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  • Concerto com intervenções visuais e poéticas homenageia 132 anos de nascimento de Tó Teixeira

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 10 de jun. de 2025 Concerto com intervenções visuais e poéticas homenageia 132 anos de nascimento de Tó Teixeira A noite promete um mergulho profundo na obra do artista, costurada por música, poesia, imagem e memória Tó Teixeira - Homenagem no Theatro da Paz / Imagem: Miguel Chikaoka / Divulgação. Por Luciana Medeiros — Belém(Pará), Amazônia. 10/06/2025 No próximo dia 13 de junho, se estivesse vivo, o compositor e violonista paraense Tó Teixeira completaria 132 anos. O concerto “Uma Noite com Tó” antecipa esta celebração , nesta quarta-feira (11/06), às 20h , transformando o palco do Theatro da Paz , em uma ponte entre passado e presente. A noite promete um mergulho profundo na obra do artista, costurada por música, poesia, imagem e memória. Vale lembrar, que foi também neste mesmo teatro que ele recebeu, em 1980, a única homenagem pública, em vida. Anúncio A abertura traz apresentação solo de Salomão Habib, que assina a direção musical do concerto. Em seguida, a Orquestra Tó Teixeira de Choro, regida ele e formada por 12 músicos, interpretará um repertório cuidadosamente selecionado entre choros, valsas, carimbós, ladainhas e outras criações do compositor. As músicas serão entremeadas por intervenções cênico-poéticas do artista MC Pelé do Manifesto. Além da música, o espetáculo é uma experiência visual. O artista e diretor Nando Lima assina as projeções em vídeo que compõem o cenário, utilizando imagens de arquivo, filmes antigos e criações contemporâneas para reconstruir a Belém de Tó Teixeira em diálogo com o presente. Serviço : Dia: Quarta-feira (11/06) às 20h Local: Theatro da Paz – Belém/PA Ingressos gratuitos – Na troca de 1kg de alimento não perecível Informações: @toteixeiramergulhonavidaeobra #Homenagem Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Reabertura do Teatro Margarida Schivasappa será sexta (15/12) com homenagem a Nilson Chaves

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 12 de dez. de 2023 Manuela Oliveira Reabertura do Teatro Margarida Schivasappa será sexta (15/12) com homenagem a Nilson Chaves A programação de reabertura se estenderá até domingo (17/12) com outras atrações. # Homenagem Imagem: divulgação. O Teatro Margarida Schivasappa será reaberto ao público em 15 de dezembro (sexta-feira) às 20h , com o show “Dança de tudo: uma homenagem a Nilson Chaves” , reunindo mais de 20 intérpretes, entre os quais as cantoras paraenses Andréa Pinheiro, Lia Sophia, Lucinnha Bastos e Nazaré Pereira, e de outros Estados, como Ceumar, Delia Fischer e Lucina. Todos subirão ao palco para reverenciar a obra do cantor e compositor paraense Nilson Chaves. Anúncio Situado no Centur, sede da Fundação Cultural do Pará (FCP), em Belém, o Teatro Margarida Schivasappa passou por amplo e moderno processo de renovação durante um ano. Após obras estruturais, aquisição de novos equipamentos e poltronas, o teatro será reaberto com uma programação acessível e solidária, idealizada pela Fundação Cultural para contemplar todas as vertentes artísticas. Serviço : A programação de reabertura se estenderá até domingo (17/12) com outras atrações. Mais informações em @teatromargaridaschivasappa ou @fundacaculturalpa Fonte : Agência Pará Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Fenômeno do tecnomelody, Banda AR-15, lança novo single e videoclipe "Congelou"

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 25 de jan. de 2024 Kind Fenômeno do tecnomelody, Banda AR-15, lança novo single e videoclipe "Congelou" O single e videoclipe de "Congelou" se encontra disponível em todas as plataformas de streaming. # Lançamento Imagem: divulgação. A Banda AR-15 , um dos maiores fenômenos do Tecnomelody paraense, acaba de lançar novo single e videoclipe de "Congelou". A faixa que se encontra disponível em todas as plataformas de streaming, traz uma letra romântica e melodias dançantes. A nova música fala de uma pessoa que criou expectativa em um amor, que não foi recíproco, e em um dado momento se deu conta que estava perdendo tempo naquela relação. "Congelou" une a batida forte do tecnomelody e a sanfona do piseiro, trazendo uma roupagem diferente para o ritmo do grupo. Anúncio Com uma estrutura imponente de som, luz e sucessos cativantes, a banda não apenas preenche, mas transcende os espaços onde se apresenta. Com a presença magnética da vocalista sensacional, Carol Lemos, que conquistou o coração de seus admiradores, a banda destaca-se como uma força inigualável na cena musical. Seu carisma e talento inegáveis prendem o olhar do público, proporcionando uma experiência única a cada apresentação. A presença marcante de Harrisson Lemos, a voz masculina excepcional da banda e uma das maiores expressões musicais do Pará, complementa o conjunto, elevando ainda mais o status da banda. Assista ao videoclipe: AQUI . @bandaar15_ Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Gaby Amarantos e Zaynara exaltam a força feminina amazônica em clipe "Mulher da Amazônia”

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 26 de fev. de 2025 Access Mídia Gaby Amarantos e Zaynara exaltam a força feminina amazônica em clipe "Mulher da Amazônia” O lançamento vem acompanhado de um clipe exclusivo, reforçando a valorização da cultura e da identidade feminina da região Norte https://www.youtube.com/watch?v=EGTB6R5W1J8 Gaby Amarantos, ‪@zaynara‬ - Mulher da Amazônia A cantora paraense Gaby Amarantos apresentou ao público neste mês de fevereiro (14), ‘Mulher da Amazônia’ , seu novo single , que conta com a participação da cantora , também paraense, Zaynara . Mais do que uma música, a faixa é uma obra sonora de Gaby que exalta a força e a identidade da mulher amazônica. O lançamento vem acompanhado de um clipe exclusivo, reforçando a valorização da cultura e da identidade feminina da região Norte. Inspirada na força, inteligência e sensualidade da mulher da Amazônia, a canção surge como homenagem às mulheres do Pará e de toda a floresta. O conceito central da obra de Gaby é exaltar essa figura poderosa, que carrega em si a energia dos rios, da floresta, das festas de aparelhagem e dos rituais de beleza tão característicos da cultura paraense. Anúncio Musicalmente, ‘Mulher da Amazônia’ mistura afrobeat, guitarrada e carimbó, criando uma identidade rítmica chamada de Amazon Beat. A proposta é trazer um som que une a energia do amapiano – ritmo africano que conquistou o mundo – com os elementos musicais e culturais da Amazônia. Na canção, Gaby traduz, em música, a criação dessa figurinha feminina única, moldada pela natureza, pelas tradições e pelos mistérios da floresta. A música e o clipe transportam o público para o universo encantado da mulher amazônica, reforçando sua presença e importância na cultura nacional. SERVIÇO : Veja o clipe “ Mulher da Amazônia ”. Acompanhe as artistas em @gabyamarantos e @zaynaraa. # Amazônia Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Se Rasgum & QTV apresentam: METÁ METÁ em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 25 de ago. de 2023 Assessoria Se Rasgum & QTV apresentam: METÁ METÁ em Belém A noite ainda tem o DJ Damasound tocando um sequência de singles 7” indo do indie, punk, anos 60s, música brasileira, pop francês, soul, ska e reggae. #Show Imagem: divulgação. Depois de uma apresentação visceral e inesquecível no 12º Festival Se Rasgum , Juçara Marçal, Kiko Dinucci e Thiago França aterrissam em Belém para uma apresentação intimista e intensa, marca registrada de seus shows . Neste sábado (26/08) , no Espaço Cultural Ná Figueredo , o trio paulista mais celebrado dentro da nova música brasileira está de volta, pela segunda vez, em Belém. Anúncio No repertório, canções de seus três discos e EPs em formato intimista, mas não menos intenso, punk e brasileiríssimo. Um show diferente e especial, exclusivo para quem segue a banda. A noite ainda tem o DJ Damasound tocando um sequência de singles 7” indo do indie, punk, anos 60s, música brasileira, pop francês, soul, ska e reggae. Serviço : METÁ METÁ EM BELÉM Espaço cultural Na Figueredo Dia 26 de agosto (sábado) a partir das 19h Ingressos no Link AQUI . Informações @metametaoficial e @serasgum Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Com voz potente e manifesto amazônico, Mila Costa estreia “Ouro Verde” em noite de celebração no Na Figueredo

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 18 de mar. de 2026 Com voz potente e manifesto amazônico, Mila Costa estreia “Ouro Verde” em noite de celebração no Na Figueredo Apresentação marcou a estreia ao vivo das canções do EP e revelou uma artista em plena afirmação, unindo identidade amazônica, potência vocal e conexão intensa com o público Imagem: d ivulgação. Por Estante Cultural — Belém(Pará),Amazônia. 18/03/2026 - 07h00 O Na Figueredo recebeu o público em um ambiente aconchegante e climatizado, cenário que contribuiu para criar uma atmosfera íntima para a apresentação de Mila Costa . A expectativa pela estreia ao vivo das canções do EP Ouro Verde era perceptível antes mesmo do início do espetáculo — e foi correspondida. A casa ficou cheia, reunindo um público atento e receptivo que, ao longo da noite, demonstrou envolvimento com a artista. Entre aplausos e interações espontâneas, o clima era de proximidade, como se o palco e a plateia compartilhassem o mesmo espaço de escuta e celebração. A apresentação foi construída como um percurso musical que transitou entre composições autorais e clássicos da música brasileira. A abertura, Mila Costa apresentou Manifesto Nortista , canção que abre o projeto e reafirma sua identidade musical ligada ao Norte do país, ao Pará, trazendo já nos primeiros minutos do show a força de sua presença vocal e o posicionamento artístico que atravessa seu trabalho. Ao longo da noite, o repertório revelou a pluralidade que caracteriza a trajetória da cantora. Canções autorais como Da Minha Terra, Saudades, Conquista, Fim de Festa e Eu Mereço Mais dividiram espaço com interpretações de obras marcantes da música brasileira, como Naquela Mesa, Trocando em Miúdos, Maria Maria e Conselho. A seleção evidenciou a amplitude de referências que compõem a formação musical da artista, que transita com naturalidade entre o samba, o jazz, o brega e a canção popular. Esse mosaico sonoro também se expandiu para ritmos e símbolos da cultura amazônica. Em momentos de forte identificação com o público, o espetáculo ganhou contornos regionais com músicas como Sereia do Mar, No Meio do Pitiú e o tradicional Carimbó do Macaco/Dona Maria, reafirmando a conexão da cantora com o território de onde vem. O bis com Curió do Bico Doce encerrou a apresentação em clima festivo, consolidando uma noite marcada pela diversidade musical e pela potência interpretativa de Mila Costa. Anúncio No centro da apresentação esteve a voz da artista, que se revelou potente e segura ao longo de todo o espetáculo. Mila demonstrou domínio técnico e sensibilidade interpretativa, conduzindo cada canção com precisão musical e emoção. A cada música, a resposta do público vinha em forma de aplausos calorosos, evidenciando a conexão que se estabelecia entre palco e plateia. A potência vocal da cantora não se impôs apenas pela intensidade, mas também pelo controle e pela forma como soube modular a interpretação de acordo com o clima de cada canção. Outro aspecto marcante da noite foi a relação direta que Mila construiu com o público. Entre uma música e outra, a cantora compartilhou lembranças pessoais e histórias que ajudaram a contextualizar parte de sua trajetória musical. Em determinados momentos, evocou memórias da infância e relembrou influências familiares, como o contato com o jazz incentivado pelo pelo pai e memórias afetivas com o avô. Essas pequenas narrativas aproximaram ainda mais a artista da plateia e revelaram um lado íntimo de sua formação musical. Essa proximidade também se manifestou de forma leve e espontânea. Mila convidava o público a participar, incentivando quem estava presente a dançar e a se envolver com o ritmo das músicas. O gesto transformou o show em um espaço de encontro e calor coletivo, reforçando a ideia de que o espetáculo não era apenas uma apresentação musical, mas também um momento de partilha entre artista e público. Entre os momentos mais marcantes da noite, Manifesto Nortista se destacou como um dos pontos de maior densidade simbólica do espetáculo. Logo no início da apresentação, a canção se impôs não apenas como música, mas como posicionamento artístico. Ao abordar temas ligados à identidade amazônica, Mila Costa trouxe à tona críticas sobre a forma como a região é percebida fora de seus limites geográficos. Em versos que evocam elementos como a castanha-do-Pará — que muitas vezes passa a ser chamada de “castanha do Brasil” conforme interesses externos — a cantora expõe uma reflexão sobre pertencimento, reconhecimento e apropriação cultural. Anúncio Imagem: d ivulgação. A música também toca em questões mais profundas relacionadas aos povos originários e à maneira como a Amazônia é frequentemente vista de forma simplificada ou distorcida. Ao mencionar expressões como “parente”, palavra carregada de significado nas culturas indígenas e muito presente na linguagem regional, a artista reafirma vínculos culturais que ultrapassam o território físico e se conectam à memória e à identidade coletiva. No palco, a interpretação da canção ganhou ainda mais força, transformando o momento em uma espécie de manifesto poético que convidava o público a refletir sobre o lugar do Norte dentro do imaginário nacional. Outro elemento que contribuiu de forma decisiva para o sucesso da apresentação foi a sintonia entre Mila Costa e os músicos que a acompanharam no palco . A banda demonstrou entrosamento e sensibilidade ao conduzir os arranjos, sustentando a potência vocal da cantora e ampliando as nuances de cada canção. Sob a produção musical e guitarra de Davi Amorim , o espetáculo ganhou uma base sólida que transitou com naturalidade entre os diferentes ritmos apresentados no repertório. Ao lado dele, Rodrigo Ferreira no teclado, Kleber Benigno na percussão, Elder Queiroz no baixo e Ismael Rodrigues na bateria formaram um conjunto musical equilibrado, atento às dinâmicas do palco e à interpretação da artista. A interação entre banda e cantora foi perceptível ao longo de toda a noite, criando momentos em que os instrumentos dialogavam diretamente com a voz de Mila, reforçando o caráter orgânico e vivo da apresentação. Um momento especial também marcou a noite com a participação do músico convidado Delcley Machado . Recebido com entusiasmo pelo público, o artista trouxe ao palco uma presença que reforçou o espírito de colaboração e parceria musical do espetáculo. Sua participação agregou ainda mais força à apresentação e foi ovacionada pela plateia, que respondeu com aplausos calorosos, reconhecendo a energia artística compartilhada naquele encontro. Anúncio Ao longo da noite, Mila Costa foi recebida com aplausos constantes a cada interpretação, sinal claro da conexão que se estabeleceu entre artista e plateia. Em um dos momentos mais simbólicos do espetáculo, a cantora chegou a receber flores do público, gesto que traduziu o clima de reconhecimento e afeto presente no ambiente. O show encontrou seu ápice quando os ritmos mais dançantes tomaram conta do palco. Nas sequências de carimbó, a atmosfera mudou completamente: o público respondeu com entusiasmo, levantando-se, dançando e participando ativamente da apresentação. Foi nesse momento que a energia coletiva do espetáculo se revelou de forma mais intensa. Mila convidava a plateia a dançar, incentivava a participação e transformava o palco em um espaço de celebração compartilhada. A resposta foi imediata, com pedidos de bis e uma vibração contagiante que tomou conta do ambiente. O carimbó, com sua força rítmica e ligação direta com a cultura amazônica, tornou-se o ponto de encontro entre artista e público, selando a apresentação em clima de festa. Ao final, o que ficou evidente foi a capacidade de Mila Costa de transformar o palco em um lugar de troca. Entre memórias pessoais, críticas sociais, diversidade musical e momentos de pura celebração, o show reafirmou não apenas a potência de sua voz, mas também a força de uma artista que encontra na música um caminho para conectar histórias, territórios e pessoas. Mais do que a estreia ao vivo de Ouro Verde, a apresentação revelou uma cantora em plena maturidade artística. Mila Costa se afirma como uma voz feminina da música amazônica contemporânea — uma artista que canta com técnica, presença e identidade. E, diante da resposta calorosa do público naquela noite, fica a sensação clara de que sua trajetória está apenas começando, mas já ecoa com força suficiente para atravessar fronteiras e afirmar, com orgulho, o lugar da música paraense no cenário brasileiro. #Crítica Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Ao som do brega, Lucyan Costa celebra aniversário de Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 13 de jan. de 2023 Luana Moraes Ao som do brega, Lucyan Costa celebra aniversário de Belém #Show Imagem: Bruna Cabral / Divulgação. Na comemoração do Aniversário de Belém, o nosso amado brega paraense não poderia ficar de fora, e um dos maiores representantes do estilo na contemporaneidade, o cantor Lucyan Costa (@lucyancosta), vai encantar o público neste domingo, 15, a partir das 16h, onde vai receber convidados especiais como Markinho Duran (@markinhoduran) e o DJ Thiago Rodrigues, com muita música e animação ao público na casa de shows Palafita (@palafita.oficial). Sobre o show que vai dividir palco com Markinho Duran, Lucyan Costa revela: “Será a primeira vez que faremos um evento com o Markinho Duran e estamos muito felizes com esse encontro, a gente acredita muito nessa mistura do rock com o brega, tem tudo pra dar certo! E eu, particularmente, sou fã do trabalho do Markinho, curtia também os bregas que ele chegou a lançar num período da carreira dele ‘A Rosa e o Beija-flor, Garoto de Aluguel, Princesa Beleza’, então esse encontro domingo vai significar muito pra mim, pra minha banda, vai ser um prazer enorme dividir o palco com um artista do tamanho que ele é e representa pra gente”. O evento vai reunir grandes sucessos da carreira autoral de Lucyan Costa, incluindo o seu EP de sucesso que vai ser o repertório central do evento neste domingo, 15. Quando questionado sobre poder cantar o ritmo do coração dos paraenses no aniversário de Belém, o cantor comenta: “Sou apaixonado por Belém e pelo nosso Brega. Então, comemorar o aniversário da nossa cidade, neste domingo, cantando meu próprio trabalho autoral, ‘A Volta do Brega Raiz’, junto com os clássicos dos bregas antigos dos anos 80 e 90 que influenciaram nosso projeto, vai ser emocionante pra mim, pra minha banda e pra todos que possam estar lá”. Grandes clássicos da música brega paraense vai ilustrar o cenário perfeito das belezas naturais da nossa cidade juntamente com sua cultura musical que prometem proporcionar uma experiência marcante para o público: “Queria convidar a todos, no próximo domingo, no Palafita, pra virem curtir com a gente, podem ter certeza que os clássicos que têm a cara da nossa Belém, como “Ao pôr do Sol” e “Amor, Amor” não irão faltar!”, convida Lucyan Costa. Serviço : Lucyan Costa celebra aniversário de Belém ao lado de Markinho Duran neste domingo, 15, a partir das 16h no Palafita. Ingressos: via pix pelo contato 91 98386-0803. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Letras Que Flutuam: Belém ganha o primeiro instituto do Brasil dedicado à cultura ribeirinha

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 14 de ago. de 2024 Gil Sóter Letras Que Flutuam: Belém ganha o primeiro instituto do Brasil dedicado à cultura ribeirinha O Instituto é resultado de 15 anos de pesquisa, documentação, divulgação e geração de renda, junto aos abridores de letras no Pará #Ensaio Ramito, abridor de letras de Breves, Marajó - Imagem: divulgação. Região das águas, a Amazônia tem forte tradição fluvial. Milhares de embarcações cortam rios, igarapés e furos floresta adentro. Cada uma delas é marcada por belas e singulares caligrafias coloridas, criadas pelos abridores de letras. Imbuído do propósito de fortalecer os saberes desses artistas populares, nasce o Instituto Letras que Flutuam – um marco histórico por ser o primeiro instituto voltado à cultura ribeirinha no Brasil. A programação de lançamento será realizada a partir desta quinta-feira até o próximo sábado ( 15 a 17 de agosto ), em Belém , com exibição do filme “Marajó das Letras” e debates abertos ao público, além de oficinas voltadas a alunos de escolas das ilhas da capital, e o inédito encontro estadual de abridores de letras, quando os artistas irão criar um painel coletivo com as caligrafias amazônicas. Anúncio O Instituto é resultado de 15 anos de pesquisa, documentação, divulgação e geração de renda, junto aos abridores de letras no Pará. Fernanda Martins , idealizadora e diretora do Instituto, destaca que a cultura visual, e dentro dela a representação gráfica, tem tanta importância para a Amazônia quanto a música, a dança, a comida, pois reflete saberes que são exclusivamente locais. “O homem amazônico que vive na beira, vive um mundo que a natureza impõe o verde, marrom e azul, e para se sobrepor a este regime, ao fazer cultura ele traz o colorido, o caqueado, seja nas suas casas, que têm paredes multicoloridas, seja nas roupas e nos barcos”, diz Fernanda ( @femartins ). Serviço : Confira a programação do Ciclos de Atividades: @letrasqflutuam Local: Centro Cultural Bienal das Amazônias, R. Sen. Manoel Barata, 400 - Campina, Belém Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Cine Porão tem sua primeira exibição neste domingo na Campina em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 31 de mai. de 2024 Na Cuia Cine Porão tem sua primeira exibição neste domingo na Campina em Belém Trazendo programação diversa, com exibição de longas e curtas metragens que têm em comum a produção independente na Amazônia #Cinema Imagem: divulgação. A Casa Samaúma abre suas portas neste domingo ( 02 ) para a estreia do Cine Porão a partir das 14h , trazendo programação diversa, com exibição de longas e curtas metragens que têm em comum a produção independente na Amazônia, conta com a exibição do longa “Noites Alienígenas” (2022) e a presença de Taynara para debater sobre as complexidades de fazer uma produção independente. O evento é gratuito e aberto ao público em geral. O Cineclube Porão é um momento de encontro de apreciadores da arte do cinema e tem como objetivos criar uma cultura crítica sobre as experiências de organizações da sociedade civil, como associações, institutos, coletivos ou movimentos sociais, cujo objetivo é fortalecer as identidades culturais. Os encontros ainda contam com debates entre realizadores e público, conectando o telespectador a obras cinematográficas que dialogam entre realidades e buscam conectar o telespectador com as diferentes narrativas apresentadas em tela. Anúncio Para Tainá Barral , coordenadora do projeto, o cineclube é um momento de se divertir e debater pautas importantes. “A proposta do cineclube sempre foi trazer produções audiovisuais de impacto social e político, que muitas vezes não vemos nas grandes mídias e streams, passam por festivais de cinema, mas que a grande massa tem pouco acesso à esses filmes, ou estímulo para conhecer as narrativas atuais, do que tá sendo produzidos por nossos colegas de território e propõe também um debate, uma troca de informações, de processos para que mais pessoas se inspirem em fazer e consumir o cinema feito na Amazônia.” Serviço : Domingo (02/06) às 14h Local: Casa Samaúma — Tv. Campos Sales, 582 - Campina, Belém / Entrada: Gratuita Informações: @casasamauma Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • Belém recebe grandes shows em 2026 e reafirma protagonismo cultural no Pará

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 7 de jul. de 2026 Belém recebe grandes shows em 2026 e reafirma protagonismo cultural no Pará Com uma programação que reúne alguns dos principais nomes da música brasileira e internacional, o tradicional clube reafirma sua vocação como um dos mais importantes centros de cultura, lazer e entretenimento da Amazônia Imagem: d ivulgação. Por Luana Moraes — Belém(Pará),Amazônia . 07/07/2026 - 07h00 O Grêmio Literário Português prepara um 2026 histórico para a cena cultural paraense . Com uma programação que reúne alguns dos principais nomes da música brasileira e internacional, o tradicional clube reafirma sua vocação como um dos mais importantes centros de cultura, lazer e entretenimento da Amazônia. Ao longo do ano, associados e público em geral terão a oportunidade de vivenciar uma agenda diversificada, que passeia pelo romantismo, MPB, rock nacional, samba e pela explosão da dance music internacional com a vinda do grupo Eurodance, uma das atrações mais aguardadas do ano. Dentre as atrações que Belém vai receber, estão os seguintes artistas: Talessa / José Augusto / Zeca Baleiro / Leoni / Eurodance / Dudu Nobre / Ritchie / Elymar Santos: / Fundo de Quintal. Anúncio Um ano para celebrar a cultura Com uma agenda cuidadosamente planejada, o Grêmio Literário Português reafirma seu papel como um dos principais difusores da cultura em Belém. A programação de 2026 traduz o compromisso da atual diretoria, liderada pelo presidente Bruno Morgado e Alirio Gonçalves, em promover grandes espetáculos, valorizar diferentes expressões musicais e oferecer experiências culturais de excelência para associados, suas famílias e toda a sociedade paraense. Ao reunir artistas consagrados da música nacional e internacional, o clube fortalece sua tradição centenária enquanto projeta um futuro de inovação, diversidade e protagonismo cultural, consolidando-se como um dos mais importantes palcos de grandes eventos da Amazônia. Serviço: Pará saber mais detalhes da programação siga o perfil do @gremioportuguespa # Amazônia Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • A visita icônica de John Lennon a Paul McCartney em 1976 é tema de musical em Belém

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 5 de mai. de 2023 Leandro Oliveira A visita icônica de John Lennon a Paul McCartney em 1976 é tema de musical em Belém #Teatro Imagem: divulgação. O ano era 1976 quando Paul McCartney faz uma visita inesperada a John Lennon em seu apartamento anos após o rompimento dos Beatles. Esse encontro é a inspiração do musical 'Dois Garotos de Liverpool' , do grupo A Liga do Teatro , que realiza quatro apresentações nos dias 6 e 7 de maio , no Teatro Waldemar Henrique . A peça inspirada no filme “Tudo entre nós” (2000), conta sobre o dia 24 de abril de 1976, onde o apresentador de um programa de comédia na tv norte-americana fez a inusitada proposta: “se John Lennon e Paul McCartney aceitarem se apresentar juntos, ao vivo, mais uma vez, pagamos a quantia de 3 mil dólares para eles”. De forma mais inusitada ainda, Lennon e McCartney estavam assistindo ao programa, juntos, no apartamento de John, e quase apareceram no estúdio. Anuncie aqui “Eu sou fã dos Beatles há mais de quinze anos, então essas duas pessoas, Lennon e McCartney são os dois artistas que eu mais admiro, duas pessoas que determinaram muito da artista que eu sou hoje”, conta a diretora, Bárbara Gibson. Serviços: Espetáculo Dois Garotos de Liverpool, da A Liga do Teatro Dias 6 e 7 de maio, às 17h e 19h30, no Teatro Waldemar Henrique (Praça da República, s/n) Ingressos na bilheteria do teatro ou pela plataforma Sympla – Informações: 984250317 – Instagram: @aligadoteatro. Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

  • II Sonoracena: Encontro de Técnicas e Poéticas do Som em Cena

    Um espaço jornalístico que tem como proposta divulgar notícias de arte, e atividades sociais e culturais como: cinema, teatro dança, exposições, música, palestras/seminários e ações sociais. / / Notícia 29 de jan. de 2026 II Sonoracena: Encontro de Técnicas e Poéticas do Som em Cena Pesquisa, criação, arte e técnica em vocalidades e sonoridades da cena fazem encruzilhada em terras amazônicas Imagem: d ivulgação. Por Assessoria — Belém(Pará),Amazônia. 29/01/2026 - 07h00 Pesquisa, criação, arte e técnica em vocalidades e sonoridades da cena fazem encruzilhada em terras amazônicas. No dia 30/01 , às 19h, no Teatro Universitário Cláudio Barradas, ocorrerá o II Sonoracena: Encontro de Técnicas e Poéticas do Som em Cena . O evento é organizado pelo Projeto de Extensão Lab-Guma: laboratório de técnica vocal, sonoridades e diversidades, coordenado pelo prof. Thales Branche (UFPA) e, em sua segunda edição, se dedica à celebração do lançamento do dossiê temático “Poéticas em Vocalidades e Sonoridades da Cena nas Amazônias”, da Revista Voz e Cena, único periódico brasileiro especializado na pesquisa vocal nas artes cênicas, que recebeu a nota A2 na última avaliação da CAPES. Anúncio O I Sonoracena reuniu uma intensa programação formada por oficinas, performances, espetáculos, exibições de filme e rodas de conversa protagonizadas por artistas e pesquisadores em sonoridades da cena com maior e menor relação com a academia, num quadro referencial epistemologicamente diverso e multigeracional. Serviço : II Sonoracena: Encontro de Técnicas e Poéticas do Som em Cena Dia: Sexta-feira 30/01 – 19h Local: Teatro Universitário Cláudio Barradas (R. Cônego Jerônimo Pimentel, nº 546) Inscrições no local / Haverá emissões de certificado Informações: @labguma e @thalesbranche #Teatro Compartilhe Facebook X (Twitter) WhatsApp Copiar link Anúncio Saiba mais MAIS CULTURA AMAZÔNIA Revogação da Lei 10.820/24: a preservação da educação e cultura dos povos originários PARÁ Documentário 'Artesãos da Floresta' destaca o trabalho dos moradores do Tapajós BELÉM Festival Psica 2025 anuncia as datas da grande celebração da cultura Pan-Amazônica Anúncio Saiba mais # COLU NAS OU Z E Uma Academia de Letras para os Marajós Franciorlis ViannZa - Escritor CRÔNICAS Aldir, o mestre-sala das letras geniais Paulo Ferreira - Escritor e Jornalista Anúncio Anúncio Antes Seguinte

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