Show Virtual: De Nanna Reis à Naieme: um retorno à origem

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Imagem: Divulgação.

A cantora Nanna Reis faz a transição oficial de seu nome artístico para o de batismo, NAIEME, no dia de seu aniversário, neste sábado, 22 de maio, com show virtual "MEU CANTO MINHA HISTÓRIA" , a partir das 17h, direto do Espaço Aruna, na Ilha do Combu, com apoio do edital Lei Aldir Blanc Pará.




Para um futuro com mais representatividade, a cantora faz um retorno às origens e mergulha em sua ascendência afro-indígena, no dia em que completa 30 anos. "Meu Canto Minha História" tem roteiro e direção da própria Naieme, com produção de Sandro Santarém e conta com os músicos Luan Lacerda (Contrabaixo), Igor Capela (Violão), Douglas Dias (Percussão) e Willy Benitez (Bateria). A direção de fotografia e de arte é de André Cruz, com câmera de Hilton Naka.




“É um grande debut desse novo momento, um abre caminhos para Naieme, porque esse nome invoca minha ancestralidade e toda a força e beleza dos povos do Marajó - tikuna, dessana, samaúma e tupinambá - dos quais herdei a força e a sabedoria, além também da minha parte lusitana e espanhola, de onde provavelmente vieram os melismas e floreios que eu canto naturalmente”, diz Naieme.




A carreira já tem mais de uma década. Como Nanna Reis, ela realizou o primeiro show, “Brasilidade”, e recebeu a primeira premiação no “Festival de Música Popular Paraense da RBA”, com a canção “Iluminada”, composta pelo maestro Tynnôko Costa.


Imagem: Divulgação.


Vieram outros prêmios e o mais recente foi duplo, recebido em dezembro do ano passado: 1º lugar com a canção autoral “A Cura”, e também foi a Melhor Intérprete, no VI Festival Canção da Transamazônica, conquistas dela já em meio ao processo de transição para assumir seu nome original já vem sendo compartilhado pela artista em suas redes sociais. No canal do YouTube, por exemplo, a série "De Nanna à NAIEME" traz cinco episódios que contam a história de Naieme. É como se essa artista estivesse nascendo novamente.




Narrativa cinematográfica em palco de 360 graus


A narrativa visual do show é cinematográfica, trazendo uma atmosfera de magia, pajelança e todo o misticismo amazônico. O palco possui 360 graus em arena para dar ao espectador a impressão de estar junto com a cantora. O repertório foi escolhido para representar fases e vertentes da cantora, em sua trajetória musical. Assim, ela vai cantar Melodia Sentimental, de Heitor Villa-Lobos e Dora Vasconcelos, por exemplo, em ritmo de fado, gênero tradicional português que sempre esteve presente em suas apresentações.




O repertório conta com músicas autorais, como Bom Dia e Fogo de Palha (gravadas por Lia Sophia); composições da música popular paraense, passeando pelos ritmos do boi, carimbó e também o brega. Ela também mostrará "Azura" e "Yagô", dois singles inéditos que serão lançados em um novo e primeiro álbum assinado com seu nome de batismo. Em meio às canções, a cantora também vai falar um pouco sobre seu processo de autodescoberta.



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Serviço

Show Virtual "Meu Canto Minha História", neste sábado, 22 de maio, a partir das

17h, direto do espaço Aruna no Combu, com transmissão pelo Canal de Youtube.


Texto: Luciana Medeiros (Holofote Virtual)


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