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Adaptação Climática liderada localmente: Histórias de vida do Projeto Marajó
A ação dos multiplicadores possibilita o enraizamento do projeto no território, fortalece redes e expande o conhecimento gerado dentro da comunidade

Por LC Agência — Belém(Pará),Amazônia.
27/07/2026 - 07h00
No Marajó, o Projeto Marajó Resiliente, fortalece soluções de adaptação climática lideradas localmente, atuando de forma integrada nos municípios de Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, potencializado resiliência climática por meio da promoção de diálogos entre diversos atores do território, e entre conhecimentos para responder às urgências do nosso tempo. Já foram apoiadas diretamente mais de 1.896 pessoas e 11.649 indiretamente e 436 ha de SAFs implantados.
O projeto é realizado pela Fundación Avina e financiado pelo Fundo Verde do Clima (Green Climate Fund – GCF), implementado em parceria com o Instituto Belterra, Instituto Internacional do Brasil – IEB, CONEXSUS, junto à organizações territoriais como a Malungu e cooperativas e associações locais, buscando ampliar soluções de adaptação climática em resposta aos eventos extremos que têm afetado a região.
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A iniciativa também conta com a participação direta de agricultoras e agricultores que atuam como multiplicadores de conhecimentos sobre os sistemas agroflorestais no território, assim como com o apoio de instituições locais. A ação dos multiplicadores possibilita o enraizamento do projeto no território, fortalece redes e expande o conhecimento gerado dentro da comunidade.
Um dos exemplos da ação coletiva desses multiplicadores são os mutirões de plantio, prática ancestral, que tem sido resgatada pelas comunidades em ações conjuntas com o projeto. Para os agricultores os mutirões estão retomando as práticas cotidianas no cuidado no dia a dia, das famílias do Marajó.
"Antigamente, quando meus avós plantavam, trabalhavam através de mutirão. Um vizinho ajudava o outro a plantar, a cercar. Isso tinha acabado há um tempo. E quando veio o projeto Marajó Resiliente, lembrei muito do passado, porque essa forma de trabalhar voltou.” Conta Maria Regina, agricultora da Vila Bacuri de Cachoeira do Arari.
Saiba mais em: marajoresiliente.org, YOUTUBE e @marajoresiliente
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