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Coletivo Nzinga Cultura Afro, do Pará, é premiado no Prêmio Periferia Viva 2025 em São Paulo
A premiação reconhece projetos e coletivos em atuação nas periferias brasileiras que contribuem para a redução das desigualdades socioespaciais e o fortalecimento das comunidades

Por Assessoria — Belém(Pará)Amazônia.
25/03/2026 - 07h00
O coletivo Nzinga Cultura Afro, sediado em Belém (PA), foi um dos destaques nacionais do Prêmio Periferia Viva 2025, iniciativa do Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Periferias. A premiação reconhece projetos e coletivos em atuação nas periferias brasileiras que contribuem para a redução das desigualdades socioespaciais e o fortalecimento das comunidades.
A entrega do prêmio ocorreu no dia 21 de março de 2026, durante o Encontro das Periferias, realizado na cidade de São Paulo, reunindo iniciativas de todo o país sob o tema “Periferia Viva é Construção Coletiva”.
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Representando a região Norte, o Nzinga Cultura Afro levou ao cenário nacional a potência das periferias amazônicas, com ações voltadas à valorização da cultura afro-brasileira, formação comunitária e fortalecimento de vínculos por meio da arte, da ancestralidade e da educação popular. O coletivo tem coordenação de Jamile Andrade, também conhecida como Pretta Nzinga, referência na atuação cultural periférica na Amazônia.
Para o coletivo Nzinga Cultura Afro, o reconhecimento nacional simboliza não apenas a valorização de sua trajetória, mas também o fortalecimento das vozes periféricas da Amazônia, historicamente invisibilizadas nos grandes centros de decisão. A premiação evidencia a importância das ações desenvolvidas nos territórios e reafirma o papel das periferias como espaços de criação, resistência e transformação social.
Siga o Instagram @nzingaculturaafro e saiba mais sobre o coletivo e seu trabalho.
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