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- Dança: Alice no País das Maravilhas volta ao Theatro da Paz
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 15 de dez. de 2022 Léa Moreno Dança: Alice no País das Maravilhas volta ao Theatro da Paz #Espetáculo Imagem: Valério Silveira / Divulgação. A Ballare Escola de Dança (@_ballare) fará uma viagem ao País das Maravilhas, Ballet em dois atos, baseado na célebre obra de Lewis Carroll, que conquistou leitores e apaixonados de todas as idades e gerações, tendo recebido muitas adaptações no cinema, teatro e televisão. O espetáculo será nos dias 15 e 16 de dezembro, às 20h, no luxuoso Theatro da Paz (@theatrodapazoficial), tendo a direção da professora e examinadora internacional da Royal Academy of Dance, Ana Rosa Crispino (@anarosacrispino). O espetáculo conta com a participação de todos os alunos da escola e os bailarinos do Ballare Grupo de Dança. Uma novidade é a participação da recente parceria com a Casa das Artes Tiago de Pinho (@sigateatro), que soma a arte teatral ao espetáculo. Serviço: Os ingressos estão à venda na bilheteria do Theatro da Paz e no site ticketfacil.com.br . Texto: Léa Moreno (Assessoria de Comunicação) Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- UFPA lança editais no valor de R$ 2 milhões voltados a ideias e negócios sustentáveis
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 17 de jun. de 2025 UFPA lança editais no valor de R$ 2 milhões voltados a ideias e negócios sustentáveis São quatro editais que, somados, representam aporte financeiro de R$2 milhões aos projetos selecionados Imagem: Divulgação. Por Gil Sóter — Belém(Pará), Amazônia. 17/06/2025 A cidade de Belém ganha um novo impulso rumo ao desenvolvimento sustentável. No último dia 11 de junho, foi lançada a primeira série de editais do Distrito de Inovação e Bioeconomia de Belém (DIBB) — iniciativa que busca transformar a capital paraense em referência mundial em soluções baseadas na sociobiodiversidade amazônica e em tecnologias voltadas para cidades sustentáveis. São quatro editais que, somados, representam aporte financeiro de R$2 milhões aos projetos selecionados. A cerimônia de lançamento será realizada às 10h, no Convento dos Mercedários, marcando o início das inscrições para o Programa de Apoio a Empreendimentos Sustentáveis da Amazônia Urbana, que irá selecionar propostas em dois eixos temáticos: Bioeconomia e Soluções Urbanas, com apoio financeiro de até R$ 150 mil por projeto. Anúncio "A missão do DIBB é criar um ecossistema vivo, onde startups, universidades, comunidades, poder público e investidores se conectam para desenvolver soluções que respeitam a sociobiodiversidade e impulsionam cadeias produtivas locais, fomentando negócios inovadores em bioeconomia que valorizem a sociobiodiversidade, fortaleçam o território urbano e gerem renda e qualidade de vida para as comunidades locais", destaca afirma Antonio Abelém , coordenador de Inovação do DIBB. Serviço : Inscrições e edital completo: www.dibbelem.com.br Prazo para envio das propostas: até 11 de julho de 2025, às 23h59 (horário de Brasília) Informações: @fadesp_ufpa / @ufpa_oficial #Edital Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Movimentos Sociais preparam a Cúpula dos Povos em defesa dos povos originários em paralelo à COP 30
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 9 de abr. de 2025 Assessoria Movimentos Sociais preparam a Cúpula dos Povos em defesa dos povos originários em paralelo à COP 30 O objetivo é pressionar e convencer o governo brasileiro a liderar a proposição de metas mais ousadas para a redução da temperatura global Imagem: divulgação. Movimentos sociais e organizações da sociedade civil de diferentes partes do Brasil e do mundo realizarão a Cúpula dos Povos em paralelo à COP 30 , em Belém, cidade do Pará, na Amazônia brasileira, de 12 a 16 de novembro deste ano. O objetivo é pressionar e convencer o governo brasileiro a liderar a proposição de metas mais ousadas para a redução da temperatura global. Desde 2023, representantes do coletivo estão cumprindo agenda de incidência para mobilizar mais apoiadores. Até agora, cerca de quinhentas entidades assinaram a carta de adesão. A Cúpula será um espaço autônomo e independente, com uma intensa programação que incluirá debates, apresentações culturais, marcha, feira de produtos e alimentos das comunidades. Além da logística e infraestrutura, os organizadores estão construindo um modelo de evento que reforce os conhecimentos dos movimentos sociais. As refeições servidas ou vendidas, por exemplo, seguirão o modelo de cozinhas solidárias e agroecológicas. A expectativa é reunir cerca de 30 mil pessoas durante quinze dias, entre lideranças de coletivos de mulheres, indígenas, camponeses, quilombolas, negros, juventude, LGBTQIAPN+, ambientalistas, sindicalistas e movimentos de defesa dos direitos humanos. Todos trazem na bagagem bandeiras de luta e experiências que convergem com a pauta climática. Anúncio Para os organizadores, as abordagens e decisões da COP são falhas e inviabilizam soluções concretas para a crise climática. Em contraposição, a preservação de rios, florestas e espécies animais em áreas ocupadas pelos povos tradicionais mostra que a experiência secular dessas populações e seus movimentos em lidar com os diferentes biomas tem muito a se considerar e apoiar. “Países tomadores de decisão têm se omitido ou apresentado soluções absolutamente ineficientes colocando em risco a meta de 1,5º do Acordo de Paris . Investimentos que alimentam as mudanças climáticas têm crescido nos últimos anos e políticas de proteção aos povos indígenas, populações tradicionais têm sido desmanteladas e suas lideranças, ameaçadas e assassinadas”, destaca trecho da carta política que orienta a Cúpula. Desde seu lançamento no ano passado, a carta política foi entregue ao presidente Lula , à Secretaria Operativa Nacional da COP 30 (Secop), e a representantes de órgãos do executivo e parlamentares. O documento foi elaborado nas plenárias realizadas pelo coletivo para resumir o objetivo da Cúpula, as principais críticas às ações adotadas a partir das Conferências, a identificação das causas das mudanças climáticas e as soluções consideradas reais. Informações SITE e @cupuladospovoscop30 #COP30 Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Filmes amazônicos são disponibilizados gratuitamente em streaming
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 31 de jan. de 2025 Fernando Assunção Filmes amazônicos são disponibilizados gratuitamente em streaming As produções, encabeçadas principalmente por cineastas amazônicos, podem ser assistidas até o dia 2 de fevereiro Imagem: divulgação. Os filmes exibidos na quarta edição do Festival de Cinema Negro Zélia Amador de Deus estão disponíveis de forma gratuita , na plataforma @Todesplay . As produções, encabeçadas principalmente por cineastas amazônicos, podem ser assistidas até o dia 2 de fevereiro. Para acessar, basta fazer o login gratuitamente no site todesplay.com.br / ou pelo aplicativo no Google Play. Entre os filmes disponíveis estão: “Paracuri - Mãos que Criam” , de Yasmin Mesquita e Karolayne Torres; “A Cobra Grande da Ilha de Fazendinha” , de Victor Marcos dos Santos Catete Fonseca; “Viagens para o Interior: “Vila do Cocal” , de Elaína Ferreira; e “Além da Estrada” , de Rute Araújo e Victor Souza. Anúncio Para Rafael F. Nzinga , diretor da @CineDiáspora, a disponibilização dos filmes na plataforma ajuda a ampliar o acesso à produção audiovisual amazônica, sobretudo do público que não pôde comparecer às mostras presenciais do Festival @ZéliaAmadorDeDeus nas ilhas. “A digitalização das obras é uma maneira de alcançar aqueles que não têm a oportunidade de estar presentes nas mostras presenciais. Isso não só democratiza o acesso à cultura amazônica, mas também fortalece a visibilidade e o alcance dos cineastas locais, permitindo que suas narrativas ganhem uma audiência mais ampla e diversificada, além de criar novas possibilidades de interação com a arte da região", diz. Informações : @CineDiáspora # Documentário Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Grafismo indígena, cerâmica a aparelhagem: Cultura marajoara inspira coleção de moda
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 4 de jan. de 2024 Gil Sóter Grafismo indígena, cerâmica a aparelhagem: Cultura marajoara inspira coleção de moda O projeto paraense valoriza as artes manuais como legado indígena e as cores características da estética marajoara, a coleção traz o vermelho, preto e off-white de forma predominante. # Marajó Imagem: Lorena Rodrigues / Divulgação. Habitado muito antes da chegada dos portugueses, o mítico Marajó foi povoado por indígenas criadores de uma cerâmica complexa e de uma iconografia única, de mais de 3.500 anos. Território efervescente, é atravessado pela cultura pesqueira e por uma cena pop de aparelhagem que tem conquistado a região Norte. Essa potência criativa, que é história e presente da Amazônia, inspira o projeto " Marajó Ancestral ", da designer de moda Jacke Carvalho , uma coleção de acessórios e bolsas. O projeto da designer paraense valoriza as artes manuais como legado indígena e as cores características da estética marajoara, a coleção traz o vermelho, preto e off-white de forma predominante. São acessórios produzidos com cerâmicas, redes de pesca, conchas e elementos naturais, usados na confecção de colares, braceletes e brincos. Anúncio “A coleção é uma homenagem à cultura marajoara e seus elementos visuais, estéticos e simbólicos, valorizando os saberes tradicionais. E a sustentabilidade perpassa todo o projeto, uma vez que a valorização da cultura e da natureza exuberante do Marajó está diretamente relacionada à preservação do meio ambiente, da cultura e do uso consciente dos recursos naturais”, diz Jacke. SERVIÇO: Marajó Ancestral de @soujackecarvalho Local: Galeria Vicente Salles (Memorial dos Povos) - Av. Gov. José Malcher, 257 - Nazaré, Belém Dia: Sexta-feira (05/01) às 19h Entrada gratuita de acordo a lotação do espaço Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- FEDAPA chega à sua 3ª edição com programação gratuita em Belém e Ananindeua
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 21 de abr. de 2025 FEDAPA chega à sua 3ª edição com programação gratuita em Belém e Ananindeua A 3ª edição do Festival Experimental de Danças Paraense com inscrições até 05 de maio Imagem: Victor Peixe / Divulgação. Por Na Cuia — Belém-Ananindeua(PA), Amazônia. 21/04/2025 O Festival Experimental de Danças Paraense – FEDAPA – chega à sua terceira edição com uma proposta ousada: valorizar as expressões corporais amazônicas por meio da dança, promovendo encontros entre tradições e experimentações. Neste ano, o evento amplia seu alcance para o município de Ananindeua, consolidando sua atuação nos territórios periféricos da Região Metropolitana de Belém. Gratuito e aberto ao público, o FEDAPA 2025 contará com mostras artísticas, palestras, oficinas formativas e batalhas de dança, com foco nas manifestações e experimentações das danças paraenses. Anúncio “A cada ano do evento, nos sentimos mais seguros em propor que as danças paraenses sejam o foco principal do nosso festival. Esta edição também representa a transmissão das nossas danças e dos nossos patrimônios imateriais, com o propósito de contribuir para a manutenção da nossa cultura e das identidades amazônicas”, comenta Maya Lima, produtora executiva do FEDAPA. SERVIÇO : 3ª edição do Festival Experimental de Danças Paraense Inscrições para oficinas e da batalha de dança até 05 de maio no LINK AQUI . Programação presencial 09 de maio de 2025 – Local novo: Ilé Asé Iyá Ogunté, Rua Nove, nº 26, Conjunto Júlia Seffer, Bairro Águas Lindas, Ananindeua (PA) | 14h às 21h 17 de maio de 2025 – Usipaz do Benguí, Belém (PA) | 14h às 21h30 Informações detalhadas em @fedapa_ e YouTube #Inscrições Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- ReMatintas convida o público para o “Café da dona Pereira”
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 21 de out. de 2022 Luciana Medeiros ReMatintas convida o público para o “Café da dona Pereira” #Lendas Café Dona Pereira - Imagem: Carol Abreu / Divulgação. O Projeto ReMatintas está de volta! A primeira experimentação, em 2016, resultou em “O Velório de Dona Pereira”, uma intervenção cênica que experimentou a rua, além dos espaços físicos do Casarão do Boneco. Foi uma despedida, mas reza a lenda, que uma outra Matinta recebeu o fardo da falecida e dá continuidade a história, hoje, convidando o público para o “CAFÉ DA DONA PEREIRA”, que será realizado nos dias 21, 22, 28 e 29 de outubro, sempre sextas e sábados, às 19h. Quem quer? O Café da Dona Pereira é um encontro que reunirá público e convivas na CASAMATINTA, uma ambiência que toma conta do Casarão do Boneco para abrigar a todos. Misto de lenda, ancestralidade e cultura amazônica, a proposta cênica visa provocar conversas, comentar e dar notícias, contar novidades, rever quem não se via, entre outras coisas. E entre as narrativas amazônidas é assim também que se agrada uma Matinta Pereira, a convidando para tomar um café. Neste encontro, a ideia é que cada convidado (público) faça parte de um processo, um modo de estar na CASAMATINTA, numa permanência tramada com encantamentos. Vir tomar um café é “matintar”, se permitir fazer parte de um outro modo de encontro, imergir nas nossas ancestralidades, alterar o cotidiano e se deixar envolver por outro modo de perceber o tempo. “O público é convidado a assistir, mas também a estar com os atuantes, como partícipes de uma atmosfera alterada pelo jogo com o tempo e espaço na Casa; a estar inserido nas ações; a escolher onde e como quer estar nos diversos ambientes que foram preparados para alterar o olhar e a presença das pessoas e propiciar esta reinvenção do tempo, como quem se permite dialogar com as próprias memórias”, diz Adriana Cruz, Coordenação Projeto ReMatintas. Imagem: divulgação. A lenda da Matinta induz e dá o clima a um processo que vem sendo construido há alguns anos pelo projeto ReMatintas. Em 2021, uma nova oportunidade de retomada surgiu com o apoio de uma emenda parlamentar e parte dos recursos foram aplicados na realização de sete laboratórios: Figurino, Sons e Cena, Objetos Luminosos para Cena, Performance, Mascaramento, Manipulação de Objeto-Rede e Produção Criativa. “Essas linguagens estão unificadas nesta experimentação cênica. Este símbolo Matinta perpassa tudo enquanto uma ancestralidade amazônica, enquanto as raízes que nos trazem até aqui, enquanto lidar com o caminho, com o destino. Há também os indutores sonoros. E também foi trazido para dentro do projeto, como outro indutor, a questão da resistência do nosso fazer, das nossas raízes, a resistência de existir”, pontua Cristina Costa, do Laboratório de Produção Criativa. Serviço CAFÉ DA DONA PEREIRA - Dias 21 e 22 /28 e 29 de outubro (sextas e sábados) . Às 19h, na Av. 16 de Novembro, 815 - entre TV. Veiga Cabral e Praça Amazonas. Contribuição por convidado: R$ 30 (Antecipado por pix). Central de Atendimento: WhatsApp 91 98608.7575. A realização é da Escola de Teatro e Dança da UFPA (@etdufpaoficial) e Casarão do Boneco (@casaraodoboneco). Apoio institucional da UFPA (@ufpa_oficial) e Fadesp (@fadesp_ufpa). Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Os Dinâmicos levam sonoridade raiz ao Clube da Guitarrada
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 10 de jun. de 2023 Luciana Medeiros Os Dinâmicos levam sonoridade raiz ao Clube da Guitarrada #Música Imagem: divulgação. A 49ª edição do Clube da Guitarrada , no Espaço Cultural Apoena, está especial neste domingo, 11 de junho, com a presença de Os Dinâmicos, que reúne três do integrantes de Vieira e Seu Conjunto, grupo que surge em 1976, em Barcarena, liderado por Mestre Vieira, e já com a missão de gravar o primeiro LP, o célebre Lambadas das Quebradas. Anúncio Lauro Honório (guitarrista base), Luís Poça (teclados) e Dejacir Magno (vocal) se reuniram novamente à Vieira, em 2011, para um projeto especial chamado “Mestre Vieira e Os Dinâmicos”, retomando o nome original da banda, antes da proposta de gravação do primeiro LP. Esse retorno rendeu apresentações na Feira da Música de Fortaleza e participação no DVD Mestre Vieira – 50 Anos de Guitarrada e, em 2015, a gravação do primeiro CD. Serviço: Show de “Os Dinâmicos”. Neste domingo, 11 de junho, a partir das 19h, com apresentação do Clube da Guitarrada. Onde? Av. Duque de Caxias, 450 – Altos – Espaço Cultural Apoena. O contato com a banda pode ser feito por meio do Instagram @osdinamicos_banda ou da produtora @holofote_virtual. Mais informações: (91) 98134.7719. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Sabedoria das anciãs amazônidas inspira artistas da terra
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 30 de nov. de 2022 Iaci Gomes Sabedoria das anciãs amazônidas inspira artistas da terra #Diversidade Imagem: Paulo Korea / Divulgação. Quantos encontros de saberes, fazeres milenares e conexões com a arte contemporânea existem em Belém? A capital paraense possui matriz cultural de origem indígena Tupinambá que influenciou a música, dança e gastronomia da cidade, com diversos mestres e mestras que permanecem anônimos na história da arte amazônida, anciãs e anciões que dominam conhecimentos ancestrais . Uma delas é Izete Costa , mais conhecida como dona Nena, que desde 2006 comanda uma produção de chocolate e cacau amazônico 100% orgânico na Ilha do Combu. Ela e outros nomes como dona Zeneida Lima , pajé na região do Marajó; Vó Fernanda Sant'Ana , importante ceramista Icoaraciense matriarca da empresa Família Sant'Ana; dona Theo , mestra de carimbó de Santarém Novo; Dona Sultana Xavier , uma importante Sacaca de Santarém, nascida na Vila de Boim; Coletivo Arapecanga de benzedeiras e produtoras de remédios da aldeia Papagaio , povo Tupinambá Tapajós e dona Fafá , proprietária da Banca da Fafá que vende tacacá e diversas comidas típicas no comércio de Belém. O projeto de muralismo “Anciãs Amazônidas” busca resgatar aquelas que fazem parte da história regional e constituíram a cultura local, valorizar a ancestralidade e contribuir para o aumento da autoestima dos paraenses, em especial a população periférica, exaltando assim a história e as identidades amazônidas. “É importante desmistificar para a juventude o que é ser idoso e dar o destaque devido a essas mulheres que acumularam tantos saberes ao longo do anos. Também vamos instigar a conhecê-las mais por meio de QR Codes nas artes que levarão aos vídeos contando as histórias delas, criando curiosidade em quem ver o muro”, ressalta Renata Segtowick, artista, curadora e produtora do projeto. “Percebemos que não conhecemos muito sobre estas anciãs da cultura tradicional: elas não são as pessoas que aparecem nos livros. Então nosso objetivo é realmente trazer estas pessoas racializadas, periféricas, indígenas, entre outras e fazer disso um espaço educativo, para que as pessoas as conheçam e respeitem sua trajetória. A partir disso será possível trazer visibilidade para a história dessas anciãs que fizeram parte do cenário cultural paraense e foram invisibilizadas, tanto por aspectos da sociedade patriarcal quanto por questões étnico raciais”, completa Renata. As artes finalizadas já podem ser visitadas na Casa das Artes. Para saber mais sobre as artistas e as homenageadas, acesse o Instagram @ancias.amazonidas. As artistas participantes são integrantes do Núcleo de Conexão Artística e Feminina @marpara_ (Mulheres Artistas Pará). Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Emicida sorri com uma ponta de dor na música inédita "Acabou, mas tem...”
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 26 de mar. de 2024 Trovoa Emicida sorri com uma ponta de dor na música inédita "Acabou, mas tem...” O videoclipe, disponível no canal de YouTube do rapper paulistano, também compartilha do contraste para ambientar a narrativa # Brasil Imagem: Júlio Benedito / Divulgação. A nova música de Emicida , " Acabou, mas tem... " , uma canção que sorri com uma ponta de dor, foi lançada no finalzinho de fevereiro. A faixa, que tem produção assinada por Emicida e Damien Seth, carrega um pranto e um lamento emoldurados por uma harmonia que provoca esperança – algo que, de certa forma, reflete a dualidade do título do single. O videoclipe, disponível no canal de YouTube do rapper paulistano, também compartilha do contraste para ambientar a narrativa. Quando lançou AmarElo (2019) , Emicida usou o termo "neo samba" para definir a sonoridade presente no trabalho . Dessa forma, ele propôs criar algo novo, poeticamente bonito e liricamente empolgante, contudo, tendo como guia a renovação de um gênero originalmente brasileiro. Anúncio "Acabou, mas tem..." chega como o encerramento do ciclo de AmarElo e também como evolução da incursão do artista pelo neo samba. "O ápice dos gêneros passa. É efêmero. Mas os artistas que têm substância se mantêm. Eu acho que encontrei a linguagem da minha música, tenho me sentido instigado por esse exercício de criação", ele comenta o artista. Sem lançar uma música inédita há dois anos, "Acabou, mas tem..." fotografa o espírito de um tempo consumido pela agonia, pela claustrofobia e pela ansiedade de uma sociedade doente. Embora a música carregue uma grande carga de tristeza, ela tem também a sua ponta de luz, amarrando o experimento social AmarElo com um laço cintilante de esperança. "É como um grito ante à essa avalanche de tragédias diretas e indiretas, eu só tô tentando ficar bem, sobreviver, sabe?", finaliza @emicida . Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Orquestra Jovem Sesc Pará se apresenta na Igreja de Santo Alexandre
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 8 de dez. de 2022 Sesc Pará Orquestra Jovem Sesc Pará se apresenta na Igreja de Santo Alexandre #Orquestra Imagem divulgação. O Serviço Social do Comércio (Sesc) Pará, nesta sexta-feira, dia 09 de dezembro, apresenta a Orquestra Jovem SESC Pará (OJSPA) na Igreja de Santo Alexandre, às 19h. Com classificação livre e entrada franca, o espetáculo vai finalizar, em grande estilo, as atividades do ano de 2022. O concerto será baseado na consciência negra e em mais uma música solo de Nathalia Vidal e Orquestra. O espetáculo promete emoção e uma noite inesquecível para o público que estará presente. Com início em Abril de 2019 no Sesc Casa da Música, a OJSPA tem a coordenação do maestro Rodrigo Moraes, que passou em processo seletivo para selecionar músicos e reger a primeira orquestra do Sesc Pará. Os músicos acumulam uma extensa carreira com apresentações, entre elas no Theatro da Paz, o maior e mais luxuoso teatro da região norte do Brasil. Além disso, em janeiro de 2020 a Orquestra se apresentou no Sul do País, no 10o Festival Internacional Sesc de Música do Rio Grande do Sul. Serviço : Orquestra Jovem Sesc Pará Data: 09/12/2022 / Horário: 19h Local: Igreja Santo Alexandre(Praça Frei Brandão, Cidade Velha, Belém – PA) Entrada Gratuita Instagram: @sesc_pa Texto: Assessoria de Comunicação Sesc Pará Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
- Exposição Coletiva Nós Cartográficos - Projeto Mordente
Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 14 de jun. de 2023 Carolina Baiocco Exposição Coletiva Nós Cartográficos - Projeto Mordente #Exposição Bento - O SOL / Imagem: divulgação. A exposição coletiva “Nós Cartográficos” , contemplada com o Prêmio Branco de Melo 2023, ocupará a Galeria Benedito Nunes entre os dias 15 de junho e 28 de julho . A mesma reúne um rico e potente conjunto de Xilogravuras, produzidas por onze jovens artistas que integram o Mordente, projeto de extensão universitária coordenado pela professora Elaine Arruda . Anúncio “Nós Cartográficos” desenha em sua expografia a individualidade do trabalho de cada artista, assim como a complexidade do coletivo pelas costuras entre trabalhos, conectando e expandindo significados. A exposição também contará com recursos audiovisuais, com o processo de produção e pesquisa, além de ser adaptada e pensada na acessibilidade e inclusão para diversos públicos. Serviço: Nós Cartográficos - Abertura da Exposição na Galeria Benedito Nunes Data: ABERTURA - 15/06 as 19h/ VISITAÇÃO - 16/06/2023 a 28/07/2023 Local: Galeria Benedito Nunes - CENTUR (Av. Gentil Bitencourt, 650 - Nazaré, Belém - PA) Horário: ABERTURA - às 19h (entrada gratuita) / VISITAÇÃO - seg. a sex. das 9h às 17h (entrada gratuita) Informações @projetomordente Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte
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