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21 de mar. de 2024

MinC

Liberação para captação de recursos da Lei Rouanet teve crescimento significativo


 Os dados foram apresentados durante a primeira reunião ministerial de 2024, que reuniu 38 ministros do Governo Federal e foi sediada no Palácio do Planalto


#Rouanet

Imagem: Ricardo Stuckert / Divulgação.

A Liberação de captação de recursos da Lei Rouanet, principal mecanismo de fomento à cultura do Brasil teve um aumento de 255% em 2023 em comparação com 2022. Ao todo, 10,7 mil projetos foram autorizados, ante 3 mil no último ano da gestão passada. Os dados foram apresentados durante a primeira reunião ministerial de 2024, que reuniu 38 ministros do Governo Federal e foi sediada no Palácio do Planalto.


Coordenado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na manhã desta segunda-feira (18), o encontro reuniu os pontos de destaque das pastas no primeiro ano de governo. “A gente ainda tem muito para fazer, em todas as áreas. Já gastamos um ano e três meses do nosso mandato e vocês percebem quão pouco nós fizemos e, ao mesmo tempo, quão muito nós fizemos.” declarou o presidente.


Em 2023, projetos aprovados para captação via Lei Rouanet totalizaram R$ 16,6 bilhões. O valor efetivamente captado junto a empresas ou pessoas físicas interessadas em apoiar e patrocinar projetos culturais foi de R$ 2,2 bilhões. Nos primeiros meses de 2024 o valor de captação foi de R$ 33 milhões.


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AUDIOVISUAL: Os recursos para o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) também tiveram aumento. Em 2023, o plano setorial aprovou um investimento de R$ 1,2 bilhão para o audiovisual brasileiro. O aumento é três vezes maior do que em 2022, cujo valor foi de R$ 400 milhões.


Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, os dados representam um salto significativo no interesse e apoio ao setor cultural. “O Governo reafirmou seu compromisso com a cultura. A expectativa é de que esse crescimento na captação de recursos possa impulsionar ainda mais a produção cultural e artística no país, beneficiando tanto os artistas e produtores quanto o público em geral. É a nacionalização da cultura e dos recursos”, afirmou.




Fonte: Ministério da Cultura

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