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Clube da Luta Feminina lança jornal “Manas” para fortalecer a comunicação entre mulheres do oeste do Pará
A proposta é levar informação para mulheres que muitas vezes não têm acesso à internet ou a outros meios de comunicação

Por Assessoria— Belém(Pará),Amazônia.
13/03/2026 - 07h00
As mulheres de Santarém e cidades vizinhas ganharam um novo instrumento de informação e mobilização neste mês de março. Em celebração ao Mês da Mulher, o Clube da Luta Feminina lançou oficialmente o jornal impresso Manas, voltado ao fortalecimento da comunicação comunitária e ao empoderamento econômico de moradoras da região oeste do Pará.
Fundado em 2021 no bairro do Juá, área de ocupação em Santarém, o Clube da Luta Feminina surgiu da necessidade urgente de apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica que não possuem renda própria e dependem frequentemente de benefícios governamentais ou de trabalhos informais, conhecidos como "bicos", para sustentar suas famílias. Atualmente, o projeto mantém sua sede no bairro Santarenzinho.
Com o lançamento do Jornal Manas, o Clube da Luta Feminina amplia sua missão de informar e conectar as mulheres por meio da comunicação. A proposta é levar informação para mulheres que muitas vezes não têm acesso à internet ou a outros meios de comunicação.
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Isabelle Maciel, fundadora do Clube da Luta Feminina, comenta sobre a escolha do projeto pela produção de um jornal impresso. “Além da pauta do empoderamento econômico, o Clube também entende a comunicação como uma ferramenta de luta e empoderamento das mulheres, afinal uma mulher bem informada consegue ir mais longe na luta pelos seus direitos. Nós já temos um programa de rádio o ‘Voz Para Todas’ que vai ao ar desde 2021, e agora nesse mês de março optamos por lançar um jornal impresso que além de informar, também torna acessível a informação para aquelas que, por exemplo, não tem acesso a internet, não tem telefone, e outras dificuldades que mulheres possam ter de acessar informações importantes”, explica.
Nesta edição os temas abordados foram empoderamento econômico, mudanças climáticas, agroecologia, saúde mental e feminicídio.
Serviço: No site do projeto é possível encontrar as formas de apoiar o projeto e também de baixar gratuitamente a primeira edição do jornal: https://www.clubedalutafeminina.com.br . Mais informações pelo Instagram @clubedalutafeminina.stm
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