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- Livro de Ruta Sepetys conta história sombria da Romênia para além de Drácula
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 12 de jul. de 2023 LC Agência Livro de Ruta Sepetys conta história sombria da Romênia para além de Drácula #Literatura Imagem: divulgação. As feridas da Segunda Guerra Mundial talvez nunca sejam totalmente cicatrizadas. Parte do horror seguiu por muitos anos após o período catastrófico. A Romênia foi um dos locais que vivenciou uma situação precária na época pós-guerra: os romenos estavam sob um regime ditatorial tirânico, com privações de necessidades básicas como comida e moradia. Anúncio O Fim dos Sussurros é protagonizado pelo personagem Cristian Florescu, de 17 anos, que deseja se tornar um escritor. Contudo, os romenos não são livres para ter sonhos — eles estão aprisionados por regras e violência. O jovem vive em um país o qual o presidente mostrava ao mundo um cenário, mas na realidade o povo vivenciava outro: ditadura e fome. Serviço: O Fim dos Sussurros de Ruta Sepetys Link de venda: Amazon e E-commerce da editora. Instagram: @rutasepetysauthor Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Exposição "Ponto a Ponto" destaca a diversidade artística de Marabá
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 10 de mai. de 2024 Luciana Medeiros Exposição "Ponto a Ponto" destaca a diversidade artística de Marabá Desde março na estrada, unindo casas, galerias, artistas e discutindo os diversos aspectos, histórias e labutas para produzir e viver de arte #Exposição Imagem: divulgação Desde março na estrada, unindo casas, galerias, artistas e discutindo os diversos aspectos, histórias e labutas para produzir e viver de arte. Depois de passar pelos municípios de Castanhal (Vila do Apeú), Quatipuru e Salvaterra, além da Ilha de Mosqueiro, o Arte de Casa em Casa chega agora na outra ponta do Estado, em Marabá , região sudeste do Pará. A abertura é nesta sexta-feira , 10 de maio , às 19h no Instituto Cultural Pontal . Na coletiva intitulada "Ponto a Ponto", a curadoria de Werne Souza reúne o trabalho de 10 artistas, tanto nativos do município quanto migrantes, como é o caso de Marcone Moreira , que coordena o Instituto Pontal Cultural, Margareth Gondim , que mantém em Marabá o Acalanto, espaço parceiro do projeto, e também de Armando Queiroz . Anúncio “Será um desafio também pela distância, mas sempre ouvi falar sobre o movimento das artes visuais em marabá, com grandes artistas, que estarão presentes na exposição e na nossa roda de conversa”, diz Werne Souza , também idealizador do projeto Arte de Casa em Casa. Serviço : Abertura nesta sexta-feira, 10 de maio, a partir das 19h. Exposição Ponto a Ponto. Local: Pontal Instituto Cultural. Av. 2000 quadra 93 Lote 16B - Bairro Belo Horizonte - Marabá-Pa. Visitação: 11 a 20/05 - Funcionamento: Seg. à Sexta - Horário: 09h às 12h/15h às 18h - (9h às 12h no sábado) . Informações: @arte_decasaemcasa / @pontalinstitutocultural Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Carimbó da Resistência realiza roda especial na Feira do Açaí nesta quinta-feira (20)
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 20 de nov. de 2025 Carimbó da Resistência realiza roda especial na Feira do Açaí nesta quinta-feira (20) O território tradicional de trabalho e convivência amazônida, recebe uma edição extraordinária da roda do Carimbó da Resistência Carimbó da Resistencia - Imagem: Guto Nunes / D ivulgação. Por Priscila Cobra — Belém(Pará),Amazônia. 19/11/2025 Em meio à presença global da COP30 em Belém, a Feira do Açaí , território tradicional de trabalho e convivência amazônida, recebe uma edição extraordinária da roda do Carimbó da Resistência . Realizada regularmente aos domingos como ocupação permanente do movimento, a r oda ganha uma versão especial nesta quinta-feira (20/11) , às 19h , em homenagem ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra . A realização no dia 20 de novembro reforça o compromisso do movimento com a memória das lutas negras e com a visibilidade das culturas amazônicas diante de espaços decisórios que frequentemente reproduzem a invisibilização estrutural de povos indígenas, comunidades quilombolas, populações tradicionais e juventudes amazônidas. Anúncio Em sintonia com esse debate, o mobilizador Thiago Maiandeua, da @rede_cuiras : Juventude Protagonista dos Manguezais Amazônicos, nos afirma que: “A presença do Carimbó da Resistência na Feira do Açaí durante a COP30 é uma resposta direta à exclusão sistemática de povos tradicionais, comunidades ribeirinhas e juventudes amazônidas dos espaços onde se tomam decisões sobre a nossa própria existência. Quando as agendas oficiais negligenciam o carimbó, estão negligenciando também os territórios que o sustentam. Esta roda afirma que nossa voz não é acessória: é central. É aqui, na beira do rio, que a Amazônia fala por si.” Serviço: Carimbó da Resistência – Edição Especial COP30 Em homenagem ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra Dia: Quinta-feira (20/11) Horário: 19h às 00h Local: Feira do Açaí – Baía do Guajará, Belém (PA) Atividade gratuita | Contribuições voluntárias via financiamento coletivo Informações: @carimbofeiradoacai #CarimboCop30 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Cine Regatão Itinerante exibe filmes na Floresta Nacional do Tapajós
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 4 de abr. de 2024 Fábio Barbosa Cine Regatão Itinerante exibe filmes na Floresta Nacional do Tapajós O projeto tem como objetivo apresentar filmes paraenses ou de temática amazônica para comunidades ribeirinhas # Cine Imagem: divulgação. O Cine Regatão Itinerante desembarca na comunidade de Jamaraquá , na Floresta Nacional do Tapajós (Flona-Tapajós), em Belterra (PA) , nesta sexta-feira (05/04) . O projeto tem como objetivo apresentar filmes paraenses ou de temática amazônica para comunidades ribeirinhas localizadas às margens dos rios Amazonas, Tapajós e Arapiuns, na região do baixo amazonas. Anúncio Na primeira sessão itinerante, serão exibidas duas produções audiovisuais imperdíveis. A primeira é a animação "O Doutor e o Caboco" (2019). A segunda produção é o documentário "Festa de São Benedito - Gambá de Pinhel" (2018). "Nossa curadoria selecionou, especialmente para esta sessão em meio à nossa floresta, produções que inspiram, encantam e nos conectam com as riquezas culturais e tradicionais da região", revela Zek Nascimento (@zekpicoteiro), coordenador do projeto . Serviço : Cine Regatão Itinerante - Flona Tapajós Dia: Sexta-feira (05/04) às 19h Local: Barracão Comunitário de Jamaraquá (Belterra/PA) Entrada gratuita / Informações @regataoamazonia Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Shows na Estação Das Docas marcam encerramento do Festival Amazônia Sour
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de jun. de 2025 Shows na Estação Das Docas marcam encerramento do Festival Amazônia Sour A Estação das Docas será palco de uma grande celebração dos sons, sabores e aromas do Pará e da Amazônia Imagem: d ivulgação. Por Fernando Assunção — Belém(Pará), Amazônia. 27/06/2025 Neste sábado (28) , a partir das 13h , a Estação das Docas será palco de uma grande celebração dos sons, sabores e aromas do Pará e da Amazônia. O Festival Amazônia Sour promove o “Brinde Amazônia Sour” , encerrando o circuito de drinks autorais com coquetéis que destacam os ingredientes da floresta e ocorrem até dia 27 em mais de 30 bares de Belém. A programação do Brinde é um convite para brindar a cultura e a hospitalidade da região. Reunindo sons que celebram a diversidade cultural da Amazônia, o line-up traz Arraial do Pavulagem (part.Luê) , BossaCucaNova (RJ) , Arthur Espíndola (part. Júlia Passos) , VeropaSessions , DJ Marcelinho da Lua (RJ) , DJ Nat Esquema e DJ Bernardo Pinheiro . Anúncio O Festival Amazônia Sour tem três etapas. A primeira foi um treinamento para profissionais locais. A segunda é o Circuito Amazônia Sour, com drinks amazônicos criativos em 31 bares. A última é o Brinde Amazônia Sour. O projeto objetiva acelerar a cena da coquetelaria amazônica através de capacitações, eventos e um circuito de drinks autorais amazônicos. A ideia é fortalecer a indústria da hospitalidade na região, aquecendo Economia, Cultura e Turismo. Serviço : Dia: Sábado (28/06) Horário: de 13h a 23h Local: Estação das Docas (Boulevard Castilhos França, S/n, Armazém 3 - Galpão Boulevard das Feiras, Campina). Informações : @festivalamazoniasour #Festival Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Sesc Ver-o-Peso promove oficina cultural para crianças
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 15 de ago. de 2025 Sesc Ver-o-Peso promove oficina cultural para crianças A oficina cultural é gratuita voltada para o público infantil que estimula a criatividade e o universo lúdico Imagem: divulgação. Por Deborah Cabra — Belém(Pará), Amazônia. 15/08/2025 O Centro de Cultura e Turismo Sesc Ver-o-Peso realiza, neste domingo (17), das 09h às 12h, uma oficina cultural gratuita voltada para o público infantil que estimula a criatividade e o universo lúdico. O artista @cleber_cajun apresenta a oficina “Brincadeiras Gráficas”. A atividade é destinada a crianças de 02 a 10 anos, acompanhadas de um adulto e tem capacidade para 10 duplas. A proposta envolve técnicas de desenho e impressão artesanal, promovendo a livre expressão e o uso de materiais diversos em um ambiente lúdico e acolhedor. Anúncio Cleber Cajun é um artista multifacetado que atua principalmente como artista visual, ilustrador, palhaço, brincante e arte-educador. Ele é reconhecido por sua atuação no cenário cultural paraense, contribuindo com iniciativas que envolvem teatro, ilustração e atividades lúdicas voltadas para diferentes públicos, especialmente crianças. Serviço: Local: Centro de Cultura e Turismo Sesc Ver-o-Peso (Boulevard Castilhos França, 522/523 - Campina) Programação gratuita Informações: (91) 98486-1498 e @sesc_pa Fonte: Sesc no Pará #Dança Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Cinema Indígena é tema no IV Festival Internacional do Filme Etnográfico
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 21 de out. de 2022 Márcia Lima Cinema Indígena é tema no IV Festival Internacional do Filme Etnográfico #Cinema Imagem: divulgação. Com participações de renome dentro do movimento em ascensão dos povos originários como Ailton Krenak, filósofo e escritor, Takumã Kuikuro , Vincent Carelli , Ailton Krenak, Jopramre Gavião Parkatejê , Renato Athias e Marquinho Ka’apor , o IV Festival Internacional do Filme Etnográfico teve sua abertura nessa quinta-feira (20/10), no Cine Líbero Luxardo Centur (@cineliberoluxardo). Esta é a quarta edição do Festival que traz como novidade um momento reservado só para discussão sobre o crescimento do cinema indigena. “ A gente viu a produção do cinema indigena crescer muito no Brasil, nos últimos 10, 15 anos e isso é uma coisa maravilhosa. Então a gente decidiu criar um prêmio específico para curtas, médias e longas metragens para cineastas indígenas”, esclarece Alessandro Campos, um dos Coordenadores do festival. O IV Festival Internacional do Filme Etnográfico é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual - Visagem, do programa de pós-graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Pará e era realizado a cada dois anos. Este ano, o Festival se torna Internacional e passa a ser anual. “A nossa preocupação não é premiar o cinema documental, mas trazer a público filmes que sendo realizados com outras técnicas possam mostrar o cotidiano dos povos de maneira antropológica. Ai entra o cinema indígena, que é feito pelos próprios protagonistas”, conta. Para o convidado especial desta edição, o filósofo e escritor indígena Ailton Krenak, “Além de uma longa jornada de demarcação dos territórios indígenas, começou há 10, 15 anos uma jornada de demarcação da tela. Conjugando a demarcação da terra, que é uma histórica reivindicação dos povos originários, que parece que não tem fim, com essa expansão do imaginário e a instituição de outras narrativas para além daquela narrativa colonial sobre nós e sobre os nossos territórios e os nossos corpos”, explica o escritor. Ele também chama a atenção para “que em apenas um década e meia o cinema indigena tenha alcançado essa expressão que nos coloca no mundo das artes visuais com documentários, ficção, filmes de animação, mas principalmente com o registro de imagem identitário, quando alguém vê um filme com idealizadores indígenas, uma marca identitária está ali escrita no olhar indigena”, comemora Ailton Krenak. Serviço : O IV Festival Internacional do Filme Etnográfico. As mostras de filme estão divididas entre o Cine Líbero Luxardo, no Centur e a Casa das Artes, em Nazaré. A programação vai até o dia 26 de outubro. Confira a programação pelo site www.festivaldopara.com.br ou pelo Instagram @festivaletnograficodopara. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Circular traz ações culturais, históricas e ambientais
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 3 de dez. de 2022 Luciana Medeiros Circular traz ações culturais, históricas e ambientais #Circular Imagem: Cláudio Ferreira / Divulgação. A 43ª edição do Circular Campina Cidade investe na educação patrimonial e ambiental, além de oferecer opções culturais, gastronômicas, turísticas, neste primeiro domingo de dezembro, dia 4, das 8h às 20h, nos bairros da Cidade Velha, Campina e Reduto. No último Circular Campina Cidade Velha neste ano, 26 espaços abrem suas portas num circuito que passa pelos três bairros mais antigos de Belém. O Espaço Cultural do Banco da Amazônia está de volta à edição e abrirá suas portas para a realização da oficina "Elétricos – Instrumentos Sonoros”, no horário de 09h às 11h, ministrada Rafael Naufel, cuja exposição "Esculturas Sonoras" foi selecionada no Edital de Pautas do Espaço Cultural. Todo material é fornecido pela oficina e as inscrições podem ser feitas de forma gratuita pelo site https://ninhocultural.com.br/esculturassonoras . Além da exposição e da oficina, o Banco da Amazônia também receberá no calçadão, em frente a instituição, na Av. Pres. Vargas, o show do TRIPA – o Trio Paraense, formado pelos músicos Luiz Pardal (violino), Paulinho Assunção (percussão) e Jacinto Kahwage (teclados), a partir das 11h30. O projeto também volta a investir, neste domingo, 4, na conscientização do destino e monetização do lixo, mas desta vez, além do Ecoponto da Praça do Carmo, na Cidade Velha, haverá um outro Ecoponto instalado no bairro da Campina, próximo ao Banco da Amazônia, na Av. Presidente Vargas, apto a receber materiais reutilizáveis, trocando-os pela Moeda Verde Circular digital, que já pode ser utilizada em vários espaços da circulação (Amazônia Artesanal, Confraria do Fraga, Espaço Valmir Bispo, Prana Tropical, Hortinha do Reduto e Casa do Fauno). Na Praça do Carmo, na Cidade Velha, além do Ecoponto que receberá materiais recicláveis, também haverá show na Praça do Carmo, às 18h, com Alan Carvalho e Ronaldo Silva. Roteiros para adultos e crianças: Na Cidade Velha, entre outras programações, será realizado o “Circuitinho Circular - Pequenos passos: A Rua é a história”, para crianças de 5 a 10 anos. Iniciativa inédita de educação patrimonial, a ideia é promover a percepção e reflexão das crianças quanto à importância de preservar e valorizar os bens históricos, memória e as manifestações culturais que nos cercam por meio de uma caminhada. A pequena caminhada tem concentração às 9h, na Praça Frei Caetano Brandão, com saída às 9h30, pela rua Siqueira Mendes. Ao longo do trajeto serão feitas paradas com intervenções teatrais, onde os condutores da ação, com coordenação da pedagoga Luci Azevedo, trarão informações históricas de prédios, casarões e igrejas existentes ao longo do percurso, que finaliza no Fórum Landi com atividades lúdicas de desenho e pintura. A ação contará com intérprete de LIBRAS para atender o público infantil de forma democrática e inclusiva. É necessária a inscrição, com envio do nome das crianças, idade e autorização dos pais para a captação de imagens, para o e-mail: circularcampina01@gmail.com . Confiram a programação a seguir e para mais informações: @circularcampinacidadevelha. Texto: Luciana Medeiros (Assessoria de comunicação) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Dona Onete canta "Quatro Contas", uma viagem musical pelas encantarias do Pará
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 12 de mar. de 2025 Fernando Assunção Dona Onete canta "Quatro Contas", uma viagem musical pelas encantarias do Pará O resultado é uma obra que junta sonoridades do carimbó, percussão forte e coros gravados dentro do terreiro Casa de Mina Eira de Bárbara Soeira, em Outeiro, Belém Imagem: Tereza Maciel / Divulgação. No alto dos seus 85 anos, Dona Onete segue cumprindo seu propósito: levar o Pará para o mundo. Em seu novo single , "Quatro Contas" , a compositora e cantora nos guia por um mergulho nas encantarias amazônicas, reverenciando as protetoras espirituais que a acompanham desde menina. Em "Quatro Contas", Dona Onete canta sobre fé, sobre proteção e sobre resistência. A vermelha é Mariana, a amarela é Jarina, a branca é Jurema e a verde é Herondina – entidades que a acompanham em sua jornada e que ecoam nas vozes e nos tambores da faixa. Anúncio "Essa música carrega a essência do nosso povo, do nosso jeito caboclo de acreditar e se proteger. O paraense tem fé em muitas coisas, vive e sobrevive com suas crenças e sua conexão com a natureza. Basta ir ao Ver-o-Peso para sentir essa energia e ver como as crendices fazem parte do nosso dia a dia", diz Dona Onete. A música foi sendo gestada ao longo dos anos, nas vivências e nas histórias que Dona Onete guarda em sua bagagem. O resultado é uma obra que junta sonoridades do carimbó, percussão forte e coros gravados dentro do terreiro Casa de Mina Eira de Bárbara Soeira, em Outeiro, Belém. Serviço : Ouça “ Quatro Contas ”. Acompanhe a artista e seu trabalho em @donaonete #Amazônia Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Nova sala de cinema Cine Alexandrino Moreira será inaugurada nesta terça-feira (27) em Belém
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 27 de abr. de 2026 Nova sala de cinema Cine Alexandrino Moreira será inaugurada nesta terça-feira (27) em Belém O novo cinema foi reformado e modernizado a partir do auditório homônimo com recursos da Lei Paulo Gustavo, contando agora com estrutura projetada sob padrões modernos de acessibilidade, tecnologia e capacidade para receber 70 pessoa Imagem: d ivulgação. Por Agência Pará — Belém(Pará),Amazônia. 27/04/2026 - 07h00 Fundação Cultural do Pará (FCP) inaugura , na próxima segunda-feira (27) , a partir das 19h , o Cine Alexandrino Moreira , localizado na Casa das Artes, em Belém. No evento, restrito a convidados, haverá a exibição do curta-metragem “Cabana” da cineasta Adriana de Faria. O espaço inicia a operação pública na próxima quarta-feira (29), como uma das sedes oficiais do Festival Pan-Amazônico de Cinema, fórum de debates e circulação da produção cinematográfica dos nove países que compõem a Pan-Amazônia, mais informações no site do evento . Anúncio O novo cinema foi reformado e modernizado a partir do auditório homônimo com recursos da Lei Paulo Gustavo, contando agora com estrutura projetada sob padrões modernos de acessibilidade, tecnologia e capacidade para receber 70 pessoas. Saiba mais informações AQUI . Para a diretora da Casa das Artes, Lana Machado, a entrega do cinema e da biblioteca consolida a unidade como um polo estratégico para a qualificação artística no Pará. “O Cine Alexandrino Moreira e a Biblioteca Vicente Salles se integram às ações da Casa das Artes para o fomento da arte cinematográfica e da pesquisa acadêmica. Com a modernização, a Casa passa a cumprir seus objetivos institucionais de difusão da linguagem audiovisual, promoção do cineclubismo e formação de plateia, fortalecendo a Casa como referência na pesquisa e produção em arte integrada”. Serviço : Café Fotográfico recebe Ale Ruaro Dia: Segunda-feira (27/04) às 19h Local: Auditório Eneida de Moraes (Museu da Imagem e do Som/Palacete Faciola Av. Nazaré, 138. Nazaré) #Fotografia Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Banda americana Female President lança novo single “Enflamed In Effigy”
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 16 de jan. de 2024 Collapse Agency Banda americana Female President lança novo single “Enflamed In Effigy” As letras vieram em camadas, todas inspiradas em acontecimentos atuais e tragédias mundiais. # Internacional Imagem: divulgação. Female President está escrevendo e gravando seu segundo EP ‘The Healing Ritual’ . A cura é um processo difícil e caótico, muitas vezes é preciso dor e desconforto para criar motivação para a mudança. Muitas vezes, quando você trabalha para melhorar sua vida ou suas circunstâncias, você se vê cercado por estranhos e fora de sua zona de conforto. O Ritual de Cura explora a montanha-russa da dor à paz. “Enflamed In Effigy” foi uma gravação lenta, construída em etapas desde 2020. O riff, o andamento e a melodia chegaram a Dréa em 2020, sintonizando como um sinal de rádio distante, estalando a estática com riffs poderosos rompendo. As letras vieram em camadas, todas inspiradas em acontecimentos atuais e tragédias mundiais. Anúncio Um trio familiar americano inspirado nas primeiras raízes do rock n roll; riffs simplistas que groove e dinâmicas que chegam a um nível febril. Começando durante a pandemia como uma forma de lidar com turnês canceladas e locais fechados, Female President escreve músicas com uma coragem honesta e uma vibração emocional que você pode curtir e agitar. Combinando seus estilos únicos de tocar e amor genuíno pela música, Female President é uma banda de rock moderna e enérgica com um som próprio. Serviço: Ouça “ Enflamed In Effigy ". Instagram @femalepresidentband Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Joyce Ikeda lança livro o "Poesia Subversiva" sobre libertação feminina
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 17 de set. de 2022 Aline Paes Teixeira Joyce Ikeda lança livro o "Poesia Subversiva" sobre libertação feminina #Literatura Imagem: divulgação A liberdade feminina de sentir e se expressar através da sexualidade e das emoções é o ponto chave do primeiro livro de Joyce Ikeda, Poesia Subversiva: em textos e ilustrações. Provocativo e instigante, o livro traz poemas que geram identificação e reflexão, pois muitos pontos abordados fazem parte da vivência das mulheres, sejam elas cis ou trans. O livro reúne textos produzidos durante alguns anos e reflete muito do processo de encontro da autora com o feminismo. "Minha busca pela teoria feminista iniciou-se em 2016, durante o curso de doutoramento, movida por minhas angústias de ser ou estar deslocada do lugar tradicionalmente reservado, permitido e imposto para nós mulheres... Entre as diferentes tarefas de ser mulher, mãe, esposa, pesquisadora e trabalhadora, aos 32 anos entrei em colapso", relata no prefácio do livro. Joyce Ikeda é pesquisadora, educadora, poetisa e artista. Joyce é Doutora em Políticas Públicas, Mestre em Dinâmicas Territoriais e Sociedade na Amazônia e iniciou em maio deste ano, o Estágio Pós-Doutoral no Programa de Pós-Graduação em Direito, da Universidade Federal do Pará (PPGD/UFPA), na área de Direitos Humanos. Apesar de o feminismo e a condição de mulher nunca ter sido "objeto" de suas pesquisas acadêmicas, toda sua trajetória contribui com o olhar que traz através da poesia. O livro é um grito e um convite à libertação feminina. "Hoje sou consciente de que para habitar um corpo de mulher, de modo saudável, é indispensável conhecer e praticar o feminismo. É somente a partir da consciência das múltiplas opressões que nos cerceiam que podemos nos libertar, nos proteger e enfrentar as situações diárias de constrangimentos sociais a que estamos expostas", afirma. Os textos de Joyce são fruto também dos ensinamentos de Silvia Federici, Angela Davis, Naomi Wolf, Sueli Carneiro, Eve Ensler, Judith Butler, Verônica Gago, Simone de Beauvoir e Bell Hooks, como cita no livro. Para enriquecer o livro, as ilustrações de Ana Laura Figueiró se somam a alguns poemas. E conta também com apresentação de Gabriela Gerônimo O livro Poesia Subversiva: em textos e ilustrações, foi publicado pela Editora Dialética, no selo Dialética Literária e está disponível nas versões impressa e digital, à venda no site da editora e nos principais marketplaces. O lançamento oficial ocorrerá neste sábado, 17 de setembro, no espaço Rebuw Club (Rua Bernal do Couto, 571. Umarizal), a partir das 17h, com uma programação de mini feira empreendedora, roda de conversa sobre sexualidade feminina, recital de poesia, sessão de autógrafo e muito mais. Para acompanhar os poemas de Joyce Ikeda: @fragmentada.arte. E para conhecer mais sobre a autora acesse www.joyceikeda.com Texto: Aline Paes Teixeira (Assessoria de Comunicação) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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