Liège abre caminhos para seu disco de estreia com o single inédito “Lava”

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Liège - Imagem: Vitória Leona.

Devido ao atual momento do cenário musical imposta pela pandemia do Coronavírus, a cantora paraense Liérge lançou seu novo singlie “Lava” no começo de Julho (03/07) em todas as plataformas de streaming. A música vem acompanhada de um vídeo clipe, com criação de Amanda Gil e Tamires Nobre. A faixa traz a participação especial do cantor paulistano Daniel Yorubá.




A música foi escolhida para apresentar “Ecdise”, o primeiro disco de carreira da ‘cantautora’ paraense, produzido pelo DJ Duh. O Lançamento das musicas será adaptado à realidade imposta pela pandemia, o disco terá lançamento digital a partir deste mês de julho com apresentações das faixas por etapas.




“Lava fala de amor em tempos pandêmicos e é também uma forma de revolução”, reflete Liège. “Essa canção revela uma das facetas do disco, trazendo a energia de novas composições, mais dançantes e ritmadas, pops”, completa.


Daniel Yorubá - Im agem: Vitória Leona.


Sobre a participação de Daniel Yorubá, Liège explica que foi uma conexão feita pelo DJ Duh, produtor do disco. Cantor e compositor, nascido e criado na periferia de São Paulo, Daniel mistura MPB, ritmos africanos, reggae, hip hop e pop. “Daniel trouxe seu axé, sua cadência e timbre que encaixaram perfeitamente pro clima da música, pro que ela pedia. Ele captou imediatamente quem era a mulher, a parceira dele na música e compôs o verso dele lindamente. Fechamos juntos a imagem dessa mulher potente no amor e na vida”, comenta a artista.





Liège celebra a ancestralidade em “Ecdise”, seu primeiro álbum


“Ecdise” é um projeto que representa um novo ciclo na carreira da paraense. Foi esse nome que a cantora e compositora Liège decidiu dar ao primeiro disco, um trabalho que desnuda a artista, que passou por um processo profundo de autoconhecimento e resgate de sua ancestralidade que vem da Amazônia brasileira. Foi no processo de produção que Liège reafirmou suas influências e mergulhou em sua musicalidade. Estão presentes neste trabalho, as tardes na rádio-poste em que sua mãe trabalhava em Mosqueiro, distrito de Belém à beira do rio, as mandingas a que as mulheres do Norte são apegadas e por elas protegidas, as noites nos barzinhos, os primeiros passos na música autoral, mas também a mulher que atravessou os Estados Unidos cantando e tocando sozinha pela primeira vez. A menina, a mulher, a artista e a fã estão neste trabalho de maneira original, renovada. A voz potente e cada vez mais decidida canta a ancestralidade e a emancipação pessoal, embalada por uma sonoridade pop que é atravessada por elementos da MPB, do R&B, ritmos afro amazônicos e da World Music.




“Pesquisamos diversas referências: africanas, brasileiras, e tudo isso dentro da minha regionalidade, preservando meu sotaque e minhas questões amazônicas. Trouxemos esses atravessamentos todos para uma zona contemporânea, incluindo um pouco de r&b, pop, buscando a world music. Acho que isso ficou muito legal no álbum”, explica a artista.


Essa conexão e redescoberta foi feita com o auxílio do experiente Dj Duh (Emicida, Arnaldo Antunes e Tulipa Ruiz), produtor musical paulista que encontrou Liège e se sentiu desafiado a conhecer a artista brasileira da Amazônia que traz em seu trabalho a ancestralidade nortista e uma musicalidade universal. Foi uma amiga que percebendo as coincidências musicais fez a ponte entre os dois.




“Conheci a Liège através de uma caixinha de sugestões que coloquei no Instagram, onde uma amiga em comum indicou o nome dela como possível nome que eu pudesse produzir em 2019. Gostei do desafio de produzir uma artista do Norte do Brasil, acredito que o eixo SP/RJ tem um círculo vicioso e a linguagem do Norte/Nordeste são o futuro, na verdade o presente, da música pop brasileira e o maior desafio, além da distância, foi de fazer com que a obra soasse pop, brasileira e não prejudicasse a regionalidade dela”, relembra Duh.



Liège - Imagem: Vitória Leona.


Lançamento - Adaptado à realidade imposta pela pandemia, o disco terá lançamento digital a partir de julho com faixas sendo lançadas por etapas. “Como não sabemos quando poderemos fazer o show de lançamento, vamos lançando as faixas aos poucos. Os singles serão trabalhados com clipes e o público poderá participar de todo esse processo. Vamos descobrindo o disco juntos, aos poucos, em um momento novo para todos nós”, conta.




“Quando tudo aconteceu, já estávamos com o planejamento do disco fechado e a cabeça deu nó. Mas arte pra mim sempre foi uma questão de sobrevivência, é meu propósito, então nós resolvemos ajustar a divulgação e seguir com o lançamento, já que

música é minha arma de luta e tem a missão de levar reflexão, alento e desconstrução para o público, é a minha forma de contribuir no enfrentamento a este momento tão complicado”, pontua Liège.



Sobre Liège - A ‘cantautora’ paraense Liège é uma das novas vozes da MPB contemporânea. Com uma sonoridade marcada pela MPB, batidas eletrônicas e ritmos afro amazônicos, a música de Liège é dançante e envolvente. Suas composições são plurais, como a própria vida, variando de temas como a leveza do amor, a liberdade pessoal, entre outros. Acesse o canal de Liége para conhecer um pouco mais do seu trabalho https://www.youtube.com/user/LiegeMusica . Acesse também seu Instagram https://www.instagram.com/liegemusica/.



Texto: Assessoria de Comunicação da Artista

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