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  • A cantora Débora Vasconcelos faz live com composições que marcaram o cenário musical paraense

    #DéboraVasconcelos Cultura salva! Essa frase curta foi dita por milhares de brasileiros que ficaram confinados durante o lockdown na pandemia. Através da música, o medo deu vez para momentos de alegria. Vários artistas "aprenderam" a fazer lives para não ficar parados. Foi o caso da baiana, radicada em Belém, Débora Vasconcelos. Enquanto não vem a segunda dose, a cantora que não está cantando em bares ainda, promete uma live com muito swing e músicas autorais para o dia 10 de agosto, às 20 horas, pelo youtube no canal Pará Pai D'Égua. Débora Vasconcelos já tem uma agenda para retomar os shows ao vivo em Setembro. A mudança na rotina começou, claro, desde a pandemia. Ela costumava cantar no mínimo quatro vezes nos bares da cidade e com o fechamento veio um também um impacto financeiro na vida da artista. Aproveitou essa parada obrigatória para compor músicas novas, brincar com novos ritmos, misturando o que a Bahia e Pará têm de melhor. Já está com um novo trabalho onde vai mostrar mais o lado autoral dela. "Já estava com tudo engatilhado pra fazer um EP e veio a pandemia. Assim que estiver imunizada entro no estúdio para gravação. Tempos difíceis mas que estamos superando pouco a pouco" diz esperançosa a cantora. Esse otimisto não é a toa. Débora nasceu em Eunápolis na Bahia mas leva Belém do Pará no coração onde ela reside e vivencia a arte musical ao longo dos últimos 15 anos de carreira. Tem muito orgulho de ser nordestina. Traz no repertório muitas coisas de lá, fazendo um encontro com as batidas da música paraense que ama. "Terra do meu coração onde comecei a compor minhas canções gravadas por artistas maravilhosos que conheci aqui", diz Débora sobre os parceiros paraenses. E falando neles, não são poucos: Danniel Lima, Lia Sophia, Alba Maria, Gigi Futado, Juliana Sinimbu, Renato Torres, João da Hora, Joelma Klaudia, Iara Mê, dentre outros. Débora Vasconcelos marca sua trajetória por cantar com a alma e encontrou por meio da composição de músicas uma forma de transpor todo esse sentimento. Dentre estas composições estão as músicas Boca, Ninho e Amor Impossível gravadas pela cantora Lia Sophia em seu primeiro álbum “Livre” lançado em 2005. Além de Lia Sophia, o cantor e compositor paraense Daniel Lima também gravou “Lençóis de Cetim” composição de Débora Vasconcelos lançada na plataforma do YouTube em 2015, música que ficou em primeiro lugar por semanas nos rádios paraenses. Débora também teve a honra de gravar como intérprete no CD do grande cantor e percussionista Mapyu, a música “Olhos de Rapina”, no álbum “Mandalas Naturais - Tocar II”. Sobre a Live do dia 10, ela adianta que "Vem cheia de batidas gostosas do Pará e da Bahia. Música boa pra mexer com o coração de todos. Vou cantar minhas músicas já gravadas por Lia Sophia , Daniel Lima...". Além da Live, vem novidades para este ano como gravações de músicas em estúdio. Depois, é escolher a canção para trabalhar em seguida o clipe. "Quero trazer na fotográfica cenas de Belém e de Salvador" diz a cantora que completa: "Vem coisa boa por aí". Enquanto isso, quem estiver com saudades da artista vai poder conferir a Live, às 20 horas, pelo canal Pará Pai D'Égua no Youtube. SERVIÇO: Live Musical Débora Vasconcelos Dia: 10/08/2021 (Terça-feira) Hora: 20 horas Local: Canal Pará Pai D'Égua no Youtube Texto: Nielson Bargas (91) 989034115 (Assessoria de Imprensa)

  • Cantor Marley Pompeu realiza show em homenagem ao Dia dos Pais

    #MarleyPompeu Marley Pompeu se apresenta no domingo, 8, às 14h, no Baile dos Pais, no complexo do Ver-o-Rio em Belém, em um evento com entrada franca que vai celebrar a data comemorativa do Dia dos Pais, e vai contar com muita música e clássicos da cena do brega paraense, além de singles autorais do artista. Natural do município de Cametá, no nordeste paraense, Marley Pompeu lançou no dia 19 de julho seu single “Amo Você”, seu último trabalho que fala sobre um amor não correspondido, mesmo após inúmeras tentativas para dar certo, dentro do ritmo amado no norte do Brasil: O brega. Acesse AQUI para ouvir a canção "Amo você" lançado no mês passado (19 de julho). Marley Benilson Pompeu, ou Marley Pompeu, é cantor cametaense, nascido e criado na Vila de Carapajó no interior de Cametá, onde iniciou sua carreira artística em 2006, no comando da extinta banda “Simpatia do Calypso”, de Capiteua de Carapajó; a partir de então, o cantor passou a integrar a banda “Fest Pará”, integrando ainda bandas como “Sygnus”, “Los Gênios” e “Banda Master Show”, todas naturais de Cametá. Em 2009, ao mudar de Carapajó para cidade de Cametá, conheceu várias pessoas da área musical, o que lhe abriu um mundo de possibilidades. Em 2010, iniciou o projeto “Beth & Marley”, que durou 2 anos que foram muito produtivos para o artista, onde emplacou seu nome no cenário musical cametaense, gravando 4 CDs promocionais que eternizaram a parceria de sucesso, mas a partir de 2013, se lançou em carreira solo, quando passou a atuar como “Trio do Marley”, onde gravou um DVD promocional de marcantes, possibilitando mais reconhecimento e grande realização pessoal. Em dezembro de 2019, gravou o CD “Bregaço”, já planejando a gravação do DVD com o mesmo repertório em março de 2020, mas acabou sendo adiado devido a pandemia da covid-19. Com toda a dificuldade causada pela pandemia, o artista precisou se reinventar para continuar exercendo sua atividade musical, passando a se apresentar como Marley Pompeu, sempre trazendo no seu repertório o melhor possível para se manter no cenário musical, apesar das dificuldades. “Eu vivo da música há 15 anos e não me vejo sem ela na minha vida, quando tô no palco cantando e vejo as pessoas curtindo, dançando e cantando junto comigo, é algo surreal e que não tem preço. Não é fácil, mas é muito gratificante”, diz o cantor sobre estar imerso neste mundo artístico. “Quem for prestigiar o evento do domingo, vai aproveitar um show de qualidade e bem no estilo de comemoração ao dia dos pais”, convida Marley. Siga o artista em suas Redes Sociais (Facebook / Instagram / YouTube) Serviço: Cantor Marley Pompeu se apresenta no “Baile dos Pais”, neste domingo, 8 de Agosto na Vila Umarizal – Baião, que fica no Complexo do Ver-o-Rio) e realiza show no dia 20 de agosto em um Evento Particular em Cametá. Texto: Luana Moraes (91) 98239-1988 (Assessoria de Imprensa)

  • Grupo musical ‘Pérola Pop’ se apresenta neste final de semana em Cametá

    #PérolaPop O grupo Pérola Pop, que desde 2018 vem agitando os bailes e festas no município de Cametá, vai realizar shows neste sábado, 7 e domingo, 8, às 20h que vai contar com muitos sucessos do tradicional brega paraense, assim como clássicos do forró, arrocha, baile da saudade e o apreciado Calypso, para não deixar ninguém parado neste primeiro final de semana de agosto. O grupo musical Pérola Pop tem quatro anos de estrada, e tudo começou com uma brincadeira entre amigos, que resolveram montar um “esquema”, nome popular para quem tem a iniciativa de montar um grupo musical no município, onde inicialmente era composta por instrumentos como teclado, guitarra e Juninho Moraes, no vocal. Com um público garantido e fiel ao grupo, atualmente os integrantes Juninho Moraes e Lenny Lopes no vocal; Dieno Gomes nos teclados; Gabriel Santos na guitarra e Flávio comandando o baixo e Jhonny na percussão, resolveram entrar de vez no mercado de produção musical: “Sentimos a necessidade de expandir não só a forma do grupo como banda, mas também a forma de trabalho, e a pedido dos nossos fãs decidimos nos tornar banda oficialmente”, afirma Juninho, que adianta ainda a preparação do primeiro DVD do grupo, que será gravado em breve e ao vivo. Sempre presente nas casas de shows do município do nordeste paraense, a Pérola Pop se apresenta ainda em eventos e festividades da região famosa pela sua tradicionalidade. “Nesses shows deste final de semana o público de Cametá pode se preparar pra um baile inesquecível, ninguém vai ficar parado e os melhores hits vão marcar presença”. Objetivando agradar todos os públicos, o grupo leva um repertório recheado de músicas nos ritmos de brega, forró, arrocha, passado, melody paraense, calypso e sempre inovando as músicas e estilos para fazer uma boa apresentação para o público que realmente merece e é a verdadeira pérola dos shows. Serviço: Grupo cametaense Pérola Pop, realiza shows neste sábado, 7 e domingo , 8, às 20h no Marambira, em Cametá, com entrada no valor de R$ 20 para casais. Texto: Luana Moraes (91) 98239-1988 (Assessora de Imprensa)

  • Artista visual Josué Castilho França lança podcast sobre reflexões e expressões artísticas

    #JosuéCastilhoFrança Átomos é o primeiro episódio de uma serie de 10 poemas que serão transformados em audiovisual. Átomos audiovisual será lançado dia 07/08 as 19:00 hs no canal do Josué Castilho França no You Tube. Em átomos, Josué ultiliza a natureza como fonte de inspiração e matéria prima para as criações das performances. É um encontro visceral entre arte, natureza e Josué, onde se trama estética, perspectivas, devaneios, vivencias ribeirinhas e urbanas, reflexões, expressão criadora, e múltiplos saberes. Busca-se trazer seres ancestrais, ou futuristas que vivem em nosso corpo revelando o sagrado em um elo profundo com a floresta, é fio condutor para entender a natureza poética e inerente de cada ser humano. No poema “Átomos” Josué Castilho França, descreve parte da riqueza natural da Amazônia, o poema foi lançado no dia 31/07, nas plataformas digitais, Spotfy, Google Podcasts, Rádio Public, dentre outras plataformas de áudio. Objetivo maior deste projeto é fazer reflexões sobre a conservação da natureza, educação ambiental e diálogos sobre explorar elementos da natureza para desenvolver as diversas expressões artísticas na arte visual na Amazonia. Josué Castilho França é formado em comunicação social publicidade e propaganda, nascido e criado na comunidade ribeirinha Vila do Cocal na ilha do Marajó, desde 2016 que ele vem produzindo conteúdo com temática amazônica, entre artigos, audiovisuais, fotografias, poemas. É artista visual, compositor, poeta e ator performer. Lançou vídeo clipe “Amazon”, três músicas, e mais de 25 poemas autorais. Conheça mais do artista e seus trabalhos pelo links (POEMA ÁTOMOS / Facebook / Instagram / YouTube) Texto: Comunicação do Artista

  • Festival Encontro das Águas terá exibição virtual com apresentação do Carimbó Raiz Unidos doParaíso

    #FestivalEncontroDasÁgua Financiado pelo Edital de Festivais Integrados – Lei Aldir Blanc (PA), a 3ª Edição do Festival Encontro das Águas acontecerá pela primeira vez em formato digital e será exibido na Facebook do grupo, às 18h, no dia 07 de agosto (sábado). O show, gravado no início de julho sem público por conta da pandemia, recebeu Mestres e representantes de grupos das águas doces e salgadas do carimbó ‘Pau & Corda' paraense. "Santa Bárbara é minha terra, Santa Bárbara é o meu lugar, falamos de carimbó, xote também siriá", trecho da música “Santa Bárbara é minha terra”, de autoria de Mestre Cazuza, que começou a tocar em 1996 e se tornou autor das músicas interpretadas pelo grupo. “Sempre tive o pé no chão e coloquei na minha mente que o carimbó um dia seria reconhecido, as pessoas teriam mais vontade de estar no grupo, de participar... e hoje, quando vejo o carimbó se expandindo, fico muito feliz. O que precisamos é nos unir cada vez mais. Eu sempre digo que a união é a força da Cultura Popular”, afirma Mestre Cazuza, que aos 75 anos, mesmo enfrentando problemas de saúde, não deixa de dedicar seu amor pelo ritmo de raiz. Mestre Cazuza é atuante na Campanha de Salvaguarda do Carimbó e por sua luta aguerrida recebeu em 2017 o Prêmio Carimbó Nosso Patrimônio, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O “Unidos do Paraíso” foi fundado por seu irmão, Ilson Freitas (85 anos), em 1995, e batizado com esse nome em referência à localidade de origem, a Comunidade do Novo Paraíso. Com quase 30 anos de tradição na Cultura Popular paraense, o “Unidos do Paraíso” ainda é o único carimbó do município de Santa Bárbara do Pará. Mestre Ilson, que já foi lavrador e pescador, fez com suas mãos todos os instrumentos do grupo, das maracas ao curimbó. É percussionista e já atuou como instrutor de oficinas de construção de instrumentos e de palestras em escolas públicas. Desde 2005, Mestre Ilson é presidente da Associação dos Movimentos Folclóricos e Carnavalescos de Santa Bárbara. Foi por meio da associação que conseguiu recursos para realizar a primeira e segunda edições do Festival de Carimbó Encontro das Águas, nos anos de 2011 e 2013, respectivamente. Cazuzinha, 28 anos, protagonista da nova geração do Unidos do Paraíso, coordenou a produção desde a elaboração do projeto, e também faz parte do grupo Unidos do Paraíso tocando maracas. Ele é a ponte entre a tradição do carimbó e as políticas culturais neste projeto. Mestres Convidados: Luiz Gonzaga, do Carimbó Águas Lindas e Manoel Alexandre, do Carimbó das Flores - Ananindeua; Pedro Papo Fundo, de Maracanã; Participações Especiais: Preto, de Fortalezinha; Mael Anhangá, do Grupo Cipó - Ananindeua e Priscila Duque, do Carimbó Cobra Venenosa - Icoaraci. Serviço III Festival Encontro das Águas de Santa Bárbara do Pará. Assista no Facebook Grupo Unidos do Paraíso. Dia 07 de Agosto (sábado), a partir das 18 horas. Texto: Priscila Duque (91) 98357-1216 (Comunicação)

  • Gabriel Santi mostra seu romantismo no single "Ô Bem"

    #GabrielSanti No final do mês passado (24 de julho) o cantor e compositor paraense Gabriel Santi lançou o single/clipe Ô Bem, trabalho autoral do artista, que deu início à carreira em fevereiro deste ano (2021) com o lançamento do primeiro EP. A música já está disponível nas principais plataformas digitais e o clipe também está no Youtube do artista. O single foi gravado em abril deste ano em parceria com o estúdio Power Music, no Rio de Janeiro e a voz foi gravada em Belém, no estúdio Mangal do Som. A música tem participação de Júnior Martins nos teclados, produção e baixo; Alan Monteiro na guitarra e Eduardo Nykiba na bateria e percussão. “Ô Bem” é um Reggae romântico. “O que não falta em minhas músicas é romance. ‘Ô Bem’ fala de amor, dos clichês de quem está apaixonado e foi inspirado em uma vivência pessoal, de alguém que me conquistou quando eu menos esperava”, revela Gabriel. Com mais de cem composições, Santi registra suas músicas em um caderno preto, que carrega em todas as viagens, anotando suas inspirações e escrevendo suas letras. A capa do single é justamente a foto desse caderno preto. Com forte ligação com a natureza e com a Surf Music, Gabriel gravou o clipe em junho deste ano na Ilha de Maiandeua, popularmente conhecida como Algodoal, aqui no Pará. A direção e roteiro é de Felipe Thuan, que tem grande experiência com espetáculos de teatro musical em Belém. Carreira na Pandemia - Gabriel cresceu em uma família de músicos e começou a tocar e compor aos 12 anos, quando ganhou a primeira guitarra. Suas músicas têm forte presença do Reggae e Rock, especialmente pela vertente da Surf Music. Aos 21, em meio à pandemia que ele deu seu primeiro passo na carreira profissional: seu primeiro EP, Infinito Preferido, foi gravado em 2020 e lançado em fevereiro deste ano nas principais plataformas de streaming. O trabalho contou a com direção musical de Alcir Meireles. “Apesar de ter a música presente na minha vida desde sempre, a minha carreira é bem recente, foi lançada no meio da pandemia e por isso, fiz poucos shows. Em junho, fiz uma apresentação no Mupéua, em Algodoal e quinta-feira passada toquei no Espaço Cultural Apoena. Já estou com uma live agendada para o dia 29 de julho. Até que tudo volte ao normal e eu possa subir aos palcos, vou seguir produzindo e lançando minhas músicas nas plataformas digitais”, conta Gabriel. Santi já está trabalhando na gravação do próximo single/clipe, que será lançado ainda este ano, enquanto busca captação para o projeto de gravação de seu primeiro álbum. Sobre Gabriel Santi – A música sempre esteve na vida de Gabriel Santi. Nascido em Belém/Pa, em uma família de músicos, hoje, aos 21 anos, tem uma extensa lista de composições autorais. Sua vida musical iniciou ao ganhar sua primeira guitarra aos 12 anos, e no ano seguinte, compôs a primeira música. Rock e Reggae sempre foram suas principais influências, ajudando a estabelecer seu estilo e o trabalho que desenvolve hoje. Gabriel também é um amante do meio ambiente e carrega isso em sua identidade musical. Em 2020, compôs sua centésima música, quando decidiu gravar seu primeiro EP: Infinito Preferido, que foi gravado ano passado, lançado em fevereiro de 2021 no Spotify e é embalado por muita Surf Music. Com direção musical de Alcir Meireles, o EP foi início da carreira autoral do artista, que começa a pré-produzir seu primeiro álbum ainda em 2021. Serviço: Single e clipe Ô Bem do cantor e compositor paraense Gabriel Santi Onde: Principais plataformas digitais e clipe no Youtube. Acesse o Instagram do artista @ogabrielsanti. Texto: Sonia Ferro: (91) 98026-1595 (Wapp)

  • Projeto musical Manto navega pela musicalidade amazônica contemporânea

    #ProjetoMusicalManto O projeto musical Manto lançou no mês passado (16 de Julho) o primeiro disco da carreira em todas as plataformas digitais de streaming de música. O disco homônimo, traz canções que evocam o imaginário de encantarias da floresta e os saberes da cultura popular, navegando pelas diversas atmosferas da musicalidade amazônica contemporânea. “Nosso primeiro disco é um mergulho nas profundezas de nós mesmos, que se confundem com a região. Evocando forças, entidades e saberes do mistério amazônico, entregamos neste trabalho uma pesquisa poética e sonora forjada através de muitas vivências em travessias por este lugar”, afirma o grupo produzido por Mateus Moura, Karimme Silva e Rodolfo Mendonça, que ainda recebe participações de Jimmy Goés na guitarra, Thales Branche no violão, Thalia Sarmanho na direção vocal e Larissa Mê nas percussões, formando um grupo que entrega canções e batuques que desvelam o sobrenatural e o real a partir do manto, “Intitulamos este projeto e esse fonograma de Manto justamente porque sentimos que não estamos fora, mas dentro do Manto, tecendo mas sendo tecidos. Somos o Manto, mas o Manto é muito mais que nós”, completam. O disco traz em suas composições e arranjos as atmosferas das águas, da tempestade, do pântano e da noite, paisagens sonoras presentes no imaginário popular amazônico. “Nossa pesquisa de timbres e arranjos sempre levou em conta essa vontade de transportar o ouvinte para esse outro mundo, tão real e irreal ao mesmo tempo; para aquilo que há de invisível dentro das paisagens, e que a música revela”, afirmam. Com 8 canções, o álbum também narra a trajetória do grupo, abrindo com a palavra cantada e atravessada pela voz e violão de Mateus Moura e Karimme Silva em “Silêncio atento dos sinais”, primeira faixa do disco. Já em “Gigante intuição”, segunda faixa do disco, a pesquisa sonora do grupo vai além da fronteira ocidental, com influências árabes em suas cordas, percussões e vocalizes, remetendo a um universo místico. Com “Minguante”, terceira faixa do disco, é explorado o lado obscuro do eu, na penumbra das vozes que começam como uma canção de ninar e te levam em ritmo de toada até o minguar da lua. Seguindo nesse trajeto lunar, a quarta faixa do disco, “Fio da lua”, lançada como terceiro single do álbum, traz em sua composição, assinada por Manuela Dela, uma licença poética sobre os caminhos da lua nos céus e rios, deixando este caminho aberto para a livre interpretação, um convite a um mergulho no imaginário. A partir da quinta faixa do disco, “Santa braba”, com presença forte Iansã por meio de guitarras distorcidas, baixo e tambores bem marcados e a divisão de três vozes femininas (o búfalo, a tempestade e a borboleta), há o espaço sonoro da invocação Santa e Braba. Em “Agouro”, sexta faixa do disco, a calmaria misteriosa que antecede a explosão de instrumentos e vozes formam o prenúncio do que virá: um aviso. Já em “Lembrança de Oxóssi", segundo single lançado em 2019, a relação homem-pássaro e a narrativa entre o orixá Oxóssi e Ossanha é evidenciada nos seus acordes. Encerrando a trajetória sonora criada pelo grupo neste trabalho, “Matinta chegou”, oitava e última faixa do disco, traduz exatamente a relação entre a mata profunda e a selva de pedra na Amazônia contemporânea. Foi o primeiro single lançado pelo grupo, em 2018, e versa sobre essa força amorfa e ancestral que o amazônida sente na floresta e dentro de si. É a música em estado possível de mundiação. Projeto musical Manto: É um projeto paraense de música autoral criado em 2017, nascido de atravessamentos entre artistas de diversas linguagens, buscando traduzir por meio da música as atmosferas e a ancestralidade entre a mata profunda e a selva de pedra na Amazônia Contemporânea. Conhecidos pelos singles “Matinta Chegou” de 2018, “Lembrança de Oxóssi” de 2019, neste mesmo ano o grupo participou dos dois festivais de música de maior visibilidade da região norte: as Seletivas Se Rasgum e o Psica Festival, chamando atenção do público com um show de impacto que retumbou em vários espíritos. Ao final de 2020, em parceria com a Na Cuia - Produtora Cultural, o Manto foi contemplado na Lei Aldir Blanc Pará, no edital de música, com o projeto do primeiro disco da carreira do grupo, que já contou com o lançamento do single “Fio da lua”, em março de 2021, como single de divulgação. SERVIÇO: Disco de estreia do projeto musical MANTO nas plataformas de streaming pelo link AQUI. Acesse as Redes Sociais (Facebook / Instagram / YouTube) Texto: Na Cuia - Produtora Cultural (91) 98377-3678 | (91) 98152-9672

  • Priscila Ambé prepara clipes com mix de músicas autorais para o mês de agosto

    #PriscilaAmbé Amante da música desde criança, a cantora paraense Priscila Ambé, que acumula canções autorais no universo gospel, prepara uma sequência de lançamentos audiovisuais para o seu canal do YouTube no dia 14 de agosto, para a partir daí, compartilhar com o seu público, lançamentos, videoclipes, músicas e shows virtuais. No lançamento, a cantora preparou um mix de suas músicas autorais “Você Não vai Parar”, de Samuel Messias, onde a cantora vai fazer um cover da canção em vídeo; “Meu Milagre”, canção de autoria de Priscila Ambé, que vai ilustrar um segundo vídeo; e “Tua Face Quero Ver”, também de autoria da artista, onde vai ser estampado em um terceiro vídeo. Acesse o AQUI para ouvir as canções de Priscila Ambé Com aptidão para a música, a artista iniciou carreira como cantora quando tinha 15 anos, e a partir de então, passou a se apresentar em festivais, corais e eventos que somavam para o crescimento profissional de Priscila. Quando tinha 18 anos, mergulhou nos estudos de canto na Fundação Carlos Gomes, somando seus conhecimentos em teoria musical e desenvolvendo habilidades em canto coral. O talento musical se estendeu da voz aos instrumentos e a artista já chegou inclusive a comandar a bateria na banda MPD. Priscila Ambé costuma se apresentar para o público em Centros de Convenções com eventos gospel, e já cantou em diversos veículos de comunicação como na Rádio Amazônia Viva e na TV Rede Boas Novas. O CD “Andar no Sobrenatural”, é o primeiro álbum da cantora, que foi lançado em 2019, onde ela assina como compositora de 7 das 10 faixas que foram especialmente criadas para o álbum, com exceção da música “Fiel”, composição que seria de seu álbum solo e posteriormente foi incluindo para compor o CD junto a banda Ministros Para Deus. As canções foram inspiradas após a participação de uma sucessão de estudos Bíblicos, que abordavam como tema “Andar no Sobrenatural e viver os milagres Divinos”. Conforme os estudos se aprofundavam, as músicas eram compostas e baseadas nos textos Bíblicos, com letras que trazem mensagens de fé, esperança, milagres e vitórias em meio as adversidades. Todo este trabalho realizado, mesmo em tempos de pandemia, tem um significado especial para a cantora: “A pandemia chegou para nos ensinar muitas coisas, e no campo das artes, acredito que a inspiração veio justamente do isolamento social, onde nos deparamos com momentos e coisas simples do dia a dia que antes não eram visibilizados. Essa aproximação de um com o outro e de todos com Deus, acredito que foi um grande momento para a humanidade, e daí extraí muita inspiração para as composições”. Conheça mais sobre a artista em suas Redes Sociais (YouTube e Instagram) Texto: Luana Moraes - Assessora de Imprensa (91) 98239-1988

  • Cametaense Cleidy Lobo realiza show com clássicos do brega marcante

    #CleidyLobo Cantora paraense, Cleidy Lobo, artista da cena musical do município de Cametá, no nordeste do Pará, acumula 29 anos de carreira e muita experiência no ritmo amado no Estado, que é o tecnobrega. A cametaense vai se apresentar no dia 1° de agosto em um clube do município e promete trazer pro palco muitos clássicos dançantes do brega paraense. Cleidy Lobo atua desde 1992 no universo da música, possuindo uma bagagem considerável na região, com uma trajetória atrativa onde começou a atuar como profissional na banda “Colúmbia”, e logo em seguida passou a cantar nos grupos “Banda Reflexo”, “Banda Halley”, “Made In Calypso”, “Grupo Transa Show”, “Banda Mega Fest”, “Banda Tempestade Melody” onde gravou dois CDs e dois DVDs, e atualmente atua no cenário musical como cantora solo, onde se apresenta para o seu público fiel nas casas de shows do município. A artista tem vários trabalhos gravados em CDs e DVDs, sempre interpretando canções de diversos artistas nacionais e principalmente dentro do clássico brega paraense. Durante a sua carreira artística sempre demonstra nas suas apresentações a paixão pela música, com a sua assinatura de um cantar suave. Cleidy Lobo, como é conhecida popularmente, já participou de vários festivais de músicas no município de Cametá, sendo a grande vencedora da edição do ano de 2010 do Festival de Música de Cametá (Femuca), no qual interpretou a canção “Salve o Rio de Janeiro”, escrita pelo compositor local Carlos Sepada. “Cantar pra mim é apaixonante, sinto uma energia na minha alma quando estou cantando, e sinto isso desde a primeira vez que tive contato com a música quando tinha 13 anos. Sempre que posso canto na igreja católica onde eu frequento, e foi através da música que consegui sustentar minha família até hoje”, reflete a cantora sobre seu amor pela vida artística.“Cantar pra mim é apaixonante, sinto uma energia na minha alma quando estou cantando, e sinto isso desde a primeira vez que tive contato com a música quando tinha 13 anos. Sempre que posso canto na igreja católica onde eu frequento, e foi através da música que consegui sustentar minha família até hoje”, reflete a cantora sobre seu amor pela vida artística. A cantora se prepara para lançar seu primeiro EP solo da carreira, onde vai contar com músicas autorais que tem como inspiração as situações vividas em terras cametaenses, e que sem dúvida vão conquistar o coração do público: “Em breve irei dar início a produção do meu primeiro disco autoral, algo que venho esperando a minha vida toda, e eu vou dar o meu melhor neste trabalho que é tão importante na minha vida pessoal e profissional”, afirma. Serviço: Domingo dia 1° de agosto, Cleyde Lobo realiza show em um clube na vila de Curuçambaba, no interior do município de Cametá. Conheça mais sobre cantora em suas Redes Sociais (YouTube e Facebook) Texto: Luana Moraes (91) 98239-1988 (Assessoria de Imprensa)

  • Mostra Lambateria de Verão se despede nesta sexta (30/07)

    #Lambateria O último programa da Mostra Lambateria de Verão vai ao ar nesta sexta, 30 de julho, às 19h30, No canal do Youtube da Lambateria. Para se despedir da Mostra em grande estilo, a Lambateria preparou um programa especial, que vai reunir os melhores momentos das quatro atrações musicais do projeto, que foi selecionado pela Lei Aldir Blanc Pará e é uma opção para que os paraenses possam se divertir em segurança, em suas casas. A mostra de música foi pensada em formato de programa para internet com apresentações de artistas que representam as diferentes vertentes da música dançante feita no Estado, misturando quadros de dança, receitas e seleção de videoclipes. Gêneros musicais latino-amazônicos como Lambada, Guitarrada, Brega, Carimbó, Cumbia e Merengue estiveram na trilha dos programas. Quem abriu a programação, na sexta, 02 de julho, foi o guitarrista e idealizador da Lambateria, Félix Robatto que dedicou a noite para a Lambada e Guitarrada. A segunda noite, 09 de julho, foi dedicada à latinidade e teve como atração, Bruno Benitez, que lançou seu terceiro álbum Tropicodélico em fevereiro deste ano. A sexta do dia 16 de julho foi embalada pelo Brega e teve como convidado Lucyan Costa, que apresentou pela primeira vez o show de seu primeiro álbum A Volta do Brega Raiz, lançado no final de maio. No dia 23 de julho, a sexta foi comandada pela cantora e compositora Bella, que começou a carreira no teatro musical e iniciou sua carreira na música em março deste ano com o lançamento de seu primeiro EP Enlaço, onde mistura ritmos latinos, Guitarrada e Carimbó. Os programas Lambateria de Verão contaram também com dicas de dança do professor Rolon Ho (@rolon_ho), receitas práticas da chef Cássia Faria (@cassiafariagastronomia) e da Mariucha Morgado, da Mariqueti (@mariqueti_). O DJ Zek Picoteiro encerra o programa com uma seleção de clipes de artistas paraenses. “A Lambateria é uma festa que trabalha com o recorte da música paraense dançante. Com a pandemia, nós adaptamos nossas festas para a internet e desenvolvemos o projeto ‘Lambateria Live’ que teve mais de 140 horas de programação ao vivo. Depois do Festival em outubro do ano passado, os artistas que fazem parte do casting da Lambateria se dedicaram para lançar novos trabalhos e agora a gente volta com a Mostra de Música Lambateria de Verão, que vai ter shows inéditos, dança e entrevistas”, explica Sonia Ferro, da Lambada Produções, produtora realizadora da Lambateria. A ideia do projeto é dar espaço para que os artistas que seguiram produzindo, seja lançando singles, clipes ou álbuns, possam mostrar essa produção na Mostra. Na última sexta-feira de julho, dia 30, o público irá conferir um compacto com os melhores momentos das apresentações musicais. Inclusão – Umas das propostas da Mostra Lambateria de Verão é a acessibilidade e por isso o projeto traz a tradução na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo a recomendação da Norma ABNT NBR 15.290/2005, que estabelece que o tamanho da janela de Libras deve ter no mínimo, a metade da altura e um quarto da largura do televisor, apenas um dos pontos para uma boa visualização dos sinais, entendimento do conteúdo e acesso à informação. A intérprete responsável pelo projeto é Silvany Risuenho, profissional reconhecida na Comunidade Surda paraense. Encontros virtuais – O projeto Lambateria de Verão prevê ainda a realização de três encontros virtuais gratuitos na segunda quinzena de julho. A oficina “Produção e Organização de Conteúdo para Divulgação”, voltada para artistas e produtores que desejam melhorar a divulgação de seu trabalho, ministrado pela jornalista Sonia Ferro; o bate-papo “A Música Paraense e a Inovação na Música Brasileira” que contará com participação de Félix Robatto e Bruno Benitez voltado para estudantes de música e aula show de Lambada para grupo de idosos. Serviço: Mostra de Música Lambateria de Verão Quando: Sexta-feira (30/07) às 19h30 Onde: Youtube da Lambateria Belém / Confira a programação em lambateria.com Texto e Informações: Sonia Ferro - Lambada Produções (91) 98026-1595 (Wapp)

  • Ensaio fotográfico Manifesto Iaça, na luta contra a violência doméstica

    #ManifestoIaça #LutaContraAviolênciaDoméstica O Manifesto Iaça foi pensado para ser uma das ações possíveis de enfrentamento à violência doméstica. Através do registro fotográfico de mulheres vítimas deste tipo de agressão. Os retratos são acompanhados de uma frase padrão e uma palavra que signifique a opressão sofrida, por exemplo: “Não podia AMAMENTAR porque ele não queria”, “Não podia FALAR porque ele não queria”, etc. As personagens são mulheres em condição de vulnerabilidade socioeconômica, que precisam ser ouvidas e devem ser acolhidas, impedindo assim o apagamento dessas narrativas. O açaí entra como um elemento não só estético, mas também como parte de um ritual, quase que espiritual de lavar a alma, lavar as nossas dores. Entra também como um ponto marcador de um território, a periferia em Belém. Em vários bairros de nossa cidade, o açaí é a base da alimentação de muitas pessoas, também faz parte da nossa cultura alimentar e mapa afetivo e espiritual. O projeto também é inspirado na força e potência de Iaçã, mulher indígena que faz parte da lenda do nascimento do açaí na Amazônia. O projeto foi pensado e realizado pela multiartista paraense TARSILA MAQUIAVEL, segundo ela, todas as mulheres relataram ao término da performance, que sentiram-se mais forte, como se o açaí tivesse retirado todo aquele peso da violência vivida. Tarsila é formada em Administração (UFPA) e Téc. Em Teatro (ETDUFPA), hoje está terminando a graduação em Lic. Em Teatro (UFPA). Mora e vive em Belém do Pará, o lugar que tanto a inspira. “Acredito que deveria ter feito outra graduação ou em Artes Visuais ou em Cinema, mas foi importante vivenciar e experienciar o teatro. A ETDUFPA, me abriu para diversos questionamentos que talvez se estivesse em outro local não teria refletido sobre”. Segundo a artista, “a mulher é o meu maior ponto de partida e reflexão na minha arte, costumo questionar padrões, denunciar violências, ter a escuta ativa para trocar, abraçar, se abraçar. Mulheres amazônidas são o meu norte, o meu porto seguro, a minha raiz e ancestralidade”. “Sofri desde pequenas à grandes violências dentro da casa que nasci e cresci, ouvi xingamentos e piadas por ter engordado, era humilhada por não tirar notas altas na escola. Era corriqueiro acordar e ouvir que nunca seria nada, que mulher era estuprada porque tinha feito algo, entre outras coisas que não vou nem comentar. O fato era que o ódio a mulher, a misoginia era frequente em meu cotidiano, até que rompi com esses que tanto me humilharam simplesmente por ser mulher e não querer seguir os padrões que queriam pra mim. Consegui minha liberdade tardiamente, mas consegui. E hoje luto e procuro estar junto com outras mulheres, para que sejamos ouvidas. Falar faz bem, limpa a alma e o coração. Minha vontade é que outras consigam se libertar também. Ter liberdade não é fácil, ainda mais num país tão preconceituoso e machista como o nosso”. “Espero que esse manifesto possa ajudar as mulheres a denunciar as suas violências vividas, que possa ser um condutor de mudanças positivas, de reflexões e questionamentos sobre a violência contra mulher, que nós mulheres não sejamos mais violentadas só pelo fato de ser mulher. Que possamos olhar e acolher umas as outras. Acho que as pequenas revoluções irão acontecer a partir de nós mulheres, e sim, juntas somos mais fortes, eu acredito”. SERVIÇO Manifesto Iaça está disponível em Mostra SESC Pará no YouTube. Projeto selecionado pelo Credenciamento no 20/0013 para Seleção de Propostas Culturais: Incentivo à Produção e Difusão Cultural e Ações Formativas – SESC – Lei Aldir Blanc Pará 2020. Texto: Comunicação

  • Websérie “Do Boteco à Baiuca” lança seu 2° episódio nesta quinta-feira

    #WebsérieDoBotecoABaiuca #ThiagoCastanho A websérie “Do Boteco à Baiuca” conta com oito episódios, que aproxima ainda mais a Bohemia do Pará, apresentando a cultura da região e valorizando as Baiucas através do olhar do chef paraense Thiago Castanho. Neste segundo episódio, o chef percorre o Ver-o-Peso para nos apresentar um dos ingredientes mais usados no dia a dia da mesa do paraense, a mandioca. O primeiro episódio foi lançado no dia 15 e o segundo estreia nesta quinta-feira, dia 29 de julho, pelo perfil @thiagocastanho, no Instagram, e está dando água na boca. “É difícil encontrar alguém que não ame macaxeira. Eu sou apaixonado! Pela história, pela herança e uso muito em tudo que eu faço! É sem dúvida um dos ingredientes chave da culinária paraense e nortista”, diz Thiago Castanho. “A Bohemia move tradições e mergulhou nas baiucas para apresentar as histórias e personagens que fazem parte deste universo, e para mostrar ingredientes de relevância da culinária paraense para mais pessoas ainda.”, explica Thalita Barreto, gerente de marketing regional da Ambev. É das folhas da mandioca que se extrai o tucupi, presente nos pratos mais tradicionais do Pará. É da mandioca também que, moída, se faz a farinha que acompanha outros pratos como o Pato no Tucupi. Neste segundo episódio, portanto, você vai saber como é trabalhar com a macaxeira e com a mandioca, o cultivo e beneficiamento. Além de deliciosos, os subprodutos da mandioca servem como fonte de renda para milhares de famílias da região, principalmente nos meses que antecedem a festa do Círio de Nazaré, que ocorre no segundo domingo de outubro. O maior produtor de mandioca do Brasil é o município de Acará, que fica a 33 quilômetros da capital, no ramal da Samaumeira, onde a movimentação de agricultores familiares da Vila do Açu é grande na colheita de raízes e folhas de mandioca, para venda nas feiras livres da região metropolitana de Belém (PA). Websérie: Os episódios vão ao até o final de semana que antecede o Círio de Nazaré, em outubro. Os programas inéditos serão veiculados sempre às quintas-feiras, de 15 em 15 dias, no IGTV de Thiago Castanho no Instagram: @thiagocastanho. Sobre Thiago Castanho: Além de chef, o paraense Thiago Castanho é um baiuqueiro apaixonado pelo Pará. Conhecido pelo trabalho como apresentador da série de gastronomia Sabores da Floresta no canal Futura, ele representa a culinária paraense e todas suas tradições, buscando sempre elementos regionais e receitas que conectem a natureza exuberante do Pará e da Amazônia. Sobre Bohemia: É mais que cerveja, é o sabor que move tradições. Presente na vida dos brasileiros desde 1953, a Bohemia Puro Malte é uma cerveja para todos os momentos. Produzida com malte 100% importado e lúpulo Saaz, da República Tcheca, ela é clara, leve e muito refrescante. Texto: Luciana Medeiros (91) 98134.7719 - Holofote Virtual (Comunicação)

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