. Serviço : Ouça e assista AQUI . Instagram @jotaquest Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • FLIM lança a 3a edição unindo Literatura e Turismo

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 29 de abr. de 2024 Luciana Medeiros FLIM lança a 3ª edição unindo Literatura e Turismo O objetivo da FLIM é valorizar a produção cultural e literária local, incentivar a leitura na rede de ensino público da ilha e trazer o intercâmbio entre os escritores que participam #Festival Imagem: divulgação. A Festa Literária de Mosqueiro ( FLIM ) lança a 3ª edição , nesta terça-feira (30/04), com evento na Vila Formosa – hospedaria e espaço cultural, na Praia do Chapéu Virado na ilha de Mosqueiro. O evento, que já está com as inscrições abertas até dia 10 de maio para escritores, será realizado de 28 de maio a 01 de junho. Inspirada na Festa Literária de Paraty, a FLIM se propõe a ser uma vitrine para as riquezas naturais e culturais da ilha do Mosqueiro, reunindo uma programação diversificada que inclui literatura, música, dança, teatro, artesanato e discussões sobre turismo e sustentabilidade. Anúncio O objetivo da FLIM é valorizar a produção cultural e literária local, incentivar a leitura na rede de ensino público da ilha e trazer o intercâmbio entre os escritores que participam. Para esta edição, além dos Escritores da Praia, já estão confirmadas as participações de Juracy Sequeira , Daniel Leite , Edgar e Edyr Proença , e do poeta João de Jesus Paes Loureiro . Serviço: Lançamento da 3ª FLIM – Festa Literária de Mosqueiro. Dia 30 de abril, às 19h, na Vila Formosa – Adalberto Augusto Afonso, 675 – Praia do Chapéu Virado. Mais informações sobre inscrições e programação, no Instagram @festaliterariademosqueir o Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

bottom of page