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Da guitarrada ao carimbó: Psica leva música do Pará à China e faz público dançar em Xangai
A participação ocorre dentro do Ano Cultural Brasil–China, que busca ampliar o intercâmbio entre os países e abrir espaço para a música brasileira em novos mercados.

Por Gil Sóter — Belém(Pará),Amazônia.
06/05/2026 - 07h00
O Festival Psica, maior festival de música da Amazônia, foi convidado pelo Ministério da Cultura para selecionar os artistas que representariam o Norte do Brasil na China — e colocou Xangai para dançar nesta segunda-feira (4). Vídeos mostram a plateia animada, aplaudindo e até formando “trenzinho” durante o show de Manoel e Felipe Cordeiro, escolhidos pelo Psica para a programação da Plataforma Música Brasil, iniciativa do Ministério da Cultura no Ano Cultural Brasil–China.
Entre chineses e gente de diferentes partes do mundo, guitarrada, carimbó, brega e lambada atravessaram idiomas e conquistaram o público. Felipe Cordeiro celebrou a recepção. “Estamos muito orgulhosos de poder levar a música popular brasileira feita na Amazônia para Xangai. É guitarrada, lambada, brega, carimbó, lá do outro lado do mundo! É muita onda!”.
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A participação integrou uma agenda que reuniu mais de 120 profissionais da cultura brasileira na China, com artistas de diferentes regiões e estilos, como Ivan Lins, Adriana Calcanhotto, Luedji Luna e Hamilton de Holanda, reforçando a diversidade da produção musical do país.
A participação ocorre dentro do Ano Cultural Brasil–China, que busca ampliar o intercâmbio entre os países e abrir espaço para a música brasileira em novos mercados.
Convidado a integrar a comitiva oficial do Brasil, o Psica foi responsável pela curadoria dos artistas do Norte na missão. “A gente fazer parte dessa programação mostra que essa cena tem força, tem consistência e está sendo vista”, afirmou Jeft Dias.
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