Bando Mastodontes faz show de lançamento do álbum “Ciranda Celestial”

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Mastodontes - Imagem: Ygor Negrão / Divulgação.

Um encontro de ritmos do Norte faz girar a Ciranda Celestial do Bando Mastodontes (@bandomastodontes) no show de lançamento do disco, que será neste sábado, 21, na Casa Samba (@casasambabelem), em Belém. Repleto de batuque, teatro, poesia e folia, a big band prepara uma performance para fazer o público ferver. Como convidados especiais, a manada recebe o Baile do Mestre Cupijó (@bailedomestrecupijo), que arrasta multidões ao som de siriá, mambo e banguê. Para somar ainda mais energia, a festa traz os sets dos DJs Luska, Jack Sainha (@jacksainha_dj), Nat Esquema (@nativianaa) e Bambata Brothers (@bambatabrothers). Os ingressos estão à venda.




O show apresenta pela primeira vez, na íntegra, as dez canções do novo disco, “Ciranda Celestial”, que reverencia uma Amazônia ancestral, preta e indígena, de ritos e cura. Marcadas por uma sonoridade guiada pelos tambores, as músicas trazem influências múltiplas.



O show apresenta pela primeira vez, na íntegra, as dez canções do novo disco, “Ciranda Celestial”, que reverencia uma Amazônia ancestral, preta e indígena, de ritos e cura. Marcadas por uma sonoridade guiada pelos tambores, as músicas trazem influências múltiplas.





Fundado em 2015 a partir do encontro de atores, o grupo é um dos maiores destaques da música contemporânea do Norte. Diverso, o Bando reúne gente das artes cênicas, do audiovisual, da comunicação, do direito e da psicologia - artistas que têm a música como ponto de comunhão. O grupo é formado por Jimi Britto (guitarra), Ana Marceliano (percussão, voz e composição), Fernanda Noura (voz), Luciano Lira (violão, voz e composição), Caio Azevedo (bateria), Katarina Chaves (percussão), Bruna Cruz (percussão, voz e composição), Armando Mendonça Filho (voz, percussão, violino, violão e bandolim) e Rodolfo de Mendonça (baixo).




Orixás na pista de dança: "Vamos colocar os orixás na pista", anuncia Luciano Lira. Com sua sonoridade de batuque, progressiva e é transcendental, “Ciranda Celestial” traz as participações que aliam arte, festa e fé. Participam do disco a escritora Paloma Amorim; Zélia Amador, um dos mais relevantes nomes do ativismo preto na América Latina; Trio Manari, Banda Nação Ogan; Mansu Nangetu, terreiro de candomblé angola que é referência regional e nacional na cultura religiosa afro-amazônica; Edimar Silva,

contramestre de capoeira angola, nas percussões.




“A gente percebeu que na pandemia, com mais de 600 mil mortos, era um momento muito importante para convocar a energia dos orixás pra dentro dessa ciranda. E nossa Amazônia transcendental está intimamente ligada à ideia de que existe força na nossa pajelança. Cantamos para nos curar, reverenciamos a espiritualidade existente na ancestralidade de nosso canto”, explica Lira.





Serviço:

Bando Mastodontes faz o show “Ciranda Celestial”, neste sábado, 21, a partir de 20h, na

Casa Samba, localizada na avenida Tamandaré, esquina com a rua Doutor Assis, na

Cidade Velha. Ingressos à venda online: https://www.ingresse.com/manada .


Texto: Gil Sóter (Assessoria de imprensa)


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